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24 de Maio de 2022

SIDERURGIA

Agência Brasil - DF   24/05/2022

O mercado imobiliário brasileiro apresentou queda de 42,5% no número de lançamentos no primeiro trimestre de 2022, na comparação com o quatro trimestre de 2021, informou hoje (23) a Câmara Brasileira da Indústria da Construção. O número de lançamentos também apresentou uma queda de 7,6% na oferta final de empreendimentos. Segundo a CBIC, o aumento no preço de insumos e a conjuntura econômica pesaram na redução.

O levantamento, que colheu informações do mercado da indústria da construção em 196 cidades de todas as regiões do país, também mostrou queda nos três primeiros meses do ano no número de lançamentos de unidades do programa Casa Verde e Amarela, em relação ao último trimestre  de 2021.

As unidades foram reduzidas em 40,4% e a oferta final em 11,1%. A CBIC disse que os números são afetados pelo aumento dos preços e dos custos dos materiais da construção civil, pela falta de confiança para novos lançamentos dos empresários e incorporadoras e pela queda do poder aquisitivo das famílias.

"O tempo todo falamos do efeito aumento de custo que impacta no preço de venda e isso está muito claro no Casa Verde e Amarela, que tem puxado nos últimos tempos a habitação de mercado", disse o presidente da CBIC José Carlos Martins durante coletiva para apresentação dos dados.

De acordo com Martins, o aço foi o material que mais impactou no aumento total do custo das obras. Ele citou o exemplo de construção de uma ponte, que teve alta nos custos do material utilizado de cerca de 73% no período de julho de 2020 a julho de 2021.

"Quando a gente analisa uma ponte, por exemplo, o aumento foi e 73% de custo por um único item que é o aço. No caso do Casa Verde e Amarela esse impacto foi de 34% em um único item", apontou.

Martins disse que a redução na alíquota de importação do insumo, juntamente com outros 10 produtos, anunciada pelo governo para conter a alta da inflação, diminuiu um pouco a pressão no aumento de custo. Entretanto, ainda há necessidade de debater a estabilização dos preços com a cadeia de produção.
Programa habitacional

No primeiro trimestre de 2022 foram lançadas 22.334 unidades do Casa Verde e Amarela, o que representou 42% do total de empreendimentos lançados. Já para os demais padrões, foram 30.738 unidades, 58% do total. Foram vendidas, no período, 36.827 unidades do Casa Verde e Amarela (50%), e 37.096 unidades dos demais padrões, o que mostra a demanda por unidades do programa.

A CBIC defende alterações no programa em pontos como: o aumento no valor do subsídio dado; regulamentação de um fundo garantidor, para que os empresários possam voltar a aumentar o número de empreendimentos e melhorias de concessão do crédito.

Petrucci disse ainda que o cenário mostra que empresários e incorporadoras não estão repassando os impactos do aumento de custo em empreendimentos com obras em andamento. "A gente percebe que o aumento de custos pegou mais forte e que os empresários administraram os impactos do aumento de custo dos empreendimentos com obras em andamento. Porém, para os novos lançamentos, é inevitável esse repasse no preço de venda", disse.
Lançamentos

O comparativo das regiões nos lançamentos do Casa Verde e Amarela mostra o Norte com 85% de participação, o Nordeste com 51%, o Sudeste com 44%, o Sul com 32% e o Centro-oeste com 24%.

Em unidades vendidas, a região Sudeste lidera com 56%, seguido do Nordeste (52%), Norte (49%), Centro-oeste (40%) e Sul (36%). Já a participação da oferta final representa: Sudeste (46%), Nordeste (44%), Centro-oeste (31%), Norte (29%) e Sul (25%).

Já no mercado imobiliário como um todo, em relação ao 4º trimestre de 2021, o Sudeste foi a região que mais registrou queda nos lançamentos com 52%, seguida da Região Norte (51,2%), Sul (39,7%), Centro-oeste (8,2%) e Nordeste (7,1%).

Já em comparação com o 1º trimestre de 2021, as regiões Centro-oeste e Sudeste registram alta de 11,4% e 7,5%, respectivamente. As demais apresentaram queda: Sul (27,9%), Norte (5,7%) e Nordeste (1,7%).

A CBIC disse que em relação às vendas, existiu uma tendência de crescimento desde o 1º trimestre de 2017, mas a partir do 2º semestre de 2021, começaram a estabilizar. Em relação ao 4º trimestre de 2021, o número de unidades residenciais vendidas subiu 2,2%.

Em comparação com o trimestre anterior, três regiões apresentaram alta: Centro-oeste (13,9%), Sul (13,4%) e Nordeste (8,6%). As outras regiões registraram queda: Sudeste (4,4%) e Norte (2,1%).
Oferta final

No que diz respeito à oferta final de unidades, em comparação com o 4º trimestre de 2021, todas as regiões brasileiras apresentaram queda: Sul (9,3%), Sudeste (7,3%), Nordeste (7,2%), Norte (7,1%) e Centro-Oeste (5,2%).

SEGS.com.br - SP   24/05/2022

A Prolata anuncia os resultados do primeiro trimestre de 2022 em evento comemorativo aos seus 10 anos de história com números positivos. Entre janeiro e março, foram recicladas 16.013,38 toneladas latas de aço, registrando aumento de 79% em comparação ao trimestre anterior. Entre os estados que mais reciclaram, Pernambuco, Bahia e Paraná foram os três protagonistas, sendo os dois primeiros estreantes no ranking.

O número de cooperativas parceiras também aumentou. Atualmente, a Prolata conta com 65 cooperativas, em 15 estados, totalizando 1.657 cooperados, volume que representa crescimento de 3% em relação ao ano anterior. Além disso, há 36 entrepostos parceiros e o apoio de 14 fabricantes de latas de aço, 29 fabricantes de tintas, 10 fabricantes de alimentos, 30 redes de varejo e três grupos siderúrgicos, responsáveis pela revalorização e reciclagem do material.

A Associação tem trabalhado também para estimular os consumidores a fazer o correto descarte das latas utilizadas, com campanhas de comunicação e auxílio na implantação de pontos de recebimento em parceria com as redes varejistas. Hoje, existem 215 pontos distribuídos por todo o país, garantindo presença municipal 27% superior ao ano anterior.

Em comemoração aos 10 anos de história da Prolata, foi realizado evento na última terça-feira, 10 de maio, para apresentação dos resultados e a valorização de todos que fazem a diferença no projeto, como os fabricantes de latas, tintas e alimentos, representantes do varejo, siderúrgicas, cooperativas, parceiros e entidades gestoras.

A presidente executiva da Associação Brasileira de Embalagem de Aço e Diretora executiva da Prolata, Thais Fagury, ressalta a evolução da Associação em uma década de história. “Foram os associados que acreditaram em todo o processo. Inicialmente, tínhamos 15 parceiros. Hoje, além dos fabricantes de latas, também temos 29 fabricantes de tintas, 30 redes de varejo e 10 fabricantes de alimentos”, ressaltou.

A executiva ainda fez um agradecimento especial à Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (ABRAFATI), primeira cadeia de envasadoras que acreditou no projeto. Fabio Humberg, coordenador da ABRAFATI, homenageou a Associação com uma placa e destacou a importância do projeto. “Reconhecemos a qualidade no atendimento à Política Nacional dos Resíduos Sólidos e empenho em prol à sustentabilidade, garantindo as melhores soluções para os resíduos sólidos”, salientou Humberg no evento.

Outro destaque durante a comemoração foi a participação da Boomera, empresa brasileira de Economia Circular e parceira da Prolata desde o início de sua história. “Sempre foi uma alegria participar da Prolata. A Boomera nasceu praticamente junto com a Associação. Hoje, somos uma das maiores empresas que recicla plásticos na América Latina. Isso só foi possível acreditando nas cooperativas e com o apoio da Prolata”, afirma Gui Brammer, fundador da Boomera.

Representando as cooperativas, o Cleusimar Alves de Andrade, presidente da Cooperativa Recicle a Vida, trouxe um pouco da experiência como catador e falou sobre a importância do investimento ao trabalho dos catadores. “O apoio no investimento para melhorar os nossos meios de transporte é fundamental para os resultados”, comentou.

Dois associados-fundadores, a Brasilata, empresa brasileira fabricante de embalagens de aço, e a CMP - Companhia Metalgraphica Paulista, celebraram a história e a relevância da Prolata para o funcionamento da logística reversa e economia circular.

Sobre a Prolata

A Prolata é uma associação sem fins lucrativos, criada em 2012, pela cadeia de valor dos fabricantes de latas de aço no Brasil. Iniciativa da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço) e coordenação e patrocínio em conjunto com a Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas (Abrafati) para o cumprimento da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei no 12.305/10, e demais políticas públicas de âmbitos federal, estadual e municipal, a Prolata obtém recursos de seus associados e parceiros investidores, os quais são integralmente aplicados na manutenção e desenvolvimento de seus objetivos.

Valor - SP   24/05/2022

Maior produtora de aço inoxidável da América Latina vai investir na modernização e atualização tecnológica da laminação a quente na usina de Timóteo (MG)

Ayres Lima, presidente da Aperam South America: “O foco é atender à demanda de clientes por produtos com diferentes dimensões e maior resistência” — Foto: Maria Tereza Correia/Valor

Maior produtora de aço inoxidável da América Latina, a Aperam South America iniciou uma nova rodada de investimentos no Brasil, elevando a R$ 831 milhões o total que será aportado na operação local até 2024.

Depois de desembolsar R$ 243 milhões para atualização das linhas de aço inox e aços elétricos no ano passado, a antiga Acesita vai destinar outros R$ 588 milhões (US$ 117,5 milhões) para modernização e atualização tecnológica da laminação a quente na usina de Timóteo (MG) e para a Aperam BioEnergia, que produz carvão vegetal no Vale do Jequitinhonha, também em Minas Gerais.

“São recursos já confirmados. O foco é atender à demanda de clientes por produtos com diferentes dimensões e maior resistência e ficar mais competitivo”, disse ao Valor o presidente da Aperam South America, Frederico Ayres Lima. A siderúrgica mineira pode produzir, anualmente, 900 mil toneladas de aço bruto, capacidade que seguirá inalterada.

O novo investimento será formalizado nesta terça-feira, durante cerimônia com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). Na ocasião, o comando da Aperam South America, que integra o grupo europeu Aperam, formado em 2011 a partir da cisão do negócio de inox da ArcelorMittal, também vai anunciar que a empresa se tornou a primeira do mundo, no segmento de aços planos especiais, a alcançar a neutralidade de carbono.

A partir de 2011, conta Ayres Lima, a siderúrgica passou a usar carvão vegetal para a fabricação do aço, em substituição ao coque, e hoje os dois altos-fornos utilizam 100% do insumo renovável. A Aperam tem 126 mil hectares de florestas, dos quais 76 mil hectares de plantio de eucalipto, usado para a produção de carvão vegetal na Aperam BioEnergia, e desde 2020 trabalha com certificadoras - Forest Stewardship Council (FSC) e SGS - para mensurar emissões e remoção de carbono equivalente. No balanço dos dois últimos anos, o resultado líquido foi neutro.

Na laminação a quente, o projeto prevê a aquisição de uma nova cadeira e atualização tecnológica dos sistemas elétricos e de automação, com início de operação em 2025. Além de trazer competitividade, o investimento permitirá à empresa ampliar a gama de produtos oferecidos, em particular aos segmentos de bens de capital e indústria, observa o executivo.

O carro-chefe da Aperam é o aço inoxidável, que tem aplicação em uma gama diversificada de indústrias e em utensílios domésticos. Mas a siderúrgica também é fornecedora de aços elétricos, usados em transformadores de energia, motores elétricos e turbogeradores, entre outros. A WEG, fabricante de motores e equipamentos, é grande cliente nesse segmento.

No ano passado, a Aperam South America comercializou 626 mil toneladas de aço, contra 591 mil toneladas em 2020. Historicamente, cerca de 20% da produção no país é exportada. A receita da siderúrgica, por sua vez, saltou de € 143 milhões para € 390 milhões em 2021, refletindo a recuperação da demanda após o impacto inicial da pandemia de covid-19 e a alta dos preços das commodities.

Conforme Ayres Lima, ainda há mais capacidade instalada do que demanda em aço inoxidável, portanto não faz sentido investir em ampliação neste momento - o desembolso atual deve trazer apenas ganho marginal nessa linha. Para elevar o consumo local de aço inox, a estratégia tem sido apostar em inovação, buscando novos produtos e aplicações para o material.

Nessa frente, por exemplo, a Aperam desenvolveu o Endur, uma liga mais resistente à abrasão voltada ao atendimento de clientes da mineração, açúcar e álcool e cimento. Em mercados desenvolvidos, conta, o consumo per capita de aço inox pode chegar a 18 quilos por ano, enquanto no Brasil esse volume está em 2 quilos.

Segundo Ayres Lima, na linha de custos, há pressão persistente dos principais insumos - ferro, níquel e cromo -, mas, ao contrário do que se viu no passado recente, tornou-se mais difícil repassar esses aumentos. “Num primeiro momento, conseguimos repassar. Mas já começamos a ver dificuldade para fechar novos contratos.”

G1 – ES -24/05/2022

Presente em todo o território nacional, a Cedisa alcançou um resultado exponencial. Essa conquista pode ser atribuída ao investimento em inovação, estrutura interna, gestão das equipes e aquecimento do mercado

Foto: Cedisa/Divulgação

Com um crescimento de quase 2% de representação do PIB de 2020 para 2021, a indústria brasileira é um dos setores que mais ganha forças, contribuindo para a geração de empregos e para a pesquisa e o desenvolvimento nacional. A Cedisa Central de Aço, indústria de aço capixaba que está presente em todo o território nacional, foi uma das empresas que se deparou com o cenário de crescimento exponencial durante o último ano. De 2020 para 2021, a Cedisa dobrou suas vendas.

O crescimento pode ser atribuído a alguns fatores, entre eles, o investimento em inovação e estrutura interna, a gestão de equipes e desenvolvimento dos colaboradores, além do aquecimento do mercado. O diretor comercial da Cedisa, Silvino Canzian, destaca a importância de análises estratégicas neste processo.

“A circulação da informação e a transformação dela em inteligência é essencial para auxiliar na tomada de decisões acertadas, desde a gestão de preço e estoque até o direcionamento das equipes. A atuação nos mercados de maior expansão é primordial para darmos passos em busca do crescimento de uma empresa”, explicou Canzian.

Presente no mercado desde 1975, a Cedisa é uma empresa familiar que alia a tradição à inovação — Foto: Cedisa/Divulgação

Além dos investimentos nos espaços físicos e novas tecnologias, o crescimento está diretamente ligado ao aumento do quadro de pessoal. Em 2021, a indústria brasileira gerou mais de 475 mil empregos, de acordo com dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). A necessidade de contratações surgiu para atender a alta demanda vinda do mercado, conforme avaliou o gerente industrial da Cedisa, Rafael Dalla.

“O patrimônio humano é a base de um planejamento estratégico de qualidade, por isso o desenvolvimento de pessoas e gestão de equipes foi fortificado neste período, garantindo que os funcionários, novos e antigos, estivessem trabalhando em harmonia e com qualidade”, completou Rafael.

Além dos investimentos nos espaços físicos e novas tecnologias, o crescimento da Cedisa está diretamente ligado ao aumento do quadro de pessoal. — Foto: Cedisa/Divulgação

TRADIÇÃO E INOVAÇÃO

Presente no mercado desde 1975, a Cedisa é uma empresa familiar que alia a tradição à inovação, combinando a confiança de quem conhece o mercado com a ousadia de quem sabe que pode muito mais. Para isso, eles contam com uma equipe de ponta e um amplo mix de produtos siderúrgicos.

Neste dia 25 de maio, data em que é celebrado o Dia da Indústria, o diretor-executivo da Cedisa, Fernando Dalla Bernardina, comemora. “Hoje, temos muitas conquistas para celebrar e compartilhamos elas com nossos clientes, funcionários e fornecedores. Mas não paramos por aí: seguimos realizando investimentos em busca de oferecer a melhor qualidade em aço e garantir um crescimento saudável para todos que estão conosco.”

Além da matriz, que fica localizada na Serra (ES), a Cedisa conta com filiais no Nordeste, em Recife (PE) e Salvador (BA), e dois escritórios de vendas no Rio de Janeiro. Para o ano de 2022, a empresa já trabalha na abertura de novas plantas industriais.

Fernando Dalla Bernardina: "Seguimos realizando investimentos em busca de oferecer a melhor qualidade em aço e garantir um crescimento saudável para todos que estão conosco" — Foto: Cedisa/Divulgação

ECONOMIA

IstoÉ Dinheiro - SP   24/05/2022

“A América Latina está entrando em um período muito perigoso”, disse o venezuelano Moises Naïm, ministro no final dos anos 1980 e desde então analista de política internacional, em um dos debates organizados pelo fórum esta semana na cidade suíça.

“A inflação está chegando, para todo o mundo e também para uma geração de latino-americanos que não sabe conviver com ela. E as consequências econômicas e sociais podem ser desastrosas”, comentou Naïm, que alerta para a risco de que alguns regimes autocráticos se consolidarem ou chegarem ao poder.

As previsões variam de acordo com as instituições, mas as “ondas sísmicas” provocadas pela guerra na Ucrânia, como recentemente apontado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), afetarão diretamente a economia latino-americana.

Embora a região tenha menos ligações diretas com a Europa do que outras partes do planeta, também será afetada pela inflação e pelo aperto das políticas monetárias, alertou a instituição em abril.

E lembrou que, mesmo antes de a Rússia invadir a Ucrânia em 24 de fevereiro, a inflação já havia aumentado em muitos países da região devido aos preços das matérias-primas e aos desequilíbrios de oferta e demanda causados pela pandemia.

Nesse sentido, a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), reduziu no final de abril sua estimativa de crescimento do PIB da América Latina e Caribe para este ano, de 2,1% para 1,8%.

A inflação pode, acima de tudo, causar instabilidade política.

“São tempos difíceis para ser latino-americano”, afirmou o chileno Andrés Velasco, ex-ministro das Finanças do governo de Michele Bachelet e agora reitor da Escola de Políticas Públicas da London School of Economics.

“Temos um problema com a capacidade de nossos governos, de direita ou de esquerda, mais ou menos democráticos, de alcançar resultados”, assegurou, citando o exemplo do Peru, que tem a maior taxa de mortalidade por covid-19 no mundo e sofre grande instabilidade política.

A combinação de má gestão e pressão inflacionária pode levar à “deterioração democrática”, com sistemas sobrecarregados pela “fragmentação e governos baseados no Twitter”, segundo Velasco.

Nesse contexto, muitos defendem em Davos o multilateralismo e uma maior presença da região nas instituições internacionais.

“Se olharmos para o cenário internacional, vemos uma total ausência de liderança latino-americana”, opinou a espanhola Arancha González Laya, ex-ministra socialista do governo Pedro Sánchez e agora acadêmica.

Também citaram como exemplo de falta de cooperação regional a IX Cúpula das Américas, marcada para o próximo mês em Los Angeles, fórum multilateral ameaçado de boicote por vários governos da região após críticas dos Estados Unidos, país anfitrião, a Cuba, Nicarágua e Venezuela.

Diante desse cenário, alguns optam pelo otimismo econômico, principalmente se a América Latina conseguir se tornar produtora e exportadora de energia verde (energia solar e eólica, em particular) no médio prazo.

Outros veem na revolução do teletrabalho desencadeada pela pandemia uma forma de os profissionais que não conseguem encontrar trabalho no seu país de origem o façam, remotamente, noutro da região.

Agência Brasil - DF   24/05/2022

O Brasil quer agregar valor a produtos exportados para a China, em especial, àqueles ligados a soja, minério de ferro e petróleo. As diretrizes que estão sendo elaboradas nos planos bilaterais com o país asiático devem favorecer a abertura das relações e investimentos em setores como agricultura, saúde e comunicações, além de infraestrutura, comércio, educação e sustentabilidade.

As afirmações foram feitas hoje (23) pelo vice-presidente, Hamilton Mourão, referindo-se ao que foi debatido pouco antes, durante a 4ª Sessão Plenária da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban) no Itamaraty.

“Queremos agregar valor nas três commodities que mais exportamos para a China: soja e derivados, minério de ferro e petróleo”, disse. “E queremos abertura para novos produtos. Hoje, discutimos a questão do trigo que será produzido na Bahia, no Ceará e e em Roraima”, acrescentou.

O vice-presidente disse também que o Brasil tentará se beneficiar de alguns fundos verdes criados pelos chineses. “Ano passado, eles [os chineses] criaram um fundo de apoio a ações de combate ao desmatamento visando a promoção do desenvolvimento sustentável da Amazônia. Estamos discutindo formas de termos acesso a esse fundo”.

Caminho traçado

Mourão acrescentou que os documentos que estão sendo elaborados – nas reuniões envolvendo os dois países – estabelecem orientações que deverão ser mantidas pelo próximo governo. “Dois planos avançarão independentemente do governo que for eleito: o estratégico, que vai até o final da década; e o executivo, que vai até o final de 2026”, disse.

“O governo que assumir encontrará o caminho traçado, com previsibilidade dos objetivos comuns”, acrescentou, ao detalhar que os planos têm, entre suas prioridades, a participação chinesa em projetos de infraestrutura previstos pelo Programa de Parcerias de Investimento (PPI), em especial visando a construção do corredor bioceânico que ligará o Brasil ao Pacífico a partir da fronteira com a cidade paraguaia de Porto Murtinho.

IstoÉ Online - SP   24/05/2022

A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou nesta segunda-feira uma nova redução de 10% nas alíquotas do Imposto de Importação sobre a maior parte dos produtos comprados no exterior, informou o Ministério da Economia, em iniciativa que não contou com aval do Mercosul e busca combater a inflação e ampliar a abertura comercial do país.

A decisão, antecipada pela Reuters, foi tomada em reunião extraordinária da Camex e alcança cerca de 87% do universo tarifário do país, com 6.195 códigos de produtos.

A medida, que é temporária e valerá de 1º de junho deste ano a 31 de dezembro de 2023, representa um corte adicional do imposto. Em novembro do ano passado, o governo já havia reduzido em 10% as alíquotas do universo da TEC (Tarifa Externa Comum) unilateralmente, sem aval de todos os membros do Mercosul, dizendo haver urgência para lidar com a alta de preços.

A renúncia de arrecadação com as reduções tarifárias, segundo o ministério, é estimada em 3,7 bilhões de reais.

De acordo com a pasta, o objetivo da medida é aliviar as consequências econômicas negativas decorrentes da pandemia de Covid-19 e da guerra na Ucrânia, especialmente a inflação.

“A nova redução irá contribuir para o barateamento de quase todos os bens importados, beneficiando diretamente a população e as empresas que consomem esses insumos em seu processo produtivo”, disse em nota.

Entre os produtos incluídos na redução tarifária, o ministério citou feijão, carne, massas, biscoitos, arroz e materiais de construção.

Estimativa apresentada pela pasta aponta que as reduções nas tarifas terão impacto acumulado de 533,1 bilhões de reais de incremento no PIB e de 376,8 bilhões de reais em investimentos até 2040.

Segundo o ministério, a decisão de reduzir as tarifas unilateralmente foi tomada sob amparo de artigo do Tratado de Montevidéu do Mercosul.

O secretário de Comércio Exterior do ministério, Lucas Ferraz, afirmou que o Brasil continuará negociando com os membros do bloco para tentar consolidar e tornar permanentes os cortes de Imposto de Importação.

“Nossa expectativa é que conseguiremos ainda este ano tornar o corte de 20% em tarifas um movimento de todo o Mercosul”, disse.

Ferraz ressaltou que 1.387 códigos de produtos ficarão fora da medida e não terão tarifas reduzidas. Entre eles, estão têxteis, calçados, brinquedos, lácteos e alguns itens do setor automotivo.

O Ministério da Economia defende a abertura gradual da economia e recentemente implementou cortes no do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) para ampliar a competitividade da indústria do país e viabilizar a nova redução do Imposto de Importação.

O governo implementou os cortes de IPI como forma de baratear os produtos industrializados brasileiros. Redução inicial de 25% foi ampliada para 35%, preservando produtos da Zona Franca de Manaus. A medida, porém, foi judicializada e parte de sua eficácia está suspensa.

Além dos cortes amplos das tarifas, o governo vem anunciando reduções a áreas e produtos específicos. Neste mês, por exemplo, foram reduzidas as tarifas sobre vergalhões de aço e zeradas as alíquotas sobre alguns tipos de carne, trigo, milho e outros itens alimentícios.

IstoÉ Online - SP   24/05/2022

O dólar engatou a terceira queda seguida e fechou pouco acima de 4,80 reais na sessão, após cair abaixo desse patamar ao longo da jornada, com as operações domésticas mais uma vez replicando a movimentação externa, que nesta segunda-feira foi de forte apetite por risco e de nova queda global da divisa norte-americana.

O dólar à vista encerrou em baixa de 1,31%, a 4,8075 reais –menor valor desde 22 de abril (4,8065 reais).

Na mínima, desceu a 4,7855 reais, recuo de 1,76%. Na máxima, subiu 0,19%, a 4,8805 reais.

Operadores domésticos espelharam o dia de fraqueza do dólar no exterior. O índice da moeda dos EUA contra pares caía 0,84% no fim da tarde, queda acentuada para os padrões do índice, que aprofundava as perdas desde a máxima em 20 anos do último dia 13 para 2,8%. As divisas emergentes saltavam 1%, para picos em pouco mais de um mês.

Investidores tentam retomar a confiança que há dias é golpeada por incertezas sobre os efeitos do aperto das políticas monetárias, da inflação elevada e das debilidades da economia chinesa sobre o crescimento global.

Mas, num sinal animador, os contratos futuros de minério de ferro de referência na China subiram cerca de 7% nesta segunda-feira, seguindo seu maior salto diário em dois meses e meio. O minério de ferro é um dos principais produtos da pauta de exportação brasileira, e suas oscilações mexem nos termos de troca, variável que entra na conta de cálculos de taxa de câmbio de equilíbrio.

O real vem sendo destaque positivo entre seus principais pares. O dólar cai 6,5% no Brasil desde as máximas do último dia 12. Com exceção do rublo russo –contra o qual o dólar cai 10% no período, mas em meio a operações com interferência de controles de capital–, o real tem o melhor desempenho dentre peso mexicano, peso colombiano, sol peruano, peso chileno, lira turca e rand sul-africano.

Do ponto de vista técnico, alguns indicadores apontam continuidade da queda do dólar. No fim da semana passada a moeda voltou a deixar para trás sua média móvel de 50 dias, sinal de maior pressão de venda. Pelo MACD, que mistura médias móveis, a média curta segue abaixo da longa –e sem sinal de reversão–, indicativo de panorama de preços em baixa.

O índice de força relativa de 14 dias (IFR-14) –uma medida de quão rápidas têm sido as oscilações de preços na taxa de câmbio– ainda está em 40, acima, portanto, da linha de 30, abaixo da qual o dólar estaria barato demais –o que poderia atrair compras.

À frente, no entanto, analistas ainda veem um cenário mais duvidoso para o real.

“Apesar de esperarmos um ciclo de alta da Selic mais longo do que no início de 2022, daqui para frente acreditamos que as últimas demonstrações de agressividade do Fed e a intensificação do ciclo eleitoral (no Brasil) acabarão pesando sobre o real e outros ativos locais”, disseram em nota os estrategistas do Rabobank Mauricio Une e Gabriel Santos. O banco espera dólar de 5,25 reais ao fim do ano.

O Estado de S.Paulo - SP   24/05/2022

Embora nas últimas décadas o conceito de desenvolvimento tenha se ampliado, incorporando outras dimensões-chave, como educação e saúde, sustentabilidade, equidade e segurança, o crescimento econômico, mensurado pela variação produto interno bruto (PIB), ainda é a forma mais tradicional de avaliação da prosperidade de uma nação. No caso do Brasil, este é, sem dúvida, um dos seus principais desafios, não apenas pelo histórico de volatilidade da nossa economia mas, sobretudo, porque o desempenho recente e as perspectivas para o curto e médio prazos são desfavoráveis.

O país é atualmente a décima economia do mundo e a maior da América Latina, todavia, um conjunto de distorções e gargalos, em um contexto global cada vez mais competitivo, torna a retomada do crescimento um obstáculo complexo e incerto. Os dois gráficos a seguir ilustram os padrões de evolução preocupantes tanto do PIB per capita quanto da variação do PIB anual. O primeiro demonstra que o país praticamente não cresceu na última década, com a renda per capita atualmente um pouco abaixo do mensurado em 2010, enquanto os Estados Unidos cresceram 56% e a China 110% no mesmo período. O processo de convergência (catching up), isto é, em que uma nação se aproxima do nível de riqueza acumulada das economias mais desenvolvidas, está bem distante. Os dados ainda indicam uma nova e acelerada divergência, agora com um país emergente, o que enterra o argumento que a péssima performance brasileira se deve à conjuntura econômica internacional.

O segundo gráfico traz sinais negativos e reforça a volatilidade como marca registrada da economia brasileira. Nas últimas três décadas, não apenas avançamos abaixo da média mundial (2% contra 3,45% anual), mas também apresentamos alto grau de instabilidade no crescimento. Em média, as oscilações no Brasil (2,75%) são bem parecidas com o padrão chinês (2,9%), porém nesse último, as variações não são tão problemáticas, uma vez a China cresceu, em média, 8,5% ao ano. Por fim, as projeções para a recuperação pós pandemia também acendem um sinal de alerta, pois a variação do PIB brasileiro prevista para este ano está na lanterna das Américas, junto com Paraguai e Haiti. Está claro, portanto, que o crescimento econômico é um grande desafio, do passado, presente e futuro do país. Logo, as questões naturais que surgem são: quais as causas do fraco desempenho e as possíveis alternativas para sua superação?

As razões do recorrente fracasso são, obviamente, multivariadas, interligadas e, em boa medida, conhecidas. Primeiro, a formação bruta do capital fixo encontra-se em menor patamar histórico, refletindo o padrão pífio de investimentos na economia brasileira que, em 2021, não ultrapassou os 16% do PIB, abaixo do limite de 25% recomendado para um crescimento continuado e distante, por exemplo, dos 42% da China. Do lado da produtividade do trabalho, a situação também não é nada boa, considerando sua estagnação desde o final da década de 1970. Aliado aos intensos processos de desindustrialização e comoditização da economia em curso no país, nos afastamos cada vez mais das atividades atreladas a produtos e serviços de maior valor agregado, com implicações adversas na competitividade em contexto global e na geração de empregos de qualidade. O último fator de crescimento, o capital humano, é diretamente afetado pela ascensão da pobreza e desigualdade, agravados pelas implicações da pandemia do Coronavírus, em especial a crescente inflação e o persistente desemprego. Esses problemas não são apenas as causas, mas também geram consequências que atrapalham o desenvolvimento, tais como inibição à poupança privada, precarização da força de trabalho, imobilidade social etc.

As possíveis soluções tendem a ser ainda mais complexas e difíceis, do tipo de pergunta que ‘vale de 1 milhão de dólares’. Se não existe panaceia para superar armadilha da renda média que o Brasil se encontra, ao menos, algumas lições importantes são conhecidas. A primeira é que, ao contrário das receitas prontas do tipo Consenso de Washington, contextos diferentes exigem propostas distintas. Além disso, as reformas devem ser seletivas, sequenciais e focadas nas principais distorções que impedem o crescimento, em vez de se tentar resolver todos os problemas de uma única vez. Terceiro, para enfrentar as disfuncionalidades da economia é essencial que as políticas públicas partam de diagnósticos, baseados em evidências empiricamente válidas e debates teóricos qualificados. Por fim, elaboração de medidas, que fomente sinergias entre os setores público e privado, demandam certas doses de criatividade, aprendizado e adaptação às particularidades e potencialidades do país.

Nesse sentido, uma alternativa que pode ajudar é a criação de um comitê ou conselho consultivo, composto de referências nacionais e internacionais de diferentes universidades e centros de pesquisa, áreas temáticas de atuação e visões ideológicas sobre a economia. Como a capacidade dos governos é notoriamente limitada, por restrições temporais, administrativas e políticas, a colaboração de especialistas externos tende a contribuir para que se fuja de diagnósticos simplórios e estereotipados e se construa projetos de mudanças eficazes, fundamentais para a retomada do caminho de crescimento econômico, sustentável e inclusivo, que tanto precisamos.

O Estado de S.Paulo - SP   24/05/2022

O mundo de maravilhas em que se transformou o Brasil na visão imaginosa (e eleitoreira) do ministro da Economia, Paulo Guedes, está muito distante do mundo real em vivem milhões de brasileiros cuja renda, quando a têm, está sendo corroída, e outros milhões de empreendedores que enfrentam dificuldades cada vez maiores para pagar suas dívidas. Tudo por causa do “inferno” da inflação, do qual, garante Guedes, o País já saiu. Os dados o desmentem e analistas privados preveem que a inflação continuará alta. E a atividade econômica se manterá muito fraca.

Enquanto o fantasma do desemprego continua a assombrar os trabalhadores, sistemática e silenciosamente a inflação vai corroendo a capacidade financeira de todos, empregados e empregadores, trabalhadores por conta própria, pessoas sem ocupação, mas que têm alguma poupança para sobreviver por meios próprios e empresas de menor porte.

Essas empresas são responsáveis por boa parte dos empregos no País, além de, no caso de microempreendimentos, terem se transformado em fonte de renda para muitos trabalhadores que, em razão da baixa atividade econômica, perderam a ocupação anterior. A crise financeira por que elas passam por causa da inflação, em alta desde o ano passado, e adicionalmente por causa do aumento dos juros ameaça a continuidade de suas operações e afeta a estabilidade de muitos fornecedores.

Caso o problema não seja resolvido de alguma forma, o impacto sobre o mercado de trabalho e sobre a produção poderá ser forte. Especialistas em crédito sugerem que só uma grande operação de renegociação das dívidas aliviará a situação dessas empresas. Em média, cada uma delas tem dívidas com sete fornecedores. O quadro é preocupante.

Dificuldades financeiras das micro e pequenas empresas vêm se acentuado pelo menos desde agosto do ano passado, de acordo com os indicadores da Serasa Experian. Os últimos dados disponíveis referem-se a março, quando o total de pequenas e microempresas inadimplentes alcançou 6,1 milhões.

Uma plataforma especializada em concessão de crédito para pequenas e microempresas, com ativos estimados em R$ 250 milhões, estima em cerca de 20% o estoque de crédito que precisa ser refinanciado. Da dívida total, cerca de 80% são com fornecedores, não com bancos.

Aumento do prazo para a quitação, que resulta na queda do valor da prestação, pode ser um dos caminhos para preservar algum caixa. No caso da plataforma citada acima, o valor médio das prestações pode cair de R$ 5 mil para R$ 4 mil.

A inflação, que deixou de ser problema para Guedes, afeta duramente as finanças das empresas de menor porte porque faz subir os preços dos insumos. A baixa atividade econômica inibe a correção dos preços cobrados pelas empresas devedoras, cuja margem, por isso, está sendo corroída. Assim, reduz-se sua capacidade de pagar as prestações da dívida.

Praticamente ninguém que conhece o mundo real vê alívio da inflação pelo menos até o último trimestre do ano. Este é o Brasil de verdade; o mundo de Guedes é outro.

MINERAÇÃO

Revista Manutenção e Tecnologia - SP   24/05/2022

A mina de ferro Noamundi da Tata Steel em Jharkhand, na Índia, alcançou avanços significativos em carga e transporte a partir do desenvolvimento de um projeto de melhoria contínua com suporte das desenvolvedoras Immersive Technologies e Vareli Tecnac (VTPL).

O objetivo do projeto foi traçado com base em análise de dados do Sistema de Gerenciamento de Frotas (FMS, em inglês) da Wenco, que identificou tendências operacionais ligadas a comportamentos específicos dos operadores.

A análise também mostrou variabilidade na forma como os operadores executavam tarefas, especialmente em relação a fatores como cuidados com as máquinas, produtividade e eficiência de combustível.

Para reduzir a oscilação de desempenho, foi realizado um programa de qualificação da mão-de-obra no centro de treinamento da Tata, na mina de ferro Joda East.

Com suporte da VTPL, o treinamento com simulador foi conduzido por um instrutor integrado da Immersive Technologies utilizando o caminhão Komatsu HD785-7 e a escavadeira Hitachi EX1200-5D.

Para aferir a eficácia da solução, os dados da mineração foram medidos antes e depois do treinamento, revelando melhorias na operação real com a escavadeira de 40% no tempo médio de carregamento, com economia estimada de 5 l de Diesel de Alta Velocidade (HSD) por ciclo de carregamento.

Os resultados do simulador apontaram melhoria no tempo médio em carregamento por caminhão (2%), escavação (6%), fator de enchimento (7%) e, no melhor resultado, competência geral do operador (57%).

“Com o caminhão OTR Komatsu HD785-7 os resultados reais na mina revelaram 4% de melhoria no consumo de combustível, com resultados do simulador apontando melhoria de 79% nos comportamentos de eficiência de combustível do operador”, relata a empresa.

Conheça mais sobre a Tata Steel e o treinamento com simuladores no vídeo abaixo.

Valor - SP   24/05/2022

Embora menos relevante que Austrália e Brasil, a Índia é importante fornecedora de minério de ferro ao mercado chinês

O minério de ferro iniciou a semana em forte alta no mercado chinês, após a Índia ter elevado as tarifas de exportação da matéria-prima e de diferentes produtos siderúrgicos, num esforço para conter a pressão inflacionária no mercado interno.

Embora menos relevante que Austrália e Brasil, a Índia é importante fornecedora de minério de ferro ao mercado chinês. Enquanto as tarifas nos embarques de finos de minério foram elevadas de 30% para 50%, em pelotas o aumento foi de zero para 45%, segundo a S&P Global Commodity Insights.

Na Bolsa de Commodity de Dalian (DCE), os contratos mais negociados, para entrega em setembro, avançaram 4,41%, para US$ 863,50 yuan por tonelada.

Um produtor de pelotas indiano disse à S&P que as exportações devem cessar em razão do alto custo.

“Com o excesso de capacidade, as usinas de pelotização podem fechar. O mercado interno indiano não poderá atender à oferta extra originalmente destinada às exportações. Os preços do minério de ferro na Índia cairão e as usinas de pelotização serão fechadas para não produzir com prejuízo”, indicou a fonte à agência.

CONSTRUÇÃO CIVIL

Valor - SP   24/05/2022

Levantamento da CBIC aponta queda de participação do Casa Verde e Amarela em novos imóveis

A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) divulgou ontem (23) dados do setor imobiliário coletados em 196 cidades, que apontam estabilidade no trimestre, ante o mesmo período de 2021. Os lançamentos caíram 2,6%, somando 53.072 unidades, enquanto os 73.923 imóveis vendidos significam alta de 1,4%. Mas o maior destaque foi a perda de participação que as unidades do programa Casa Verde e Amarela (CVA) sofreram ao longo dos últimos trimestres.

De 57% do total de lançamentos no início de 2020, passaram a 42% no primeiro trimestre deste ano. Segundo Fábio Araújo, sócio-diretor da Brain Inteligência Estratégica, que coleta e organiza os dados da CBIC, se a proporção de unidades do CVA tivesse sido mantida, o mercado teria lançado 44 mil unidades além das 53.072 reportadas no trimestre.

A entidade credita a perda de participação ao aumento do preço dos insumos, à queda do poder aquisitivo das famílias, por causa da inflação, e à falta de confiança dos empresários no segmento, que restringe lançamentos.

Para reverter esse quadro, é preciso que sejam feitas mudanças no programa, defende a CBIC. O presidente, José Carlos Martins, afirma que uma nova curva de subsídios deve ser aprovada, mas também ressalta a importância de Estados e municípios contribuírem mais para o programa. Ele diz ainda ser preciso rever as condições do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), para ampliar a parcela da renda que trabalhadores informais podem comprometer com a compra da casa própria. Martins informou que a CBIC vai se reunir com o Ministério da Economia nesta semana para discutir esses pontos.

O resultado geral do setor no primeiro trimestre foi similar ao reportado nos primeiros três meses de 2021 apesar da diferença de pano de fundo entre os períodos. No ano passado, os três primeiros meses foram afetados pela segunda onda da covid-19, que afetou a visitação nos estandes de venda, mas beneficiados por uma taxa Selic de 2% ao ano até o dia 17 de março, contra uma variação de 9,75% a 11,75% no primeiro trimestre de 2022.

Se a comparação com o início de 2021 mostra pouca variação nos dados, ante o quarto trimestre a diferença foi maior: queda de 42,5% nos lançamentos, o que era esperado pela sazonalidade do setor.

No acumulado em 12 meses, até março, foram lançadas 293.976 unidades, aumento de 19,9% ante o período anterior, e vendidas 289.466, alta de 6,2%.

O estoque registrado até março foi de 245.938 mil unidades, que levariam 10,2 meses para serem escoadas. Esse montante subiu 5,3% ante o início de 2021.

A CBIC está otimista em relação ao preço dos materiais de construção, um dos maiores entraves do setor. Espera que o preço do aço pare de aumentar por causa da redução no imposto para importação do material, aprovada há duas semanas, e vai discutir o que pode ser feito com relação a outros materiais. Celso Petrucci, vice-presidente da entidade, aposta em redução do ritmo de crescimento do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), hoje em 11,54% no acumulado dos últimos 12 meses, incentivado pelo dólar em patamar reduzido e por uma possível queda da taxa Selic a partir do segundo semestre.

Para 2022, a entidade estimava estabilidade no número de vendas e lançamentos, em relação ao positivo ano anterior, mas isso depende das mudanças no CVA. Se elas não ocorrerem, o aumento do consumo e do lançamento de unidades dos demais padrões, com recursos do SBPE, não devem compensar a piora no desempenho do programa habitacional.

Para Araújo, a eleição presidencial não terá peso relevante no resultado anual e não apresenta um risco, a menos que algum imprevisto grave aconteça até outubro. “De todos os fatores que existem no mercado, o político é o que menos importa, a inflação é cinco vezes mais relevante”, diz.

Investing - SP   24/05/2022

A indústria da construção civil espera reunir-se nesta semana com o ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, para discutir mudanças no programa Casa Verde e Amarela, que no primeiro trimestre teve queda de 25,6% nos lançamentos sobre o mesmo período do ano passado.

A discussão, segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, deve envolver aumento de subsídios, fundo garantidor e melhorias na concessão de crédito, algo que envolve a adoção de uma nova curva de juros.

"É muita gente dependendo deste produto (Casa Verde e Amarela). A gente não pode deixar ele cair, porque qualquer queda vai impactar", disse Martins, acrescentando que o segmento emprega cerca de 500 mil pessoas no país.

A discussão ocorre em um ano eleitoral e alguns dias depois que o governo federal atendeu pleito da entidade para reduzir o imposto de importação de vergalhão de 10,8% para 4% até o final deste ano, contrariando o setor siderúrgico.

Questionado sobre se a redução incentivará o setor a buscar uma elevação de importações do material, Martins afirmou que o canal de comércio exterior da indústria da construção nacional "é muito enferrujado e isso é algo que precisa ser revisto".

Na avaliação do presidente da Cbic, a redução do imposto sobre o vergalhão importado deve servir para colocar um freio no reajuste de preços das siderúrgicas nacionais. "Um exemplo de efeito imediato que nós tivemos foi em alguns casos já ter sido entregue uma tabela com aumento de 15% a partir de maio e que ela foi retirada" após a redução do imposto, disse Martins sem citar nomes de empresas.

No primeiro trimestre, enquanto os lançamentos do Casa Verde e Amarela caíram 25,6%, para 22,3 mil unidades, as vendas caíram 3%, para 36,8 mil unidades. O segmento terminou o trimestre, com participação de 39% na oferta de imóveis ante 45% no final de 2020, a 97,1 mil unidades, uma queda de 7% sobre um ano antes.

Segundo a Cbic, o movimento é resultado de aumento de custos dos insumos da construção civil; falta de confiança do setor para novos lançamentos e queda do poder aquisitivo das famílias.

A expectativa da entidade para 2022 é de estabilidade do mercado sobre os níveis elevados de lançamentos e vendas.

"Depende da agilidade do governo em adequar o programa Casa Verde e Amarela. Vai depender disso para que possamos ter a partir de junho, julho, agosto, uma contratação mais forte do programa e se essa agilidade do governo em tentar resolver o desequilíbrio que está havendo no programa transmitir confiança para os empresários que estão segurando seus lançamentos", disse Celso Petrucci, presidente da comissão da indústria imobiliária da Cbic, durante a apresentação da entidade.

Valor - SP   24/05/2022

Diante de disputa mais acirrada por terrenos e margens pressionadas, parcerias e aquisições se tornam rotina no segmento nos principais mercados do país


Benevides, da Gafisa, aposta nas parcerias com grandes marcas de luxo para agregar valor “em cada detalhe” — Foto: Divulgação

Com margens ainda sob pressão, resultado da alta nos custos e um ambiente de juros em inacreditáveis dois dígitos, a indústria da construção tem encontrado fôlego nos projetos de média, alta e altíssima renda. As recentes parcerias e aquisições no segmento, principalmente envolvendo empresas que não estão listadas na bolsa, mostram ser um bom caminho para atravessar o momento.

A recente parceria anunciada entre EZTec e Construtora Adolpho Lindenberg, com a criação da EZCAL, é um bom exemplo da efervescência no mercado de alta renda paulista. A dupla planeja desenvolver projetos com um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,7 bilhão nos próximos seis anos. A Gafisa, por sua vez, apresentou recentemente proposta para aquisição da Bait, no Rio, e assinou um memorando para a aquisição da São José, incorporadora de luxo de São Paulo. Ambas estão em processo de aprovação pelo Cade.

“Essas movimentações, somadas as recentes aquisições de terrenos nas regiões do Itaim e Jardins, reforçam nosso posicionamento no mercado de alto luxo, especialmente em São Paulo, maior praça desse segmento no país”, diz Guilherme Benevides, CEO da Gafisa Incorporadora e Construtora São Paulo, em entrevista ao Valor. A estratégia tem acelerado o processo de consolidação no segmento.

Segundo analistas do setor, a falta de perspectivas de melhora na economia e a forte polarização na cena eleitoral tem tornado o ambiente impraticável para lançamentos na ponta menor da baixa renda. Entre 2020 e 2021, em meio a pandemia com estandes fechados, Mitre Realty, que atua na média e alta renda, e Riva, subsidiária da Direcional para o segmento de média renda, já detectavam essa oportunidade ao fecharem parcerias com a incorporadora Lucio, dona de projetos de altíssima renda na capital paulista - tanto no residencial quanto comercial.

Lucio Junior, presidente da incorporadora, conta que no momento todos os projetos da companhia apresentam desempenho dentro do esperado e de acordo com a estratégia traçada. “Temos um lançamento previsto para este ano com ticket de R$ 25 milhões no Itaim em parceria com a Bolsa de Imóveis. A estratégia varia muito. Em especial, no de altíssima renda teve um empreendimento com preço médio de quase R$ 50 mil o metro quadrado que esperamos ficar pronto para iniciar a estratégia de venda e deu muito certo. Isso está muito ligado ao perfil do cliente, mais exigente e que não depende de financiamento”, revela o executivo.

Na parceria com a Riva, o executivo lembra que se tratam de imóveis com valores que vão de R$ 300 mil a R$ 700 mil. “São oito projetos em desenvolvimento, sendo que três já foram anunciados e outros cinco devem ser lançados em 2022”. Esses projetos representam um VGV de R$ 1,1 bilhão, com a entrega de 3.500 unidades.

No acordo com a Mitre, firmado no ano passado, os lançamentos estão posicionados um degrau acima dessa categoria, diz o executivo, com unidades de valores acima de R$ 700 mil. “A previsão é de lançar um empreendimento no segmento de média alta ainda no segundo semestre (o primeiro dessa parceria), no Brooklin. Com VGV de R$ 180 milhões, a demora no primeiro lançamento é atribuída aos procedimentos de aprovação do projeto, observa Rodrigo Cagali, diretor financeiro da Mitre.

Ao longo do ano passado a Mitre reportou a aquisição de R$ 1,9 bilhão em terrenos em pontos estratégicos de São Paulo. O executivo recorda que as duas empresas se conhecem de longa data e a aproximação foi natural. “A Lucio tem know-how e estava procurando parceiros para desenvolver essa linha de média alta e temos essa expertise. Tem funcionado muito bem porque temos a mesma cultura de negócios. Estamos empolgados”, afirmou.

Para André Mazini e Hugo Grassia, analistas do Citi que acompanham o setor, a palavra de ordem do momento é ‘seletividade’. “Como via de regra, as incorporadoras estão lançando menos na ponta inicial da média renda. Vemos uma migração para a alta renda, um exemplo disso é a parceria da Riva e da Mitre com a Lucio, e da EZTec com a Lindenberg. São parcerias com empresas não listadas e do setor em que não estão habituados a atuar”, observa.

A maior resiliência do segmento de alta renda, na visão de Ygor Altero, analista da XP, tem estimulado esse movimento. “Vejo a Even se posicionando bem nesse segmento, ao se aproximar de empresas que tem uma boa execução. Fica claro o interesse”, aponta, ao ressaltar que se trata de um segmento em que o cliente não depende de financiamentos.

Marcelo Motta, analista do J.P. Morgan, diz que as parcerias têm aproximado em geral quem tem capital disponível, mas não tem banco de terrenos de qualidade, de concorrentes com bons pontos de venda para negociar, mas pouco capital para tocar o projeto. “É uma forma de crescer com qualidade e tem potencial para acelerar o crescimento de ambas.”

Entre os potenciais candidatos a novas parcerias Motta cita BRZ e Vitacon, que ainda não abriram capital. “Selo de grife também aumenta o preço do metro quadrado”, diz ao lembrar dos acordos firmados ao longo do ano passado pela Cyrela e Gafisa com famosos estúdios internacionais de design - Yoo Studio e o italiano Tonino Lamborghini, respectivamente.

Para Luiz França, presidente da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), unir forças para atuar em nichos específicos do mercado pode ser útil para limitar perdas. Segundo ele, a cidade de São Paulo ainda reúne alguns ‘bolsões de alto desejo” como os arredores da Faria Lima, Parque do Povo e do Clube Pinheiros. “A escassez de terreno para esse perfil de empreendimento também acaba levando a união de forças”. E França reforça que o custo do metro quadrado no Brasil ainda é muito baixo em relação ao resto do mundo.

Benevides, da Gafisa, concorda e acena com a continuidade dessa estratégia. “O cliente com alto poder aquisitivo, já tem percepção de que um apartamento de R$ 40 mil/m2, com todos os atributos de luxo, ainda está barato comparado a grandes metrópoles do mundo, onde chegam a custar mais de US$ 100 mil/m2 ”. Segundo o executivo, a expectativa é continuar expandindo as parcerias com grandes marcas de luxo, “agregando valor em cada detalhe”.

Dados recentes confirmam que o setor segue em ritmo de retomada, apesar do constante impacto da inflação de custo. De acordo com sondagem divulgada nesta semana pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a construção civil registrou o melhor nível de atividade e emprego do quadrimestre desde 2012.

NAVAL

Porto Gente - SP   24/05/2022

O ser humano gosta de realizar sonhos.

Se considerar a ruptura promovida pelo programa de desestatização governamental do Porto de Santos, com as posições já negociadas no seu edital, é possível observar oportunidades consequentes, para desenvolver e propor estratégia a ser viabilizada com logísticas tecnológicas e agregando uma cultura portuária local única. Isto possibilita uma inovação portuária, de maior produtividade, e geração de progresso, pelo fomento de investimentos privados no principal porto do Hemisfério Sul.

No seu papel de “think tank”, Portogente propõe projeto e solução, bem como estimula articulações e mobilização na construção de uma obra com grandeza proporcional a que os Guinle realizaram com a Companhia Docas de Santos, para construir o principal complexo portuário do Hemisfério Sul. Assim, incorporar conceitos avançados de porto indústria, intensificar o papel de pulmão logístico dos terminais retro portuários alfandegados – TRAs, fomentar operações com equipamentos e processos inteligentes, nos moldes dos principais análogos mundiais.

Esse processo vai dar sentido e potência às posições já negociadas no programa de desestatização, portanto, na geração de eficiência sistêmica responsiva aos projetos da navegação do comércio marítimo internacional. Na visão de hinterlândia, conectar e integrar com mais produtividade a rede de distribuição física e as logísticas da produção às novas redes na circulação global. Como competitividade. aumentar a atração de cargas e a agilidade na sua movimentação.

Quando Francisco de Paula, em Santos nos idos de 1880, escreveu a carta ao cunhado Guinle, casado com a irmã da sua esposa, dizendo: “vem construir o Porto de Santos, que está fadado a ser a Nova Iorque brasileira”, assim fez-se São Paulo. A potencialização, que o time Portogente propõe, inova essa frase profética & p; com horizontes avançados. Trata-se de ações que destravam, para renovar, um potencial portuário gigante, com iniciativas de excelência e modelagens logísticas e tecnológicas criativas.

No âmbito do porto, ampliar a visão de desenvolvimento da hinterlândia; da região da Ilha dos Bagres e construir a pera ferroviária da margem esquerda. Com empréstimos do BNDES, fomento de investimentos e lançamento de ações no mercado, para construir o túnel submerso ligando as margens do porto e efetivar o projeto construtivo do porto off-shore. A campanha estruturada para e estabelecer o porto indústria com acesso pela larga rede de rios navegáveis da região é atrativa aos investidores em condomínios logísticos.

Todas essas propostas independem do próximo governo. Trata-se de projetos robustos, consistentes e da iniciativa privada, em âmbito de especialistas de excelência técnica e articulação com o meio financeiro voltado ao setor logístico. Holisticamente, uma proposta promotora de ganhos em toda a cadeia de valor do Porto de Santos, como nó da rede logística global. Uma pauta, com debate aberto, para atrair empreendedores e investidores com foco na mais pujante logística global do Brasil.

PETROLÍFERO

Portos e Navios - SP   24/05/2022

A Supergasbras apresentou seu projeto de terminal de gás liquefeito de petróleo (GLP) no Complexo do Pecém à governadora do Ceará, Izolda Cela, na quinta-feira (19). Em março desse ano, a Supergasbrás assinou um pré-contrato para a construção de um terminal de armazenamento e transporte de GLP no Complexo do Pecém.

Os investimentos são estimados em R$ 920 milhões e o terminal terá capacidade para 43 mil toneladas de GLP, com uma estimativa de movimentação anual de 450 mil toneladas. O gás deverá ser comprado dos Estados Unidos para distribuição no Ceará e outros estados da região Nordeste.

O investimento de quase R$ 1 bilhão da Supergabras deve resultar no primeiro terminal para estocagem refrigerada de GLP importado no Nordeste.

A Supergasbrás é controlada pela holandesa SHV, que é a maior distribuidora mundial de GLP, com mais de 100 anos de experiência no setor de energia. Possui terminais em vários países, como Inglaterra, França e China.

A empresa conta com mais de quatro mil colaboradores em 17 unidades engarrafadoras e, e mais de 60 depósitos e filiais no país, além de possuir o maior e mais moderno parque engarrafador da América Latina, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.

A Supergasbras comercializa, cerca de 1,5 milhões de toneladas de GLP por ano e atende, aproximadamente, 11 mil postos de revendas, 10 milhões de famílias brasileiras e mais de 50 mil clientes industriais e comerciais em todo o país. Detém 21% da distribuição do mercado.

Petro Notícias - SP   24/05/2022

De olho no futuro e na expansão de sua rede, a Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) iniciou hoje (23) uma consulta aos agentes de mercado com o objetivo de fazer projeções de demanda de transporte de gás natural em seu sistema no período de 2023 a 2032. O levantamento acontecerá no Portal de oferta de Capacidade (POC) da empresa, que pode ser acessado neste link. A pesquisa ficará disponível para preenchimento pelos carregadores por um prazo de 30 dias.

De acordo com a empresa, a meta é atualizar o projeto de expansão do sistema de transporte da companhia a partir da Chamada Pública Incremental 2022 – e dar continuidade à prestação das melhores condições comerciais, alinhando os interesses do mercado de gás com seus processos de oferta de capacidade.

“A Chamada Pública Incremental deverá ir para consulta pública pela ANP ainda no primeiro semestre deste ano, e por conseguinte, tendo o edital aprovado pela agência reguladora, a TBG irá executar o certame no segundo semestre. A previsão é de que a ampliação de capacidade do sistema, caso as demandas sejam confirmadas e contratadas, esteja concluída em 2027”, disse a empresa, em comunicado.

AGRÍCOLA

Revista Manutenção e Tecnologia - SP   24/05/2022

A empresa gaúcha Ipacol Máquinas Agrícolas, de Veranópolis, RS, apresenta a Carregadeira de Rodas Articulada modelo LGi 930, produto idealizado e criado pela empresa gaúcha

Segundo o gerente de desenvolvimento de produto, Carlos A. Antoniolli, o equipamento oferece opcionais de acoplamento rápido exclusivos como garra para fardos, garra para madeira, caçamba, lâmina, guincho e caçamba para pedras que adicionam mais flexibilidade ao trabalho e mais funções operacionais visando maior produtividade, eficiência e versatilidade de uso.

Para maior conforto e utilidade durante todo o ano, o equipamento apresenta segurança adicional da cabina com estrutura de proteção contra capotamento (ROPS) e ar-condicionado standard, que tornam seu manuseio de materiais e trabalhos de cargas mais seguros, rápidos e precisos.

“É uma máquina de baixo custo, manutenção rápida e simples”, salienta Antoniolli. “Pela sua múltipla funcionalidade é uma excelente ferramenta para a construção civil”, finaliza.

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