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22/09/2021 – Investing

As vendas de distribuidores de aços planos no Brasil em agosto subiram 5% ante julho, mas recuaram quase 27% na comparação com um ano antes, com a normalização do abastecimento do mercado interno após meses de desequilíbrio gerado pela pandemia, afirmou nesta terça-feira a associação que representa o segmento, Inda.

"A perspectiva para setembro é de alta de 2%", afirmou o presidente do Inda, Carlos Loureiro, em entrevista a jornalistas. "Hoje está tendo bastante disputa de pedidos, o abastecimento está normalizado", disse o executivo.

"Com a previsão para setembro, provavelmente esse número (acumulado) deve cair para 5% ou 6%. E vamos torcer para não fechar o ano no zero a zero", disse Loureiro.

22/09/2021 – Investing

As vendas de produtos siderúrgicos começam a reverter a curva. No mês passado, segundo dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), foram comercializadas 274,5 mil toneladas, uma alta de 5% em relação a julho. No entanto, no comparativo com o mesmo mês do ano passado, o cenário ainda é de queda. Em agosto de 2020, foram vendidas 373,8 mil toneladas, o que implica em um recuo de 26,6%.

Segundo os dados, as importações de produtos siderúrgicos em agosto chegaram a 189,7 mil toneladas. Esse volume representou alta de 219,7% em relação ao mesmo período do ano passado. No comparativo a julho, entretanto, as importações foram 10,2% menores.

23/09/2021 – Diário do Comércio 

Ainda segundo Loureiro, nas vendas de aço, a alta acumulada no ano vem sendo reduzida mês a mês e a tendência é que em setembro ela caia dos atuais 11,2% para cerca de 5% a 6%. A redução acontece devido ao segundo semestre de 2020 ter sido marcado por vendas muito superiores.

“Vamos torcer para que a gente feche o ano com o mesmo resultado de 2020”, disse.

Assim como nas vendas, as compras feitas pelos distribuidores de aço no Brasil também ficaram maiores em agosto. Ao todo, foram 302,5 mil toneladas, ante 295,9 mil toneladas registradas em julho, aumento de 2,2%.

28/09/2021 – O Estado de SP.

A Usiminas informou nesta segunda-feira, 27, que um incidente na Usina de Ipatinga vai obrigar a paralisação das operações por um período de 90 a 150 dias, “a depender da solução de reparo a ser implementada”. Segundo a empresa, o acidente ocorreu no Alto Forno número 2 na última sexta-feira, 24.

"A Usiminas vai pagar caro pelas placas e não vai querer vender mais barato, já que o custo de produção deverá aumentar. Mas o preço do aço no mercado está estável e assim deve continuar até o fim do ano. É claro, não vai haver redução de preço, como alguns imaginavam, com a briga das usinas pela oferta, mas subir também não vai, já que os preços lá fora estão em queda", diz Carlos Loureiro, presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço. Para ele, a exceção seria a alta do dólar, "mas isso também não deve ocorrer".

28/09/2021 – Valor

A Usiminas anunciou ontem a parada para manutenção do alto-forno 2 da usina de Ipatinga, no Vale do Aço (MG). O equipamento, que passou por reforma em 2020 e voltou a operar em junho deste ano, sofreu um incidente - de acordo com a companhia - na última sexta-feira. O conserto pode durar até cinco meses, segundo informou na manhã de ontem em comunicado ao mercado.

Para o presidente do Inda, entidade da rede de distribuição, Carlos Loureiro, o incidente pode fazer com que ocorra uma acomodação dos preços da tonelada de aço no mercado interno. Isso porque, com a menor oferta da Usiminas, a concorrência entre as usinas deve reduzir. “Haverá mais “disciplina”.

“Não deve haver tantos descontos. Por isso, creio ser positivo nesse aspecto, com estabilidade nos preços nos próximos três meses”.

29/09/2021 – O Estado de SP.

O aumento expressivo da produção, das vendas internas e do consumo aparente de aço observado em agosto na comparação com os dados de um ano antes é apontado pelo Instituto Aço Brasil como indicação de que “o mercado se encontra plenamente abastecido e sem qualquer excepcionalidade”.

Nos primeiros meses do ano, com a retomada da atividade econômica, segmentos industriais e a construção civil relataram dificuldades no suprimento de insumos e matérias-primas, entre os quais o aço, que parecem superadas. Os estoques relatados pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), suficientes para mais de três meses de vendas, igualmente são considerados normais.

“Os números mostram que a indústria brasileira do aço está produzindo e atendendo seus clientes em volumes superiores àqueles verificados antes do início da pandemia de covid-19”, afirmou o Instituto Aço Brasil

SIDERURGIA

21/09/2021 – Bol

O Aço Brasil também divulgou os dados acumulados dos primeiros oito meses do ano. A produção brasileira de aço bruto foi de 24,1 milhões de toneladas de janeiro a agosto de 2021, o que representa um aumento de 20,9% frente ao mesmo período do ano anterior. A produção de laminados no mesmo período foi de 17,9 milhões de toneladas, aumento de 31,6% em relação ao registrado no mesmo acumulado de 2020. Já a produção de semiacabados para vendas totalizou 5,5 milhões de toneladas de janeiro a agosto de 2021, um acréscimo de 2,4% na mesma base de comparação.

As vendas internas foram de 16,0 milhões de toneladas de janeiro a agosto de 2021, o que representa uma alta de 34,2% quando comparada com o apurado em igual período do ano anterior.

27/09/2021 – Infomoney 

A Usiminas (USIM5) anunciou nesta segunda-feira que, devido a um incidente ocorrido em 24 de setembro, vai paralisar operações de seu alto forno nº 2 da usina de Ipatinga (MG) por um período de 90 a 150 dias.

A siderúrgica não deu detalhes sobre o ocorrido. O equipamento tem capacidade de produzir 55 mil toneladas de ferro-gusa por mês. A empresa afirmou em fato relevante que vai compensar a parada com estoques e comprando placas no mercado.

Com a notícia, os ativos USIM5 fecharam com queda de 2,09%, a R$ 15,95.

29/09/2021 – Valor 

Mesmo em um cenário negativo, o Instituto Aço Brasil, que representa a indústria siderúrgica nacional, estima que o consumo interno de aço este ano será 24% maior do que em 2020. De janeiro a agosto, o consumo interno aparente de produtos siderúrgicos foi de 18,8 milhões de toneladas - aumento de 41,7% em relação aos primeiros oito meses de 2020.

O setor reconhece um desbalanceamento das cadeias produtivas no abastecimento depois do primeiro impacto crítico da crise sanitária, mas atribui o aumento de preço do aço a um fenômeno mundial de valorização das commodities. “O mercado está plenamente abastecido, os estoques regularizados e os preços, que sofreram aumento, agora tendem à estabilidade”, afirma Marco Polo de Mello Lopes, presidente-executivo do Instituto Aço Brasil.

29/09/2021 – Valor

As exportações brasileiras de aço bruto devem cair 8,7% este ano, em relação a 2020, de acordo com estimativas do Instituto Aço Brasil (IABr). É o resultado do foco da indústria no mercado interno, por conta do crescimento expressivo da demanda. O consumo aparente de produtos siderúrgicos nos primeiros oito meses somou 18,8 milhões de toneladas, acumulando alta de 41,7% frente ao registrado no mesmo período de 2020.

De acordo com Marco Polo de Mello Lopes, presidente executivo da entidade, as empresas tentam corrigir desequilíbrios provocados pelo fechamento de unidades industriais e o desligamento de alto-fornos em decorrência dos impactos da pandemia. Lopes acredita que as exportações não devem passar de 9,62 milhões de toneladas, abaixo das estimativas feitas em maio (10,1 milhões de toneladas) e em novembro passado (11,5 milhões de toneladas).

30/09/2021 - Valor 
O ministro da infraestrutura, Tarcísio de Freitas, disse nesta quarta-feira, durante o Congresso Aço Brasil, que ao final do próximo ano, os investimentos na área alcançarão R$ 300 bilhões. Segundo ele, até agora já foram contratados R$ 80 bilhões em 74 leilões de aeroportos, portos, rodovias e ferrovias.

Freitas ressaltou que uma nova leva de leilões deve ser iniciada agora e devem contemplar a rodovia Presidente Dutra, a BR-381/262, que liga Belo Horizonte a Vitória, e mais 16 aeroportos.

Segundo ele, com a Medida Provisória 1065, que estabeleceu o regime de autorizações, já ocorreram mais de 14 pedidos que gerarão mais de R$ 80 bilhões em novas ferrovias e ramais ferroviários. "Esses investimentos devem ganhar corpo nos próximos anos e vai tornar o país um verdadeiro canteiro de obras", disse.

MINERAÇÃO

28/09/2021 – Exame

O minério de ferro superou US$ 120 a tonelada e acelerou sua recuperação depois de atingir o nível mais baixo em mais de um ano. Investidores voltaram a apostar na commodity com a perspectiva de aumento dos estoques das siderúrgicas antes do feriado prolongado do Dia Nacional na China. As comemorações começam no dia 1º de outubro e se estendem por 7 dias.

Os futuros da commodity em Singapura chegaram a subir mais de 9% nesta segunda-feira, 27, com expectativas de maiores estoques depois da desaceleração no verão chinês. Os lucros de usinas chinesas avançaram para o nível mais alto desde maio, segundo um indicador da Bloomberg Intelligence.

ECONOMIA

02/09/2021 – Globo Online

No primeiro semestre, o PIB acumula alta de 6,4%, pois a base de comparação é fraca, já que o país vive uma pandemia de Covid-19 desde março do ano passado. No acumulado nos quatro trimestres, terminados em junho de 2021, o PIB cresceu 1,8%.

O desempenho veio abaixo da expectativa do mercado. Segundo a mediana das projeções de analistas ouvidos pela Reuters, era esperado alta de 0,2 porem encolhe 0,1%.

08/09/2021 – Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, subiu de 7,27% para 7,58%, neste ano. É a 22ª elevação consecutiva na projeção. A estimativa está no boletim Focus de hoje (6), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,98%. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,25% e 3%, respectivamente.

16/09/2021 – Agência Brasil

A atividade econômica brasileira registrou alta em julho deste ano, de acordo com dados divulgados hoje (15) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou aumento de 0,60% em julho de 2021 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

Até fevereiro, o IBC-Br vinha apresentando crescimento, após os choques sofridos em março e abril do ano passado, em razão das medidas de isolamento social necessárias para o enfrentamento da pandemia de covid-19. Nos últimos meses, entretanto, os resultados oscilaram, com recuos em março e maio. O trimestre encerrado em julho fechou com oscilação negativa de 0,02%.

22/09/2021 - O Estado de SP.

Depois de recuar 3,4% no ano passado, na pior fase da crise causada pela covid-19, a economia mundial deve crescer 5,7% este ano, informou a entidade, reduzindo sua projeção em 0,1 ponto porcentual, disse a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)

Segundo o fórum com sede em Paris, a expansão global vai então desacelerar para 4,5% no próximo ano, 0,1 ponto porcentual acima da estimativa anterior, divulgada em maio.

23/09/2021 – O Estado de SP.

Mesmo em meio à alta da inflação e ao aumento do risco fiscal, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central manteve seu "plano de voo" e elevou nesta quarta-feira a Selic (a taxa básica de juros) em 1 ponto porcentual por unanimidade, de 5,25% para 6,25% ao ano. Este foi o quinto aumento consecutivo dos juros e o segundo em sequência nessa magnitude, após três altas iniciais de 0,75 ponto porcentual.

Após uma piora nas perspectivas para a inflação no último mês, alguns economistas chegaram a considerar que o Copom faria um aumento ainda maior, acima de 1 ponto, o que não aconteceu.

29/09/2021 – IstoÉ Dinheiro 

A escalada de preços dos combustíveis e da conta de luz, que já vem apertando o orçamento das famílias brasileiras nos últimos meses, fez a prévia da inflação oficial subir forte e superar os 10% no acumulado dos últimos 12 meses. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) avançou 1,14% em setembro, a maior alta para o mês de setembro desde 1994, início do Plano Real. O dado, que considerou os preços coletados entre 14 de agosto e 14 de setembro, foi divulgado na sexta-feira, 24, pelo IBGE.

O resultado surpreendeu e veio acima da mediana da taxa apontada pela pesquisa do Projeções Broadcast com as estimativas do mercado financeiro. Agora, os analistas devem rever suas projeções para o IPCA de setembro, quando o acumulado em 12 meses também deverá romper os 10%.

AUTOMOTIVO

08/09/2021 – Valor Econômico

Inicialmente, as montadoras pensaram que o pior da escassez de chips ocorreria no primeiro semestre do ano. Então, passaram para o terceiro trimestre. Agora, os chefes das montadoras alemãs estão postergando ainda mais suas estimativas sobre quando a redução vai atingir a produção de automóveis.

"Provavelmente continuaremos com escassez nos próximos meses ou mesmo anos porque os semicondutores estão em alta demanda", disse Herbert Diess, presidente da Volkswagen AG, nesta segunda-feira à Bloomberg Television. “A internet das coisas está crescendo, e o aumento da capacidade levará tempo. Provavelmente haverá um gargalo nos próximos meses e anos."

08/09/2021 – Valor Investe

A falta de semicondutores continua a afetar a indústria automobilística e se refletiu no resultado de vendas de agosto. Foram licenciados no mês passado 172,8 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus. Isso representou uma queda de 5,8% na comparação com o mesmo mês do ano passado.

Já no acumulado do ano, houve, por outro lado, um crescimento de 21,9%, num total de 1,42 milhão de veículos emplacados de janeiro até agosto. A base de comparação é baixa em razão das paralisações das fábricas, em consequência do início da pandemia, há um ano.

09/09/2021 – O Estado de SP.

Com falta de peças, em especial componentes eletrônicos, nas linhas de montagem, a produção de veículos recuou 21,9% em agosto frente ao mesmo período do ano passado.

No total, 164 mil unidades foram montadas, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, num resultado praticamente em linha (leve alta de 0,3%) com o número de julho.

Só nas linhas de carros de passeio, as mais prejudicadas pela escassez mundial de componentes eletrônicos, a produção, um total de 119 mil unidades, registrou o pior agosto em 18 anos.

17/09/2021 – Infomoney 

O executivo que comanda a divisão da Volkswagen nas Américas prevê a normalização da produção de automóveis nos Estados Unidos apenas no segundo semestre de 2022 devido aos surtos de Covid-19 na Malásia, que agravaram os gargalos nas cadeias de suprimentos.

“Normal – quando poderemos fabricar todos os carros que queremos exatamente quando queiramos – acho que não será possível até o segundo semestre do ano que vem”, disse Scott Keogh, CEO da unidade da América do Norte da Volkswagen, em entrevista na fábrica da empresa em Chattanooga, Tennessee.

28/09/2021 – Globo Online

A Ford Motor e a sul-coreana SK Innovation planejam investir US$ 11,4 bilhões para construir três fábricas de baterias e uma fábrica de montagem para picapes elétricas F-Series no Tennessee e Kentucky, no maior investimento na história da montadora dos EUA.

O projeto prevê duas fábricas para produção de veículos elétricos e baterias para alimentá-los, empregando cerca de 11.000 trabalhadores, disseram as empresas nesta segunda-feira. A Ford está investindo US$ 7 bilhões, enquanto a parceira de bateria SK está investindo US$ 4,4 bilhões.

29/09/2021 - O Estado de SP.

Ao mesmo tempo em que se revela de forma clara nas constantes paralisações das montadoras, faltam estimativas conclusivas sobre o tamanho do impacto da crise de abastecimento na indústria do automóvel. As projeções, a depender de como são feitas, podem variar de 240 mil a mais de meio milhão de veículos que deixarão de ser produzidos no Brasil neste ano por falta de componentes.

Todas as contas levam, contudo, a uma mesma conclusão: o setor já estaria perto de voltar ao tamanho de antes da pandemia se as fábricas tivessem peças suficientes à disposição.

A Anfavea já tinha estimado em pelo menos 100 mil veículos a quantidade que deixou de ser produzida de janeiro a junho deste ano, de maneira que, já no primeiro semestre, a indústria poderia ter diminuído de 22% para 15% a diferença em relação ao ritmo de produção pré-pandemia - tendo como base de comparação o mesmo período de 2019.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

30/09/2021 - Agência Brasil
A receita líquida do setor de máquinas e equipamentos registrou crescimento de 16,7% em agosto, na comparação com o mês anterior, de acordo com balanço da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

No mês de agosto houve melhora tanto nas receitas internas (15,8%) como nas exportações (19,4%). Segundo a entidade, o crescimento de agosto elevou as exportações ao patamar pré-crise decorrente da pandemia de covid-19. Além disso, a Abimaq avalia que o mercado externo exerceu maior influência positiva nos resultados do que as receitas internas.

AUTOPEÇAS

27/09/2021 – Sindipeças

O faturamento das autopeças no segmento da reposição aumentou 56,52% no acumulado de janeiro a julho, sobre igual período de 2020, muito afetado pelos efeitos da pandemia de covid-19, o que deforma a comparação. O levantamento é feito com 45 fabricantes, que segmentam as informações em linha leve e pesada. Em julho, sobre junho, houve crescimento de 1,91%.

AGRÍCOLO RODOVIÁRIO

02/09/2021 – G1

O volume de emplacamentos de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus em agosto ficou 5,76% menor do que no mesmo mês de 2020, num total de 172,7 mil unidades, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Já no acumulado do ano, com 1,422 milhão de unidades, o resultado apresentou avanço de 21,92% e reflete uma base de comparação baixa. Nos primeiros oito meses de 2020, ainda havia muitas concessionárias fechadas por conta de medidas de restrição ao comércio, impostas pela pandemia da corona vírus.

24/09/2021 – IstoÉ Dinheiro 

A previsão de crescimento do Produto Interno Bruto do setor agropecuário foi revisada de 1,7% para 1,2% em 2021, segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). As reduções nas estimativas de produtividade e produção no milho e um cenário menos favorável para a produção de leite foram os motivos considerados para os ajustes feitos pelos pesquisadores do Grupo de Conjuntura do Ipea.

Conforme o relatório, o valor adicionado da produção vegetal em 2021 foi revisto para baixo: de 1,7% para 1,2%, em virtude da revisão para a estimativa de produção do milho, que deve apresentar queda de 15,5% – de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

CONSTRUÇÃO CIVIL

03/09/2021 – Portal Fator

O PIB (Produto Interno Bruto) da construção cresceu 2,7% no segundo trimestre de 2021, na comparação com o primeiro, segundo divulgou o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 1º de setembro. Entretanto, SindusCon-SP manifesta preocupação em relação à continuidade da retomada do setor.

O resultado mostra uma retomada consistente da atividade da construção, pois no primeiro trimestre o PIB do setor também havia registrado crescimento, de 2,1%. Mesmo assim, o desempenho do setor gera preocupações, de acordo com Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do SindusCon-SP.

27/09/2021 – Abramat

A mais recente edição do Índice Abramat, elaborada pelo FGV-IBRE e divulgada na última segunda-feira (13) pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), mostra que o setor registrou alta de 4,8% no faturamento deflacionado em agosto de 2021 frente aos resultados observados no mesmo mês de 2020. Já em relação a julho, o crescimento foi de 0,8%. O levantamento indica, ainda, que o faturamento da indústria de materiais de construção alcançou o oitavo mês de 2021 com alta de 18,8% em comparação com o mesmo intervalo do ano passado. Já no acumulado de 12 meses, o avanço é de 16,7%.

28/09/2021  - Abramat

O Índice de Confiança da Construção (ICST) de setembro, divulgado hoje (27) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), ficou em nível de estabilidade, variando 0,1 ponto, para 96,4 pontos. Este é o maior nível desde fevereiro de 2014, quando o indicador estava em 96,7 pontos. Em médias móveis trimestrais, é o quarto mês seguido de alta, com 1,3 ponto.

O indicador é composto pelos quesitos Situação Atual dos Negócios, Carteira de Contratos, Expectativas com relação à evolução do Volume de Demanda nos três meses seguintes e Expectativas em relação à evolução da Situação dos Negócios da Empresa nos seis meses seguintes. A série histórica começou em julho de 2010.

29/09/2021 – Valor

Os grandes consumidores de aço no Brasil reclamam do aumento de preços e problemas de abastecimento da matéria-prima, provocados pela paralisação de atividades das siderúrgicas por causa da crise da pandemia. O setor da construção civil responde por 41,2% do total, enquanto o automotivo consome 21,3% e o de bens de capital, 19,6%.

O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 18,8 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a agosto, alta 41,7% em relação ao mesmo período de 2020. “O crescimento de agora não parece sustentável para os próximos doze meses. O cenário está mudando”, diz Eduardo Zaidan, vice-presidente do Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), com cerca de 50 mil empresas associadas.

PETROLÍFERO

20/09/2021 – TN Petróleo 

A produção de petróleo do Brasil recuou 1,6% em agosto ante julho, quanto o país teve o maior volume desde agosto de 2020, apontaram dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

No mês passado, o total produzido no país somou 2,997 milhões de barris por dia (bpd), também uma queda de 2,8% ante agosto do ano passado, quando somou 3,084 milhões de bpd.

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