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25 de Fevereiro de 2021

INDA

Preços de aço no Brasil estão próximos de incentivar importação

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Money Times - SP   25/02/2021

Os distribuidores de aços planos no Brasil consideram que o valor do produto cobrado pelas usinas siderúrgicas no país já está próximo do nível em que a importação começa a fazer sentido econômico, mesmo com o câmbio no nível atual.

O segmento, que é responsável por cerca de 30% do consumo de aço no país, acumulou nos últimos meses reajustes de preços de mais de 100% e avalia que eventuais novos aumentos pelas usinas podem ser difíceis de serem implementados.

“Nos preços atuais o prêmio já está em 12%, 13%…são prêmios que anteriormente mostraram incentivo à importação”, disse o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro, em entrevista a jornalistas nesta terça-feira.

“Está no limite para incentivar importação”, disse Loureiro, acrescentando que “a curto prazo vemos estabilidade de preços” diante da alta dos preços internacionais puxada por aumentos nos custos de insumos como carvão e minério de ferro.

As importações de aço plano pelos distribuidores subiram 75% em janeiro sobre dezembro e cerca de 52% sobre janeiro do ano passado, para 161,4 mil toneladas, segundo os dados do Inda.

Em janeiro, as vendas dos distribuidores de aço plano no Brasil subiram 12,7% contra dezembro e 16,2% na comparação anual, para 324,6 mil toneladas.

Enquanto isso, as compras de material das usinas pelo setor subiram 0,8% ante dezembro e 13% contra janeiro de 2020, para 335,9 mil toneladas, segundo dados do Inda.

A combinação fez o nível de estoques do setor subir 1,7% em janeiro contra dezembro, para 687 mil toneladas, equivalente a 2,1 meses de venda, uma queda ante o verificado em dezembro.

“O que temos recomendado é que a rede (de distribuidores) refaça os estoques com muita parcimônia…Vamos ver os estoques subindo lentamente durante o ano”, disse Loureiro, ressaltando o risco de se montar estoques sob um nível de preço elevado de produto.

A expectativa da entidade é que as vendas de aço pelos distribuidores de planos cresça cerca de 6% este ano, “podendo chegar a 8%, 9%” dependendo de como a pandemia, e o auxílio emergencial do governo federal, evolui no Brasil, disse o presidente do Inda.

Segundo ele, as usinas estão negociando com o setor automotivo os contratos anuais restantes de preços depois de reajustes de parte deles em janeiro. “Para abril está sendo negociado ao redor de 60% a 70% de aumento”, disse Loureiro.

Apesar do nível atual de preços do aço no país, ele afirmou que não espera no curto prazo haver sobra de produtos acabados no país que force as usinas a concederem descontos nos seus preços no mercado interno.

“As usinas estão com suas carteiras de pedidos lotadas e os preços todos implantados”, disse Loureiro. “A Usiminas está praticamente fechando já a programação de maio”, acrescentou.

Para fevereiro, a expectativa do Inda é que a compra e a venda de aço plano pelos distribuidores tenham uma queda de 5% na relação com janeiro.

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SIDERURGIA

Balanço de peso da Gerdau bate estimativas e pavimenta ganhos ao longo de 2021

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Money Times - SP   25/02/2021

Os números da Gerdau (GGBR4) no quatro trimestre de 2020 bateram o consenso em 47%, à medida que o Ebitida da companhia totalizou R$ 3,056 bilhões. E ao menos três agentes de mercado recomendam comprar as ações da Gerdau.

Os principais destaques, na avaliação da XP Investimentos, foram os preços mais fortes nas unidades do Brasil e dos Estados Unidos, resultando em margens saudáveis em praticamente todas as linhas.

“O resultado da Gerdau no último trimestre foi puxado no Brasil, sobretudo, com a a retomada da construção civil e a atividade industrial. Os números de receita mais do que compensaram as despesas operacionais mais altas”, comentam os analistas Yuri Pereira e Thales Carmo, que assinam o relatório da corretora.

A Gerdau reportou lucro líquido de R$ 1,057 bilhão nos últimos três meses de 2020, um salto de 939% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Além de avalizar o desempenho forte durante o último trimestre, o BTG Pactual (BPAC11) considera que diante dos fatores econômicos em curso, estima que o Ebitida da Gerdau ultrapasse R$ 11 bilhões neste ano.

“Pela primeira vez em anos, vemos a Gerdau bem posicionada para ultrapassar os pontos de resistência do mercado, e performar acima do esperado. Há espaço para mais lucratividade nos EUA”, pontuam os analistas Leonardo Correa e Caio Greiner , que assinam o relatório a clientes.

O Safra focou no ambiente de preços favoráveis à Gerdau, justamente de olho na demanda do setor automotivo no segmento de aço, além de resultados consistentes na América do Norte.
Recomendação Ticker Preço-alvo (R$)
XP Compra GGBR4 Em revisão
BTG Compra GGBR4 30
Safra Compra GGBR4 21

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Resultado da Gerdau supera projeções e reforça visão positiva dos analistas para setor siderúrgico

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Infomoney - SP   25/02/2021

A Gerdau (GGBR4) encerrou nesta quarta-feira (24) a temporada de resultados do quarto trimestre para as companhias siderúrgicas. E assim como aconteceu com CSN (CSNA3) – cujo lucro saltou de R$ 1,1 bilhão para R$ 3,9 bilhões – e Usiminas (USIM5) – que teve recorde de receita -, a empresa apresentou bons números e reforçou a perspectiva positiva para o setor.

A companhia registrou lucro líquido de R$ 1,057 bilhão nos últimos três meses de 2020, um salto de 939% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em termos ajustados, o lucro ficou em R$ 1,2 bilhão, ante R$ 61 milhões um ano antes.

O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado cresceu 169% ano a ano, para R$ 3,056 bilhões, com margem Ebitda ajustada em 22,4%, de 11,9% um ano antes. Projeções compiladas pela Refinitiv apontavam lucro líquido de R$ 851,41 milhões e Ebitda de R$ 1,981 bilhão para o período.

A receita líquida da Gerdau, por sua vez, saltou 43%, indo de R$ 9,5 bilhões para R$ 13,6 bilhões. No acumulado do ano, esse número ficou em R$ 43,8 bilhões, ante R$ 39,6 bilhões em 2019.

De acordo com a empresa, a receita, os lucros e o Ebtida foram influenciados pela depreciação do real, que caiu 31% na comparação com o dólar ao longo do ano, tendo impacto positivo na conversão do que é produzido pela empresa na América do Norte, que representa 38,7% da receita da companhia e também pelo melhor desempenho das vendas no mercado interno.

Houve ainda, segundo a Gerdau, uma “recomposição das margens”, em razão do aumento dos custos da matéria-prima, com o minério de ferro avançando 69% na base anual e a sucata avançando 69%.

Segundo analistas, o bom resultado foi puxado principalmente pelo mercado brasileiro, onde, segundo destacou o Itaú BBA, os preços sobre o volume interno aumentaram 25% no trimestre e levaram as margens a 31%, o melhor resultado na divisão dos últimos 12 anos.

A XP Investimentos aponta que o resultado ficou acima do esperado e os principais destaques foram exatamente os preços mais fortes nas unidades do Brasil e também dos EUA, o que resultou em margens saudáveis em praticamente todas as linhas do balanço.

“O fluxo de caixa livre foi de R$ 2,4 bilhões com o forte resultado operacional e redução do capital de giro. A dívida líquida atingiu R$ 9,9 bilhões (contra R$ 12,3 bilhões no terceiro trimestre), enquanto a alavancagem, medida pela razão Dívida Líquida/Ebitda, caiu para 1,25x, contra 2,07x no 3T20”, destacaram os analistas, mantendo uma recomendação de compra para as ações.

Já a equipe do Bradesco BBI espera que a Gerdau se beneficie do forte ambiente de precificação do aço em todas as regiões, além da sólida demanda de aços longos no Brasil e das margens saudáveis nos EUA.

“Embora seja cedo para definir o preço de qualquer recuperação da demanda impulsionada por infraestrutura nos EUA, acreditamos que a probabilidade de um programa de infraestrutura substancial ser aprovado pelo novo governo Biden é alta”, afirmam os analistas indicando que as ações da companhia poderiam ser mais beneficiadas se esse assunto seguir em pauta.

Em comunicado, a Gerdau ainda informou que pretende investir em 2021 os recursos que estavam previstos para 2020 e que acabaram não acontecendo por conta da pandemia da Covid-19. Com isso, a projeção de investimentos para este ano passou de R$ 2,6 bilhões para R$ 3,5 bilhões.

“Uma vez que a capacidade da companhia investir está diretamente relacionada à sua geração de fluxo de caixa livre, que tem tido um desempenho bastante favorável, a companhia aprovou uma revisão de seu plano”, disse a empresa.

Sobre o futuro, o Credit Suisse destaca que, como os prêmios de paridade de importação para aços longos no Brasil estão próximos de zero e a demanda continua forte, é possível que aumentos adicionais de preços possam ocorrer nos próximos meses. “Este cenário deve ajudar a Gerdau a manter um nível saudável de lucratividade e compensar os custos mais altos de matéria-prima”, afirma o banco.

Apesar do bom resultado e das projeções positivas, os analistas mantiveram uma recomendação neutra para os papéis da empresa. “Em contraste com 2020, acreditamos que em 2021 o mercado brasileiro de aços planos deve superar os longos com um crescimento de 10% na comparação anual (contra 7% de crescimento para longos), e nossos números mostram que o mercado já precificou amplamente a grande recuperação dos resultados da Gerdau em 2021”, explicam os analistas.

De acordo com o Credit, hoje a ação da Gerdau é negociada a 6,0 vezes EV/Ebitda (múltiplo que divide o valor da empresa pelo seu Ebitda), o que está em linha com sua média histórica entre 6 e 6,5 vezes. Além disso, os analistas apontam que a empresa entrega um rendimento de fluxo de caixa de cerca de 8%, valor abaixo de seus pares.

Por outro lado, entre as recomendações, a Gerdau segue próxima de CSN e Usiminas. Segundo dados compilados pela Refinitiv, a empresa tem 5 recomendações de compra, cinco de manutenção (ou neutra) e apenas uma de venda.

Cenário parecido com a Usiminas, que conta com seis recomendações de compra atualmente, quatro neutras e uma de venda. Já a CSN possui apenas três “compra” e duas recomendações de manutenção, sem nenhuma de venda.

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Aço e minério de ferro sobem na China com mercado à espera de melhora na demanda

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BOL - SP   25/02/2021

Os futuros do vergalhão de aço na China operaram dentro de um intervalo limitado nesta quarta-feira, mas perto de máxima de mais de 10 anos, com o mercado esperando uma retomada na demanda, enquanto o minério de ferro teve leve alta.

"Diferente do setor industrial, que voltou ao trabalho, a construções normalmente recomeçam depois do Festival da Lanterna", disse Wang Yingwu, analista chefe da Huatai Futures em Pequim, acrescentando que o pico da demanda do setor é em abril.

O contrato mais ativo do vergalhão de aço para construção na bolsa de futuros de Xangai, para entrega em maio, fechou em alta de 0,8% a 4.618 iuanes (714,99 dólares) por tonelada.

Wang disse esperar que o crescimento no uso de produtos de aço na indústria atinja de 8% a 10% em 2021, enquanto no setor de imóveis deve ser de 2% a 4%.

No minério de ferro, os futuros na bolsa de commodities de Dalian fecharam em alta de 0,4%, a 1.130 iuanes por tonelada, impulsionados pela menor oferta de grandes mineradoras e pela demanda puxada por "traders" e usinas siderúrgicas recompondo estoques.

Os embarques de minério de ferro para a China ficaram em 56,47 milhões de toneladas até 24 de fevereiro, contra 73 milhões no mês completo do ano passado, segundo dados da Refinitiv.

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CSN: resultados trazem surpresa em siderurgia; mineração desaponta

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Money Times - SP   25/02/2021

A CSN (CSNA3) conseguiu atender as expectativas dos analistas e reportou números fortes no quarto trimestre de 2020. O desempenho das operações de siderurgia em receitas e volumes surpreendeu de forma positiva o Inter Research, enquanto o segmento de mineração, prejudicado pelas chuvas no período, ficou aquém do esperado.

“A mineração […] trouxe produção e vendas abaixo das nossas estimativas, mesmo considerando os efeitos climáticos do período, embora fortemente beneficiada pelos maiores preços do minério de ferro nos mercados internacionais”, comentou a analista Gabriela Cortez Joubert, em relatório divulgado ontem.

A CSN encerrou o quarto trimestre com lucro líquido consolidado de R$ 3,9 bilhões, mostrando um crescimento expressivo ante os resultados dos últimos três meses de 2019, quando lucrou R$ 1,2 bilhão.

A receita líquida totalizou R$ 9,8 bilhões, o que corresponde a um aumento de 12% no comparativo anual. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 4,738 bilhões.

A produção de placas somou 898 mil toneladas no período. As vendas de aço chegaram a 1,2 milhão de toneladas, o que contribuiu para que a receita do segmento atingisse R$ 5 bilhões.

A produção de minério de ferro totalizou 7,8 milhões de toneladas, enquanto as vendas da commodity fecharam em 8,6 milhões de toneladas.

O Inter Research manteve a recomendação de compra e o preço-alvo de R$ 36 para a ação. O time de análise está revisando a tese de investimento da companhia, uma vez que suas projeções não incluem as estimativas com a CSN Mineração no cenário pós-IPO.

A Planner destacou a excelente performance que a CSN vem apresentando nos últimos trimestres, tanto em lucro quanto em expansão de geração de caixa. Segundo a corretora, em um cenário de alta expressiva nos preços do aço, elevadas cotações do minério de ferro e demanda aquecida no mercado interno, a CSN tem tudo para seguir entregando resultados cada vez melhores neste ano.

A Planner ainda disse que a CSN “está conseguindo algo que sempre prometeu”: desalavancagem financeira.

“A relação dívida líquida/Ebitda caiu de 3,8 vezes em dezembro/19 para 2,2 vezes ao final de 2020, e a diretoria comunicou que estima a redução para 1 vez no quarto trimestre de 2021”, comentou Luiz Francisco Caetano, autor do relatório divulgado pela Planner nesta quarta-feira.

A corretora planeja atualizar suas projeções. Por ora, sua recomendação para o papel é de compra, com preço-justo de R$ 44.

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Gerdau faz “excelente trabalho” para ampliar margens, segundo analistas

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Money Times - SP   25/02/2021

A Gerdau (GGBR4) realizou um “um excelente trabalho de repasse de custos e ganhos de eficiência” e, com isso, superou as expectativas do Inter Research, quanto à geração de caixa medida pelo ebitda.

Gabriela Cortez Joubert, que assina o relatório do braço de análises do Banco Inter (BIDI11), observa que a receita consolidada do quarto trimestre, R$ 13,6 bilhões, ficou 5,1% acima das suas estimativas. Mas o trabalho feito pela siderúrgica nas linhas seguintes do balanço resultou em um ebitda de R$ 3 bilhões, 47,5% maior que o esperado pelo Inter Research.

A margem ebitda também apresentou evolução expressiva, puxada pelos ganhos de eficiência: 4,9% pontos percentuais sobre o terceiro trimestre, e 10,5 pontos percentuais em relação a um ano atrás.

“Com a confirmação das boas perspectivas tanto para a companhia quanto para o setor, reafirmamos nossa recomendação de Compra para GGBR4 com preço-alvo para fim de 2021 em R$ 29/ação”, afirma o Inter Research.

Resultados

A Gerdau reportou lucro líquido de R$ 1,057 bilhão nos últimos três meses de 2020, um salto de 939% em relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com dados divulgados à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nesta quarta-feira (24).

Em termos ajustados, o lucro ficou em R$ 1,2 bilhão, ante R$ 61 milhões um ano antes. O ebitda ajustado cresceu 169% ano a ano, para R$ 3,056 bilhões, com margem ebitda ajustada em 22,4%, de 11,9% um ano antes.

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ECONOMIA

  Investimento direto de estrangeiros fica em US$ 1,8 bi em janeiro e não cobre rombo externo

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O Estado de S.Paulo - SP   25/02/2021

BRASÍLIA - Em um ambiente de incertezas sobre o futuro do Brasil, na esteira da pandemia de covid-19, os Investimentos Diretos no País (IDP) somaram US$ 1,838 bilhão em janeiro, informou nesta quarta-feira, 23, o Banco Central. No mesmo período do ano passado, o montante havia sido de US$ 2,654 bilhões.

O IDP engloba investimentos mais duradouros no País, como em uma nova fábrica ou ampliação da capacidade de uma instalação já existente no País.

O ingresso em janeiro ficou abaixo das estimativas apuradas pelo Projeções Broadcast, que iam de US$ 2 bilhões a US$ 3,5 bilhões. Pelos cálculos do Banco Central, o IDP de janeiro indicaria entrada de US$ 2,8 bilhões.

A estimativa do BC para este ano é de IDP de US$ 60 bilhões. Este valor foi atualizado no último Relatório Trimestral de Inflação (RTI).

O valor em janeiro foi insuficiente para cobrir o rombo nas contas externas de US$ 7,253 bilhões. O resultado de transações correntes, um dos principais do setor externo do País, é formado pela balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), pelos serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e pelas rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior).

A balança comercial registrou saldo negativo de US$ 1,910 bilhão em janeiro, enquanto a conta de serviços ficou negativa em US$ 962 milhões. A conta de renda primária também ficou deficitária, em US$ 4,664 bilhões. No caso da conta financeira, o resultado ficou negativo em US$ 7,315 bilhões.

A estimativa atual do BC é de déficit em conta corrente de US$ 19 bilhões em 2021. O cálculo foi atualizado no último Relatório Trimestral de Inflação, divulgado em dezembro.

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A ascensão do comércio com a China

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O Estado de S.Paulo - SP   25/02/2021

Na pandemia, as vendas para a China deram um salto, passando de cerca de 1/4 para 1/3 do total de exportações do Brasil. Com a reaceleração da economia chinesa essa tendência deve se acentuar, mas, para que ela seja otimizada em todo o seu potencial, o Brasil precisa se preparar para diversificar suas vendas além das commodities e requalificar as suas relações diplomáticas.

Há 20 anos a China não figurava sequer entre os dez maiores parceiros comerciais do Brasil, respondendo por 2% das exportações nacionais, enquanto os EUA, principal parceiro à época, respondiam por 24%. Já em 2004, a China saltou para a quarta posição, e em 2009, com a crise financeira global, assumiu o primeiro lugar, onde se mantém e se manterá num futuro previsível. Na última década, o Brasil acumulou mais de US$ 170 bilhões de superávit com a China – 48% do saldo positivo com todo o mundo.

Entre 2019 e 2020, enquanto o total de exportações brasileiras caiu de US$ 225,4 bilhões para US$ 209,9 bilhões e as vendas para os EUA caíram de US$ 29,7 bilhões para 21,5 bilhões (27,6%), as vendas aos chineses subiram de US$ 63,4 bilhões para US$ 67,8 bilhões (7%), respondendo por inéditos 66% do superávit comercial.

Em 2021, o apetite chinês pelas commodities brasileiras deve crescer. A economia da China, que em 2020 foi uma das poucas a crescer (2%), deve se expandir entre 8% e 9% em 2021. Sete dos dez principais produtos de exportação em 2020 foram destinados à China: além da soja, ferro e petróleo – somando 74% das vendas para os chineses –, destacaram-se açúcar, celulose e especialmente a carne, por causa da peste suína.

“Vivemos um incipiente processo de diversificação da pauta nas exportações do agronegócio para a China”, disse em artigo para o Estado a diretora do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC), Claudia Trevisan. “Essa tendência deve se acentuar com a esperada elevação do grau de urbanização e da renda per capita do país.”

Toda essa expansão, no entanto, se deu não em razão da diplomacia do governo de Jair Bolsonaro, mas apesar dela. “O governo brasileiro, nas suas manifestações públicas, tem apresentado algumas disfuncionalidades. São manifestações que exprimem posições pessoais”, disse o ex-embaixador em Pequim e presidente do CEBC, Luiz Augusto de Castro Neves. Segundo Roberto Abdenur, também ex-embaixador na China, “nos dois anos de Bolsonaro o Brasil não teve, a rigor, uma política externa”, mas sim “uma destruição da diplomacia”. Para o diplomata, “as coisas de que falam o chanceler Ernesto Araújo e os assessores da ala ideológica são devaneios, uma nuvem de teorias da conspiração”.

Nada disso deveria implicar aquiescência com os abusos do despotismo chinês. Mas há o momento e os fóruns adequados para se pronunciar a esse respeito. Com o governo de Joe Biden nos Estados Unidos, espera-se um revigoramento dos concertos multilaterais entre as nações democráticas para conter esses desmandos. Mas será forçoso distinguir entre interesses econômicos comuns e divergências político-ideológicas. No Itamaraty do sr. Araújo, contudo, impera o pior dos mundos: suas declarações impertinentes não contribuem nem para mitigar os abusos do regime chinês nem para fortalecer as relações econômicas com o país.

Felizmente, por parte da China tem prevalecido o pragmatismo. De resto, forçado pelas circunstâncias – notadamente o fim da presidência de Donald Trump nos Estados Unidos e o fornecimento da Coronavac, praticamente a única opção do Brasil hoje para promover a vacinação em massa –, o governo tem feito acenos positivos à China. “Mas é fato”, disse Castro Neves, “que o papel do Ministério das Relações Exteriores se tornou secundário.” A negociação para as vacinas, por exemplo, além dos esforços do governo de São Paulo, contou com a participação do ex-presidente Michel Temer e de representantes sensatos do governo federal, como a ministra da Agricultura, Tereza Cristina.

“Hoje, Estados e empresas privadas têm seus próprios canais de conexão com o mundo”, constatou Neves. Ante um Itamaraty contraproducente, estimular esses canais deve estar na ordem do dia das autoridades políticas e empresariais.

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Prévia da inflação oficial fica em 0,48% em fevereiro

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Agência Brasil - DF   25/02/2021

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que mede a prévia da inflação oficial do país, registrou taxa de 0,48% em fevereiro. O índice ficou abaixo do 0,78% observado em janeiro deste ano mas acima do 0,22% de fevereiro do ano passado.

Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O IPCA-15 acumula taxas de inflação de 1,26% no ano e de 4,57% no período de 12 meses.

A taxa da prévia de fevereiro foi influenciada principalmente pelos transportes, que registraram inflação de 1,11%, devido à alta de preços de itens como a gasolina (3,52%), óleo diesel (2,89%), etanol (2,36%) e gás veicular (0,61%).

Os gastos com educação tiveram alta de 2,39% e também tiveram impacto importante na prévia da inflação de fevereiro. Os alimentos, com inflação de 0,56%, foram outro grupo com impacto importante na inflação.

Por outro lado, o grupo de despesas habitação teve deflação (queda de preços) de 0,74%, principalmente devido à queda nas tarifas de energia elétrica (-4,24%). Outro grupo com deflação foi comunicação (-0,09%).

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Investimentos em SP focam na infraestrutura

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O Estado de S.Paulo - SP   25/02/2021

Ao contrário do que ocorreu com boa parte dos indicadores da atividade econômica, os investimentos anunciados no Estado de São Paulo não mostraram recuperação no segundo semestre do ano passado. Depois de acentuada queda de março a maio do ano passado, muitos indicadores mostraram nos meses seguintes recuperação que, em certos casos, começa a perder dinamismo. Mas os investimentos paulistas continuaram a diminuir.

Os investimentos no Estado atingiram seu ponto mais alto dos últimos anos no primeiro semestre de 2019, quando alcançaram R$ 68,0 bilhões. Desde então, estão diminuindo e chegaram a R$ 25,1 bilhões na segunda metade do ano passado, de acordo com a Pesquisa de Investimentos Anunciados no Estado de São Paulo (Piesp) realizada pela Fundação Seade, agência paulista de estatísticas econômicas e sociais.

No entanto, considerando-se que decisões econômicas relevantes – sobretudo as de longo e médio prazos, como são as relativas a investimentos – foram fortemente afetadas e inibidas pelo impacto da pandemia de covid-19 na atividade empresarial e na vida social, os resultados dos dois semestres de 2020 (de R$ 51,3 bilhões) são sinal de certa resistência.

O total de 2016, quando a recessão decorrente dos erros da política econômica do governo Dilma Rousseff foi mais aguda, alcançou R$ 28,3 bilhões; em 2017, R$ 58,9 bilhões; e em 2018, R$ 55,7 bilhões. Os resultados dos dois últimos anos não estão distante do de 2020. A exceção do período foi 2019. Com o resultado excepcional no primeiro semestre, o total de investimentos anunciados para São Paulo naquele ano alcançou R$ 100,1 bilhões.

No ano passado, a maior parcela dos investimentos foi destinada à infraestrutura, em particular aos transportes terrestres, graças, sobretudo, à concessão de serviços públicos a grupos privados. Na primeira metade, destacou-se o transporte ferroviário de cargas; na segunda, o transporte metroviário de passageiros na capital. A retomada das obras da Linha 6-Laranja exigirá investimentos de R$ 15 bilhões.

O setor de serviços registrou o anúncio de investimentos de R$ 5,4 bilhões no segundo semestre, especialmente para expansão de frotas de locadoras de veículos. Por região, a Grande São Paulo concentrou 80% dos recursos anunciados no segundo semestre de 2020.

Menos

CNI diz que governo tolera práticas desleais de comércio exterior em nome de 'interesse público'

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O Estado de S.Paulo - SP   25/02/2021

O governo brasileiro vem tolerando sistematicamente práticas desleais de comércio de outros países alegando que há “interesse público” na importação desses bens, como, por exemplo, aumentar a competição no mercado interno ou reduzir preços, avalia a Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Segundo a entidade, a adoção desse argumento está beneficiando exportadores que praticam dumping (prática comercial que consiste em vender produtos a preços menores que os custos para eliminar concorrentes) no mercado brasileiro e prejudicando a indústria nacional.

Estudo da confederação repassado ao Estadão/Broadcast mostra que o Brasil deixou de aplicar nos últimos dois anos 18 medidas antidumping - 35% de um total de 51 medidas analisadas - alegando que a economia brasileira seria mais beneficiada se a prática não fosse punida. Nesse mesmo período, nenhum país do mundo deixou de adotar medidas antidumping com a alegação de interesse público, segundo a CNI. Com isso, deixaram de ser sobretaxadas pelo Brasil compras de produtos como laminados de aço, vidros para eletrodomésticos, tubos de ferro fundido, sal grosso e ímãs de ferrite, principalmente provenientes da China.

Os números divergem dos apresentados pelo Ministério da Economia, que informou que, no período, o critério de interesse público foi utilizado para justificar a não aplicação de 16 medidas, de um total de 41 análises (39%).

Medidas antidumping são sobretaxas aplicadas contra uma empresa que exporta determinado produto a um preço menor do que o cobrado por ela no seu mercado interno. Quando isso ocorre, o governo brasileiro abre uma investigação, provocado por uma empresa ou associação setorial brasileira, e, se concluir que há a prática do dumping, aplica uma taxa extra para a compra do produto da empresa investigada.

O interesse público já era considerado desde 2012. Desde 2019, porém, o governo passou a incluir em todas as análises a questão do interesse público, que é mais ampla do que simplesmente a existência ou não do dumping e leva em consideração questões como a concorrência interna no mercado brasileiro, o impacto nos preços de sobretaxar o produto e os riscos de desabastecimento no País.

A CNI reclama que o interesse público é usado em apenas outros três países ou blocos do mundo: União Europeia, Canadá e Nova Zelândia. Ainda assim, a aplicação do direito antidumping é negado nesses países por motivo de interesse público apenas de modo excepcional, e não ocorreu nos últimos dois anos.

Na avaliação da confederação, o Brasil tem utilizado o instrumento excessivamente, o que configura uma “concessão unilateral do país para importações desleais”, sobretudo da China. “A frequência com que as medidas têm sido alteradas no Brasil causa a impressão de que medidas antidumping são maléficas ao país ou que o próprio governo não confia em sua importância como ferramenta de política pública para garantir uma concorrência justa”, diz o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Eduardo Abijaodi.

Ele alega ainda que o governo, na prática, tem confundido as políticas de concorrência e comercial, e utilizado critérios como concentração de mercado e existência de origens alternativas, o que, para Abijaodi, não é da competência da área de comércio exterior.

“O governo brasileiro tenta coibir práticas anticoncorrenciais no mercado doméstico por meio do instrumento de interesse público. Esse mecanismo deve ser usado na defesa comercial, que busca analisar distorções na formação de preço nos países de origem dos produtos e seus preços desleais, e não para a análise de concorrência”, diz o diretor.

O Ministério da Economia discorda da avaliação da entidade. De acordo com dados da pasta, a utilização da cláusula de interesse público não vem crescendo e foi usada as mesmas oito vezes em 2018, 2019 e 2020. Nos três anos anteriores, o número havia sido oito em 2015, três em 2016 e 4 em 2017. Além disso, a pasta lembra que o Brasil é o quinto país que mais aplicou medidas de defesa comercial e é o 10º maior alvo dessas medidas, ou seja, o país utiliza mais as medidas para defender sua indústria local do que é impactado por medidas semelhantes de outros países.

Segundo fontes da área econômica, há uma “reclamação” por parte de setores da indústria que são beneficiados por medidas de defesa comercial porque o novo processo instituído em 2019 deixou mais claro os critérios e, com isso, há a participação de mais setores da sociedade, beneficiando, assim, o conjunto da economia - e não apenas entidades e associações com mais acesso aos gabinetes de Brasília.

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MINERAÇÃO

Exportações de minério de ferro cresceram 9% em janeiro

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O Estado de S.Paulo - SP   25/02/2021

O mês de janeiro registrou uma alta de 9% na quantidade de minério de ferro exportado do Brasil para o exterior, tendo por comparação o mesmo período do ano passado, segundo dados do Ministério da Economia.

Saíram dos portos brasileiros 29 milhões de toneladas do produto, a um preço médio de US$ 94,70 por tonelada. Em janeiro do ano passado, o valor era de 65,20 dólares a tonelada.

Os dados relativos a janeiro deste ano em comparação com 2020 indicam uma tendência de alta nas exportações de produtos minerais, tal como ocorreu ao longo do ano passado. Em 2020 houve uma elevação de 2% no volume de produtos minerais exportados, conforme o Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram).

Ao longo de 2020, o faturamento do setor alcançou a casa dos US$ 209 bilhões. A China, que já era o principal destino da matéria-prima, reforçou a sua posição: a margem direcionada ao país asiático pulou dos 62% em 2019 para 72% no ano passado.

A produção brasileira não foi afetada pela crise provocada pela covid-19, e em 2021 a tendência ainda é de crescimento. Existe uma demanda contínua pelo minério de ferro brasileiro, que não será interrompida pelo novo coronavírus. A construção civil e a indústria de base, que estão diretamente ligadas à mineração, demonstram ter um ritmo próprio de desenvolvimento e expansão. São setores que caminham no compasso da necessidade do mercado internacional, diferentemente de outros segmentos.

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AUTOMOTIVO

Mercedes-Benz abre mil vagas na fábrica de caminhões no ABC paulista

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O Estado de S.Paulo - SP   25/02/2021

A Mercedes-Benz informou nesta quarta-feira, 24, a contratação de 1 mil funcionários para a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. A maior parte das novas vagas abertas no início do ano são de trabalhadores temporários (por seis meses a um ano, com possibilidade de renovação) e aprendizes que foram efetivados.

O presidente da empresa no Brasil e na América Latina, Karl Deppen, afirma que o grupo confia na melhora do mercado neste ano e está reforçando a produção de caminhões. A fábrica tem 8,5 mil funcionários atualmente. Como ainda há desafios a serem enfrentados para a economia voltar a crescer de forma sustentável - entre eles um plano de vacinação, reforma tributária e normalidade na cadeia de fornecedores -, a empresa decidiu pelas vagas temporárias.

Como outras montadoras no Brasil e em outros países, a Mercedes também enfrenta a falta de componentes, o que tem provocado atrasos na produção, mas informa que não precisou, até o momento, fazer paradas. Deppen afirma ainda que há problemas de logística como falta de contêineres, atrasos na chegada de navios e o frete aéreo – que era uma alternativa para receber peças mais rapidamente – ficou extremamente caro.

“Como o transporte de passageiros diminuiu, não existe porão disponível (em aeronaves)”, explica o executivo. Para ele, o problema ainda vai demorar para ser resolvido e se soma aos aumentos dos preços do aço, ferro, borracha e plástico, situação que afeta também toda a cadeia de fornecedores.

Apesar disso, lembra Deppen, a Mercedes-Benz está mantendo o investimento de R$ 2,4 bilhões no Brasil programado para o período de 2018 a 2022, sendo que R$ 800 milhões ainda estão em andamento para serem aplicados em produtos, serviços, conectividade e sustentabilidade.

A Mercedes estuda adotar no Brasil as novas tecnologias desenvolvidas pela matriz alemã de caminhões e ônibus elétricos ou movidos a célula de combustível “quando esse mercado virar realidade”. Segundo Deppen, o grande desafio para o País é a infraestrutura. “Temos a tecnologia, mas precisamos encontrar soluções certas para trajetos urbanos e de longa distância.”

A montadora foi líder nos segmentos de caminhões e ônibus em 2020, com respectivas participações de 31,6% e 46,7% no mercado total. Para este ano o grupo trabalha com as mesmas previsões da Associação Nacional dos fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), de vendas totais de 101 mil caminhões e 16 mil chassis de ônibus – ambos com crescimento de 13% em relação ao ano passado.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Custo da construção sobe 1,07% em fevereiro

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Agência Brasil - DF   25/02/2021

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou taxa de 1,07% em fevereiro deste ano, resultado superior ao 0,93% de janeiro. O INCC-M acumula taxas de inflação de 2% no ano e de 10,18% em 12 meses.

A inflação dos materiais e equipamentos usados na construção subiu de 1,43% em janeiro para 2,39% em fevereiro. A taxa dos serviços também cresceu, de 0,48% para 1,05% no período.

Por outro lado, a taxa de inflação da mão de obra recuou de 0,61% em janeiro para 0,03% em fevereiro.

O INCC-M é medido mensalmente em sete capitais brasileiras: Brasília, Recife, Rio de Janeiro, Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador.

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Confiança da construção cai 0,5 ponto em fevereiro, revela FGV

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IstoÉ Online - SP   25/02/2021

O Índice de Confiança da Construção (ICST) caiu 0,5 ponto em fevereiro em relação ao mês anterior, atingindo 92,0 pontos, a segunda queda consecutiva, informou nesta quarta-feira, 24, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Em janeiro, o índice havia recuado 1,4 ponto. Considerando as médias móveis trimestrais, houve recuo de 0,6 ponto em fevereiro.

O movimento, segundo a coordenadora de Projetos da Construção da FGV, Ana Maria Castelo, tem relação com a piora na percepção em relação ao ambiente atual dos negócios.

Segundo a pesquisadora, a queda não tem relação com perda de fôlego por parte da demanda, mas sim com o aumento dos preços dos materiais de construção, dinâmica que limita a melhora dos negócios e abala a confiança do setor.

No Índice de Situação Atual (ISA-CST), a queda foi de 0,5 ponto, o que levou o indicador a 90,0 pontos. A retração aconteceu “exclusivamente pela piora do indicador de situação atual dos negócios, que diminuiu 1,0 ponto, para 91,5 pontos”, diz o texto de divulgação da FGV.

O Índice de Expectativas (IE-CST) teve em fevereiro sua quarta queda consecutiva, variando 0,5 ponto entre janeiro (94,6 pontos) e fevereiro (94,1 pontos). Houve queda de 1,9 ponto no indicador de tendência dos negócios, enquanto o indicador que mede a demanda prevista avançou 0,9 ponto.

O índice que mede o Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) da construção foi outro a registrar queda nesta leitura, de 0,7 ponto porcentual (pp), para 73,3%.

Segundo a FGV, o movimento para baixo no Nuci de Mão de Obra (0,9 pp, para 74,5%) se impôs sobre a alta de 0,5 pp no Nuci de Máquinas e Equipamentos, que foi para 67,0%.

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