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11/04/2022 – Globo Online

O custo do aço subiu 20% este mês, puxado pelos preços do carvão e do minério de ferro, suas matérias-primas. A guerra na Ucrânia é um dos principais fatores para isso, já que a Rússia é um importante exportador destes insumos. Além disso, o conflito afetou a logística global, elevando o preço do frete.

O reajuste já está sendo repassado para a indústria, como a automotiva, linha branca e construção civil. O repasse ao consumidor final e o impacto no bolso vão depender de cada setor, mas devem começar a ser sentidos em maio.

Na construção civil, a alta ainda não foi totalmente repassada, mas, por causa da inflação que o segmento vem enfrentando desde o ano passado e da alta de outros materiais, as construtoras vêm adiando projetos e, nos próximos meses, os imóveis estarão até 8% mais caros, afirma José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic):

— Tem muita construtora guardando projeto na gaveta porque não tem mercado. A inflação da construção chegou a cerca de 30%, sendo o aço responsável por quase metade disso. É muito maior do que a inflação oficial. Por isso as vendas estão caindo.

O IPCA, índice oficial, atingiu 11,3% em março, no acumulado em 12 meses.

Mas o presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Jorge Loureiro, pondera que o repasse não pesa tanto ao consumidor em imóveis e automóveis, por exemplo. Ele cita a quantidade de aço usada em um carro: em torno de 800 quilos, que valem cerca de US$ 1 mil. Se o preço subir 20%, o carro ficará US$ 200 mais caro.

— Não é por isso que a pessoa deixa de comprar. O problema é quando sobe tudo — pontua Loureiro.

14/04/2022 – Diário do Comércio

Mais de 45 dias do início do conflito no Leste europeu e os impactos mundo afora vão tomando proporções escaláveis em diversos segmentos. Para além da questão humanitária que paira sobre os olhos e ouvidos de quem acompanha os noticiários da guerra diariamente, a inflação global é o que preocupa no campo econômico. Os preços das commodities vêm batendo recordes atrás de recordes, onerando o custo de setores da indústria nacional que dependem de insumos importados, como a siderurgia.

O carvão mineral – especialmente a hulha betuminosa – usado pelas siderúrgicas brasileiras e 100% importado, por exemplo, tem a Rússia como segundo maior produtor mundial. A Austrália aparece em primeiro e os Estados Unidos em terceiro em termos de produção. Como consequência da guerra e as restrições mercadológicas, o preço do insumo saiu de cerca de US$ 100 a tonelada para mais de US$ 700 a tonelada. E, embora o preço já tenha baixado um pouco, a situação ainda preocupa.

20/04/2022 – IstoÉ Online

As compras dos distribuidores de aço subiram 1,7% em março, na comparação com o mesmo mês de 2021, para 345,9 mil toneladas. Em relação a fevereiro, as compras registraram alta de 17,7%, de acordo com dados divulgados nesta terça-feira, 19, pelo Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda).

As vendas de aços planos em março contabilizaram alta de 17,7% ante março do ano passado, para 382,9 mil toneladas. Ante fevereiro deste ano foi registrada alta de 27,3%.

Em número absoluto, o estoque de março obteve queda de 4,6% em relação ao mês anterior, atingindo o montante de 774,3 mil toneladas contra 811,3 mil. O giro de estoque fechou em dois meses.

As importações encerraram o mês de março com queda de 17,3% em relação ao mês anterior, com volume total de 125,3 mil toneladas contra 151,5 mil. Comparando-se ao mesmo mês do ano anterior (140,4 mil toneladas), as importações registraram queda de 10,8%.

Para abril de 2022, a expectativa da rede associada é de que as compras tenham uma queda de 5% e as vendas uma queda de 15% em relação ao mês de março.

20/04/2022 – Diário do Comércio

Após forte alta de 27,3% nas vendas das distribuidoras de aço planos em março, frente a fevereiro, o setor espera uma queda de 15% em abril.

De acordo com o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), a alta expressiva foi resultado da antecipação de compras, já que em abril entraram em vigor novos preços nas usinas siderúrgicas, que implantaram reajustes de até 20%.

Em relação às compras, a alta foi de 17,7% na comparação com fevereiro, chegando a um volume total de 345,9 mil toneladas. Com compras menores que as vendas, os estoques estão baixos e suficientes para apenas dois meses. Isso fará com que o índice de queda nas compras em abril, frente a março, fique em apenas 5%.

Em relação aos preços, os mesmos seguem firmes e sem tendências de descontos por parte das usinas siderúrgicas. Resultado da guerra entre Ucrânia e Rússia que compromete o fornecimento de produtos siderúrgicos destes países, elevando a demanda pelos produtos brasileiros.

20/04/2022 – TC - SP

As exportações de aço de 2022 devem superar os níveis do ano passado, em meio ao desabastecimento pela guerra entre Rússia e Ucrânia, afirmou o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço, Carlos Loureiro, em coletiva de imprensa nesta terça-feira.

O comércio de aços planos para outros países teve alta mensal de 13,67% em março, para 961 mil toneladas, segundo a Secretaria de Comércio Exterior, embarcando em uma tendência que deve se repetir ao longo de 2022, de acordo com o Inda.

Outro efeito da guerra na Ucrânia é a alta do aço, especialmente na Europa. O preço de laminados a quente na Europa subiu cerca 50% no ano, a US$1.567 por tonelada, ultrapassando preços praticados nos Estados Unidos pela primeira vez em quase 30 anos, tempo em que o Inda acompanha as cotações. Nos EUA, os laminados a quente sobem 10,28% na mesma base, tendo registrado US$1.469 por tonelada em março.

Neste cenário, as vendas de aço no Brasil subiram 27,3% ante fevereiro, para 382,9 mil toneladas, “refletindo a antecipação de compras pelo mercado, que antevê novos aumentos de preço”, avaliou Loureiro. Para abril, o Inda projeta queda mensal de 15% nas vendas de aço, posta a forte base comparativa com o último mês, apesar de “não haver perspectiva de queda nos preços siderúrgicos do Brasil”.

Em março, o estoque dos distribuidores de aço recuou 4,6% mensalmente, atingindo 774,3 mil toneladas e com giro em dois meses. Já as importações recuaram 17,3% na mesma base, totalizando 123,5 mil toneladas.

SIDERURGIA

05/04/2022 – Valor

Reajustes na casa dos 20% devem ser divididos em duas parcelas e começaram no dia 1o do mês

O mercado brasileiro de aços planos começa abril com um forte reajuste, na casa dos 20%. Novos aumentos, nos próximos meses, vão depender de uma série de fatores - da evolução das cotações do minério de ferro e do carvão (insumos cruciais), preços do aço no exterior, valorização do real frente ao dólar e futuro da guerra da Rússia na Ucrânia.

De acordo com avaliações de especialistas ouvidos pelo Valor, há um cenário de “imprevisibilidade” grande neste momento. O dólar a R$ 4,70 seria um fator para reduzir o prêmio entre aço importado e o nacional. Mas a moeda americana vai se desvalorizar mais? Ou, por quanto tempo ela pode se manter no atual patamar?

Os mercados consumidores que sofrerão reajustes são a construção civil, indústria (máquinas e equipamentos, bens eletrodomésticos, implementos agrícolas, tubos, autopeças e outros) e a rede de distribuição (que vende aço no varejo).

O mercado global de aço, com a guerra entre Rússia e Ucrânia, dois produtores e exportadores de aço relevantes, teve choque de alta de preços desde o início do conflito. O choque de preços atingiu desde gás e petróleo até trigo e fertilizantes, além de aço, metais de base e matérias- primas como carvão.

As placas de aço, material semiacabado para fazer produtos laminados, saíram de US$ 600 a tonelada para a faixa de US$ 1.150 a US$ 1.180. Isso se deveu ao aumento do carvão, que praticamente dobrou de preço, indo a próximo de US$ 700 a tonelada. O minério ganhou alta na faixa de US$ 30 desde o início da guerra.

O preço da bobina a quente (BQ) - material de referência do mercado de aço - na China está entre US$ 880 e US$ 900 a tonelada. E praticamente não há disponibilidade para importar. Os chineses estão ocupando mercados europeus que eram das usinas russas e ucranianas.

A mesma BQ na Europa é comercializada na faixa de US$ 1.480 a tonelada, enquanto nos EUA - considerado o melhor mercado, hoje, para placas e laminados - chegou a US$ 2 mil, mas recuou para um patamar de US$ 1.560.

19/04/2022 – Valor

A previsão atual leva em conta o contexto da guerra da Rússia na Ucrânia e está sujeita a incertezas. Uma delas é a inflação global, que “obscurece as perspectivas para o consumo de aço”

A demanda global por produtos acabados de aço neste ano vai crescer apenas 0,4%, chegando a 1,84 bilhão de toneladas, segundo previsão publicada hoje pela World Steel Association (Worldsteel), entidade que reúne os fabricantes mundiais do setor. A projeção faz parte do relatório Short Range Outlook (SRO), que é publicado duas vezes ao ano — abril e outubro.

O crescimento será inferior ao registrado no ano passado, que foi de 2,7%, aponta o relatório.

Para o próximo ano, conforme o SRO publicado pela Worldsteel, a demanda mundial de aço voltará a crescer com mais robustez, atingindo 2,2% ante os volumes de 2022. A projeção indica que alcançará 1,88 bilhão de toneladas.

19/04/2022 – SEGS.com.br

Guerra pressiona preços; Inesfa realiza seminário em Brasília, dia 28 de abril, para formalizar a entidade como representante da reciclagem no país

As exportações de sucata ferrosa, insumo usado na composição de aço pelas usinas siderúrgicas, voltaram a crescer em março deste ano, atingindo 50.217 toneladas, alta de 56% em relação a fevereiro (32.191 toneladas) e de 126% comparadas ao mesmo mês do ano passado.

No acumulado do primeiro trimestre, as exportações chegaram a 120.612 toneladas, ante 64.883 toneladas nos primeiros três meses de 2021, um aumento de 86%, conforme dados divulgados pelo Ministério da Economia, Secex.

20/04/2022 – Brasil Mineral

Mercado espera que os preços do aço acabado brasileiro subam ainda mais em abril devido aos custos elevados.

Segundo pesquisa mensal realizada pela S&P Global Commodity Insights junto a produtores, distribuidores, traders e consumidores finais brasileiros entre o final de março e início de abril, o índice de evolução dos preços do aço acabado no Brasil ficou em 80 pontos – estável em relação a março – influenciado por 76% dos respondentes que esperam por ajustes adicionais. O índice varia de 0 a 100, com linha de corte em 50 pontos. Os dados acima desse valor indicam expectativa de aumento, e abaixo indicam expectativa de queda na comparação com o mês anterior. Uma leitura de 50 significa expectativa de estabilidade.

A maioria dos participantes do mercado espera que os preços do aço acabado brasileiro subam ainda mais em abril devido aos custos elevados, além de uma maior alocação de material para o mercado internacional. Embora os produtores mencionem a alta dos custos como o motivo dos aumentos de 15% nos preços anunciados para as tabelas de abril, os consumidores afirmaram que, além desse fator, as usinas também aumentaram a atenção e volumes para o mercado de exportação – reduzindo a oferta nacional.

Em relação aos preços das matérias-primas, cerca de 70% dos respondentes também veem os preços da sucata metálica e do carvão numa crescente ainda maior em abril, com um índice geral de 80 pontos - queda de 2,72 pontos em relação a março. Os produtores sinalizaram que tais custos permanecerão bastante elevados, com uma leitura de índice de 90. Todas as especificações de sucata ferrosa brasileira aumentaram entre 10% e 20% desde o início de abril, enquanto o carvão metalúrgico/coque importado tem sido limitado e sujeito às flutuações do mercado australiano e chinês, segundo dados verificados pela S&P Global Commodity Insights. "O frete continua pesando nas operações dos recicladores nacionais e a queda na oferta de sucata industrial - automotiva - contribui para o cenário de elevação dos preços em meio a compras firmes", disse um participante.

25/04/2022 – Valor - SP

O volume do mês obtido pela entidade global do setor foi de 161 milhões de toneladas

A produção mundial de aço bruto — material sem acabamento — manteve o ritmo de queda no ano e encerrou março com decréscimo de 5,8% ante um ano atrás, informou nesta manhã a World Steel Association (Worldsteel). O volume do mês obtido pela entidade global do setor foi de 161 milhões de toneladas.

Os 64 países que se reportam à Worldsteel representaram aproximadamente 98% da produção mundial total de aço em 2020.

O desempenho da indústria siderúrgica global vem sofrendo os efeitos da desaceleração da China, maior produtor mundial da commodity, desde meados de 2021. O governo chinês impôs restrições às zonas produtoras do país para amenizar impactos ambientais e inflacionários. A alta dos preços do minério de ferro e carvão, duas matérias-primas essenciais do aço, estavam pressionando índices econômicos.

No trimestre, o desempenho do setor, segundo a Worldsteel, registrou queda de 6,8%, para 456,6 milhões de toneladas, comparado aos três primeiros meses de 2021. Ásia (que tem o peso da China) e Oceania produziram 331,3 milhões de toneladas no período — menos 7,8% ao se comparar com o mesmo trimestre do ano passado.

Duas outras regiões relevantes também apresentaram decréscimo entre janeiro e março — União Europeia, com menos 3,8%, e América do Norte, liderada por Estados Unidos, com 0,9%.

Para o Brasil, a entidade também fez estimativa — produção em março de 3 milhões de toneladas, com aumento de 5,4% sobre o mesmo mês do ano passado.

ECONOMIA

04/04/2022 – Exame

A produção industrial brasileira cresceu 0,7% na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. A alta eliminou apenas parte da perda de 2,2% ocorrida na passagem de dezembro para janeiro. O dado, da Pesquisa Industrial Mensal, foi divulgado hoje (1o) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a pesquisa, a indústria também acumula altas de 0,4% no trimestre e de 2,8% em 12 meses. Na comparação com fevereiro do ano passado, no entanto, houve queda de 4,3%. O acumulado do ano também tem perda de 5,8%.

A alta de janeiro para fevereiro atingiu 16 dos 26 ramos pesquisados pelo IBGE, com destaque para indústrias extrativas (5,3%) e produtos alimentícios (2,4%).

04/04/2022 – O Estado de S. Paulo

A balança comercial brasileira registrou superávit (as exportações superaram as importações) de US$ 7,383 bilhões em março, o maior resultado para o mês da série histórica, que tem início em 1989. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira, 1o, pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério da Economia.

O superávit em março ficou 19,3% maior do que o registrado no mesmo mês de 2021, quando alcançou US$ 6,470 bilhões.

As exportações somaram US$ 29,094 bilhões em março (+25%). Já as importações chegaram a US$ 21,711 bilhões em março (+27,1%). Com o resultado, a corrente de comércio (soma das exportações e importações) avançou 25,9% em março.

No ano, a balança comercial acumula superávit de US$ 11,313 bilhões. O valor é 37,6% maior do que o mesmo período do ano passado. Houve um aumento de 26,8% nas exportações e de 25% nas importações do período.

28/04/2022 – O Estado de S. Paulo

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo - 15 (IPCA-15), prévia da inflação oficial, atingiu 1,73% em abril. É o maior patamar para o mês desde 1995, quando ficou em 1,95%, e para qualquer mês desde fevereiro de 2003, quando alcançou 2,19%. No acumulado em 12 meses, o indicador alcançou 12,03%, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O crescimento foi puxado pelos alimentos, que subiram 2,25%, e pelos combustíveis, com alta de 7,54%.

E, sem perspectivas de uma estabilização dos preços no curto prazo, as projeções para a inflação no ano vêm subindo semana após semana. No boletim Focus, do BC, divulgado na terça-feira, 26, a previsão era de um IPCA de 7,65% no ano, muito acima da meta perseguida pelo BC, de 3,5%, com margem de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo.

29/04/2022 – Infomoney - SP

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) registrou alta de 1,41% em abril, depois de subir 1,74% no mês anterior, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

O dado veio praticamente em linha com expectativa em pesquisa da Reuters com analistas de avanço de 1,70%.

O IGP-M calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

29/04/2022 – Agência Brasil - DF

As desonerações para combustíveis, produtos industrializados e os gastos com o Auxílio Brasil ainda estão tendo pouco impacto nas contas públicas. Em março, o Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) registrou déficit primário de R$ 6,304 bilhões.

Em relação a março do ano passado, porém, houve piora. No mesmo mês de 2021, o Governo Central tinha registrado superávit primário de R$ 2,039 bilhões. Naquela ocasião, no entanto, o resultado tinha sido inflado porque a aprovação do Orçamento de 2021 no Congresso atrasou, o que reduziu o gasto no início do ano passado.

O resultado primário representa a diferença entre as receitas e os gastos, desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Apesar do déficit primário em março, o Governo Central acumula superávit recorde de R$ 49,627 bilhões nos três primeiros meses do ano. Isso foi garantido pelo resultado positivo recorde de R$ 76,539 bilhões em janeiro.

O déficit de março ocorreu porque as despesas continuaram a crescer em ritmo maior que as receitas. No mês passado, as receitas líquidas cresceram 18,8% em relação a março do ano passado em valores nominais. Descontada a inflação, o crescimento ficou 6,7% acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). As despesas totais cresceram 26,3% em valores nominais e 13,5% acima do IPCA na mesma comparação.

29/04/2022 – Valor 

O presidente Jair Bolsonaro publicou nesta sexta-feira no Diário Oficial da União (DOU) decreto que ampliou a redução geral da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35% para a "maioria dos produtos". A medida começa a valer a partir de 1º de maio.

Segundo informações da Secretária-geral da Presidência da República, "a medida objetiva estimular a economia, afetada pela pandemia, com a finalidade de assegurar os níveis de atividade econômica e o emprego dos trabalhadores". O decreto adequa ainda a Tabela de Incidência do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI) 2022 às alterações promovidas na TIPI 2017 pelo Decreto nº 10.979, de 2022.

Na quarta-feira (27), o ministro da Economia, Paulo Guedes, havia dito que pretendia fazer "mais uma rodada" de redução nas alíquotas de IPI para que a queda chegasse a 35%.

AUTOMOTIVO

04/04/2022 – O Estado de S. Paulo

As vendas de veículos novos tiveram o terceiro mês seguido de alta em março mas, na comparação com igual período de 2021 houve queda de 22,5%. Foi o pior março em 18 anos, com um total de 146,8 mil automóveis, veículos comerciais leves, caminhões e ônibus vendidos. Já na comparação com fevereiro houve alta de 13,6%.

A combinação de falta de componentes para a produção, aumento de preços e juros elevados segue minando a expectativa de recuperação do setor esperada para este ano. No primeiro trimestre foram comercializados 402,6 mil veículos, 23,7% menos em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados preliminares obtidos com fontes do mercado.

Na comparação com o período pré-pandemia, de janeiro a março de 2020, a queda é de 27,8%. Já em contraponto a 2019, quando não havia nenhum caos sanitário no País, o recuo é de 33,7%. O segmento de automóveis e veículos comerciais leves segue puxando os números para baixo, já que o de caminhões mantém trajetória de crescimento.

Só em veículos leves foram vendidas 135,6 mil unidades em março e 376,4 mil no trimestre, volume 25% inferior ao de 2021 e de 29% ante 2020. Os dados oficiais serão divulgados pela Fenabrave (associação das concessionárias) no dia 5 e pela Anfavea (associação das montadoras) no dia 8.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

28/04/2022 – Exame

A indústria brasileira de máquinas e equipamentos registrou crescimento de 14,3% na receita líquida em março deste ano em relação ao mês de fevereiro, o que indica recuperação após queda contínua de vendas registrada a partir de setembro de 2021. As informações são da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). "Um dos maiores responsáveis por esse crescimento foi o agronegócio, em franca expansão", diz José Velloso, presidente da Abimaq.

Há uma ressalva, no entanto. Apesar da recuperação do setor, na comparação com março de 2021 a receita líquida de vendas foi 6,8% menor, tendo totalizado 25 bilhões de reais.

Segundo a Abimaq, os números indicam redução da atividade industrial. O fenômeno é observado principalmente nos setores ligados ao consumo das famílias e continuam impactando negativamente os investimentos produtivos, de acordo com a entidade. As informações foram concedidas durante a Agrishow 2022, considerada a maior feira de agronegócio do país, realizada em Ribeirão Preto (SP).

As exportações tiveram crescimento de 5,9% em valores constantes e 36,6% em dólares correntes no primeiro trimestre. Além disso, os investimentos ligados aos setores agrícolas e de construção civil estão conseguindo manter o bom desempenho de 2021, segundo análise da Abimaq.

As exportações têm mantido tendência de alta. Em março, os fabricantes de máquinas e equipamentos exportaram 1.012 milhões de dólares, 15,4% a mais do que em fevereiro e 45,3% acima do patamar de março de 2021 (696 milhões de dólares). No primeiro trimestre, o setor acumulou alta de 36,6% nos embarques para o mercado externo. Os segmentos de máquinas para petróleo e energia renovável, ao lado de equipamentos agrícolas, vêm puxando a alta das exportações.

AGRÍCOLA

06/04/2022 – IstoÉ Online

As vendas de máquinas agrícolas, entre tratores e colheitadeiras, tiveram crescimento de 45% em fevereiro quando comparadas ao mesmo mês do ano passado. O balanço foi divulgado nesta terça-feira, 5, pela Fenabrave, associação que, além das concessionárias de automóveis, representa revendedores de equipamentos usados no campo.

No total, 5,2 mil unidades foram entregues a produtores rurais no segundo mês do ano, o que representa um aumento de 30,4% frente ao volume de janeiro.

Como não se trata de emplacamentos, que podem ser atualizados diariamente, os números de máquinas agrícolas precisam ser levantados com os fabricantes. Por isso, as estatísticas têm defasagem de um mês em relação ao balanço das vendas de carros, cujos resultados divulgados nesta terça pela Fenabrave já são relativos a março.

No primeiro bimestre, as vendas de máquinas agrícolas somaram 9,2 mil unidades, alta de 41,7% em relação aos dois primeiros meses do ano passado.

28/04/2022 – Terra - SP

As exportações de máquinas agrícolas cresceram 5,2% em março comparativamente a fevereiro, informou nesta quarta-feira, 27, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). De janeiro a março, segundo a associação, as exportações de máquinas agrícolas acumulam um crescimento de 29,5%.

No front das importações, a Abimaq relata queda de 3,9% no mês de março ante fevereiro e um aumento de 29,5% no acumulado de janeiro a março.

O presidente da Câmara de Máquinas Agrícolas da Abimaq, Pedro Estevão, previu que a indústria de máquinas agrícolas deve crescer este ano entre 5% e 9%.

CONSTRUÇÃO CIVIL

08/04/2022 – O Estado de S. Paulo

As vendas da indústria de materiais de construção tiveram queda pelo sétimo mês consecutivo em fevereiro, de acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV).

As vendas do setor em fevereiro, já deflacionadas, tiveram retração de 10,4% em relação ao mesmo mês do ano passado e mostraram uma leve oscilação de alta de 0,3% na comparação com janeiro deste ano.

O levantamento aponta que esse efeito de baixa continuará a ser observado por mais alguns meses, pois reflete a base de comparação mais elevada do primeiro semestre de 2021 – quando as vendas de materiais estavam bastante aquecidas. A expectativa é que apenas nos últimos meses do ano o sinal deva voltar a ficar positivo. A projeção de crescimento para 2022 é de 1%.

As vendas acumuladas no primeiro bimestre sofreram baixa de 10,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Já no acumulado dos últimos 12 meses até fevereiro, as vendas mostram expansão de 4,3%.

11/04/2022 – Valor

A inflação medida pelo Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) subiu 0,99% em março, após alta de 0,56% em fevereiro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o resultado, o indicador acumula variação de 15,75% em 12 meses, frente a 16,28% até fevereiro.

O custo nacional da construção por metro quadrado foi de foi de R$ 1.549,07 em março, sendo R$ 927,28 relativos aos materiais e R$ 621,79 à mão de obra. Em fevereiro, esse custo totalizava R$ 1.533,96 em fevereiro, sendo R$ 922,86 relativos aos materiais e R$ 611,10 à mão de obra.

A parcela dos materiais subiu 0,48%, numa queda de 0,29 ponto percentual em relação ao mês anterior (0,77%). Foi o menor índice desde julho de 2020. Em relação ao índice de março de 2021 (2,20%), houve queda significativa de 1,72 ponto percentual (p.p.).

Já a parcela da mão de obra, com taxa de 1,75%, apresentou alta de 1,52 ponto percentual frente ao índice de fevereiro (0,23%). Comparado a março de 2021 (0,47%), houve alta de 1,28 ponto percentual.

27/04/2022 – Agência Brasil – DF

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,87% em abril deste ano. A taxa é superior ao índice 0,73% de março, mas ficou abaixo do 0,95% de abril de 2021.

Com isso, o INCC-M acumula taxas de inflação de 2,74% no ano e de 11,54% em 12 meses, de acordo com os dados divulgados hoje (26).

A alta da taxa de março para abril foi puxada pelos materiais e equipamentos, cuja taxa de inflação passou de 0,29% para 1,35% no período.

Por outro lado, os serviços e mão de obra tiveram queda na taxa. Os serviços passaram de 0,79% para 0,73%, enquanto a mão de obra recuou de 1,12% para 0,46%.

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