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30 de Março de 2021

SIDERURGIA

Forte atividade e lucros na indústria apoiam aço e minério de ferro na China

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BOL - SP   30/03/2021

Os futuros do aço e do minério de ferro na China avançaram nesta segunda-feira, com o vergalhão de aço fechando em máximas recorde, à medida que margens de lucro atrativas na indústria e a demanda crescente nos setores de construção e manufaturados apoiaram os preços.

Os ganhos industriais na China saltaram 179% nos dois primeiros meses do ano quando na comparação anual, mostraram dados do Escritório Nacional de Estatísticas no sábado.

As margens no setor de manufaturados dispararam 219,5% em base anual, com os lucros de empresas de fundição e processamento de ferrosos subindo 271% no período janeiro/fevereiro, de acordo com o departamento de estatísticas.

A demanda aparente pelos cinco principais produtos siderúrgicos, incluindo vergalhão de aço e bobina laminada a quente, aumentou 5,6% na semana, mostraram dados da consultoria Mysteel.

O vergalhão de aço para construção na bolsa de Xangai mais ativo, para entrega em maio, fechou em alta de 2,6%, a 4.971 iuanes (758,11 dólares) por tonelada. Mais cedo, ele chegou a tocar uma máxima recorde de 5.017 iuanes por tonelada.

O contrato de referência do minério de ferro na bolsa de Dalian abriu com ganhos de mais de 3% e fechou em alta de 4,6%, a 1.123 iuanes por tonelada.

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Gerdau é a ação mais indicada da semana com três recomendações

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Money Times - SP   30/03/2021

A Gerdau (GGBR4) se tornou a ação mais recomendada da semana após três menções, conforme levantamento realizado pelo Money Times junto a oito corretoras.

Na semana passada, entre 22 e 26 de março, a companhia figurava na segunda posição empatada com outras três empresas, todas com duas indicações cada.

A Gerdau segue embalada com o cenário benéfico das vendas de aço e dos preços das commodities.

Outras nove empresas tiveram empate técnico na segunda colocação com duas recomendações cada.

Já a Marfrig (MRFG3), o papel favorito da na edição anterior, teve apenas uma indicação nesta semana.

Veja a seguir as ações mais indicadas da semana, segundo oito corretoras:
Empresa Ticker Indicações
Gerdau GGBR4 3
Cosan CSAN3 2
Vale VALE3 2
BRF BRFS3 2
JBS JBSS3 2
PetroRio PRIO3 2
BB Seguridade BBSE3 2
Inter BIDI11 2
Itaú ITUB4 2
B3 B3SA3 2

Levantamento

O levantamento do Money Times se baseou nas informações divulgadas nas carteiras semanais de oito corretoras: Mirae, BTG, Elite, Necton, Ativa, XP, MyCap e Terra Investimentos.

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Pedido de isenção para importar aço cria embate entre construtoras e siderúrgicas

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O Estado de S.Paulo - SP   30/03/2021

Após meses de desentendimentos, as construtoras e as siderúrgicas iniciaram uma nova queda de braço sobre o preço de venda do aço e os prazos de entrega do insumo. Sem acordo entre as partes, os empresários da construção entregaram ao Ministério da Economia uma proposta de zerar o imposto de importação do aço por seis meses, prorrogáveis por mais seis meses. Atualmente, a alíquota é de 12%.

As construtoras esperam favorecer a entrada de aço importado no mercado brasileiro, ampliar a oferta do insumo e forçar uma queda nos prazos de entrega e preços por parte das siderúrgicas locais. As construtoras citam falta de aço no mercado local e riscos de isso comprometer o novo ciclo de obras que está sendo iniciado após o lançamento de centenas de projetos residenciais nos últimos meses. Mas esses argumentos são contestados pelas siderúrgicas.

O pedido de corte da alíquota foi formalizado pelo presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), José Carlos Martins, em reunião com o secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, na semana passada.

A CBIC apresentou ao governo um levantamento com 206 construtoras de todo o País em que 84% disseram que há desabastecimento de aço em suas regiões. A pesquisa também mostrou que 82,9% das empresas relataram que as entregas do aço estão levando mais tempo que o normal. Só 14% dizem receber em até 30 dias, enquanto 66% ficam entre 30 e 90 dias, e 20% falam em mais de 90 dias.

Em paralelo, o preço do aço tem sido o maior vilão da inflação nos materiais. O Índice Nacional de Custos da Construção (INCC), medido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), acumula alta de 11,95% nos últimos 12 meses encerrados em março. A alta foi puxada pelo grupo de materiais e equipamentos, com aumento de 27,26% no período, sendo que o subgrupo de materiais metálicos subiu 62,18% nos últimos 12 meses. Os vergalhões e arames de aço ao carbono foram o item de maior peso no indicador deste mês, com alta passando de 3,93% em fevereiro para 19,39% em março.

"Precisamos de um choque de oferta para restabelecer o equilíbrio entre a oferta e a demanda. Nossa proposta é a redução imediata do imposto de importação", disse Martins.

O presidente da CBIC também enfatizou que, enquanto o abastecimento não for normalizada, não será possível estabilizar preços. E caso o aumento no preço dos materiais continue, muitas obras podem ser inviabilizadas, segundo o vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), Carlos Borges. "Inclusive os empreendimentos do programa Casa Verde e Amarela, que existe para atender as famílias de mais baixa renda", relatou.
Siderúrgicas negam desabastecimento

O presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo de Mello Lopes, nega problemas de abastecimento. Ele afirma que as usinas paralisaram os alto-fornos e as aciarias temporariamente durante a pior fase da quarentena, no ano passado, mas retomaram a produção assim que a demanda voltou.

Lopes disse que as usinas brasileiras estão colocando mais aço no mercado interno que nos mesmos meses do ano passado, quando não havia reclamação por falta de produto, e que não que há necessidade do "choque de oferta" como falam as construtoras. "A CBIC precisa dimensionar o desabastecimento que ela diz existir. Se eles vierem com um número, eu levo a demanda para as usinas, que com certeza estabelecerão um prazo de entrega do aço", afirmou.

As siderúrgicas chegaram a ter 14 alto-fornos e 17 aciarias parados em 2020, logo após a chegada da pandemia. Atualmente, apenas 5 alto-fornos e 4 aciarias permanecem abafadas, seja por manutenção ou escolha das empresas.

Lopes disse que, caso haja algum problema pontual de entrega, é porque as construtoras estão comprando aço além da demanda atual, para aumentar os estoques preventivamente. "Não há boom econômico. Pelo contrário, as previsões são pessimistas para a economia. Então, se a demanda não sobe tanto assim, e os pedidos estão crescendo é porque o aço está indo para a reposição do estoque defensivo. Ou seja, a construtora acha que o mercado vai melhorar ainda mais e repõe o estoque. Ou ainda porque quer se proteger de uma possível volatilidade do mercado".
Prazos e preços do aço

O prazo de entrega do aço pode ser de até 70 dias, dependendo do tipo do produto. O aço com maior grau de sofisticação precisa de mais dias, mas quando se fala de aço ao carbono, que vai para a área da construção civil, a entrega é feita em 30 dias. Lopes afirmou que, em geral, 80% do que é entregue para a construção civil, considerando material que já vai cortado e dobrado para atender a demanda específica, é entregue entre 5 e 10 dias.

Em relação à alta dos preços do aço, Lopes explicou que o reajuste vem ocorrendo porque as principais matérias-primas também aumentaram. De fevereiro de 2020 a fevereiro de 2021, os reajustes foram de 150% na sucata, 134,6% no minério de ferro, 93,4% no ferro gusa, 81,7% no níquel, 61,4% no zinco, e 40,5% no carvão mineral.

Pressionado pelo lobby de dois pesos-pesados do Produto Interno Bruto (PIB), o Ministério da Economia foi questionado sobre a resposta para o pleito das construtoras para corte do imposto, mas não deu retorno.

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ECONOMIA

Com MP para facilitar negócios, governo espera subir 20 posições em ranking do Banco Mundial

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O Estado de S.Paulo - SP   30/03/2021

O governo lançou nesta segunda-feira, 29, um conjunto de medidas voltadas para a melhoria do ambiente de negócios. No rastro da aprovação da lei da liberdade econômica no início do mandato de Jair Bolsonaro, a nova MP ataca barreiras que dificultam a vida de quem quer investir e deve permitir ao Brasil subir, segundo a estimativa da equipe econômica, 20 posições no ranking “Doing Bussiness” do Banco Mundial, que avalia os países onde é mais fácil fazer negócios.

O secretário Especial de Produtividade, Carlos da Costa, prevê que o Brasil terá condições de entrar pela primeira vez no Top 100 do ranking com a MP e outras medidas já adotadas, como a lei de falências. Na última divulgação, o Brasil aparece em 124º lugar, atrás de países da América Latina como Chile, Colômbia e México.

Segundo o secretário, com a pandemia da covid-19, o governo optou em editar uma Medida Provisória (MP) para ter impacto mais rápido na fase de retomada econômica. “Fomos muito pragmáticos em atacar pontos específicos para facilitar investimentos e destravar novos empregos”, diz o secretário, que lembra que a Índia foi o País que mais subiu nos últimos 10 anos no ranking, saltando 70 posições.

O “Doing Business” passa por uma revisão devido a falhas identificadas, mas o Banco Mundial deve apresentar um novo relatório em maio. Como não houve divulgação no ano passado, a expectativa é que uma segunda lista saia também no final do ano, explicou a secretário de Advocacia da Concorrência e Competitividade do Ministério da Economia (SEAE), Gianluca Lorenzon.

A MP traz medidas para cinco de dez pontos que são avaliados pelo ranking do Banco Mundial: abertura de empresas, obtenção de eletricidade ( o tempo para estar energia numa edificação nova), investidores minoritários, comércio exterior e execução de contratos.

A medida mais importante, com potencial de levar o Brasil a subir quatro pontos na lista, é a unificação das inscrições das empresas no guarda-chuva do CNPJ, como já acontece com as pessoas físicas no CPF. Para abrir hoje, uma empresa, o empreendedor tem que ter, além do CNPJ, tem que ter uma inscrição estadual para emitir o ICMS e outra também municipal para o IPTU e o ISS.

“Isso demora dias. Para quem é empresário, isso é inferno”, diz Lorezon. Segundo ele, uma das razões para governadores e prefeitos não unificarem a inscrição era a falta de uma regra clara de compartilhamento de dados com a Receita Federal. “Com essa proposta, poderão fazer isso de maneira tranquila”, diz o secretário.

Outra medida amplia para as empresas de risco médio a permissão de licenciamento automático de funcionamento. Hoje, com a lei de liberdade econômica, empresas de baixo risco já têm o licenciamento automático, um contingente de 10 milhões de CNPJ, de acordo com o Ministério da Economia.

A nova MP cria a faixa de risco médio. Cada Estado e município vai definir os parâmetros, mas o tamanho deve ficar entre 750 metros e 1,5 mil metros, desde que não tenha produtos infláveis e nem lide com muita gente no seu estabelecimento.

Uma terceira medida torna obrigatório a existência de um conselheiro independente no Conselho de Administração em empresas que estão na bolsa. O conselheiro independente não está diretamente ligado à empresa e já é adotado por muitas empresas no Brasil. “Estamos tornando obrigatório”, explicou o secretário.

A MP também determina a fixação de um prazo máximo para que a energia seja ligada em uma nova construção. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vai definir o prazo. Hoje, o prazo médio é de 120 dias entre Rio e São Paulo e o governo espera reduzir pelo menos à metade.

O governo também desburocratiza o mecanismo de licenças automáticas de importações. O Brasil é um dos países que mais exige licenças de importações para os produtos. Ao contrário do resto do mundo, onde essas licenças são exceção. Elas acabam funcionando como barreiras não tarifárias. A MP ordena que todas as licenças sejam revistas. Também determina critérios para a criação de novas licenças.

Gianluca Lorezon também cita a retirada da restrição que tradutores juramentados e intérpretes só possam atuar num único Estado, onde retirou as restrições. O governo diz que a melhoria na pontuação permite atrair mais investimentos estrangeiros.

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Bolsonaro assina MP para melhoria do ambiente de negócios no Brasil

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Agência Brasil - DF   30/03/2021

O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (29) uma medida provisória (MP) com o objetivo de modernizar e desburocratizar o ambiente de negócios no Brasil, melhorando a posição do país no ranking Doing Business, do Banco Mundial. O documento traz mudanças legislativas para a simplificação de abertura de empresas, a proteção aos investidores minoritários, a facilitação no comércio exterior de bens e serviços e a liberação de construções de baixo risco, entre outros.

Por meio de dez indicadores diferentes, o Banco Mundial analisa o nível de facilidade de se fazer negócios em 190 economias do mundo. No levantamento mais recente, o Brasil ocupava a 124ª posição.

De acordo com o Ministério da Economia, a MP deve elevar o Brasil de 18 a 20 posições no ranking. “Com as ações já traçadas e em execução desde 2020, em conjunto com a implementação do que é proposto na MP, o Brasil pode figurar pela primeira vez, no curto prazo, dentre as 100 melhores economias para se fazer negócios no país”, informou, em comunicado.

O objetivo do governo Bolsonaro é, até 2022, colocar o Brasil entre os 50 melhores países para se fazer negócios.

A assinatura da MP aconteceu em rápida cerimônia, no Palácio do Planalto. A expectativa do governo é que a proposta tramite e seja aprovada no Congresso Nacional ainda neste ano.

“Trata-se de um conjunto de medidas de curto prazo não só extremamente relevantes para a minimização dos efeitos negativos da pandemia de covid-19 sobre a economia, como também urgentes, em razão de ser necessário que as mudanças legislativas ora propostas sejam implementadas a tempo de serem refletidas nas respostas aos questionários no primeiro semestre de 2021 e constarem do relatório 2022 do Banco Mundial”, explicou a Secretaria-Geral da Presidência, em nota.
Medidas adotas

De acordo com a pasta, no âmbito da abertura de empresas, a MP determina a unificação de inscrições fiscais federal, estadual e municipal no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), “eliminando análises de viabilidade - que somente existem no Brasil – e automatizando a checagem de nome empresarial em segundos”.

A medida ainda trata da proteção aos investidores minoritários, por meio da alteração da Lei das S.As (Sociedades por Ações), “seguindo as boas práticas definidas pelo Banco Mundial”. De acordo com a Presidência, as mudanças aumentarão o poder de decisão dos acionistas, inclusive minoritários, mediante elevação do prazo de antecedência para o envio de informações para uso nas assembleias; o aprimoramento dos dispositivos relacionados à comunicação; e a vedação ao acúmulo de funções entre o principal dirigente da empresa e o presidente do Conselho de Administração, entre outras medidas.

Sobre o comércio exterior de bens e serviços, o texto assegura, por exemplo, a disponibilidade de guichê único eletrônico aos operadores de comércio exterior e prevê que quaisquer exigências baseadas em características das mercadorias sejam impostas somente por meio de lei, “modernizando o sistema de verificação de regras de origem não preferenciais”.

Na mesma linha, de acordo com a Presidência, a MP também confere nova regulamentação à profissão de Tradutor Público e Intérprete Comercial, revogando o Decreto nº 13.609, de 1943. “A alteração desburocratiza a profissão ao permitir que tradutores atuem em todo país e possam realizar seu trabalho em meio eletrônico, garantindo maior segurança jurídica à matéria, indispensável ao desenvolvimento do comércio exterior e à evolução do Brasil em diversos outros indicadores relacionados ao ambiente de negócios”, diz a nota.

No âmbito da execução de contratos, o governo instituiu o Sistema Integrado de Recuperação de Ativos (SIRA) para agilizar a cobrança e recuperação de crédito. O SIRA será capaz de reunir dados cadastrais, relacionamentos e bases patrimoniais de pessoas físicas e jurídicas com o objetivo de reduzir o custo de transação da concessão de crédito através do aumento da efetividade das ações judiciais que envolvam a recuperação de créditos públicos ou privados.

De acordo com a Secretaria-Geral, com a mudança, conselhos profissionais poderão tomar medidas administrativas de cobrança, tais como a notificação extrajudicial e a inclusão em cadastros de inadimplentes, “contribuindo para diminuir a sobrecarga judiciária brasileira”.

Outro destaque da MP se refere ao fornecimento de eletricidade, “a fim de aumentar a celeridade de alguns processos de acesso à energia elétrica”. O texto propõe soluções para a questão, como o estabelecimento de prazo para o Poder Público autorizar a realização de obras de extensão de redes de distribuição energia elétrica.

Por fim, MP também promove alteração do Código Civil, “para cristalizar o instituto da prescrição intercorrente já consagrado pelo Supremo Tribunal Federal na Súmula 150, contribuindo, dessa forma, para o aumento da segurança jurídica”. A prescrição intercorrente é a perda do direito pela ausência de ação durante um determinado tempo.

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Mercado eleva projeção para inflação em 2021 pela 12ª vez, a 4,81%

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Exame - SP   30/03/2021

O mercado deu sequência ao aumento das expectativas de inflação no Brasil neste ano ao mesmo tempo em que voltou a piorar o cenário para a economia, de acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central nesta segunda-feira.

O levantamento com uma centena de economistas mostrou que a alta do IPCA passou a ser calculada agora em 4,81% para 2021, acréscimo de 0,10 ponto percentual em relação à estimativa anterior, na 12ª semana seguida de aumento nas contas.

O centro da meta oficial para a inflação em 2021 é de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto para mais ou menos.

Para 2022, o prognóstico para a inflação permaneceu em 3,51%, contra meta de 3,50%, também com margem de 1,5 ponto.

Para o Produto Interno Bruto (PIB), a estimativa de crescimento para este ano caiu pela quarta vez, a 3,18%, de 3,22% na semana anterior. O cenário para o próximo ano também piorou, em 0,05 ponto, e os economistas agora esperam expansão de 2,34%.

A pesquisa semanal mostrou manutenção das expectativas para a taxa básica de juros Selic em 5,0% ao final deste ano e 6,0% ao final de 2022.

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Economia prevê impacto de 4,3% a 8,6% no PIB com MP do Ambiente de Negócios

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IstoÉ Dinheiro - SP   30/03/2021

O Ministério da Economia disse que a Medida Provisória do Ambiente de Negócios tem o potencial de aumentar o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro de “4,3% a 8,6%” no “longo prazo”. A pasta não informou em quantos anos se trata a estimativa.

A Pasta estima ainda que a medida implicará em um aumento de R$ 3,5 a R$ 10 bilhões de reais por ano em investimento estrangeiro direto.

A MP foi assinada pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, nesta segunda-feira.

Entre as mudanças da medida estão a possibilidade de abrir empresas em um dia, redução de burocracias para o comércio exterior, redução de prazo de licenças para obtenção de eletricidade e redução de processos judiciários.

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Rota da recuperação do Brasil passa por SP

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O Estado de S.Paulo - SP   30/03/2021

A economia brasileira não avança sem São Paulo. O estado foi responsável por 30% do Produto Interno Bruto em 2019, gerando riqueza equivalente a R$ 2,27 trilhões, segundo o IBGE. Além disso, concentra mais de 20% de toda a população do país, com um PIB per capita 52% maior que a média nacional.

O caminho que levará o Brasil para fora da crise atual passa, necessariamente, pela recuperação da economia paulista.

Esse processo, aliás, poderia estar mais avançado, não fosse um inaceitável atraso no programa de vacinação da população brasileira. Esse contratempo foi provocado, como se sabe, por entraves burocráticos. A recusa de milhares de doses de vacinas, como aquelas oferecidas pela Pfizer em setembro do ano passado, também prejudicou nosso calendário de imunização. Erros administrativos que hoje nos impedem de controlar melhor a pandemia.

Apesar das dificuldades, o governo paulista vem dando importantes passos na direção da retomada econômica, a começar pela adoção de parâmetros científicos para o programa de combate à Covid-19. Esse trabalho é conduzido por um comitê de saúde, coordenado por João Gabbardo, em estreita parceria com a Secretaria Estadual de Saúde, liderada pelo brilhante médico infectologista Jean Gorinchteyn. Soma-se a isso a velocidade da produção de vacinas pelo Instituto Butantan, responsável por oito em cada dez dos imunizantes oferecidos à população brasileira.

Desde que tenhamos a situação sanitária sob controle, não faltam atores capazes de impulsionar a economia paulista. Um deles é o agronegócio. A Secretaria de Agricultura e Abastecimento é conduzida pelo empresário Gustavo Junqueira, administrador experiente, oriundo de tradicional família de agropecuaristas. Sob sua gestão, observamos uma impressionante evolução no setor, com fazendas de altíssima produtividade que operam sem deixar de observar padrões internacionais de sustentabilidade.

O programa Integração Lavoura, Pecuária e Floresta (ILPF), criado pela Embrapa, também passa por forte expansão em São Paulo. Esse modelo permite que diferentes sistemas de produção funcionem em conjunto, elevando os rendimentos da propriedade rural e reduzindo emissões de gases de efeito estufa.

Outro exemplo de pujança encontra-se na pecuária paulista. A cadeia produtiva das carnes (bovinos, suínos, aves, cordeiros) funciona de maneira harmônica, desde a produção dos insumos, muitas vezes importados de outros estados, passando pela criação e abate dos animais, industrialização, distribuição, chegando enfim ao elo da comercialização, que envolve uma rede gigantesca de açougues, supermercados e restaurantes. Uma estrutura organizada que permite à carne bovina brasileira, por exemplo, ter qualidade superior a estrangeira.

Por isso podemos projetar uma recuperação econômica segura para São Paulo. A estimativa do secretário da Fazenda, Henrique Meirelles, é de 5% de crescimento em 2021, bem acima dos 3% a 3,5% de crescimento que os analistas esperam para o PIB nacional. Para que esse cenário se concretize, Meirelles considera crucial um bom ritmo de vacinação, opinião referendada, aliás, pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

Mesmo assim, o crescimento só virá de fato se conseguirmos também reduzir o chamado “custo Brasil”. Mesmo em um cenário de controle da pandemia, não há dúvida de que um ambiente mais favorável aos negócios, livre de burocracia e de insegurança jurídica, seja pré-condição para atrair investimentos. Precisaremos avançar algumas reformas estruturais em 2021, sobretudo a administrativa e a tributária, para gerar crescimento econômico e desenvolvimento social.

São tarefas urgentes, sem as quais não alcançaremos a tão esperada recuperação. Vários setores da economia paulista, como lojas de rua, shopping centers, restaurantes e demais estabelecimentos de lazer aguardam ansiosos pelo retorno, prontos para observar rigorosamente os protocolos de segurança estabelecidos pelas autoridades sanitárias. Cabe agora aos gestores públicos tomarem as medidas necessárias para que a economia do estado e do país possam, enfim, voltar aos trilhos.

A bandeira paulistana traz os dizeres em latim “Non ducor, duco”, ou “não sou conduzido, conduzo”. Que esse lema sirva de inspiração, permitindo a São Paulo liderar a retomada da renda e do emprego em todo o Brasil, com força, fé e, sobretudo, coragem.

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MINERAÇÃO

Empresas mineradoras encerraram 2020 com um faturamento 36% maior do que o registrado em 2019

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SEGS.com.br - SP   30/03/2021

Em fevereiro, um balanço divulgado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) apontou que o faturamento do setor mineral no Brasil em 2020 foi 36% superior ao do ano anterior, chegando a um montante de R$ 209 bilhões.

De acordo com a sócia e diretora do Grupo MBL, Dáfane Guimarães Faria e Silva, os ganhos dos últimos três meses do ano passado alcançaram os R$ 83 bilhões, apresentando um desempenho 63,6% maior do que o identificado no trimestre anterior. "A grande produção mineral encontrada em estados como o Pará e Minas Gerais foi a principal responsável por essa elevação. A produção paraense expôs um aumento de 97% nos lucros do quarto trimestre e a mineira registou um crescimento de 55% nos rendimentos", destaca.

O minério de ferro e o ouro foram os minerais que sofreram as maiores variações. Em 2020, a produção de minério de ferro obteve um faturamento de R$ 138,7 bilhões, 39% superior ao de 2019. Enquanto o ouro atingiu os R$ 23,2 bilhões, uma alta de 76% em relação ao ano anterior.

Dáfane explica que embora os ganhos do setor tenham sido altos, a produção mineral negociada no ano passado foi bem similar à de 2019, apresentando uma elevação de apenas 2%. "Na verdade, o que favoreceu os resultados financeiros do ano passado foi a variação dos preços no mercado internacional devido a pandemia e a valorização de 24% que o dólar alcançou em 2020. Em dezembro, a tonelada de minério de ferro chegou a custar US$ 155,84", ressalta.

Por fim, Dáfane Silva afirma que a movimentação dos preços no mercado internacional foi fortemente impulsionada pelo momento de pandemia. "Desde o começo da crise sanitária, a China, principal destino do minério de ferro brasileiro, tem investido intensamente em sua construção civil para estimular a economia de seu país. Tal medida contribuiu diretamente para o aumento do valor do minério de ferro. O interesse pelo ouro também cresceu bastante no exterior. Tudo isso resultou em ganhos acentuados para a mineração nacional", completa.

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Máquinas e Equipamentos

John Deere aprimora eficincia das escavadeiras hidrulicas

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Construção Latino-americana - SP   30/03/2021

A divisão de Construção da John Deere lançou uma série de atualizações em toda sua linha de escavadeiras, que passa a entregar uma maior de velocidade e economia de combustível para os brasileiros. “O mercado, que está aquecido, passou a adotar o equipamento ideal indicado para a operação e identificamos uma oportunidade de melhorar e entregar eficiência aos nossos clientes, com base nas necessidades deles”, observa Thomás Spana, gerente de Vendas da divisão de Construção da John Deere Brasil.

Uma das melhorias foi o redesenho e a mudança nos materiais das caçambas, agora feitas de ligas de aço enriquecidas com nióbio. Com isso, houve uma redução de 30% no peso sem diminuir sua capacidade de carregamento. “Isso proporciona ao cliente final maior velocidade e eficiência de combustível. Por ser um material mais leve, o braço fará menor esforço, sem esquecer do aumento da vida útil dos componentes”, reforça Spana.

O ângulo de ataque da caçamba também foi otimizado, trazendo uma penetração do braço da escavação facilitada e a utilização de menor força necessária na operação. Os embuchamentos das articulações tanto na base da lança, no braço, na caçamba, também foram revisados. Ambas atualizações melhoram a vida útil do equipamento como um todo.

Outro aspecto que é perceptível para os operadores é a velocidade de giro. As escavadeiras da John Deere possuem um giro por volta de 20% mais rápido. “Isso é uma evolução e um grande diferencial. O operador que carregava um caminhão em três minutos passará a fazer em dois minutos e meio sem mudar nada na sua lida”, celebra Spana.

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FERROVIÁRIO

Governo age para liberar o licenciamento ambiental da Ferrogrão e destravar obras

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O Estado de S.Paulo - SP   30/03/2021

Na tentativa de destravar o principal projeto logístico do País, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, passou parte dos últimos dias conversando diretamente com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), com o propósito liberar o licenciamento ambiental da Ferrogrão, ferrovia cotada para ser a principal rota de escoamento do agronegócio do País.

No dia 15 de março, o ministro do STF Alexandre de Moraes atendeu a um pedido de liminar do PSOL e suspendeu o empreendimento. Moraes acatou o argumento de que o traçado previsto para a ferrovia cortaria área de uma floresta protegida, o Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, e que também passaria por cima de terras indígenas.

A decisão de Alexandre de Moraes tinha previsão de ser levada ao plenário virtual do STF na última sexta-feira, mas foi retirada da pauta pelo próprio ministro. Dentro do governo, a avaliação é de que Moraes, ao discutir os detalhes do projeto e ouvir os argumentos do Ministério da Infraestrutura, deve mudar sua posição.

Nas duas últimas semanas, o ministro entrou em contato diretamente com Moraes e outros ministros do STF para explicar o projeto e tentar demover a decisão de paralisar o licenciamento. O Estadão apurou que as conversas ocorreram, ao menos, com os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Antes de deixar o cargo, na segunda-feira, 29, o ex-advogado-geral da União José Levi Mello também chegou a entrar em campo e conversar com os magistrados sobre o assunto. Dentro do governo, a expectativa é de que Moraes reverta a sua liminar.
‘Faixa de domínio’

O principal argumento do Ministério da Infraestrutura é o de que os 933 quilômetros de trilhos da ferrovia, prevista para ligar os municípios de Sinop (MT) e Itaituba, nas margens do Rio Tapajós, no Pará, correm a poucos metros do traçado atual da rodovia BR-163, ou seja, dentro da “faixa de domínio” de 50 metros na lateral da estrada. Dessa forma, segundo o governo, não há invasão de unidade de conservação federal, já que se trata de uma área desapropriada e ocupada ao longo da rodovia.

Quando Moraes suspendeu o licenciamento da ferrovia, sua decisão também suspendia os efeitos de uma medida provisória de 2016 – transformada em lei (13.452/2017) – que alterou os limites do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará. Na ocasião, a interpretação do ministro foi que o traçado da ferrovia cortaria essa unidade de conservação e que não se pode reduzir as unidades por meio de MP. Ocorre que esse entendimento de proibir alterações de áreas protegidas por meio de medida provisória só passou a vigorar em 2019, conforme decisão do próprio STF.

Sobre os impactos a terras indígenas, o governo sustenta que o traçado corre fora dos limites de terras demarcadas, havendo aproximação em apenas uma terra no Pará, nas proximidades do ponto final da ferrovia. Indígenas dos povos Munduruku e Kayapó reivindicam transparência e direito de consulta prévia sobre o processo de concessão da Ferrogrão. O governo tem declarado que fará todas as consultas prévias a esses povos, incluindo no processo de licenciamento as condicionantes socioambientais que forem necessárias.

O valor estimado de investimento na Ferrogrão é de R$ 12 bilhões. O projeto é visto como um divisor de águas no escoamento da produção no País, ao levar parte da carga do agro para os portos da região Norte, em vez de destinar toda a carga para os portos das regiões Sudeste e Sul. O governo aposta na ferrovia para facilitar o escoamento da produção de milho, soja e farelo de soja do Estado de Mato Grosso, além do transporte de óleo de soja, fertilizantes, açúcar, etanol e derivados do petróleo.

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NAVAL

Após uma semana, navio Ever Given é liberado no Canal de Suez

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Exame - SP   30/03/2021

O gigantesco navio Ever Given foi desencalhado no Canal de Suez na manhã desta segunda-feira, 29, segundo comunicado da Suez Canal Authority, que controla o estreito.

O Ever Given estava encalhado desde a última terça-feira, 23, há quase uma semana, bloqueando toda a passagem pelo Canal de Suez. A estimativa é que o bloqueio tenha impedido o transporte de cerca de 400 milhões de dólares em mercadorias por hora.
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O navio conseguiu flutuar totalmente pouco depois das 10h (horário de Brasília), após operações ao longo de todo o fim de semana. O tráfego no estreito deve ser liberado em breve. A embarcação já se moveu ao menos 2 quilômetros, segundo a agência Bloomberg, e ruma para o sentido norte do canal de modo a liberar a passagem.

O trabalho agora é para retomar completamente o tráfego no canal para os mais de 200 navios que aguardavam a liberação do estreito nos últimos dias.

Um atalho entre a Ásia e a Europa, o Canal de Suez é passagem para cerca de 12% da economia mundial em mercadorias. O canal foi inaugurado em 1869 por um consórcio entre franceses e ingleses, quando o Egito ainda era colônia da Inglaterra. Em 1956, Suez passou ao controle do governo do Egito.

Em 2015, o canal também teve uma obra de ampliação para comportar navios cada vez maiores — como o Ever Given, de 400 metros de comprimento.

Sem o Canal de Suez, os navios teriam de dar a volta na África, trajeto que pode ser até dez dias mais longo, ou usar rotas aéreas ou terrestres, o que encareceria a operação.

A remoção do navio nesta segunda-feira foi melhor do que o esperado. A empresa holandesa que liderava a retirada do navio, a Boskalis, de manutenção de infraestruturas marítimas, disse anteriormente que havia somente 70% de chance de retirar o navio nesta semana.

No fim de semana, o presidente do Egito, Abdul Fatah Al-Sisi, chegou a dar ordens para que a carga do navio fosse removida, aumentando os temores de que o Ever Given pudesse ficar parado por semanas.

Mesmo antes de o Ever Given encalhar, a cadeia de suprimentos já vivia problemas devido às quarentenas do coronavírus, levando a um cenário de mais demanda do que oferta em alguns setores e falta de peças. A preocupação era de que, caso o navio seguisse encalhado por mais uma semana, pudesse haver uma quebra ainda mais ampla na cadeia logística global.

Com o crescimento do comércio mundial, navios como o Ever Given (que pesa 200.000 toneladas) ficaram maiores, dobrando de tamanho em média, segundo a BBC. A vantagem é carregar mais mercadorias ao mesmo tempo. O tamanho, no entanto, tornou mais difícil removê-los no caso de acidentes como esse.

Mesmo após o navio ser retirado, a expectativa é que os impactos ainda sigam por dias, devido ao congestionamento causado nos portos em todo o mundo enquanto o fluxo em Suez estava paralisado.

Menos

Porto do Pecém retoma operações de transbordo de combustível

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TN Petróleo - RJ   30/03/2021

Na semana em que celebra 19 anos de inauguração, o Porto do Pecém retomou o chamado ship to ship – expressão utilizada no meio marítimo para o transbordo de combustíveis. Ou seja, quando um navio recebe combustível de um ou mais navios, como a operação iniciada hoje, ou ainda quando o navio chega carregado e transborda para dois ou mais navios transportarem o granel líquido via cabotagem (para portos do Brasil), ou via longo curso (para portos do mundo).

A operação teve início pouco depois das 7h desta quinta-feira (25), com a atracação do navio-tanque STI Osceola no berço 8 do Terminal de Múltiplas Utilidades (TMUT) do Porto do Pecém. Essa é a primeira vez que a embarcação, com bandeira das Ilhas Marshall, atraca no terminal cearense.

O STI Osceola chegou vazio ao Pecém para poucas horas depois de atracado começar a receber 38.879 m³ de gasolina do navio-tanque Sérgio Buarque de Holanda. Separadas por defensas do tipo “yokohama”, as embarcações devem ficar atracadas a contrabordo (em paralelo) por aproximadamente dois dias e meio até que todo o volume armazenado no Sérgio Buarque de Holanda seja totalmente transportado para o STI Osceola.

“Nosso time operacional se preparou muito para o retorno dessa operação, pois envolve manobras mais complexas em relação a outras que estamos habituados a fazer no nosso dia a dia, pelo fato de termos dois navios operando a contrabordo, com o bordo de uma embarcação encostado no bordo da outra. Ou seja, em posição paralela, com um navio exatamente ao lado do outro. Além disso, nessa operação são utilizadas mangueiras de alta performance que permitem a rápida transferência do combustível de um navio para outro”, pontua Waldir Sampaio – Diretor de Operações do Porto do Pecém

Durante o fim de semana, o navio Sérgio Buarque de Holanda deve desatracar para dar lugar a outra embarcação, o navio Stena Conqueror, que transbordará mais 10.075 m3 de gasolina para o navio-tanque STI Osceola. Essa segunda etapa do transbordo deverá durar menos de 24hs em virtude do volume menor a ser transferido de uma embarcação para outra.

“Estamos muito satisfeitos em poder retomar essa operação, que não era realizada aqui no Ceará desde 2014. Me empenhei pessoalmente para trazê-la de volta ao Pecém e felizmente conseguimos demonstrar para a Petrobrás a nossa capacidade técnica e quanto a localização do Pecém é estratégica para o transbordo de combustível. Posso dizer, ainda, que essa operação é também um presente para todos os nossos profissionais, já que ela volta a acontecer exatamente na semana em que o Porto do Pecém celebra 19 anos de operação”, afirma Danilo Serpa – Presidente do Complexo do Pecém (CIPP S/A).

Últimas movimentações de transbordo de combustíveis no Porto do Pecém

2014 – 707.612 toneladas

2013 – 629.981 toneladas

O destino do combustível transbordado nessa semana no terminal cearense será o porto de Nova Iorque, nos Estados Unidos, onde o navio deverá chegar em aproximadamente 10 dias. O transbordo de combustíveis no Porto do Pecém passa a ser regular e contínuo, com mais uma operação prevista para ser realizada na próxima semana.

Menos

PETROLÍFERO

Contagem de plataformas de petróleo dos EUA aumenta à medida que os preços do petróleo aumentam

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O Petróleo - SP   30/03/2021

A Baker Hughes informou na sexta-feira que o número de plataformas de petróleo e gás nos Estados Unidos aumentou em 6 nesta semana, após um aumento de 9 na semana passada. O número total de plataformas de petróleo e gás ativas nos Estados Unidos está agora em 417, o que é 311 a menos do que no ano passado.

A contagem de plataformas de petróleo aumentou em quase 30 plataformas nos últimos dois meses.

A contagem de plataformas de petróleo aumentou 6 nesta semana para 324, e o número de plataformas de gás permaneceu o mesmo em 92. O número de plataformas diversas também permaneceu inalterado em 1.

A estimativa da EIA para a produção de petróleo nos Estados Unidos para a semana encerrada em 19 de março aumentou em 100.000 bpd nesta semana para 11 milhões de barris , onde tem estado aproximadamente desde outubro, exceto pela queda temporária durante um período de duas semanas devido ao Texas Congelar.

A contagem geral de sondas do Canadá diminuiu esta semana em 11. As sondas de petróleo e gás no Canadá agora ocupam 81 sondas ativas, um aumento de 27 ano a ano.

A bacia do Permiano viu um aumento esta semana no número de sondas. A contagem total de sondas do Permian aumentou em 5, trazendo o total de sondas ativas no Permian para 221, ou 161 abaixo desta vez no ano passado.

O Frac Spread County por Primary Vision desta semana aumentou de 195 para 200, um nível não visto desde abril passado.

Os benchmarks de petróleo bruto WTI e Brent ainda estão experimentando uma quantidade elevada de volatilidade. Os novos bloqueios na Europa devido ao aumento da contagem de casos de coronavírus geraram temores de um aumento atrasado na demanda de petróleo, enquanto um navio preso no Canal de Suez ameaçou o lado da oferta ao criar um congestionamento para navios, inclusive para petroleiros. Acrescente a isso a sempre observada OPEP +, que deve se reunir novamente em 1º de abril para oferecer um novo – ou antigo, conforme o caso – conjunto de requisitos de produção para seus membros.

Por volta do meio-dia, o WTI estava sendo negociado com alta de US $ 2,60 por barril no dia a US $ 61,16, já que a calamidade de Suez superou os temores do lado da demanda.

O benchmark Brent estava sendo negociado com alta de $ 2,56 por barril no dia, a $ 64,51 por barril.

Após a divulgação de dados da Baker Hughes, às 13h05 EDT, o WTI estava sendo negociado com alta de 4,56% no dia a $ 61,23 – essencialmente estável na semana. O Brent estava sendo negociado com alta de 4,47% no dia, a $ 64,72, alta de cerca de $ 0,30 na semana.

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