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26 de Fevereiro de 2021

SIDERURGIA

Usiminas busca startups para encontrar soluções em transporte e cargas

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Portal Fator Brasil - RJ   26/02/2021

A indústria líder no mercado de aços planos no Brasil está em busca de soluções para o monitoramento de correias transportadoras e para o planejamento integrado de cargas. A Usiminas, dentro do seu programa voltado para inovação inovaAÍ, juntamente ao FIEMG Lab lançam o Usiminas Challenge FIEMG Lab com foco em inovação aberta e novas tecnologias. Startups de todo o país podem se inscrever, até 10 de março de 2021, para apresentar soluções inovadoras para os dois desafios que uma das maiores siderúrgicas do país propôs.

O Desafio Monitoramento de Correias Transportadoras busca soluções inovadoras que proporcionem um monitoramento para predição de falhas e danos estruturais das correias Flexowell, com o objetivo de ampliar a segurança das pessoas, a eficiência das operações e redução de custos. Já o Desafio Planejamento Integrado de Cargas busca otimização do fluxo do recozimento ao apoiar a tomada de decisão, integrando, em tempo real, a disponibilidade de cargas, fornos e resfriadores, com o objetivo de aumentar a eficiência operacional, a disponibilidade produtiva e a visibilidade do processo.

Se você ainda está pensando se vale a pena participar, a gente te ajuda! Os times selecionados terão a possibilidade de contratação para realizar testes industriais remunerados em ambientes reais de operação, trabalharão junto a equipes experientes, uma vez validada a solução, terão ainda a possibilidade de contratação definitiva e escala de fornecimento, além de apoio logístico para participação.

Cronograma do Usiminas Challenge FIEMG Lab: Inscrições até 10 de março.

Anúncio das selecionadas: 24 de março. Serão selecionadas até quatro soluções por desafio para participação da próxima fase.

Nivelamento técnico: de 25 de março a 23 de abril. Haverá o nivelamento de expectativas e possibilidades técnicas, além da construção dos melhores modelos de soluções. Prova de conceito (POC): de 31 de maio a 30 de julho. Serão feitos testes das tecnologias selecionadas em ambiente controlado ou in loco, de acordo com os parâmetros aprovados nas propostas de projeto. | Dúvidas ou informações pelo endereço: https://bit.ly/3dINWRf

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Comemorando receita recorde em 2020

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Brasil Mineral - SP   26/02/2021

Depois de obter êxito em seu IPO, em meados de fevereiro, com uma captação primária de R$ 1,3 bilhão, a CSN Mineração está comemorando bons resultados em 2020, já que fechou o ano com uma receita recorde de R$ 12,7 bilhões e um Ebitda de R$ 8,1 bilhões, com margem de 70%. O bom resultado permitiu à empresa pagar generosos dividendos em 2020, que somaram R$ 3,8 bilhões, correspondentes a cerca de 95% do lucro líquido. O compromisso da empresa com o mercado é distribuir entre 80 e 100% do lucro líquido, na forma de dividendos e juros sobre capital, se possível trimestralmente. As vendas de minério de ferro totalizaram 31,156 milhões t no ano, uma redução de 16% em relação a 2019, que foi compensada com o aumento na receita, em função dos melhores preços.

Segundo Pedro Oliva, CFO e diretor executivo de Relações com Investidores da CSN, os projetos de expansão estão avançando conforme o cronograma. “A planta principal da Fase 1, a P15, já está licenciada, com a terraplenagem bastante avançada e a compra do primeiro pacote de equipamentos, depois da equalização técnica das propostas, já se encontra em negociação comercial”. Para mais detalhes sobre os projetos da CSN veja www.brasilmineral.com.br/revista/406

O cash-cost do minério de ferro, em 2020, ficou em US$ 16,50/t e a meta da empresa é que em 2021 esse custo caia para US$ 16,00/t. O volume de vendas projetado para este ano é de 38-40 milhões t.

O executivo também informou que a empresa avançou em seu grande diferencial no setor de mineração, que é sua independência de barragens de rejeitos. “Conseguimos descaracterizar a primeira barragem, a B5, e já concluímos os trabalhos técnicos de descaracterização da segunda barragem, que é a do Vigia. Os documentos já foram protocolados na ANM e estão em análise”. Ele acrescenta que a empresa conseguiu reduzir em 32% o consumo de água no processo de beneficiamento e continuou a preservar e proteger mais de 4 mil hectares de áreas em grande parte de Mata Atlântica, além de alcançar 100% da utilização de energia renovável em 2020.

De acordo com o CEO da CSN, Benjamin Steinbruch, além de dobrar a sua capacidade de produção nos próximos quatro anos, a empresa deve aumentar a compra de minério no mercado, para aumentar seu volume de comercialização e está analisando possíveis oportunidades de aquisição ou associação com outros players. Ele informou que atualmente a CSN compra no mercado cerca de 8 milhões de toneladas/ano e quer aumentar bastante esse número. “Vemos oportunidades no mercado e queremos explorar, em paralelo ao crescimento orgânico, porém sem comprometer nossa estratégia de desalavancagem. Em fato relevante ao mercado, a CSN comprometeu-se a manter uma relação dívida líquida/Ebitda de no máximo 1x.

Menos

Investimentos de R$ 3,5 bilhões em 2021

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Brasil Mineral - SP   26/02/2021

A Gerdau anunciou que deverá ter um desembolso de Capex de R$ 3,5 bilhões em 2021, mais que o dobro do que foi investido em 2020, quando o desembolso de Capex somou R$ 1,6 bilhão. O valor a ser investido em 2021 está assim dividido: R$ 862 milhões para manutenção em Ouro Branco, R$ R$ 1,132 bilhão em expansão e atualização tecnológica e R$ 1,502 bilhão em manutenção geral.

De acordo com a empresa, do total de desembolsos em 2020, cerca de 26% estão relacionados com melhorias ambientais nas instalações existentes, com destaque para os seguintes itens: Novo sistema de filtragem de rejeitos, projeto inovador no processo de mineração de ferro e que permitirá́ a eliminação de barragens; Formação de florestas plantadas para assegurar o abastecimento de biomassa em suas nossas Usinas, resultando em um benefício ambiental e auxiliando a empresa em sua gestão de carbono com a redução da emissão de gases causadores da mudança do clima, já que o biorredutor é uma fonte renovável de carbono.; Ampliação e modernização de sistemas de controle ambiental como despoeiramento, lagoa de tratamento de efluentes, recebimento e beneficiamento de sucata com objetivo de reduzir impactos nos temas materiais relacionados a emissões atmosféricas e gestão hídrica; Melhorias e atualização tecnológica que proporcionam maior ganho em eficiência energética e redução de gases de efeito estufa relacionados a redução de perdas em processos de lingotamento contínuo, forno elétrico a arco, fornos de esferoidização e movimentação logística.

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ECONOMIA

IGP-M acumula inflação de 28,94% em 12 meses, diz FGV

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Agência Brasil - DF   26/02/2021

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel, registrou inflação de 2,53% em fevereiro deste ano. Em janeiro, a taxa ficou em 2,58%. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), com o resultado, o índice acumula taxas de inflação de 5,17% no ano e de 28,94% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve inflação de 3,28% em fevereiro, um pouco abaixo dos 3,38% de janeiro.

Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, também apresentou recuo na taxa de inflação, ao passar de 0,41% em janeiro para 0,35% em fevereiro.

O Índice Nacional de Custo da Construção foi o único dos subíndices que teve alta na taxa de inflação de janeiro para fevereiro, ao passar de 0,93% para 1,07% no período.

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Matérias-primas no atacado têm maior alta em 12 meses desde 1995

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O Estado de S.Paulo - SP   26/02/2021

Puxados pelo mercado internacional, os preços em reais das matérias -primas brutas, que incluem minério de ferro, cobre, soja, bovinos, entre outras importantes commodities, por exemplo, deram um galope em janeiro. Em 12 meses, registraram a maior alta da série iniciada em agosto de 1995. Entre fevereiro de 2020 e o mês passado, a cotação em reais dessas matérias-primas no atacado subiu 71,61%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV), apurados para o cálculo do Índice Geral de Preços -Disponibilidade Interna (IGP-DI). Foi um avanço de mais de dez pontos porcentuais em apenas um mês e uma mudança de tendência. Em dezembro, o ritmo de alta havia perdido força em relação a novembro.

“Os preços em alta dessas commodities, que são a base de muitas cadeias de produção da economia, sobrecarregam vários segmentos”, alerta o economista André Braz, coordenador do Índice Preços ao Consumidor da FGV. “É um impacto difuso, porque, no caso das commodities metálicas, pega boa parte da cadeia industrial”, concorda o economista-chefe da MB Associados, Sergio Vale.

O reflexo direto da escalada das cotações das matérias-primas no dia a dia é mais pressão de custos na indústria, que pode resultar em novos reajustes de preços ao consumidor. O leque de produtos cujos preços podem ser afetados pela escalada das matérias-primas é amplo: vai de insumos usados na construção civil, na indústria química até o carro zero.

Mas o estrago mais visível e imediato é na mesa do brasileiro, no tradicional prato feito. Em 12 meses até janeiro, arroz, feijão preto, carne e ovo, por exemplo, subiram 74,14%,54,24%, 22,82% e 10,13%, respectivamente, segundo dados da inflação oficial, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do IBGE.

Não é de hoje que a comida tem sido a vilã da inflação. Em 12 meses até janeiro, a alimentação no domicílio acumula alta de quase 20% no IPCA. É um resultado quatro vezes maior do que a inflação geral no mesmo período (4,56%).

No mês passado, os preços do grupo alimentação e bebidas no indicador até desaceleraram em relação a dezembro. Mesmo assim, registraram aumento na casa de 1% em apenas um mês. Também em janeiro os alimentos responderam por quase a totalidade da inflação geral do mês (0,22 pontos de 0,25%). “Acima de 1% em um mês na alimentação, preocupa”, diz Braz.

Na cesta básica da Fundação Procon de São Paulo, os preços de 28 itens que compõem a lista de alimentos também subiram mais de 1% no mês passado. A cesta de comida que custava, em média, R $883,28 em dezembro, atingiu R $893,37 em janeiro e comprometeu mais de 80% da renda das famílias que vivem com um salário mínimo. Para os mais pobres, o gasto com alimentos consome a maior parte da renda e sobra muito pouco para as demais despesas básicas.

Entre os alimentos que mais contribuíram para alta de preços da cesta básica do Procon estão aves e embutidos, como linguiça e presunto, cujos custos estão atrelados à alta dos grãos no mercado internacional. Milho e soja, que ficaram 68,9% e 96,3% mais caros no atacado nos últimos 12 meses, são usados para alimentar os animais.

Diante de tantas pressões, economistas já começam a revisar para cima as projeções de inflação para 2021. No Boletim Focus, do Banco Central, da semana passada o mercado projetava 3,62% para a mediana do IPCA e, nesta semana, subiu para 3,82%. Há um mês a expectativa era de uma alta de 3,50%.

As projeções do mercado estão acima de 3,75%, o centro da meta. “3,75% para mim é piso, a inflação será pressionada não só por alimentos, mas por conta de muitas outras coisas que serão colocadas em dia”, diz Braz. Por enquanto, ele projeta um IPCA em torno de 4% para este ano.

Mais pessimista, o economista Fábio Silveira, sócio da MacroSector espera inflação “desconfortável” de 4,5% para 2021, a mesma marca de 2020. Na sua avaliação, o principal motivo para alta é a pressão do câmbio acumulada ao longo de 2020, de mais de 30%, que impulsionou os custos das empresas na esfera do atacado. “Agora as empresas estão tentando repassar para o varejo, mesmo com a demanda fraca.”

Apesar das perspectivas da fraqueza da atividade no primeiro semestre deste ano, Silveira enxerga condições mínimas para o repasse. Ele aponta a expectativa de um aumento de três milhões no número de trabalhadores ocupados para 2021, que, do ponto de vista macroeconômico, faz alguma diferença. Esses ocupados, mesmo com uma massa de rendimentos menor, terão acesso ao crédito, argumenta. “Essa é a condição básica pra sustentar um pouco mais de demanda e um pouco mais de repasse.”

Vale, da MB Associados, é outro economista que está pessimista com a inflação. “É muito provável que veremos as três grandes cadeias de commodities – agropecuárias, metálicas e petróleo – causarem pressão inflacionária ao longo do ano”, diz. Há algum tempo a consultoria tem a expectativa de que a inflação ao consumidor fique em 3,8% em 2021, mas já considera a possibilidade de aumentar essa projeção.

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Arrecadação tem queda real de 1,5% em janeiro, para R$ 180 bilhões

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O Estado de S.Paulo - SP   26/02/2021

A Receita Federal informou nesta quinta-feira, 25, que a arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais registrou queda real (descontada a inflação) de 1,5% em janeiro, na comparação com o mesmo mês de 2020. Ao todo, a arrecadação somou R$ 180,221 bilhões.

O resultado de janeiro deste ano interrompe uma série de cinco meses seguidos de crescimento real, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Apesar da queda na comparação com janeiro de 2020, os números oficiais mostram que o resultado ficou acima de anos anteriores. O valor arrecadado foi o segundo maior para meses de janeiro da série, que tem início em 2008, ficando atrás apenas do primeiro mês de 2020, quando foi R$ 182,969 bilhões, em valores corrigidos.

O resultado veio dentro do intervalo de expectativas de 19 instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast, que ia de R$ 166,528 bilhões a R$ 190 bilhões.

O desempenho da arrecadação no mês de janeiro foi impulsionado por pagamentos atípicos de Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido e de quotas do Imposto de Renda das Pessoas Físicas que seriam pagas em 2020 e foram adiadas por conta da crise do coronavírus.

Por outro lado, de acordo com relatório divulgado pela Receita Federal, houve aumento das compensações tributárias efetuadas em janeiro, que somaram R$ 23,097 bilhões, uma alta de 38,41%, o que reduziu a arrecadação do mês.

No mês passado, a arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 180,221 bilhões, um recuo real (já descontada a inflação) de 1,5% na comparação com o mesmo mês de 2020. Em relação a dezembro do ano passado, houve aumento real de 13,02%.

O valor arrecadado foi o segundo maior para meses de janeiro da série, que tem início em 2008, ficando atrás apenas do primeiro mês de 2020, quando foi R$ 182,969 bilhões, em valores corrigidos.

De acordo com a Receita, sem considerar os pagamentos atípicos e as compensações, haveria um crescimento real de 3,72% da arrecadação no mês passado. Em janeiro, houve alta real de 5,78% na arrecadação do IRPJ e da CSLL, que somaram R$ 57,591 bilhões. Houve pagamentos atípicos de R$ 1,5 bilhão decorrentes da alienação de participações societárias por algumas empresas.

Em janeiro, o IRPF apresentou uma arrecadação de R$ 3,498 bilhões, crescimento real de 63,75%, devido ao diferimento do pagamento do imposto. Houve crescimento ainda na arrecadação do Imposto sobre a Importação e o IPI Vinculado (20,26%) por conta de aumento na taxa média de câmbio (29,08%), entre outros fatores.

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Indústria sinaliza boa perspectiva para o PIB no 1º trimestre de 2021

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Ministério da Economia - DF   26/02/2021

“Os resultados dos indicadores econômicos mostram a recuperação consistente da economia, assim como um acerto das medidas governamentais adotadas para mitigar os efeitos adversos provocados pela pandemia da Covid-19”. A análise é do coordenador-geral de Modelos e Projeções Econômico-Fiscais da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia (SPE/ME), Sérgio Gadelha, durante apresentação da Conjuntura Macroeconômica e Arrecadação Bruta de Tributos Federais, nesta quinta-feira (25/2), em coletiva virtual.

A indústria seguiu como destaque na expansão da atividade econômica no quarto trimestre de 2020, sinalizando boa perspectiva para o Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2021. De acordo com o documento da SPE, o avanço do Índice do Banco Central de Atividade (IBC-Br) – que é um indicador prévio do PIB – tem refletido as altas da produção industrial (PIM), que destaca o crescimento da indústria pelo oitavo mês seguido.

De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor de serviços permaneceu estável. “É natural que esse setor se recupere mais lentamente porque são os mais dependentes do fim do isolamento social para poderem operar em plena capacidade”, explicou Gadelha. E completou: “À medida que as incertezas com a pandemia forem diminuindo, com avanços na imunização e a reabertura da economia, o setor de serviços tende a ser beneficiado”.

Para Sérgio Gadelha, a melhora na atividade econômica se mantém em um contexto de progressão apropriada do processo de vacinação, bem como no acerto das medidas governamentais adotadas para mitigar os efeitos da pandemia da Covid-19.

Mercado de trabalho

Os últimos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram a tendência da retomada econômica em curso e o saldo de empregos formais em cada mês do ano de 2020 evidenciam a recuperação em V do mercado de trabalho brasileiro.

“As medidas econômicas do governo para a preservação de emprego e renda começaram a surtir efeito já a partir de maio de 2020, revertendo a tendência de aumento da distribuição líquida de empregos formais”, apontou Gadelha.

Alta frequência

A análise da SPE destaca que, segundo o último Relatório Focus – do Banco Central – o mercado espera a contração de 3,29% do PIB para este ano, permanecendo em 2,5% para 2022. As previsões dos analistas de mercado continuam convergindo para a previsão feita pela SPE.

O estudo mostra que o consumo de energia segue próximo aos patamares observados em 2020 – em níveis superiores ao período pré-pandemia – sendo impactada pela manutenção da expansão da produção industrial.

Arrecadação

A arrecadação total em janeiro de 2021 foi muito próxima do esperado pelo mercado, com o menor índice de erro nos últimos 12 meses. O estudo alerta que ainda se espera elevados erros de previsão devido à dificuldade de se fazer projeções em meio a uma pandemia.

“As projeções de mercado sobre a arrecadação federal continuam a indicar expectativas de retomada da atividade econômica, que tem se verificado ainda mais fortemente do que esperado pelo mercado, na arrecadação”, destacou o coordenador-geral de Modelos e Projeções Econômico-Fiscais da Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia.

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Após 11 meses no vermelho, contas do governo têm superávit de R$ 43,2 bi em janeiro

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O Estado de S.Paulo - SP   26/02/2021

As contas do governo central voltaram a registrar superávit primário em janeiro, após 11 meses consecutivos de rombos causados pelos gastos de enfrentamento à pandemia de covid-19. No mês passado, a diferença entre as receitas e as despesas ficou positiva em R$ 43,219 bilhões.

Com isso, o resultado - que reúne as contas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central - foi o segundo melhor desempenho para o mês na série histórica, iniciada em 1997. O resultado só não foi melhor que o de janeiro de 2020, quando houve superávit de R$ 44,133 milhões. Em dezembro do ano passado, o rombo nas contas públicas foi de R$ 44,113 bilhões.

O superávit do mês passado ficou melhor que as expectativas do mercado financeiro, cuja expectativa apontava um saldo positivo de R$ 39,7 bilhões, de acordo com levantamento do Projeções Broadcast com 19 instituições financeiras.

Em janeiro, as receitas tiveram queda real de 0,1% em relação a igual mês do ano passado. As despesas caíram 0,4% na mesma comparação, já descontada a inflação.

“O superávit de janeiro de 2021 foi muito próximo de janeiro de 2020 As receitas e despesas tiveram certa estabilidade na comparação com 2020. Em termos de resultado fiscal, estamos voltando a nível pré-pandemia”, afirmou o secretário do Tesouro, Bruno Funchal. “Esperamos uma reversão no déficit primário em 12 meses a partir de março, abril deste ano, quando os piores meses de 2020 ficarem para fora dessa janela”, completou o secretário.

Em 12 meses até janeiro, o governo central apresenta um déficit de R$ 776,4 bilhões - equivalente a 10% do PIB. A meta fiscal proposta pela equipe econômica para este ano admite um déficit de até R$ 247,118 bilhões nas contas do governo central.

Fatores que influenciaram o resultado de janeiro

O resultado positivo nas contas do governo central em janeiro foi influenciado por dois fatores principais: o atraso na aprovação do Orçamento de 2021 e a interrupção de gastos emergenciais para combater a covid-19.

Segundo o Tesouro Nacional, o superávit veio significativamente superior à mediana das expectativas dos agentes do mercado coletadas pela pesquisa Prisma Fiscal do Ministério da Economia, que indicava um resultado positivo de R$ 27,5 bilhões.

Como o Orçamento ainda não foi aprovado, o governo está executando as despesas obrigatórias na proporção de 1/12 ao mês em relação ao previsto no projeto de lei orçamentária. No caso das despesas discricionárias, que incluem custeio e investimentos, ouve um controle ainda maior “na boca do caixa”, e a execução está ocorrendo na proporção 1/18 ao mês em relação ao previsto.

A despesa também foi “significativamente influenciada” pela interrupção dos gastos emergenciais de combate à crise da covid-19. Ainda sob a vigência do orçamento de guerra, que livrou os gastos contra a pandemia das amarras fiscais, essas despesas somaram R$ 33,5 bilhões em dezembro 2020. Já em janeiro, com o orçamento de guerra já sem efeito, esse valor foi bem menor, de R$ 2,0 bilhões.

Foram executadas principalmente despesas adicionais do Ministério da Saúde e demais ministérios (R$ 1,2 bilhão), do Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda (R$ 346 milhões) e do auxílio emergencial (R$ 279,1 milhões). Esses gastos haviam sido inscritos nos chamados restos a pagar, despesas herdadas de anos anteriores e que só agora são executadas.

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Para segurar o dólar, BC vende US$ 1,5 bilhão de reservas internacionais

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O Estado de S.Paulo - SP   26/02/2021

Para segurar a cotação do dólar, o Banco Central vendeu US$ 1,535 bilhão das reservas internacionais brasileiras em dois leilões à vista nesta quinta-feira, 25. A ações do BC ocorreram entre 13h20 e 13h25, depois que a moeda americana chegou a R$ 5,51, e entre 15h37 e 15h42. Com os leilões, as cotações voltaram para menos de R$ 5,50.

Na primeira operação, foram vendidos US$ 920 milhões. Na segunda, US$ 615 milhões foram negociados.

Na segunda-feira, o BC já tinha entrado no mercado para segurar o dólar com leilão de US$ 1 bilhão, mas por meio de outro instrumento. A intervenção foi feita por swap cambial, um tipo de contrato ligado ao câmbio que, ao ser negociado pelo BC, tem efeito equivalente à venda de dólares no mercado futuro. Como o mercado futuro da moeda americana é o mais líquido no Brasil, sempre que negocia swaps o BC acaba por afetar também as cotações do dólar à vista - utilizado em transações comerciais, remessas ao exterior e operações entre instituições financeiras, por exemplo.

Nesta quinta, além dos fatores internos, os investidores estão temerosos com a aceleração da inflação na economia mundial, o que ajuda a fortalecer o dólar e pressionar os ativos de riscos pelo mundo.

As Bolsas em Nova York fecharam em forte queda e aqui, o Ibovespa teve recuo de 2,9%, com peso também dos papéis da Petrobrás ON e PN, que caíram 3,87% e 4,96% cada.

No noticiário, a diretora-executiva da Fitch Ratings, Shelly Shetty, afirmou que “a agenda de privatizações no Brasil está parada, o que ocorre particularmente nesta semana”, numa referência à intervenção na Petrobrás.

O presidente da Petrobrás, Roberto Castello Branco, insistiu em teleconferência com analistas de mercado que os funcionários da empresa são um ativo que deve garantir a evolução da companhia, independentemente de quem assumir o comando da estatal. "A empresa tem pessoal, conhecimento tecnológico e capacidade de inovação para avançar", afirmou.

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MINERAÇÃO

Aço e minério de ferro sobem na China com recuperação macro melhorando perspectivas

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BOL - SP   26/02/2021

Os futuros do aço e do minério de ferro na China avançaram nesta quinta-feira, em meio a expectativas de que uma recuperação global de efeitos da pandemia de coronavírus, enquanto preocupações com a oferta de aço devido a restrições de produção no pólo siderúrgico de Tangshan também ajudaram a commodity.

O contrato mais ativo do vergalhão de aço na bolsa de futuros de Xangai, para entrega em maio, chegou a saltar 3,8%, para 4.746 iuanes (735,53 dólares) por tonelada, o maior nível desde agosto de 2009. Ele fechou em alta de 2,5%, a 4.686 iuanes por tonelada.

No minério de ferro, o contrato mais ativo na bolsa de commodities de Dalian fechou em alta de 1,4%, a 1.131 iuanes por tonelada.

"A situação da pandemia está melhorando no país e no exterior, a atmosfera macro está melhorando e os preços sobem, para corrigir expectativas anteriores fracas", disseram analistas da GF Futures em nota.

A demanda por cinco produtos de aço principais na China, incluindo vergalhão, produtos laminados a quente e a frio e chapas grossas médias, aumentou 24%, para 7,43 milhões de toneladas até 25 de fevereiro da semana anterior, mostraram dados da consultoria Mysteel.

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Vale tem lucro de R$ 4,83 bilhões no 4º trimestre e encerra 2020 no azul

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O Estado de S.Paulo - SP   26/02/2021

Com o impulso da alta no preço das commodities, a mineradora Vale reportou nesta quinta-feira, 25, um lucro líquido de R$ 4,83 bilhões no quarto trimestre do ano passado, revertendo prejuízo de R$ 6,4 bilhões anotados no mesmo intervalo de 2019. O ganho, contudo, caiu 69% em relação ao trimestre imediatamente anterior por conta de gastos referentes ao acordo firmado com o Estado de Minas Gerais, relacionado à tragédia de Brumadinho (MG). No ano, o lucro da Vale somou R$ 24,9 bilhões, revertendo prejuízo de R$ 8,7 bilhões em 2019.

O acordo relativo à tragédia de 25 de janeiro de 2019, que resultou na morte de 270 pessoas e gerou grandes passivos ambientais, teve um efeito negativo de R$ 19,8 bilhões no resultado da Vale. Segundo a mineradora, desse montante, R$ 5,4 bilhões serão liquidados com a liberação dos depósitos judiciais.

A receita líquida da produtora de minério de ferro, ainda no intervalo de outubro a dezembro, foi a R$ 78,94 bilhões, expansão de 92% em comparação com o ano anterior. A alta tanto no faturamento quanto no resultado final veio apesar de a mineradora não ter conseguido entregar crescimento de sua produção, por causa da pandemia e ainda pelos efeitos da tragédia de Brumadinho, que em janeiro completou dois anos.

“Foi um ano em que demos passos importantes para nos tornarmos um operador mais confiável. Ao estabelecer o Acordo Global de Brumadinho, melhorando nossos padrões de segurança e retomando parcialmente todas as nossas operações de minério de ferro interrompidas em 2019, avançamos na redução do risco de nossos negócios”, destacou o presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, no documento que acompanhou o demonstrativo financeiro da empresa.
Produção

Em 2020, a Vale produziu 300,385 milhões de toneladas de minério de ferro, queda de 0,5% ante 2019. O volume ficou dentro da meta revisada pela companhia em dezembro do ano passado. A estimativa inicial da empresa, divulgada antes da pandemia, projetava uma produção entre 310 milhões e 330 milhões de toneladas.

Passados dois anos do desastre que matou 272 pessoas, a Vale ainda tem o desafio de recuperar sua capacidade de produção. Após Brumadinho, a empresa teve uma série de operações paralisadas por ordens da Justiça ou da Agência Nacional de Mineração (ANM). No fim do ano passado, a mineradora divulgou uma estimativa de produção entre 315 milhões a 355 milhões de toneladas para 2021, abaixo do divulgado anteriormente.

O plano de retomada da Vale prevê encerrar o ano com uma capacidade de até 350 milhões de toneladas da commodity e envolve a recuperação de capacidades em Vargem Grande, Timbopeba, Brucutu e Fábrica, todas em Minas Gerais, além de 4 milhões de toneladas no Sistema Norte.

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NAVAL

Log-In adquire novo navio porta-contêiner

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SEGS.com.br - SP   26/02/2021

Com projeto moderno em tecnologia e eficiência energética, Log-In Discovery chega para compor a frota da Log-In que somará capacidade total de 18.050 TEUs

A Log-In Logística Intermodal, empresa 100% brasileira de soluções logísticas, movimentação portuária e navegação de cabotagem e longo curso, divulgou ao mercado nesta terça-feira, dia 23, a aquisição de um novo navio porta-contêiner da empresa de navegação Klaveness Container AS no valor de US$ 20 milhões (dólares). A embarcação tem capacidade nominal de 2.550 TEUs (Twenty-foot Equivalent Unit) e se chamará “Log-In Discovery”.

Construído no estaleiro chinês Jiangsu Yangzijiang Shipbuilding, o navio tem comprimento total de 208,90m e conta com o que há de mais moderno em tecnologia e eficiência energética. Seu projeto inclui equipamentos de última geração para consumo eficiente de energia, gerando menor emissão de poluentes e maior economia de bunker. Além disso, possui um sistema de tratamento de água de lastro instalado e ainda 536 tomadas para transporte de contêineres refrigerados (reefers).

Segundo o diretor-presidente da Log-In, Marcio Arany, a aquisição do Log-In Discovery é mais um marco no processo de crescimento e modernização da frota da companhia. “A embarcação foi selecionada por possuir características relevantes para as nossas operações. Com isso, ampliamos nossa capacidade de prover serviços essenciais de logística integrada, com foco constante em segurança, sustentabilidade e excelência operacional”, destacou.

De acordo com a estratégia da Log-In, a embarcação será utilizada na ampliação dos serviços e em eventuais necessidades operacionais. Atualmente, a empresa conta com outros seis navios porta-contêineres, que somam capacidade de 15.500 TEUs. Os navios Log-In Resiliente, Log-In Endurance, Log-In Polaris, Log-In Jacarandá, Log-In Pantanal e Log-In Jatobá operam em quatro serviços de navegação regulares: Atlântico Sul, Amazonas, Shuttle Rio e Feeder Shuttle Service.

Sobre a Log-In Logística Intermodal:

A Log-In Logística Intermodal é uma empresa 100% brasileira, que oferece soluções logísticas customizadas, movimentação portuária e navegação de cabotagem integrada a outros modais e serviços, conectando por mar e terra, o Brasil e o Mercosul. Atualmente, a empresa possui uma frota própria de sete navios porta-contêineres, com capacidade total de 18.050 TEUs, considerando o recém-adquirido Log-In Discovery, que oferecem serviços de navegação com rotas regulares, conectando os principais portos do Brasil ao Mercosul, de Manaus a Buenos Aires, chegando até Assunção, no Paraguai. A Log-In também administra e opera o Terminal Portuário de Vila Velha, localizado no Porto de Vitória (ES), além de dois terminais intermodais, um em Itajaí (SC) e outro no Guarujá (SP) com operações dedicadas.

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Summit BR do Mar debate, no Grupo Tribuna, o futuro da cabotagem no País

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A Tribuna - SP   26/02/2021

Os planos do Governo Federal de incentivo à cabotagem (o transporte marítimo de cargas entre portos da costa do País) e a ampliação do Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária (Reporto) fazem parte dos principais temas dos debates, desta quinta-feira (25), no Summit BR do Mar. O evento, que começou às 13h30, segue até as 18h no auditório do Grupo Tribuna e, também, de forma online. Todos os protocolos de segurança estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por conta da pandemia foram respeitados.

O Summit BR do Bar é uma realização da Maritime Law Academy e conta com organização do Grupo Tribuna. O evento reuniu dezenas de autoridades e especialistas do setor durante conferências e debates, remotos ou presenciais, sobre temas que são prioridades no Ministério da Infraestrutura.

Entre os presentes no evento estão o diretor do Departamento de Portos e Costas (DPC) da Marinha do Brasil, o vice-almirante Alexandre Cursino de Oliveira; o capitão de mar e guerra Marcelo de Oliveira Sá; o presidente da Praticagem de São Paulo, Bruno Tavares; e a diretora da Maritime Law Academy, Eliane Octaviano. De forma remota, participa também o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Jesualdo Silva.

Na solenidade de abertura, o diretor-presidente da Autoridade Portuária de Santos, Fernando Biral, destacou, em um vídeo, a importância da cabotagem para o País, em especial para a indústria. “A cabotagem é o modal essencial para desenvolvimento logístico, para a eficiência das nossas cadeias e deve ser estimulada”.

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Grupo Grimaldi encomenda seis navios ro-ro polivalentes à Hyundai

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Portos e Mercados - SP   26/02/2021

Eles serão capazes de transportar 4.700 metros lineares de carga ro-ro, 2.500 CEUs e 2.000 TEUs

Com a assinatura de um acordo de mais de US$ 500 milhões, o grupo italiano Grimaldi encomendou a construção de seis novos navios ro-ro polivalentes à Hyundai Mipo Dockyard (Ulsan).
Com comprimento de 250 metros, boca de 38 metros e 45.684 dwt, as embarcações inaugurarão uma nova classe denominada “G5”, uma evolução da classe anterior de unidades ro-ro “G4” polivalentes construídas pelo mesmo estaleiro e entregue ao Grupo Grimaldi entre 2014 e 2015. O seu desenho resulta de um estudo criterioso das necessidades do Grupo e dos seus clientes.

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Avança a construção dos novos FPSOS de Mero, Búzios e Marlim na Ásia

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Portos e Mercados - SP   26/02/2021

Navio petroleiro Eddie será convertido no FPSO Almirante Barroso

Do outro lado do globo, os estaleiros asiáticos estão progredindo na construção dos futuros FPSOs da Petrobrás que entrarão em operação na costa brasileira entre 2021 e 2024. Nos últimos meses, muitos deles tiveram avanços consideráveis em suas obras. A estatal brasileira, como já é de conhecimento do mercado, tem privilegiado construir suas novas plataformas de produção no exterior, em detrimento da indústria naval nacional – que está mergulhada em uma penúria sem fim há vários anos. Aliás, algumas das unidades sendo erguidas em países asiáticos possuem zero de conteúdo local, enquanto outras embarcações terão um percentual mínimo de participação brasileira.
Próxima unidade de Búzios, o FPSO Almirante Barroso está agora com quase 60% de suas obras concluídas. O navio-plataforma deve entrar em operação na Bacia de Santos no próximo ano, com capacidade de produzir até 150 mil barris por dia de óleo. O EPC da embarcação está nas mãos da japonesa Modec, que concedeu o grosso da obra para o estaleiro chinês Cosco.
Os asiáticos estão construindo o novo navio-plataforma a partir do casco do antigo petroleiro Eddie. Nesse caso, uma parte dos trabalhos será feita no Brasil – o estaleiro BrasFELS, em Angra dos Reis (RJ), irá construir e integrar os módulos da unidade.

A Modec também é a contratada EPC da Petrobrás para o FPSO Anita Garibaldi, que vai integrar o módulo de revitalização de Marlim e tem início de produção previsto para 2022. Hoje, a obra está com 47% de avanço – crescimento de 13 pontos percentuais em relação à atualização anterior do status do empreendimento. Uma segunda plataforma que será instalada em Marlim também avançou.
O FPSO Anna Nery atualmente está com mais de 30% de avanço físico. O projeto está sendo liderado pela empresa maiala Yinson. Esta, aliás, será a primeira unidade do tipo da empresa no Brasil. A embarcação, agendada para 2023, está agora no estaleiro Cosco Changxing, em Xangai. Por serem fruto de contratos da Rodada Zero da ANP, os FPSOs de Marlim não têm exigências de conteúdo local.
Saindo de Marlim e indo para Mero, nos últimos aconteceu o início efetivo das obras do terceiro sistema de produção do campo, o FPSO Marechal Duque de Caxias. A também malaia MISC Berhad é a responsável pela condução da construção e pelo afretamento do navio, que terá início de operação em 2024. A plataforma será construída a partir do casco do petroleiro Bunga Kasturi Dua, que chegou ao estaleiro chinês CIMC Raffles em fevereiro.

Enquanto isso, o FPSO Sepetiba (Mero 2), da SBM, avançou para 69% de obras concluídas. A construção também acontece na China nos estaleiros CMHI e Bomesc. Parte dos módulos da unidade serão construídos no estaleiro brasileiro EBR. A embarcação tem previsão de início de produção para 2023.
Para esse ano, a Petrobrás deve colocar em operação mais duas plataformas. O FPSO Carioca, no campo de Sépia, e o FPSO Guanabara (Mero 1), que foram construídos nos estaleiros Cosco Dalian e DISC, respectivamente. Os dois já estão em fase final de preparação, com mais de 90% de conclusão.
Fonte: Petronotícias

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