ESQUECEU A SENHA?

Seja bem-vindo ao INDA!

INDA

06/05/2022 – Neofeed - SP

Após sofrer com a alta dos preços do coque e do carvão no começo do ano, a siderúrgica prioriza vendas para o mercado interno e vê espaço para realizar reajustes e repassar custos

E para garantir que a companhia tenha um bom 2022 e não repita o desempenho do começo do ano, a ordem do presidente Benjamin Steinbruch é clara: a alta dos custos globais de produção será repassada em todos os segmentos produtivos nos quais a empresa atua – siderurgia, mineração e cimento.

“A alta de custos em todo mundo tem que ser repassada para não prejudicar as margens”, disse ele em teleconferência com analistas e investidores nesta quinta-feira, dia 5 de maio. “Vamos transferir os custos em todos os segmentos e continuar fazendo disso nossa principal bandeira.”

A pressão nos custos com a alta dos preços do carvão e do coque, junto às fortes chuvas nas operações em Minas Gerais e questões pontuais que prejudicaram a produção de aço, pesaram sobre as margens no primeiro trimestre. Em relação ao mesmo período de 2021, a margem Ebitda recuou 9,6 pontos percentuais, para 39,1%.

Para lidar com esta situação, a CSN planeja priorizar o mercado interno neste ano, mesmo plano estabelecido pela Usiminas, ao verem um ambiente interno positivo para reajustar os preços, com o aço se beneficiando da diminuição da importação, diante dos problemas logísticos em todo o mundo, e a volatilidade do câmbio.

Em abril, a empresa realizou dois aumentos de preços no aço, um de 12,5%, que entrou em vigor logo no começo do mês, e outro de 7,5%, a partir do dia 15.

A CSN projeta que as vendas de aço no Brasil devem crescer entre 2,5% e 4% nesse ano, com a empresa registrando um crescimento de 10%. Já as importações devem ter redução de 26%.

O Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda) projeta que o setor irá fechar 2022 com um crescimento de 5% nas vendas de aço.

25/05/2022 – IstoÉ Online - SP

De acordo com pesquisa divulgada pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), as vendas de aços planos em abril de 2022 chegaram a 302,7 mil toneladas, recuo de 11,8% em relação ao mesmo mês de 2021 e queda de 20,9% perante março de 2022. No acumulado de 12 meses, as vendas atingiram 3,569 milhões de toneladas, retração de 9,1%. O Inda projetou retração de 5,0% para as vendas no mês de maio ante abril.

As compras do mês de abril alcançaram 250,1 mil toneladas, baixas de 27,5% na comparação anual e de 27,7% na comparação mensal. No acumulado de 12 meses, as compras totalizaram 3,578 milhões de toneladas, alta de 2,4%. O Inda prevê alta de 14% nas compras de maio ante abril.

O estoque de abril dos associados da Inda foi a 721,8 mil toneladas, um crescimento de 1,2% na comparação anual e queda de 6,5% na comparação mensal. O giro de estoque fechou em 2,4 meses – nível um pouco acima de março, quando estava em 2,0 meses.

As importações encerraram abril em 109,8 mil toneladas, baixa de 12,5% na comparação anual e queda de 12,4% na comparação mensal.

25/05/2022 – Investing - SP

Comercializadores de aços planos do Brasil estão vendo os preços do produto no país até 20% mais elevados que os praticados no exterior, mas uma situação de incertezas sobre câmbio e dificuldades logísticas tornam a importação um jogo arriscado, segundo relato nesta terça-feira da entidade que representa o setor, o Inda.

"O prêmio da bobina a quente hoje está muito alto, acima de 20%. Mas importar é jogar na roleta, um jogo quase de bolsa (de valores)", disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro, a jornalistas nesta terça-feira.

Segundo ele, para enfrentar a situação, distribuidores estão mantendo os estoques em níveis suficientes para atender apenas suas operações, o que está já está refletindo no consumo aparente de aço no país. No primeiro quadrimestre, o consumo aparente caiu cerca de 14% sobre um ano antes, segundo dados do Instituto Aço Brasil, que representa as siderúrgicas.

25/05/2022 – Monitor do Mercado - SP

As vendas de aços planos caíram 11,8% em abril em relação ao mesmo período de 2021, ficando em 302,7 mil toneladas, segundo dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda). Na comparação mensal, houve baixa de 20,9 %, quando foram vendidas 382,9 mil toneladas.

No mês passado, as compras de aços planos recuaram 27,5% em base de comparação anual, para 250,1 mil toneladas. Com relação a março, em que foram compradas 345,9 mil toneladas, as aquisições caíram 27,7%.

Em abril, os estoques diminuíram 6,8% ante 2021, atingindo o montante de 721,8 mil toneladas. O giro dos estoques, por sua vez, fechou em 2,4 meses.

As importações recuaram 12,5% em relação ao mesmo período do ano anterior, com volume de 109,8 mil toneladas. Ante o mês anterior, houve recuo de 12,4% nos embarques.

Para maio, a expectativa do Inda é as compras tenham uma alta de 14% e as vendas uma queda de 5% em relação ao mês de abril.

26/05/2022 – Portal Fator Brasil - RJ

As compras do mês de abril registraram queda de 27,7% perante a março, com volume total de 250,1 mil toneladas contra 345,9 mil. Frente a abril do ano passado (345,1 mil toneladas), apresentou queda de 27,5%, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), no dia 24 de abril(terça-feira).

As vendas de aços planos em abril contabilizaram queda de 20,9% quando comparada a março, atingindo o montante de 302,7 mil toneladas contra 382,9 mil. Sobre o mesmo mês do ano passado, quando foram vendidas 343,1 mil toneladas, registrou queda de 11,8%.

Para maio de 2022, a expectativa da rede associada é de que as compras tenham uma alta de 14% e as vendas uma queda de 5% em relação ao mês de abril — apontou Carlos Jorge Loureiro, presidente executivo do Instituto, durante apresentação dos números de fechamento do mês de abril e as previsões para maio de 2022.

SIDERURGIA

02/05/2022 – Revista Mineração – SP

Produtora de aço alcançou lucro líquido de R$ 12,8 bilhões, aumento de 940%, e a receita líquida atingiu R$ 69 bilhões.

A ArcelorMittal Brasil divulgou nesta sexta-feira (29/04) os resultados operacionais e financeiros referentes a 2021. O lucro líquido da companhia avançou para R$ 12,8 bilhões, aumento de 940% em relação a 2020. A receita líquida atingiu R$ 69 bilhões, alta de 108,7% quando comparado a igual período do ano anterior. O Ebitda chegou aos R$ 20,2 bilhões, salto de 297% na mesma comparação. Já a margem Ebitda sobre a receita líquida subiu 14 pontos percentuais e ficou em 29%.

A produção foi de 13,4 milhões de toneladas de aço e 3,4 milhões de toneladas de minério, aumento de 29,5% e 4,4% respectivamente. E o volume de vendas alcançou 14,1 milhões de toneladas (12,5 milhões de aço e 1,6 milhão de minério), crescimento de 18,9% na comparação com o ano anterior.

Do total comercializado, 59% foram destinados ao mercado doméstico e 41% ao mercado externo. Os resultados incluem as operações brasileiras de aço e mineração e as operações das empresas controladas da Acindar, na Argentina, da Unicon, na Venezuela, e ArcelorMittal Costa Rica.

05/05/2022 – Investing - SP

A empresa, que também atua em cimento e logística, teve lucro líquido de 1,36 bilhão de reais de janeiro a março, queda de 76% ante mesma etapa de 2021, quando o resultado havia sido impulsionado pelo IPO da divisão de mineração em que obteve um ganho líquido de cerca de 2,5 bilhões de reais.

O resultado operacional da CSN no período, medido pelo lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado foi de 4,72 bilhões de reais, queda de 19% ano a ano. Analistas, em média, esperavam Ebitda de 4,33 bilhões de reais para a CSN, segundo dados da Refinitiv.

As vendas de minério de ferro do grupo caíram 16% no período, para 6,9 milhões de toneladas, prejudicadas pelas fortes chuvas em Minas Gerais, que causaram interrupções na operação.

Já o volume vendido de aço no primeiro trimestre caiu 12%, para 1,16 milhão de toneladas, pressionado por recuo de 17% na comercialização no mercado interno.

06/05/2022 – Exame - SP

A Gerdau registrou uma receita de R$ 20,33 bilhões que, um aumento de 24% em relação ao mesmo período em 2021, mas uma queda de 6% em relação ao 4T21.

O lucro líquido da siderúrgica também teve um andamento parecido, totalizando R$ 2,94 bilhões.

Uma queda de 17% em relação ao 4T21, quando foi de R$ 3,56 bi, mas um crescimento de 19% comparado ao mesmo período no ano anterior.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) da companhia foi de R$ 5,82 bilhões, uma queda de 3% do resultado do 4T21 e aumento de 35% em relação ao mesmo período do ano passado.

A produção de aço da Gerdau teve uma boa performance, totalizando 3,406 milhões de tonelada.

Um aumento de 4% da produção em relação ao 4T21 e de 8% em relação ao 1T21.

Por sua vez, o nível de vendas foi de 3,05 milhões de toneladas de aço. O pior resultados em vendas brutas dos últimos 5 trimestres.

A dívida líquida da Gerdau foi de R$ 5,1 bilhões, queda de R$ 10,7 bilhões em relação ao ano antes.

A dívida bruta também se reduziu, passando de R$ 17,7 bilhões, para R$ 12,7 bilhões.

06/05/2022 – Valor - SP

A ArcelorMittal disse que o lucro e as vendas do primeiro trimestre de 2022 subiram à medida que os preços mais altos do aço superaram a queda nos embarques devido à guerra na Ucrânia.

A maior siderúrgica da Europa divulgou nesta quinta-feira que o lucro líquido foi de US$ 4,13 bilhões nos três meses até o fim de março, 80,3% acima dos US$ 2,29 bilhões no mesmo período do ano anterior.

As vendas chegaram a US$ 21,84 bilhões, 34,9% acima dos US$ 16,19 bilhões do ano anterior, devido aos preços mais altos do aço, apesar de um declínio nos embarques em relação ao quarto trimestre de 2021.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) foi de US$ 5,08 bilhões, 56,8% acima dos US$ 3,24 bilhões do ano anterior e próximo aos US$ 5,05 bilhões registrados no quarto trimestre de 2021.

Os embarques trimestrais de aço foram de 15,3 milhões de toneladas métricas, queda de 2,7% em relação ao 4o trimestre de 2021, refletindo o impacto da guerra na Ucrânia, compensado em parte por melhores embarques de Nafta, disse a empresa.

17/05/2022 – Monitor Digital - RJ

As exportações de sucata ferrosa, insumo usado na composição de aço pelas usinas siderúrgicas, voltaram a crescer em abril deste ano, atingindo 71.877 toneladas, alta de 43% comparadas a março último, quando chegaram a 50.217 toneladas.

No acumulado do primeiro quadrimestre, as exportações chegaram a 192.488 toneladas, ante 101.993 toneladas nos quatro primeiros meses de 2021, um aumento de 89%, conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia.

19/05/2022 – Monitor Digital - RJ

A produção brasileira de aço bruto foi de 11,6 milhões de toneladas no acumulado de janeiro a abril de 2022, o que representa queda de 1,5% frente ao mesmo período do ano anterior.

As vendas internas foram de 6,6 milhões de toneladas de janeiro a abril de 2022, o que representa uma retração de 15% quando comparada com o apurado em igual período do ano anterior.

As importações alcançaram 1,1 milhão toneladas no acumulado até abril de 2022, uma redução de 25,2% frente ao mesmo período do ano anterior. Em valor, as importações atingiram US$ 1,5 bilhão e avançaram 17,7% no mesmo período de comparação.

As exportações de janeiro a abril de 2022 atingiram 4,7 milhões de toneladas, ou US$ 3,8 bilhões. Esses valores representam, respectivamente, aumento de 32,7% e 58,3% na comparação com o mesmo período de 2021.

Dados de abril:

Em abril de 2022 a produção brasileira de aço bruto foi de 2,9 milhões de toneladas, queda de 3,8% frente ao apurado no mesmo mês de 2021. J

As vendas internas recuaram 8,6% frente ao apurado em abril de 2021 e atingiram 1,8 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 2 milhões de toneladas, 10,4% inferior ao apurado no mesmo período de 2021.

As exportações de abril foram de 1,2 milhão de toneladas, ou US$ 948 milhões, o que resultou em aumento de 43% e 44,5%, respectivamente, na comparação com o ocorrido no mesmo mês de 2021.

As importações de abril de 2022 foram de 223 mil toneladas e US$ 351 milhões, queda de 37,4% em quantum e aumento de 2,3% em valor na comparação com o registrado em abril de 2021.

24/05/2022 – Agência Brasil - DF

O mercado imobiliário brasileiro apresentou queda de 42,5% no número de lançamentos no primeiro trimestre de 2022, na comparação com o quatro trimestre de 2021, informou hoje (23) a Câmara Brasileira da Indústria da Construção. O número de lançamentos também apresentou uma queda de 7,6% na oferta final de empreendimentos. Segundo a CBIC, o aumento no preço de insumos e a conjuntura econômica pesaram na redução.

O levantamento, que colheu informações do mercado da indústria da construção em 196 cidades de todas as regiões do país, também mostrou queda nos três primeiros meses do ano no número de lançamentos de unidades do programa Casa Verde e Amarela, em relação ao último trimestre de 2021.

As unidades foram reduzidas em 40,4% e a oferta final em 11,1%. A CBIC disse que os números são afetados pelo aumento dos preços e dos custos dos materiais da construção civil, pela falta de confiança para novos lançamentos dos empresários e incorporadoras e pela queda do poder aquisitivo das famílias.

De acordo com Martins, o aço foi o material que mais impactou no aumento total do custo das obras. Ele citou o exemplo de construção de uma ponte, que teve alta nos custos do material utilizado de cerca de 73% no período de julho de 2020 a julho de 2021.

Martins disse que a redução na alíquota de importação do insumo, juntamente com outros 10 produtos, anunciada pelo governo para conter a alta da inflação, diminuiu um pouco a pressão no aumento de custo. Entretanto, ainda há necessidade de debater a estabilização dos preços com a cadeia de produção.

27/05/2022 – Brasil Mineral - SP

A worldsteel divulgou que a produção de aço bruto atingiu 162,7 milhões de toneladas em abril de 2022, uma queda de 5,1% sobre o mesmo mês do ano passado. A Ásia e Oceania produziram 121,4 milhões de toneladas em abril, um recuo de 4% na comparação com abril de 2021. Entre os países asiáticos, a China produziu 92,8 milhões de toneladas em abril de 2021, um decréscimo de 5,2% em relação a abril de 2021, enquanto a Índia registrou 10,1 milhões de toneladas no mês, 6,2% a mais que em abril de 2021. As produções de Japão e Coreia do Sul caíram 4,4% e 4,1% respectivamente, com volumes de 7,5 e 5,5 milhões de toneladas de aço bruto em abril de 2021.

Em abril, o Brasil produziu 2,9 milhões de toneladas de aço bruto, mas registrou volume 4% inferior quando comparado a abril de 2021. No primeiro quadrimestre de 2022, a produção mundial somou 619,1 milhões de toneladas de aço bruto, 7,1% a menos na comparação com o mesmo período de 2021.

ECONOMIA

05/05/2022 – Agência Brasil - DF

Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu elevar, nesta quarta-feira (4), a taxa Selic, os juros básicos da economia, em um ponto percentual. Com isso, a Selic passou de 11,75% para 12,75% ao ano.

Esta é a 10a alta consecutiva da Selic. O atual ciclo de alta dos juros básicos teve início em março de 2021. No último boletim Focus, em que o BC mede a expectativa do mercado financeiro, a projeção é de que a taxa básica encerre 2022 em 13,25% ao ano.

Em comunicado, o BC avaliou que o ambiente externo seguiu se deteriorando e que as pressões inflacionárias decorrentes da pandemia se intensificaram com problemas de oferta advindos da nova onda de covid-19 na China e da guerra na Ucrânia. O Copom indicou que, para a próxima reunião, deverá manter o aperto monetário, mas com reajuste de menor magnitude, ou seja, inferior a 1%.

06/05/2022 – Agência Brasil - DF

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 8,14 bilhões em abril, informou a Secretaria do Comércio Exterior, do Ministério da Economia, nesta quinta-feira (5). Os bens exportados somaram US$ 28,9 bilhões e os bens importados, US$ 20,7 bilhões.

Em termos de valor exportado, foi o maior já registrado para o mês de abril em toda a série histórica. Mesmo assim, o superávit ficou menor do que em abril do ano passado, quando registrou US$ 10 bilhões.

Um dos fatores que impulsionaram o resultado no mês passado foi o aumento de quase 20% no preço dos produtos exportados pelo país, principalmente as commodities agrícolas. Em termos de volume de produtos exportados, houve uma queda de 8% nos embarques.

No acumulado do ano até abril, as exportações totalizam US$ 101,185 bilhões e as importações, US$ 81,238 bilhões, com saldo positivo de US$ 19,947 bilhões, valor 10,5% maior do que o do mesmo período do ano passado.

De janeiro a abril deste ano, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) ficou em US$ 182,424 bilhões, 25,5% superior ao mesmo quadrimestre de 2021.

09/05/2022 – O Estado de S.Paulo - SP

A balança comercial brasileira registrou superávit (ou seja, as exportações superaram as importações) de US$ 8,148 bilhões em abril, o segundo melhor resultado para o mês na série histórica, só atrás do saldo positivo de US$ 9,963 bilhões de abril do ano passado.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira, 05, pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia. O superávit em abril ficou 13,9% menor do que o registrado no mesmo mês de 2021. No mês passado, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) avançou 24,0% e chegou a US$ 49,656 bilhões.

O subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Herlon Brandão, destacou que as exportações de US$ 28,902 bilhões em abril foram recorde para o mês na série histórica da balança comercial.

Embora o valor tenha crescido 35,7% em relação ao mesmo mês do ano passado, houve queda de 8% no volume de bens exportados, enquanto os preços aumentaram 19,9% na mesma comparação.

Já as importações de US$ 20,754 bilhões em abril foram o segundo maior valor da série para o mês, apenas atrás dos US$ 21,8 bilhões de abril de 2013. Embora o valor tenha crescido 35,7% em relação a abril do ano passado, também houve aumento de preço (34,4%) e redução de volume (-6,9%) nas compras do exterior.

Em abril, na comparação pela média diária do mesmo mês de 2021, as exportações tiveram alta de 12,7% em Agropecuária, retração de 10,2% em Indústria Extrativa e crescimento de 35,0% em produtos da Indústria de Transformação.

Já nas importações, houve aumento de 33,0% em Agropecuária, crescimento de 51,8% em Indústria Extrativa e alta de 35,5% em produtos da Indústria de Transformação.

09/05/2022 – Agência Brasil - DF

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) teve inflação de 0,41% em abril deste ano, taxa inferior aos 2,37% observados em março. Com o resultado, o indicador acumula taxa de 6,44% no ano e 13,53% em 12 meses.

Em abril de 2021, o IGP-DI havia registrado inflação de 2,22% no mês e 33,46% em 12 meses. Os dados foram divulgados hoje (6) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

A queda da taxa de março para abril foi puxada pelo atacado, medido pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), e pelo varejo, medido pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC).

A inflação medida pelo IPA caiu de 2,8% em março para 0,19% em abril. Já a taxa do IPC recuou de 1,35% para 1,08% no período.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por outro lado, teve alta na taxa, ao passar de 0,86% em março para 0,95% em abril.

12/05/2022 – Globo Online - RJ

Puxado pelos preços dos alimentos e combustíveis, a inflação avançou 1,06% na passagem de março para abril, segundo dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira. Foi o maior resultado para o mês de abril desde 1996 (1,26%).

O resultado indica uma ligeira desaceleração em relação ao índice de março, quando a inflação subiu 1,62% no mês. Ainda assim, os preços seguem pressionados ao consumidor.

No ano, o IPCA acumula alta de 4,29%. Em 12 meses, o índice chegou a 12,13% - maior acumulado desde outubro de 2003, quando atingiu 13,98%.

Economistas ouvidos pela Reuters esperavam alta de 1% e 12,07% em 12 meses.

31/05/2022 – O Estado de S.Paulo - SP

O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), utilizado como parâmetro para corrigir contratos de aluguel de imóveis, arrefeceu a 0,52% em maio, após alta de 1,41% em abril, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta segunda-feira, 30.

A inflação acumulada em 12 meses pelo IGP-M desacelerou de 14,66% para 10,72%, também em linha com a estimativa intermediária do levantamento. Neste ano, o indicador acumula alta de 7,54%.

O cálculo do IGP-M leva em conta a variação de preços de bens e serviços, bem como de matérias-primas utilizadas na produção agrícola, industrial e construção civil, e é bastante afetado pelo desempenho do câmbio e dos produtos de atacado.

A desaceleração de maio foi puxada pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M), que arrefeceu a 0,45%, ante 1,45% em abril. O índice de preços no atacado acumula variação de 10,82% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M), por sua vez, passou de 1,53% para 0,35% na margem, com inflação acumulada de 10,09% em 12 meses. O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) avançou de 0,87% para 1,49%, conforme já divulgado pela FGV. A alta acumulada em 12 meses é de 11,20%.

AUTOMOTIVO

04/05/2022 – Infomoney - SP

As vendas de veículos novos no país terminaram abril com volume próximo ao registrado em março, mas como o mês passado teve três dias a menos de emplacamentos, o desempenho pode ser visto como um sinal de reação do setor.

Entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, 147,2 mil unidades foram entregues em abril, um leve aumento de 0,3% na comparação com março, segundo balanço divulgado pela Fenabrave, a associação das revendas, nesta terça-feira (3).

Apesar da melhora de ritmo na margem, as vendas caíram 15,9% se comparadas a abril de 2021. Quando se compara os volumes registrados em igual mês de cada ano desde 2006, as vendas do mês passado só são melhores do que as de abril de 2020, quando as concessionárias fecharam em razão da chegada da pandemia de Covid-19 e o mercado totalizou menos de 60 mil veículos.

Desde o início do ano, 552,8 mil veículos foram vendidos no Brasil, queda de 21,4% frente aos quatro primeiros meses de 2021 e o volume mais baixo, entre iguais períodos, dos últimos 16 anos.

11/05/2022 – Infomoney - SP

A produção das montadoras deu sinais de reação em abril, quando 185,4 mil veículos foram fabricados no País na soma de todas as categorias: carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus. O resultado praticamente repete o volume de março (leve alta de 0,4%), apesar de abril ter sido um mês com três dias úteis a menos.

Na comparação com o mesmo mês do ano passado, a produção da indústria de veículos caiu 2,9%. Os números foram divulgados nesta terça-feira, 10, pela Anfavea, a associação que representa as montadoras.

No acumulado dos quatro primeiros meses do ano, período no qual 681,6 mil veículos foram montados no Brasil, o setor segue no vermelho, com queda de 13,6% no comparativo com 2021. A diferença tem entre as explicações a falta de peças, principalmente componentes eletrônicos, que vem provocando paradas de produção em fábricas tanto de carros quanto de caminhões.

As vendas, de 147,2 mil unidades, também reagiram na margem durante o mês passado. Os emplacamentos, com leve alta de 0,3%, praticamente igualaram o resultado de março apesar do calendário comercialmente mais curto. Ainda assim, a comercialização de veículos no Brasil segue abaixo de anos anteriores, com queda de 15,9% na comparação com abril de 2021. No acumulado desde o primeiro dia de 2022, as vendas somaram 552,9 mil unidades, o que representa um recuo de 21,4% contra 2021 e o menor número em 16 anos.

13/05/2022 – Valor – SP

No acumulado do quadrimestre, foram produzidas 439.817 unidades, 22,3% a mais que o registrado no mesmo período do ano passado

A produção de motos no Brasil em abril caiu tanto na comparação anual como em relação ao mês anterior. Segundo informações da Abraciclo, entidade que representa os fabricantes instalados no Polo de Manaus, em abril, foram montadas 112.678 motocicletas, o que corresponde a uma retração de 17,4% na comparação com março (136.350 unidades) e de 7,8% em relação ao mesmo mês do ano passado (122.220 motocicletas).

No acumulado do quadrimestre, foram produzidas 439.817 unidades. O volume é 22,3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado (359.621 motocicletas). Para o presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, o setor deve atingir as expectativas anunciadas no começo do ano.

O volume de vendas de motos se manteve acima das 100 mil unidades em abril puxada principalmente pelos modelos de baixa cilindrada (até 160 cc). Foram emplacadas 107.707 unidades no mês passado, informou a Abraciclo. Desse total, 89.715 foram de motos até 160 cc, muito utilizadas para serviços de entregas ou deslocamentos urbanos. O volume licenciado em abril foi 2,1% menor em relação ao registrado em março (110.040 motos) e 13,8% superior ao alcançado no mesmo mês de 2021 (94.654 unidades).

No primeiro quadrimestre foram emplacadas 382.380 motos, aumento de 27,4% na comparação com o mesmo período de 2021 (300.098 unidades). Vale lembrar que o setor foi duramente atingido no início do ano passado pela pandemia de covid-19 em Manaus, onde está instalado o polo produtor de motos.

Já as exportações de motos caíram 16,7% no acumulado do ano até abril. Foram embarcadas 14.533 unidades, contra 17.441 motos no mesmo período de 2021. Em abril, o volume exportado foi praticamente o mesmo de março. Foram enviadas 3.946 motos para o exterior, duas unidades a mais do que o mês anterior. Em relação a abril de 2021, com 4.276 exportadas, o segmento registrou queda de 7,7%.

30/05/2022 – Consultor Jurídico - SP

Novamente as vendas de veículos zero quilômetro, tanto carros como comerciais leves, estão por baixo dos registros do ano passado. Em abril foram vendidas 16,8% menos unidades do que o registrado no mesmo mês de 2021. De acordo com o informativo da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), 136.341 unidades foram emplacadas, enquanto no ano passado, tinham sido emplacadas 163.867 veículos.

Nos primeiros quatro meses deste ano, a queda nas vendas acumula 22,8%. Foram vendidas nesse período apenas 510.846 unidades (410.114 automóveis e 100.732 comerciais leves), um pouco mais de 150 mil veículos a menos que no mesmo período de 2021.

De acordo com as previsões, se esta situação se mantiver, para o final do ano se espera que o emplacamento de veículos zero quilômetros esteja perto de apenas 2 milhões.

Ao comparar o mês de abril deste ano com o mês anterior, houve um pequeno aumento na comercialização deste tipo de veículos, 1,08% a mais do que em março, onde foram registradas 134.888 unidades.

Entre os emplacamentos de abril, os veículos de menor porte foram os que encabeçaram a lista, foram vendidos 1.454 automóveis a mais do que em março (109.684 unidades, contra 108.230). Enquanto aos comerciais leves apenas 1 unidade fez a diferença, em abril foram registradas 26.657 e em março 26.658.

Na comparação com abril do ano passado, a maior queda de venda foi a dos comerciais leves, que alcançou 26,84%. Junto com a queda de 13,93% dos automóveis, deram a variação negativa de 16,80% para o segmento. Esse espaço que a venda de veículos foi deixando, está sendo ocupado pelas motos, que atualmente mostram números quase tão bons quanto os dos automóveis e dos comerciais leves.

Contudo as motos mostram um crescimento nos emplacamentos de 13,78% nesse mesmo período. Em abril deste ano foram emplacadas 107.737 unidades, e o acumulado registra mais de 80 mil unidades em comparação ao acumulado de janeiro a abril de 2021 (382.497 em 2022 e 300.226 no ano passado).

Neste ano, abril não foi o melhor mês para o mercado de motos, pois houve uma retração das vendas de 2,13% ante o mês anterior. Em março foram comercializadas 110.080 unidades e em abril 107.737.

Atualmente 41,1% das vendas registradas correspondem a automóveis e comerciais leves, ao passo que as vendas de motos ocupam 38,4%. A diferença é notória ao comparar com o ano passado, onde 49,2% do mercado era ocupado pelos automóveis e apenas 28% pelas motos.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

09/05/2022 – Valor - SP

Mercado apresenta demanda fraca e produtos mais caros com repasse de custos

Com inflação e juros em alta, a produção de eletrodomésticos começou 2022 em queda superior a 20%. O segmento, que já vinha sofrendo com a dificuldade de acesso a insumos e aumento de custo por causa de desorganização da cadeia produtiva e elevação dos preços de commodities trazidos pela pandemia, sente cada vez mais o orçamento apertado do consumidor, corroído por mais gastos com alimentos, energia e combustível.

No primeiro trimestre, a produção de eletrodomésticos caiu 25,3% em relação a igual período do ano passado, segundo informações detalhadas da pesquisa de produção industrial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o terceiro trimestre seguido de queda no indicador. A retração também aparece com dois dígitos em subgrupos como linha branca (geladeira, fogão, máquina de lavar), linha marrom (TV e som) e outros (eletroportáteis). Ao mesmo tempo, os preços de eletrodomésticos e equipamentos subiram 7,46% em igual período, acumulando alta de 20,43% nos 12 meses até março, segundo dados também do IBGE, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), refletindo repasse do aumento de custo de produção do setor.

27/05/2022 – O Fluminense - RJ

O faturamento da indústria de máquinas e equipamentos caiu 11,6% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, aponta balanço da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). O total da receita mensal ficou em R$ 23,3 bilhões. No ano, de janeiro a abril, o setor acumula queda de 6,1% na receita líquida total em relação aos primeiros quatro meses de 2021.

De janeiro a abril, na comparação anual, a queda mais intensa foi observada na venda de máquinas para bens de consumo, -34,1%. Os setores agrícolas, por outro lado, mantiveram o desempenho, com variação positiva de cerca de 8%.

As exportações, por sua vez, que tiveram "forte recuperação" iniciada no segundo trimestre de 2021 e seguem na mesma tendência neste ano. Em abril de 2022, o setor exportou US$ 899 milhões em máquinas e equipamentos. O volume está 11% abaixo do observado no mês passado, mas é 18,1% mais alto que o patamar de abril de 2021, quando foram vendidos US$ 761 milhões. Na comparação anual, as vendas para o mercado externo acumulam alta de 31,2%.

No primeiro quadrimestre, houve crescimento das exportações para a maioria dos países, com destaque para América Latina (32%), Estados Unidos (30%), e países da Europa (27,8%). Na comparação mensal, observou-se uma queda expressiva (96%) nas vendas para a Rússia, país que está em guerra com a Ucrânia. O volume negociado passou de US$ 13 milhões, em março, para US$ 538 mil, em abril.

AGRÍCOLA

04/05/2022 – IstoÉ Online - SP

As vendas de máquinas agrícolas, entre tratores e colheitadeiras, tiveram crescimento de 16,8% em março quando comparadas ao mesmo mês do ano passado. O balanço foi divulgado nesta terça-feira, 3, pela Fenabrave, associação que, além das concessionárias de automóveis, representa revendedores de equipamentos usados no campo.

No total, 4,9 mil unidades foram entregues a produtores rurais no terceiro mês do ano, o que representa um recuo de 7% frente ao volume de fevereiro.

Como não se trata de emplacamentos, que podem ser atualizados diariamente, os números de máquinas agrícolas precisam ser levantados pela Fenabrave com os fabricantes. Por isso, as estatísticas têm defasagem de um mês em relação ao balanço das vendas de carros, cujos resultados divulgados nesta terça pela associação já são relativos a abril.

No primeiro trimestre, as vendas de máquinas agrícolas somaram 14,1 mil unidades, alta de 29,9% em relação aos três primeiros meses do ano passado.

CONSTRUÇÃO CIVIL

12/05/2022 – Agência Brasil - DF

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou inflação de 1,21% em abril deste ano. A taxa é superior ao 0,99% de março, mas inferior ao 1,87% de abril do ano passado.

Essa é a maior taxa de inflação mensal desde agosto de 2021. Com o resultado de abril, o Sinapi acumula altas de preços de 3,52% no ano e de 15% em 12 meses.

O custo nacional da construção passou a ser R$ 1.567,76 por metro quadrado, em abril. Os materiais de construção tiveram inflação de 1,86% no mês e passaram a custar R$ 944,49 por metro quadrado. Já o custo da mão de obra subiu 0,24% e ficou em R$ 623,27.

27/05/2022 – O Estado de S.Paulo - SP

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou inflação de 1,49% em maio deste ano. A taxa é maior do que a observada em abril (0,87%) e menor do que a de maio do ano passado, quando o índice registrou taxa de 1,80%.

Os dados foram divulgados hoje (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o INCC-M acumula taxas de inflação de 4,27% no ano e 11,20% em 12 meses.

A taxa do subíndice relativo a materiais, equipamentos e serviços passou de 1,24% em abril para 1,55% em maio. Já o subíndice referente à mão de obra subiu de 0,46% e, abril para 1,43% em maio.

Associe-se!

Junte-se a nós e faça parte dos executivos que ajudam a traçar os rumos da distribuição de aço no Brasil.

INDA

O INDA, Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço, é uma Instituição Não Governamental, legalmente constituída, sem fins lucrativos e fundada em julho de 1970. Seu principal objetivo é promover o uso consciente do Aço, tanto no mercado interno quanto externo, aumentando com isso a competitividade do setor de distribuição e do sistema Siderúrgico Brasileiro como um todo.

Rua Silvia Bueno, 1660, 1º Andar, Cj 107, Ipiranga - São Paulo/SP

+55 11 2272-2121

contato@inda.org.br

© 2021 INDA | Todos os direitos reservados. desenvolvido por agência the bag.

TOP