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26 de Março de 2021

SIDERURGIA

Gerdau abre edital de incentivo à cultura mineira e convoca artistas a criar arte usando o aço

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SEGS.com.br - SP   26/03/2021

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, acaba de lançar uma iniciativa que reforça seus laços com o estado de Minas Gerais e os municípios mineiros em que está presente. Em comemoração aos seus 120 anos, a empresa abre hoje o Edital Arte em Aço Gerdau, um projeto inédito que visa enaltecer a história de 300 anos do estado e legados importantes, como as suas riquezas minerais, a cultura e a pluralidade de ser mineiro.

Por meio do Edital serão selecionadas e patrocinadas nove propostas culturais, na área de artes visuais, com valor de até R$ 265 mil, em recursos próprios e incentivados por meio da na Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais (LEIC-MG).

A inscrição é gratuita e já está aberta pela plataforma Prosas. Os interessados têm até às 18h (horário de Brasília) do dia 16 de abril para se cadastrarem pelo endereço eletrônico: http://editalarteemacogerdau.prosas.com.br/. A divulgação do resultado dos projetos selecionados será no dia 28 de maio de 2021.

Os artistas participantes contarão ainda com uma consultoria gratuita da Através - Gestão Cultural, empresa especializada no mercado cultural, para apoio nos trâmites de elaboração, inscrição e aprovação dos projetos no mecanismo da LEIC-MG.

Obras de arte em espaços públicos

A valorização e o reconhecimento da diversidade das artes visuais em Minas Gerais, com olhar voltado para a comunidade, são pontos relevantes do Edital. As nove propostas serão selecionadas por meio de votação popular e serão instaladas em espaços públicos de amplo acesso e visibilidade, como museus, centros culturais, praças ou parques dos municípios onde estão localizadas as principais operações da Gerdau em Minas: Barão de Cocais, Congonhas, Conselheiro Lafaiete, Divinópolis, Itabirito, Ouro Branco, Ouro Preto e Três Marias, além de Belo Horizonte, que terá a obra instalada no MM Gerdau - Museu das Minas e do Metal, passando a fazer parte do acervo público deste equipamento cultural.

“Minas Gerais tem grande protagonismo na história de 120 anos da Gerdau. Por isso, este edital chega como uma forma de reconhecer e incentivar manifestações artísticas que reforcem a riqueza cultural construída em 300 anos de história do estado. A ideia de presentear as cidades com essas esculturas tem o intuito de ampliar o contato da população com a história de Minas Gerais por meio da arte”, explica o diretor de Mineração e Matérias-Primas da Gerdau, Wendel Gomes.

Membro da comissão curatorial do projeto, o renomado arquiteto Gustavo Penna, que também possui um expressivo trabalho com o aço, exalta a iniciativa. “Temos em Minas uma forte cena de artistas que têm no aço a matéria-prima para suas obras. Nesse cenário, além de resgatar esse olhar para a arte em aço, a iniciativa vem como um incentivo aos artistas, que estão sofrendo com a falta de projetos. Indo além, promove ainda a conexão democrática entre a sociedade e a cultura, levando para essas nove cidades uma convivência maior com o ‘fazer artístico’, com aquilo que propõe as artes”, ressalta Penna.

Serviço:

Por meio da plataforma Prosa, até às 18h (horário de Brasília) do dia 16 de abril, pelo endereço eletrônico: http://editalarteemacogerdau.prosas.com.br/.

Sobre a Gerdau, uma empresa de 120 anos

A Gerdau é a maior empresa brasileira produtora de aço e uma das principais fornecedoras de aços longos nas Américas e de aços especiais no mundo. No Brasil, também produz aços planos, além de minério de ferro para consumo próprio. Em janeiro deste ano, completou 120 anos de uma história de solidez, contribuição para o desenvolvimento e legado para uma sociedade em evolução constante. Com o propósito de empoderar pessoas que constroem o futuro, a companhia está presente em 10 países e conta com mais de 30 mil colaboradores diretos e indiretos em todas as suas operações. Maior recicladora da América Latina, a Gerdau tem na sucata uma importante matéria-prima: 73% do aço que produz é feito a partir desse material. Todo ano, são 11 milhões de toneladas de sucata que são transformadas em diversos produtos de aço. As ações da Gerdau estão listadas nas bolsas de valores de São Paulo (B3), Nova Iorque (NYSE) e Madri (Latibex).

Nossa história

Da fábrica familiar de pregos em Porto Alegre (RS) a uma gigante da cadeia do aço internacional, a trajetória da Gerdau começa a partir da compra da Cia Fábrica de Pregos Pontas de Paris por João Gerdau, em 1901. O imigrante alemão marcou seu pioneirismo empreendedor, que se tornou a chama que se mantém acesa até hoje, 120 anos após sua fundação. Na última década, a Gerdau segue fazendo história por meio de uma transformação cultural e digital baseada no compromisso de moldar um futuro cada vez mais sustentável.

Menos

84% das empresas pesquisadas dizem que estão desabastecidas de aço, aponta CBIC

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SEGS.com.br - SP   26/03/2021

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizou um levantamento com construtoras de todo o país para verificar a real situação do problema da escassez de insumos. Entre as 206 empresas consultadas, 84% disseram que há desabastecimento de aço em suas regiões.

A CBIC também perguntou às empresas quais materiais estão com o prazo de entrega maior que o habitual. Para 82,9% delas, a resposta foi o aço. Questionadas sobre o prazo médio de entrega das usinas em suas regiões, 39,3% das empresas responderam “entre 30 e 60 dias” e 25,7% disseram “entre 60 e 90 dias”.

O desabastecimento e a insegurança com relação aos custos de vários materiais podem prejudicar a atividade da construção, que, no início do ano, projetava crescer 4% em 2021 e gerar 200 mil novas vagas de empregos. “O aumento do preço de insumos da construção civil impacta o planejamento e o ritmo de obras das construtoras, assim como a manutenção do emprego e renda e o preço dos imóveis. O setor é essencial para o crescimento da economia e estamos atuando com afinco na pacificação dos valores desses insumos”, reforça Geraldo Linhares, presidente do Sinduscon-MG.

Ontem (23 de março), durante reunião no Ministério da Economia com representantes da cadeia produtiva do aço e entidades representativas dos principais compradores do país, a CBIC propôs ao governo a redução do imposto sobre a importação do produto para tentar resolver o problema do desabastecimento. “Precisamos de um choque de oferta para restabelecer o equilíbrio entre a oferta e a demanda. Nossa proposta é a redução imediata do imposto de importação”, disse José Carlos Martins, presidente da entidade.

A CBIC apresentou ao secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade, Carlos da Costa, os resultados de pesquisa com empresários mostrando a percepção deles em relação ao desabastecimento. Para Martins, enquanto a oferta e a demanda não forem normalizadas, não será possível estabilizar preços. “Quando a construtora tenta comprar da siderúrgica e não consegue, vai à distribuidora e se depara com um valor muito alto”, disse.

Menos

Produção mundial cresce 4,8% em janeiro

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Brasil Mineral - SP   26/03/2021

A produção mundial de aço bruto para os 64 países que reportam à World Steel Association (worldsteel) foi de 150,2 milhões de toneladas em fevereiro de 2021, um aumento de 4,1% em relação a fevereiro de 2020. A China produziu 83 milhões de toneladas, um crescimento de 10,9% em relação a fevereiro do ano passado. Índia e Japão produziram 9,1 e 7,5 milhões de toneladas, quedas de 3,1% e 5,6%, respectivamente, enquanto a Coreia do Sul produziu 5,5 milhões de toneladas, alta de 1,2% no mês. Ásia e Oceania responderam por 109,7milhões de toneladas do total, um incremento de 7,5% sobre o mesmo mês de 2020.

A América do Norte e América do Sul produziram 8,8 milhões de toneladas e 3,5 milhões de toneladas de aço bruto em fevereiro, o que significa uma queda de 8,9% e um aumento de 2,2%, respectivamente, em relação ao mesmo mês do último ano. A produção dos Estados Unidos chegou a 6,3 milhões de toneladas, 10,9% a menos que em fevereiro de 2020. A produção brasileira somou 2,8 milhões de toneladas no segundo mês de 2021, um aumento de 3,8% sobre o mesmo período de 2020.

Estima-se que a Rússia produziu 5,7 milhões de toneladas em fevereiro, queda de 1,3% e o Irã tenha produzido 2,3 milhões de toneladas, um aumento de 11,5% no mês. Já a Turquia produziu 3,0 milhões de toneladas, alta de 5,9% sobre fevereiro de 2020.  Os países do CIS produziram em fevereiro 8 milhões de toneladas, 1,5% a menos que em fevereiro de 2020, enquanto os países da União Europeia somaram 11,9 milhões de toneladas, um recuo de 7,1% sobre fevereiro do último ano.

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ECONOMIA

Prévia da inflação oficial fica em 0,93% em março, diz IBGE

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Agência Brasil - DF   26/03/2021

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial, registrou taxa de 0,93% em março deste ano, acima do 0,48% de fevereiro deste ano e do 0,02% de março de 2020. Essa é a maior variação de preços para um mês de março desde 2015 (1,24%), de acordo com dados divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o IPCA-15 acumula taxas de inflação de 2,21% no trimestre. A taxa trimestral, também conhecida como IPCA-E é a maior para um primeiro trimestre desde 2016 (2,79%). No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 registra inflação de 5,52%.

Na prévia de março deste ano, a inflação foi puxada pelos transportes, que registraram taxa de 3,79%. O comportamento dos preços deste grupo de despesas pode ser explicado pelas altas dos combustíveis (11,63%). Só a gasolina subiu 11,18%, mas também houve variações de preços do etanol (16,38%), óleo diesel (10,66%) e gás veicular (0,39%).

Outros itens de transportes com alta de preços foram automóveis novos (0,99%), automóveis usados (0,30%), seguro voluntário de veículo (2,57%), ônibus urbano (0,42%) e trem (1,61%).

A alta de preços de 0,71% do grupo de despesas habitação também teve impacto importante no IPCA-15 de março. A inflação no grupo foi puxada principalmente pelo gás de botijão (4,60%), gás encanado (2,52%) e taxa de água e esgoto (0,68%).

Os alimentos tiveram inflação de 0,12%, mas a taxa é inferior à registrada nas prévias de fevereiro (0,56%) e de janeiro (1,53%).

Apenas o grupo educação registrou deflação (queda de preços), com uma taxa de -0,51% na prévia de março. Os demais grupos tiveram as seguintes taxas de inflação: artigos de residência (0,55%), saúde e cuidados pessoais (0,24%), despesas pessoais (0,10%), vestuário (0,03%) e comunicação (0,02%).

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BC prevê primeiro superávit nas contas externas em 14 anos em 2021

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Exame - SP   26/03/2021

O Banco Central passou a projetar uma superávit nas transações correntes do país em 2021 de 2 bilhões de dólares, o equivalente a 0,2% do PIB, no que seria o primeiro resultado positivo das contas externas desde 2007, mostrou Relatório Trimestral de Inflação divulgado nesta quinta-feira.

A projeção anterior, de dezembro, era de um déficit de 19 bilhões de dólares e a revisão refletiu uma melhora na estimativa para a balança comercial.

A expectativa do BC é que a balança comercial feche este ano com superávit de 70 bilhões de dólares, ante 53 bilhões de dólares estimados antes, com as exportações chegando a 256 bilhões de dólares, valor que se equipara ao recorde da série histórica registrado em 2011.

"Apesar de terem começado o ano em nível deprimido, espera-se que as exportações aumentem a partir de março, impulsionadas pelo escoamento da boa safra de soja, pelo patamar elevado para preços de commodities e pela recuperação da demanda internacional", diz o documento do BC.

A projeção para o investimento estrangeiro direto no país foi mantida em 60 bilhões de dólares para o ano. Segundo o BC, as surpresas positivas nas entradas de empréstimos intercompanhia no início do ano compensam a perspectiva de recuperação mais lenta da conta de participação de capital.
PIB

O Banco Central reduziu sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto este ano para 3,6%, ante alta de 3,8% projetada em dezembro.

No documento, o BC disse que a estimativa reflete, de um lado, o carregamento estatístico para o PIB anual maior do que o esperado, após surpresa positiva com o dado do quarto trimestre, e a manutenção da atividade econômica em nível elevado no início deste ano e, de outro, o recrudescimento recente da pandemia.

"Em termos de trajetória, a projeção para o PIB é de recuo moderado ao longo do primeiro semestre, seguido de recuperação relevante nos últimos dois trimestres do ano, decorrente da redução esperada na taxa de letalidade da Covid-19 e no número de internações, com o avanço da vacinação", diz o relatório.

A estimativa do BC considera a manutenção do regime fiscal no país, uma nova rodada de auxílio emergencial de cerca de 44 bilhões de reais --conforme já previsto por medida provisória do governo-- e a perspectiva de que o cronograma de vacinação contra a Covid-19 siga sem desvios importantes.

Apesar de a projeção para a alta do PIB não ter sofrido mudança significativa, o BC alterou o prognóstico para sua composição, e previu um desempenho melhor da indústria, com alta de 6,4% (5,1% antes) e pior dos serviços, com crescimento de 2,8% (3,8% antes).

No caso de serviços, a revisão refletiu a intensificação da pandemia, que deve prejudicar a normalização de segmentos como transportes, armazenagem, alojamento e alimentação fora de casa, disse o BC.
INFLAÇÃO

Em relação à inflação, o BC repetiu as projeções divulgadas na semana passada para seu cenário básico, que apontam para um IPCA em torno de 5% para este ano e de 3,5% para 2022, mas detalhou também alguns cenários alternativos em que considera a possibilidade de condições mais adversas.

Um dos cenários incorpora uma "significativa deterioração" da percepção sobre a situação fiscal do país, outro considera um agravamento adicional da pandemia da Covid-19 e o terceiro cenário leva em conta uma combinação parcial dos dois primeiros.

O cenário de deterioração fiscal, que considerou alterações de caráter permanente no processo de ajuste das contas públicas, foi o que gerou o maior impacto inflacionário. A projeção é que, nessas condições, o país terminaria este ano com inflação de 5,7%, escalando para 5,9% em 2022. Ambos os números estariam bem acima dos tetos das respectivas metas de inflação para o período --5,25% e 5%, respectivamente.

"Questionamentos sobre a continuidade das reformas e alterações de caráter permanente no processo de ajuste das contas públicas têm o potencial de aumentar a incerteza econômica, os prêmios de risco e a taxa de juros estrutural da economia e depreciar a taxa de câmbio", diz o documento.

No que diz respeito à política monetária, o documento repetiu diagnóstico feito na ata do Comitê de Política Monetária, divulgada na terça-feira.

Na semana passada, o BC elevou a taxa básica de juros pela primeira vez desde 2015, em 0,75 ponto percentual, e indicou que deve promover nova alta desse mesmo valor em maio, ressaltando preocupações com a piora das projeções para a inflação.

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Com avanço da pandemia, BC reduz projeção de crescimento do PIB deste ano para 3,6%

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O Estado de S.Paulo - SP   26/03/2021

Em meio às incertezas sobre os impactos da segunda onda da pandemia de covid-19 sobre a economia brasileira, o Banco Central diminuiu sua projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2021. A expectativa para a atividade econômica este ano passou de alta de 3,8% para avanço de 3,6%. A nova estimativa consta no Relatório Trimestral de Inflação (RTI), divulgado nesta quinta-feira, 25.

Entre os componentes do PIB para 2021, o BC alterou de 2,1% para 2,0% a projeção para o crescimento da agropecuária. No caso da indústria, a estimativa de recuperação passou de 5,1% para 6,4% e, para o setor de serviços, de 3,8% para 2,8%.

Do lado da demanda, o BC alterou a estimativa do consumo das famílias de alta de 3,2% para 3,5%. No caso do consumo do governo, o porcentual projetado foi de 3,1% para 1,2%.

O documento indica ainda que a projeção de 2021 para a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) - indicador que mede o volume de investimento produtivo na economia - foi de 3,5% para 5,1%. Todas as estimativas anteriores constavam do RTI divulgado em dezembro do ano passado.

Mesmo diante do recrudescimento da pandemia no Brasil, a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia manteve na semana passada sua projeção para o crescimento da economia em 2021, com uma alta de 3,20%.
Cenários alternativos para inflação

O Banco Central apresentou três cenários alternativos para a evolução da inflação em 2021 e em 2022, considerando uma eventual deterioração do risco fiscal e um possível agravamento da pandemia no Brasil.

No cenário base da autoridade monetária, a projeção para o IPCA, a inflação oficial do País, está em 5,0% em 2021, enquanto a estimativa para 2022 está em 3,5%. Esses valores mudam significativamente nos cenários alternativos.

Para o cenário de risco fiscal, o BC utilizou como referência a deterioração das contas públicas e a inflexão na trajetória da dívida na última crise, mais precisamente entre julho de 2014 e janeiro de 2016. Nesse caso, as projeções para a inflação são de 5,7% ao fim de 2021 e de 5,9% ao fim de 2022.

O cenário alternativo de agravamento da pandemia de covid-19 considera uma retração maior do PIB no primeiro semestre deste ano, com recuperação no semestre seguinte. Nesse caso, o comportamento do IPCA é no sentido contrário, para uma inflação de 4,5% em 2021 e de 3,2% em 2022.

A autoridade monetária construiu ainda um terceiro cenário alternativo, combinando os dois cenários anteriores, com o risco fiscal em intensidade de 15% e o de agravamento da pandemia com intensidade de 50%. “Cabe ressaltar que essa combinação foi efetuada com o propósito de exemplificar a possibilidade de combinar cenários e as intensidades escolhidas não refletem julgamento do Copom”, ressaltou o documento.

No cenário alternativo que combina os riscos fiscal e de piora na pandemia, a projeção para o IPCA é de 4,9% para 2021 e de 3,7% para 2022.

Para 2021, a meta de inflação perseguida pelo BC é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (taxa de 2,25% a 5,25%). Para 2022, a meta é de 3,50%, com margem de 1,5 (taxa de 2,00% a 5,00%)

Menos

A queda da confiança da indústria

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O Estado de S.Paulo - SP   26/03/2021

A indústria está perdendo confiança. Depois de intensa recuperação a partir de maio do ano passado, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) calculado pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) alcançou seu ponto mais alto em dezembro. Mas vem caindo desde então. O resultado preliminar de março mostra a persistência desse movimento e não parece haver sinais de reversão dessa tendência. O que há é, ao contrário, indicações de estagnação ou recuperação mais lenta.

A prévia da Sondagem da Indústria de março divulgada pelo Ibre/FGV mostrou que, no mês, o ICI ficou em 103,9 pontos, com queda de 4,0 pontos em relação a fevereiro.

Depois da queda provavelmente já determinada pelos primeiros sinais da pandemia em março do ano passado (caiu de 101,4 para 97,5 pontos), o ICI despencou para 58,2 pontos em abril. Foi o pior resultado do ano. A recuperação vinha sendo expressiva.

Em agosto, quatro meses depois, tinha subido mais de 40 pontos, para 98,7. Continuou a subir, até alcançar 114,9 pontos em dezembro, alta de 97,4% sobre o resultado de abril. Os números sugeriam uma nova realidade para o segmento industrial, melhor até do que a observada um ano antes, quando a covid-19 era desconhecida de praticamente toda a população mundial.

Há três meses, porém, o índice vem caindo, acompanhando um movimento de crescente preocupação com a evolução de diversos indicadores econômicos e sociais. Um desses indicadores é a aceleração da inflação, que exigiu uma decisão forte do Copom, com a elevação da Selic em 0,75 ponto porcentual, para 2,75% ao ano.

Indicadores de produção e consumo mostram perda de vigor, ao mesmo tempo que não há ainda sinais concretos de fortalecimento da política fiscal. O desemprego geral continua muito alto, a despeito dos bons resultados do mercado de trabalho formal, e a renda da população continua deprimida. O novo auxílio emergencial tende a aliviar o problema da renda.

Nesse cenário, não é de estranhar que o ICI tenha caído porque seus dois componentes, o que avalia a situação e o que afere as expectativas para os próximos meses, pioraram. O de situação atual diminuiu de 119,9 pontos em dezembro para 110,8 pontos na avaliação prévia de março; o de expectativas, de 109,6 para 96,9 pontos

 

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Alta dos juros não prejudica a atividade econômica, diz Campos Neto

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Agência Brasil - DF   26/03/2021

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse hoje (25) que o órgão está trabalhando com um cenário de "normalização parcial" da política monetária, com o aumento dos juros básicos da economia, a Selic. "A normalização está relacionada à taxa neutra [quando não há estímulo nem desestímulo da atividade econômica]. Se a normalização é parcial, não entendemos que esse movimento [de taxa neutra] deva acontecer agora”, disse, explicando que o BC considera que o recente aumento dos juros “não prejudica o crescimento em 2022, que está de acordo com o nosso cenário básico".

Na semana passada, em meio ao aumento da inflação pressionada pelo dólar e pela alta nos preços de alimentos e de combustíveis, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC elevou a Selic de 2% para 2,75% ao ano, primeira alta desde julho de 2015. A decisão surpreendeu os analistas financeiros, que esperavam uma elevação para 2,5% ao ano.

“Temos descrito como ajuste parcial e temos dito que o ajuste mais célere nos faz crer que na verdade fazer mais, e fazer mais rápido, faz com que a intensidade total [de elevação] deva ser menor”, disse o presidente do BC, explicando que também deve haver um efeito importante na expectativa de longo prazo.

A elevação da Selic, que serve de referência para as demais taxas de juros no país, ajuda a controlar a inflação, porque causa reflexos nos preços, já que juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança, contendo a demanda aquecida. Por outro lado, taxas mais altas dificultam a recuperação da economia.

Ainda assim, diante da perspectiva de boa recuperação econômica no segundo semestre, os membros do Copom consideram que o cenário atual já não prescreve um grau de estímulo extraordinário nos juros e deve manter a trajetória de elevação, de 0,75 ponto percentual, na próxima reunião do Copom, em 4 e 5 de maio. Para Campos Neto, esse percentual só deve mudar caso haja uma situação muito “atípica” no cenário econômico.

Desde agosto de 2020, a Selic se manteve em 2% ao ano, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia da covid-19. De acordo com o presidente do BC, esse nível foi alcançado diante de um cenário de projeção de queda de 9% do PIB em 2020 e inflação próximo de 1,5%. “Um cenário que não ocorreu”.

O PIB, na verdade, encerrou 2020 com queda de 4,1%, e a inflação segue pressionada pela depreciação do real e pela alta de preço das commodities. Por outro lado, o BC acredita que os efeitos desses fatores sobre a inflação serão temporários.
Crescimento da economia

No Relatório de Inflação, publicado hoje (25), o BC reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano. A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) passou de 3,8% para 3,6%.

Questionado sobre o impacto do agravamento da pandemia no ritmo de crescimento econômico, Campos Neto disse que os indicadores são positivos, especialmente para o segundo semestre do ano.

“Não é que estamos super otimistas, acho que está bem qualificado, se todos olharem os dados do Relatório de Inflação estamos um pouco mais pessimistas em relação ao primeiro semestre. Nosso cenário [futuro] está contemplando a pandemia e aceleração na vacinação”, disse.

Segundo ele, o BC se baseia no cronograma do Ministério da Saúde para a vacinação, que projeta crescimento na distribuição de imunizantes a partir de maio e junho. "O BC não trabalha com hipóteses sobre cenários alternativos de vacinação”, disse, sobre uma possível insatisfação no ritmo de imunização da população.

Campos Neto disse ainda que o BC não observa nenhum “desrespeito às regras fiscais”, com o aumento dos gastos do governo com a pandemia. Segundo ele, houve uma contrapartida no esforço fiscal e ganhos institucionais, como as medidas de ajustes para estados e municípios, com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial.

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MINERAÇÃO

Futuros do minério de ferro na China sobem pelo 3° dia com forte demanda

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BOL - SP   26/03/2021

Os futuros de referência do minério de ferro na China subiram pela terceira sessão consecutiva nesta quinta-feira, com os preços spot no país estabilizando após uma recente liquidação devido a melhorias na demanda e alívio em preocupações sobre restrições à produção siderúrgica.

Participantes do mercado também miravam notícias que poderiam alimentar preocupações quanto a um aperto na oferta global do material usado na fabricação do aço, como inundações na Austrália e o bloqueio do Canal de Suez, disseram analistas.

O minério de ferro na bolsa chinesa de commodities de Dalian encerrou o pregão diurno com alta de 2,7%, a 1.067,50 iuanes (163,36 dólares) por tonelada.

Na bolsa de Cingapura, por outro lado, o minério de ferro operava estável, a 155,70 dólares por tonelada.

Os preços spot ficaram praticamente estáveis na quarta-feira, depois de uma liquidação na terça-feira impulsionada por temores de restrições à produção de aço na China devido a medidas de combate a poluição.

"Inundações na Austrália podem apertar a disponibilidade de minério de ferro", disseram analistas de commodities da ANZ em nota.

Já o bloqueio do Canal de Suez pelo encalhe de um navio causou temores de problemas na cadeia de suprimento, particularmente de commodities, disse Howie Lee, do OCBC Bank em Cingapura.

O aço para construção na bolsa de futuros de Xangai avançou 1,3%.

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Governo cria política para o licenciamento ambiental de mineração

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Agência Brasil - DF   26/03/2021

O governo federal estabeleceu a Política Pró-Minerais Estratégicos com o objetivo de identificar projetos de exploração de minerais de interesse para o país, que passarão a receber apoio do Programa de Parcerias de Investimento (PPI) no processo de licenciamento ambiental. O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro foi publicado hoje (25) no Diário Oficial da União e também institui o Comitê Interministerial de Análise de Projetos de Minerais Estratégicos.

A política foi criada e qualificada no PPI, o programa de privatizações e concessões à iniciativa privada do governo federal. Ela será promovida por meio da atuação do comitê criado, que analisará tecnicamente os projetos de mineração e os habilitará para receber o apoio ao licenciamento. A medida tem caráter permanente e, de acordo com o decreto, tem a finalidade de “articular ações entre órgãos públicos para priorizar os esforços governamentais para a implantação de projetos de produção de minerais estratégicos para o desenvolvimento do país”.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência explicou que a iniciativa não prevê, “de forma alguma”, flexibilizar o rigor da legislação ambiental, “que não está sofrendo qualquer alteração”.

“Todos os projetos habilitados continuarão obrigados a atender às mesmas exigências ambientais, bem como a cumprir as mesmas etapas do procedimento impostas a qualquer outro projeto mineral. A celeridade imprimida nos processos será buscada unicamente pelo apoio direto prestado pela Secretaria do PPI, sem qualquer supressão de exigências do processo de licenciamento”, diz a Secretaria-Geral.

De acordo com a Presidência da República, o Brasil tem reservas relevantes de minerais estratégicos com potencial para serem aproveitadas economicamente. “São projetos minerários importantes, considerados maduros e com disponibilidade de recursos financeiros para serem implementados, mas que apresentam ou podem apresentar desafios no seu desenvolvimento em razão de complexidades no processo de licenciamento ambiental”, explicou.

Os projetos serão habilitados de acordo com os seguintes critérios: bem mineral do qual o país depende de importação em alto percentual para o suprimento de setores vitais da economia; bem mineral que tem importância pela aplicação em produtos e processos de alta tecnologia; ou bem mineral que detém vantagens comparativas e que são essenciais para a economia pela geração de superávit da balança comercial do país.

“O objetivo da iniciativa é garantir o suprimento interno de bens minerais dos quais o país hoje é fortemente dependente de importação, consolidar e manter status de grande produtor e/ou exportador de determinados bens minerais e permitir que o Brasil ocupe espaços e conquiste posições de liderança global em novas cadeias minerais que apresentam previsão de forte crescimento de demanda”, diz a nota da Presidência.

O comitê será coordenado pelo Ministério de Minas e Energia e contará com a participação da Secretaria Especial do PPI do Ministério da Economia, do Gabinete de Segurança Institucional e da Secretaria Especial de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, além do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI). O MCTI, entretanto, só terá direito a voto em deliberações sobre terras-raras ou outros minerais estratégicos que tenham importância pela aplicação em produtos e processos de alta tecnologia.
Conselho da Amazônia

O presidente Jair Boslonaro também incluiu o MME no Conselho Deliberativo do Sistema de Proteção da Amazônia (Consipam). O colegiado passa a contar agora com dez ministérios, sendo a presidência exercida pelo Ministério da Defesa.

O decreto também foi publicado nesta quinta-feira no Diário Oficial da União.

O Consipam é um órgão deliberativo que tem por finalidade estabelecer diretrizes para a coordenação e a implementação de ações de governo no âmbito do Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam), em observância à Política Nacional Integrada para a Amazônia Legal.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Setor imobiliário mantém planos de expansão, mesmo com alta de juros no País

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O Estado de S.Paulo - SP   26/03/2021

O acirramento da pandemia e seus impactos sobre a economia brasileira no começo do ano adicionaram doses de incerteza e cautela nos planos das construtoras, mas não suspenderam a confiança de que o mercado imobiliário terá um desempenho saudável em 2021.

Essas empresas fecharam 2020 com alta de lançamentos, vendas, faturamento e lucro e, por ora, nenhuma empresa admitiu rever suas metas de lançamentos. A expectativa é que as vendas de imóveis se recuperem rapidamente após a reabertura dos estandes, assim como aconteceu no ano passado.

O principal argumento continua sendo os juros baixos do crédito, que estimulam a compra de imóveis como moradias ou investimentos. Mesmo com o início do ciclo de alta da Selic, os juros do financiamento devem permanecer abaixo da média histórica ao longo deste ano.

Hoje, essa taxa média é de 7%, de acordo com dados do Banco Central, mas pode cair para 5% dependendo da linha da instituição financeira. Já entre 2011 e 2019, a taxa média ficou entre 8% e 10% ao ano.

Outro ponto é que a queda nas vendas são amortecidas pelos canais digitais, que permitem desde a visualizações das plantas online até a assinatura de contratos. Já no começo da pandemia, há um ano, esse ainda não era um mecanismo amplamente adotado por incorporadoras e bancos.

Por fim, a expectativa é que a restrição para o funcionamento do comércio seja mais curta do que em 2020, uma vez que a vacinação em massa foi iniciada, ainda que a passos lentos.
O que dizem as empresas

"O cenário é incerto. Estamos acompanhando dia a dia a situação da pandemia. Mas as metas internas estão mantidas", afirmou o diretor de relações com investidores da incorporadora Cyrela Brazil Realty, Miguel Mickelberg. Segundo ele, as vendas foram "muito boas" em janeiro e fevereiro, o que reforça a expectativa de que o desempenho também será forte quando os estandes forem liberados.

A Tecnisa também avisou que está confiante de que será capaz de cumprir a sua meta de lançamentos avaliados entre R$ 1,2 bilhão e R$ 1,5 bilhão no biênio de 2020-2021. "A visitação no site está potente. Tão logo a cidade permita a reabertura dos estandes, acredito que isso será transformado em venda", disse o diretor de relações com investidores, Flávio Vidigal.

O presidente da Cury, Fabio Cury, classificou os juros do crédito imobiliário como "bastante benéficos", mesmo com potenciais altas, e disse ver pela frente um "ano promissor" para todo o mercado. O executivo citou também que há familiaridade de corretores e compradores com os canais digitais, o que alivia o impacto dos estandes fechados. "Não é a mesma coisa vender nessa maneira, mas temos um sistema de vendas para encarar o lockdown", explicou.

O pensamento é semelhante na MRV, maior construtora residencial do País. "Apesar da confusão de curto prazo, estou muito otimista com 2021. Acredito que teremos um ano ainda melhor e ainda mais forte para a companhia, afirmou o copresidente da MRV, Eduardo Fischer. Segundo o executivo, a demanda e as vendas continuam fortes neste começo de ano.

O presidente da Even, Leandro Melnick, admitiu que o momento é de pouca visibilidade sobre o ritmo de lançamentos devido à crise sanitária, mas afirmou que os planos estão de pé, ao menos por ora. "Os últimos lançamentos foram bem absorvidos pelo mercado", comentou. "Esperamos uma janela de restrição por causa do covid mais curta do que a ocorrida no ano passado. Se a onda for rápida, estamos bem estruturados para lançar", acrescentou.

Já a Eztec adotou um tom um pouco mais moderado. A incorporadora ainda não abriu novos estandes neste ano, pois viu seu estoque crescer após os lançamentos no fim do ano passado. Agora, quer acompanhar a liquidez desse estoque e o comportamento da economia brasileira antes de avançar.

"O cumprimento da meta não depende da empresa, que tem os terrenos, os projetos, os estandes", enfatizou o presidente, Flávio Zarzur. "Estaremos preparados para lançar volumes muito altos no segundo trimestre", disse "E se entendemos que vacinação melhorou um pouquinho, podemos acelerar".
Temporada de alta

As incorporadoras listadas na Bolsa brasileira (B3) tiveram lucro líquido consolidado de R$ 905 milhões entre outubro e dezembro de 2020, uma expansão de 36% em relação ao mesmo período de 2019. Com mais lançamentos e vendas, as empresas ampliaram a receita e diluíram os custos, com melhora da margem, de modo geral. O aumento dos custos dos materiais, entretanto, pode pressionar essa margem nos próximos meses.

O endividamento controlado também aliviou despesas com juros em relação aos trimestres anteriores. Já algumas empresas que oferecem financiamento aos seus clientes, como Cyrela e Eztec, por exemplo, reportaram ganhos pelo reajuste dos contratos de empréstimo pela inflação.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) conjunto alcançou R$ 1,150 bilhão, aumento de 29%. E a receita líquida totalizou R$ 7 bilhões, expansão de 19%.

O levantamento foi feito pelo Estadão/Broadcast a partir dos balanços divulgados por 16 companhias - Cyrela, Cury, Direcional, Even, Eztec, Gafisa, Helbor, Lavvi, Melnick, Mitre, Moura Dubeux, MRV, Plano & Plano, RNI, Tecnisa e Trisul.

 

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PETROLÍFERO

Gasodutos: NTS abre consulta ao mercado para Chamada Pública Incremental

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TN Petróleo - RJ   26/03/2021

A Nova Transportadora do Sudeste (NTS) inicia essa semana a fase de consulta pública para mapeamento da demanda por capacidade de transporte em sua malha. Nesta etapa, que representa o estágio inicial da primeira chamada pública incremental promovida pela transportadora, os carregadores poderão manifestar a necessidade por capacidade em qualquer ponto da malha, ou até mesmo solicitar a construção de novos trechos. As indicações de interesse podem ser feitas até 22 de abril.

Em seguida, caso as solicitações de capacidade mapeadas pela consulta ao mercado não possam ser atendidas pela malha atual da NTS e demandem a ampliação da infraestrutura, a transportadora iniciará a segunda etapa do processo. Esta fase tem como objetivo elaborar projetos de capacidade incremental que sejam capazes de atender à demanda do mercado. Após a aprovação dos projetos pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a NTS iniciará o processo da chamada pública para negociação de sua capacidade já instalada ou ampliada. Nesta etapa vinculante, com a efetiva reserva de capacidade, os carregadores submeterão propostas que vão resultar na assinatura dos contratos de transporte.

Com esta Chamada Pública Incremental, a NTS poderá atender as necessidades reais dos carregadores, com expansões da malha e aumento de capacidade, reduzindo gargalos que possam surgir com a ampliação do atendimento a futuras demandas. A previsão é que todo o processo esteja concluído no fim do primeiro trimestre de 2022. Mais informações sobre a chamada pública incremental podem ser obtidas no site da NTS.

Outras Chamadas Públicas

Além da consulta ao mercado com vistas a ampliar a capacidade de sua malha, a NTS está elaborando outras duas chamadas públicas. A CP01 tem como objetivo ofertar a capacidade remanescente liberada pela Petrobras, atual carregador. Com conclusão prevista para dezembro deste ano, essa Chamada Pública representa um importante passo para a abertura do mercado, já movimentado pela recente aprovação pelo Congresso Nacional da Nova Lei do Gás. A CP01 será a primeira oportunidade para um novo carregador, além da Petrobras, contratar capacidade firme na malha da NTS.

Também em fase de elaboração, a CP02 tem como objetivo construir o GASIG, o gasoduto Itaboraí-Guapimirim, que desempenhará função estratégica no escoamento da futura produção de gás do pré-sal. Esta Chamada Pública dará oportunidade aos carregadores interessados em compartilhar a nova infraestrutura, de 11 quilômetros de extensão, que representa o primeiro novo duto de transporte construído em mais de uma década.

A abertura ao mercado das duas novas Chamadas Públicas da NTS poderá ser acompanhada pelo site da transportadora.

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OPEP+ manterá uma tampa na produção essencial de petróleo

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O Petróleo - SP   26/03/2021

A OPEP+ provavelmente decidirá manter a produção de petróleo essencialmente estável por mais um mês, de acordo com quatro fontes da Reuters.

A Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos têm se manifestado a favor da necessidade de pisar levemente quando se trata de quanto petróleo é colocado no mercado. E esta semana talvez seja uma prova positiva de que o grupo seria sábio em prestar cuidado.

Na terça-feira desta semana, o preço do petróleo Brent caiu para US$ 60,86 por barril, de US$ 69,63 por barril em 11 de março. Na quarta-feira, o preço havia se recuperado para quase US$ 64 por barril — um aumento de mais de 5% no dia.

As dramáticas flutuações de preços são atribuíveis a uma variedade de eventos, incluindo os números do inventário de petróleo dos EUA, outra rodada de bloqueios na UE, preocupações com a segurança e eficácia das vacinas AstraZeneca e um navio preso no canal de Suez causando um engarrafamento de petroleiros.

Não importa a razão para as oscilações de preços, os dados sugerem que o mercado ainda é sensível a estímulos — alta ou baixa, e nada além de um aumento sustentado da demanda provavelmente curará isso.

Mesmo que a OPEP mantenha a produção estável para abril — ou permita que alguns produtores ansiosos aumentem ligeiramente — ainda há alguns curingas que ameaçam a capacidade da OPEP de manter os suprimentos apertados: Líbia e Irã.

A Líbia, completa com seu governo unificado e isenta do acordo de corte de produção da OPEP, tem planos — e agora talvez a capacidade — de aumentar sua produção de petróleo. As ambições da Líbia são elevar sua produção de petróleo para 1,45 milhão de bpd até o final do ano de 1,3 milhão de bpd agora.

Irã e Venezuela também estão isentos dos cortes de produção. As exportações de petróleo do Irã têm aumentado, e a produção da Venezuela tem aumentado, mesmo que ligeiramente.

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ANP iniciará consulta pública sobre fiscalização de exploração e produção de petróleo e gás

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TN Petróleo - RJ   26/03/2021

A Diretoria da ANP aprovou hoje (25/3) a realização de consulta e audiência públicas sobre a revisão da Resolução nº 37/2015 (https://atosoficiais.com.br/anp/resolucao-n-37-2015?origin=instituicao&q=37/2015). A norma regulamenta o procedimento de fiscalização, pela Agência, da segurança operacional no segmento de exploração e produção (E&P) de petróleo e gás natural, baseado na identificação de não conformidades, estabelece os casos passíveis de concessão de prazo para adequação aos regulamentos técnicos e dá outras providências.

A revisão da Resolução ANP nº 37/2015 tem o objetivo de promover simplificação administrativa e maior segurança jurídica aos operadores, além de conferir maior eficiência às ações de fiscalização da segurança das operações de exploração e produção. A proposta está em linha com o entendimento da ANP de que o fomento a um ambiente operacional seguro e livre de acidentes é essencial para o desenvolvimento sustentável da exploração e produção no Brasil.

A minuta aprovada para submissão a consulta e audiência propõe melhorias no texto da norma, tornando-o mais claro e objetivo. Também elimina obrigações documentais e de baixo impacto na segurança operacional, permitindo uma melhor alocação de recursos, para que o operador promova a melhoria contínua do sistema de gestão de segurança operacional.

Uma das principais alterações é a dispensa da obrigatoriedade de envio, pelo agente regulado, de evidências do saneamento das não conformidades identificadas pela fiscalização da ANP, bem como dos planos de ação que visam demonstrar os passos para essa regularização. Após a implementação da revisão, tais documentos passam a ser mantidos sob a guarda do operador da instalação e poderão ser solicitados, a critério da Agência, ou verificados em fiscalizações, gerando economia processual e melhor alocação de recursos.

Outros elementos propostos conferem transparência e consistência regulatória à atuação da ANP, promovendo maior equilíbrio entre as obrigações impostas aos agentes e os objetivos regulatórios.

O processo de consulta e audiência públicas, previsto na Agenda Regulatória da ANP para o ano de 2021, permitirá o amplo debate entre as partes interessadas, visando ao enriquecimento e aprimoramento da norma, que foi tema de workshop em dezembro de 2020 (https://www.gov.br/anp/pt-br/canais_atendimento/imprensa/noticias-comunicados/anp-realiza-workshop-sobre-fiscalizacao-em-seguranca-operacional).

A minuta de resolução, outros documentos referentes à consulta e procedimentos para participação estarão disponíveis na página de Consultas e Audiências Públicas após sua publicação no Diário Oficial da União (https://www.gov.br/anp/pt-br/assuntos/consultas-e-audiencias-publicas/consulta-audiencia-publica).

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