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INDA

15/11/2021 – IstoÉ Online

O segmento de distribuição de aço plano do país trabalha com a perspectiva de elevar suas vendas em 3% no próximo ano, frente a uma queda esperada para 2021 de entre 1,5% e 2%, informou nesta terça-feira o presidente da entidade que representa os distribuidores, Inda, Carlos Loureiro.

Em novembro, as vendas dos distribuidores, responsáveis por cerca de um terço do aço consumido no país, caíram 3,8% ante outubro e recuaram 16,8% na comparação com novembro do ano passado, para 282 mil toneladas, segundo dados do Inda.

A expectativa da entidade para dezembro é de que a venda tenha uma queda de 18% frente ao mês anterior.

16/12/2021 – Portal Fator Brasil

Ante o mês anterior, e 143% comparado ao mesmo mês de 2020. Mas, quedas em compras e vendas.

Importações — (inclui Chapas Grossas, Laminados a Quente, Laminados a Frio, Chapas Zincadas a Quente, Chapas Eletro-Galvanizadas, Chapas Pré-Pintadas e Galvalume). As importações encerraram o mês de novembro com alta de 110,6% em relação ao mês anterior, com volume total de 241,5 mil toneladas contra 114,7 mil. Comparando-se ao mesmo mês do ano anterior (99,3 mil toneladas), as importações registraram alta de 143,2%.

16/12/2021 – Valor

No acumulado do ano, as vendas de aço somaram 3,32 milhões de toneladas, uma estabilidade quando se compara com o volume de 2020

A demanda por aço no mercado brasileiro segue em ajuste. As vendas de produtos siderúrgicos pelos distribuidores caíram 16,8% em novembro no comparativo com o mesmo período do ano passado. Segundo dados do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), foram comercializadas 282,2 mil toneladas ante 339,4 mil toneladas em 2020.

No acumulado do ano, as vendas de aço somaram 3,32 milhões de toneladas, uma estabilidade quando se compara com o volume de 2020.

SIDERURGIA

03/12/2021 – Valor

Vendas internas em 2022 no país deverão crescer 2,5% e o consumo aparente modesto 1,5%, prevê o Aço Brasil. A entidade estima crescimento de 2,5% das vendas internas, no próximo ano, para 23,35 milhões de toneladas. Para 2021, a expectativa é que a comercialização interna de aço encerre em 22,78 milhões de toneladas, com expansão de 17%. O consumo aparente também tende a se acomodar, com alta de 1,5%, para 27,05 milhões de toneladas, ante o aumento de 24,3%, para 26,65 milhões de toneladas neste ano.

O Aço Brasil aposta também em aumento da demanda por aço para obras de infraestrutura, além de bens de capital e implementos agrícolas - as exportações de grãos tem aumentado.

Segundo Lopes, o grau de uso da capacidade do setor está muito baixo. Considerando-se o período de janeiro a outubro, a média de utilização da capacidade ficou em 71,4%. A média mensal de vendas de laminados, no período, foi de 1,906 milhão de toneladas, com expansão de 19,6% na comparação anual.

MINERAÇÃO

03/12/2021 – Valor

Principal matéria-prima do aço passou a exibir desvalorização acumulada de 0,8% em dezembro e em 2021, a perda atinge 36,7%. Notícias de uma nova rodada de restrições à produção de aço na China voltaram a pesar sobre os preços do minério de ferro, que devolveram os ganhos registrados na véspera no mercado à vista. O desempenho no mercado futuro também foi negativo, a despeito da valorização dos contratos de produtos siderúrgicos.

Segundo a publicação especializada Fastmarkets MB, o minério com pureza de 62% de ferro encerrou nesta quinta-feira (02) com queda de 2,8% no porto de Qingdao, para US$ 101,62 por tonelada.

Com isso, em dezembro, a principal matéria-prima do aço passou a exibir desvalorização acumulada de 0,8%. Em 2021, a perda é de 36,7%.

07/12/2021 – Valor

A indústria brasileira de mineração vai viver em 2021 seu melhor ano na história, batendo recordes de faturamento. O setor foi favorecido pelos altos preços das commodities metálicas, como minério de ferro, cobre, ouro e alumínio e pelo câmbio, pois é um grande exportador.

A expectativa para 2022, no entanto, é de um cenário de acomodação, com preços ajustados a patamares mais baixos em relação aos picos e de demanda sob pressão, principalmente do maior consumidor de commodities do mundo, a China.

08/12/2021 – IstoÉ Online

As importações de minério de ferro pela China aumentaram 14,6% em novembro em relação ao mês anterior, atingindo o maior nível desde julho de 2020, mostraram dados alfandegários nesta terça-feira, embora um mercado de aço lento tenha amortecido a demanda pela matéria-prima.

A maior consumidora mundial de minério de ferro trouxe 104,96 milhões de toneladas no mês passado, acima das importações de outubro de 91,61 milhões, e alta de 6,9% em relação a novembro de 2020, segundo dados da Administração Geral das Alfândegas.

ECONOMIA

02/12/2021 – Ministério da Economia

A balança comercial brasileira registrou novos recordes e resultados históricos no mês de novembro e no acumulado do ano, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (1o/12) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia. As exportações no ano, por exemplo, chegaram a US$ 256,1 bilhões – um recorde tanto para períodos de 11 meses quanto para anos fechados. O mesmo aconteceu com o saldo comercial, que chegou a US$ 57,2 bilhões, no maior superávit em 11 meses e em anos fechados. Já a corrente de comércio – soma das exportações e importações – foi a maior para o período de janeiro a novembro, com US$ 455 bilhões.

Segundo a Secex, o último recorde da exportação brasileira anual foi em 2011, com US$ 254 bilhões. “Já ultrapassamos esse valor com os resultados de janeiro a novembro”, destacou o subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, em coletiva de imprensa. As importações, mesmo crescendo 39,7% no acumulado do ano, ficaram em US$ 198,91 bilhões e ainda estão abaixo dos valores máximos históricos – em 2013, chegaram a US$ 223 bilhões em 11 meses.

03/12/2021 – O Estado de São Paulo

A economia brasileira seguiu estagnada na passagem do segundo para o terceiro trimestre. Mesmo com a normalização de algumas atividades, a inflação pressionada e o mercado de trabalho ainda difícil impediram um impulso mais forte da demanda, enquanto desequilíbrios provocados pela pandemia ainda atrapalham a indústria.

O resultado foi uma ligeira queda de 0,1% no Produto Interno Bruto (PIB, o valor de todos os produtos e serviços produzidos na economia em determinado período) no terceiro trimestre ante o segundo, informou nesta quinta-feira, 2, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Após nove meses de avanços, do terceiro trimestre de 2020 ao primeiro deste ano, a economia parou a partir de abril. No segundo trimestre, o PIB caiu 0,4% ante os três primeiros meses do ano, conforme revisão anunciada também nesta quinta, pelo IBGE.

09/12/2021 – Agência Brasil

Com o aumento da inflação, o Banco Central fez mais um ajuste nos juros básicos para tentar segurar a alta dos preços. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) elevou hoje (8) a taxa básica de juros, a Selic, de 7,75% para 9,25% ao ano. A decisão era esperada por analistas do mercado financeiro.

Esse foi o sétimo reajuste consecutivo na taxa Selic, depois de passar seis anos sem elevação. De março a junho, o Copom elevou a taxa em 0,75 ponto percentual em cada encontro. No início de agosto, o BC passou a aumentar a Selic em 1 ponto a cada reunião. Na última reunião, em outubro, o reajuste chegou a 1,25 ponto percentual.

13/12/2021 – Grandes Construções

A inflação medida pelo IPCA subiu 0,95% na passagem de outubro para novembro, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira. Com o resultado, o indicador acumula alta de 10,74% nos últimos 12 meses, superando levemente o patamar de janeiro de 2016, quando a inflação chegou a 10,71%, pico do índice atingido no governo de Dilma Rousseff.

É também o maior patamar desde novembro de 2003, quando a inflação chegou a 11,02% em 12 meses. O indicador foi puxado mais uma vez pelo aumento nos preços dos combustíveis, especialmente a gasolina. Tanto os combustíveis como a energia elétrica superam, em muito, o índice geral.

16/12/2021 – Agência Brasil

A inflação desacelerou para todas as faixas de renda em novembro. A constatação faz parte da análise do Indicador de Inflação por Faixa de Renda, divulgada hoje (15) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). No segmento de renda mais baixa, a taxa saiu de 1,35% em outubro para 0,65% em novembro. Já para as famílias de renda média e média-alta o ritmo da queda foi menor e passou de 1,1% para 1,08%.

De acordo com o Ipea, ainda que tenha ocorrido desaceleração em novembro, a inflação acumulada nos 12 meses para as famílias que recebem menos de R$ 1.808,79 atingiu 11%, o que significa um percentual maior que o das famílias que ganham mais de R$ 17.764,49, que alcançaram 9,7% na inflação acumulada em 12 meses.

20/12/2021 – Agência Brasil

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano caiu de 4,65% para 4,58%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (20), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 0,5%, a mesma previsão da semana passada. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,85% e 2%, respectivamente.

A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, também variou para baixo, de 10,05% para 10,04% neste ano. É a segunda redução depois de 35 semanas consecutivas de alta da projeção.

AUTOMOTIVO

03/12/2021 – Exame

Prejudicado pela falta de modelos nas concessionárias, o mercado de veículos novos no País recuou 23,1% no mês passado contra igual período de 2020. Na soma de carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, 173 mil unidades foram vendidas em novembro, segundo balanço divulgado nesta quinta-feira, 2, pela Fenabrave, associação que representa as revendas.

Sem repetir o desempenho fraquíssimo de setembro e outubro, os dois piores meses do ano, a indústria afasta o risco de terminar 2021 abaixo de 2020, como chegou a cogitar a Anfavea, a entidade das montadoras. Mesmo assim, o setor teve, no agregado de todas as categorias, o pior novembro em vendas em 16 anos.

A falta de componentes eletrônicos, dada a escassez global de chips, segue sem dar trégua, comprometendo a oferta de produtos nas lojas. No mês passado, a produção de carros voltou a ser completamente interrompida na Honda (sete dias em Sumaré e dois em Itirapina) e nas fábricas da Volkswagen em São José dos Pinhais, por duas semanas, e Taubaté (cinco dias).

07/12/2021 – O Estado de São Paulo

Mesmo com montadoras ainda parando por falta de componentes eletrônicos, a produção de veículos do mês passado foi a maior do ano, alcançando 206 mil unidades, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus.

A alta na comparação com outubro foi de 15,1%, com o setor voltando a superar a marca de 200 mil veículos após oito meses.

Divulgado nesta segunda-feira, 6, pela Anfavea, entidade que representa as montadoras, o balanço mostra que, por outro lado, a produção na indústria automotiva segue aquém de anos anteriores. Em relação a novembro de 2020, houve queda de 13,5%, e o resultado foi o menor para o mês desde 2015.

AGRÍCOLO RODOVIÁRIO

03/12/2021 – IstoÉ Online

As vendas de máquinas agrícolas, entre tratores e colheitadeiras, somaram 6,2 mil unidades em outubro, superando em 16,5% o total de setembro. O balanço foi divulgado nesta quinta- feira pela Fenabrave, associação que, além das concessionárias de automóveis, representa revendedores de equipamentos usados no campo.

Como não se trata de emplacamentos, que podem ser atualizados diariamente, os números de máquinas agrícolas precisam ser levantados com os fabricantes. Por isso, as estatísticas têm defasagem de um mês em relação ao balanço das vendas de carros, cujos resultados divulgados nesta quinta pela Fenabrave são relativos a novembro.

Frente a outubro de 2020, as vendas de tratores e colheitadeiras tiveram alta de 33,5%, levando o crescimento de volume acumulado nos dez primeiros meses do ano para 28,1%, num total de 47,5 mil unidades.

CONSTRUÇÃO CIVIL

03/12/2021 – Valor

O PIB do terceiro trimestre mostrou um bom resultado na construção, que cresceu 3,9% sobre o período de abril a junho e 10,9% sobre o mesmo período do ano passado. O resultado deixa o setor mais próximo de um crescimento de 8% no ano, diz Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção do FGV Ibre. A instituição prevê, por enquanto, crescimento de 7,6%, estimativa que já tinha sido revisada para cima.

No acumulado em 12 meses, a construção cresce 5,6%, um desempenho que não era visto desde o primeiro trimestre de 2014, quando avançou 6,2%. O setor cresce a taxas fortes desde o terceiro trimestre do ano passado.

10/12/2021 – Grandes Construções

O Produto Interno Bruto (PIB) da construção cresceu 3,9% durante os três últimos meses de 2021. A pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em 2 de dezembro, indica uma recuperação constante da atividade no setor, já que, no primeiro trimestre, o crescimento foi de 2,1% e, no segundo, foi de 2,7%. Quando a comparação é feita com o terceiro trimestre de 2020, o PIB da construção cresceu ainda mais: 10,9%. Isso porque o período do último ano foi marcado pelo avanço da pandemia, o que justificou a elevação de pessoas ocupadas no setor no período atual, ainda que o rendimento tenha caído 7,3% na mesma comparação.

13/12/2021 – Agência Brasil

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) teve inflação de 1,07% em novembro deste ano, taxa maior que a de outubro (1,01%). Em relação a novembro de 2020, no entanto, houve um recuo, já que, naquele mês, a inflação havia sido de 1,82%.

O dado foi divulgado hoje (10), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado de novembro, o Sinapi acumula inflação de 18,04% no ano e de 20,33% em 12 meses. O custo da construção por metro quadrado passou a ser de R$ 1.506,76.

Os materiais de construção subiram 1,66% e passaram a custar R$ 903,22 por metro quadrado. Já o metro quadrado da mão de obra ficou 0,18% mais caro e passou a ter um custo de R$ 603,54.

NAVAL

07/12/2021 – Portos e Navios

Somando as importações e exportações, o Porto de São Francisco do Sul movimentou 902 mil toneladas de produtos no mês passado. O volume é 25% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram movimentadas 722 mil toneladas.

A importação foi responsável por 551 mil toneladas, o que representa 61% das mercadorias que passaram pelo complexo portuário do Norte de Santa Catarina.

Destaque para os produtos siderúrgicos, como barras e bobinas de aço, que somaram 310 mil toneladas, e fertilizantes, com 188 mil toneladas.

A carga exportada chegou a 351 mil toneladas (39% do total).

A soja liderou com 175 mil de toneladas, seguido pelo milho (58 mil toneladas) e o setor de madeiras e celulose (25 mil toneladas).

14/12/2021 – Agência Brasil

O setor portuário nacional, que engloba portos públicos e privados, movimentou um bilhão de toneladas de janeiro a outubro de 2021, segundo dados divulgados hoje (13), em Brasília, pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). O número representou crescimento de 5,5% em relação a igual período de 2020.

Os portos públicos registraram 344,5 milhões de toneladas, aumento de 5,01%, e as instalações privadas 665,8 milhões de toneladas, uma alta de 5,70%.

PETROLÍFERO

17/12/2021 – IstoÉ Online

A produção de petróleo do Brasil em novembro somou 2,85 milhões de barris por dia, ante 2,78 milhões de bpd no mês anterior, informou nesta quinta-feira a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O bombeamento também subiu na comparação com novembro de 2020, quando a extração somou cerca de 2,75 milhões de bpd, de acordo com os dados da reguladora.

A produção de gás natural, por sua vez, somou 136,58 milhões de metros cúbicos de gás natural por dia (m3/dia) em novembro, ante 131,7 milhões de m3/dia no mês anterior e 126,4 milhões de m3/dia um ano antes.

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O INDA, Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço, é uma Instituição Não Governamental, legalmente constituída, sem fins lucrativos e fundada em julho de 1970. Seu principal objetivo é promover o uso consciente do Aço, tanto no mercado interno quanto externo, aumentando com isso a competitividade do setor de distribuição e do sistema Siderúrgico Brasileiro como um todo.

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