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20 de Janeiro de 2021

INDA

Venda de aço plano cresce 6,6% em 2020, aponta Inda

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Valor - SP   20/01/2021

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Reestocagem deve puxar alta de vendas de distribuidores de aços planos em 2021, diz Inda

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Reuters Brasil - SP   20/01/2021

Distribuidores de aços planos do Brasil estimam crescimento de 10% nas vendas neste ano, após um final de 2020 marcado por forte movimento de reestocagem na cadeia gerada pelos impactos da pandemia, afirmou o Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), nesta terça-feira.

Segundo a entidade, as vendas do setor em dezembro somaram 288 mil toneladas, alta de cerca de 14% na comparação com um ano antes, mas queda de 15,2% ante novembro. Para janeiro, a expectativa é de aumento de 10% no volume vendido ante dezembro.

O crescimento, porém, ainda não garante certeza de reajustes de preços da liga pelas usinas nos próximos meses, disse o presidente do Inda, Carlos Loureiro, em entrevista online.

Citando a forte alta de preços de aço nos Estados Unidos, o presidente do Inda, Carlos Loureiro, afirmou “que esse preço não vai se manter é certeza, mas quanto tempo vai levar para cair cria um receio muito grande sobre como será o preço mais para frente”. Os preços do aço no Brasil sofrem influência das cotações internacionais.

Essa incerteza, faz com que os distribuidores nacionais tenham que ter “muito cuidado” para não promoverem o processo de reestocagem de aço a preços elevados para não correrem o risco de ver estes inventários perderem valor durante o ano, explicou.

Segundo Loureiro, “pode ser que tenhamos novo reajuste” (nos próximos meses), “mas vai ser difícil manter este nível de preços”. Ele acrescentou que após aumentos realizados em janeiro e no final do ano passado, o chamado “prêmio” - a diferença entre o preço do aço vendido no Brasil e no exterior - ficou ao redor de 5%. “Não acredito que teremos essa enxurrada de aumentos que tivemos nos últimos meses”, afirmou.

Apesar disso, o executivo afirmou que as linhas de produção das usinas siderúrgicas estão já todas ocupadas de pedidos até final de março e início de abril.

Em 2020, as vendas dos distribuidores cresceram 6,6%, para 3,62 milhões de toneladas, segundo os dados do Inda, com expansão de 9,2% de produtos zincados, que têm usos em diversos setores, incluindo construção e automotivo.

Segundo Loureiro, o consumo de aços planos registrados em dezembro pelo Instituto Aço Brasil na véspera, de alta de cerca de 28% sobre um ano antes, foi em grande parte impulsionado por movimento de recomposição de estoques. “Definitivamente, o número de planos das usinas de dezembro não foi consumo real. O Brasil definitivamente não consumiu 1 milhão de toneladas de laminados planos em dezembro.”

Questionado sobre o anúncio da Ford, de que vai fechar toda a sua produção no Brasil até o final deste ano, Loureiro afirmou que o impacto no setor de aço não deve ser grande, uma vez que a demanda por veículos segue forte. “Em termos de consumo de veículos, não vejo nenhuma grande modificação no consumo de aço...O que este caso mostra, além das questões específicas da Ford, é o problema do custo Brasil.”

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SIDERURGIA

Com pressão sobre siderurgia, Bolsa fecha em baixa de 0,50%

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IstoÉ Dinheiro - SP   20/01/2021

Apesar do dia positivo em Nova York após o feriado de segunda-feira, 18, por Luther King, o Ibovespa, assim como dólar e juros, refletiu hoje a cautela dos investidores em relação ao cenário doméstico, ainda afligido por incertezas sobre a situação fiscal e o encaminhamento da vacinação, em meio a dúvidas quanto à disponibilidade de insumos para a imunização em massa por aqui – dificuldades que podem atrasar o cronograma da vacina e, por consequência, a retomada da economia. Assim, o índice da B3 fechou nesta terça-feira em baixa de 0,50%, a 120.636,39 pontos, com mínima a 119.257,03 e máxima a 122.120,24 pontos. O giro financeiro totalizou R$ 29,8 bilhões. No ano, o índice tem ganho de 1,36%, com avanço de 0,24% nesta semana.

“A preocupação fiscal não irá embora até que se tenha, ao menos, a definição para a presidência da Câmara, no início de fevereiro. Também no começo do mês teremos o início da temporada de balanços, com os resultados de bancos, que serão sinais importantes sobre a economia. Há a preocupação sobre a efetividade da vacinação: ainda há calafrios em relação a isso, ao cronograma, se conseguiremos ser tão efetivos como outros países para começar a virar a página da pandemia e iniciar a recuperação econômica”, diz Leonardo Milane, economista e sócio da VLG Investimentos.

“Assim como na semana passada, tivemos hoje uma realização normal. Eventual extensão do auxílio emergencial causa estresse especialmente nos juros, com o receio de piora fiscal, em situação que já é bem delicada. Não ajudaram também rumores de que a China venha a buscar uma diversificação maior no fornecimento de minério de ferro, o que afeta diretamente a Vale (ON -0,27%)”, aponta Pedro Lang, head de renda variável da Valor Investimentos, acrescentando que o setor de siderurgia responde por 15% a 16% do Ibovespa.

Maior perda do Ibovespa na sessão, CSN fechou em queda de 5,71%, seguida por Usiminas (-4,71%) e Hapvida (-3,12%). Gerdau PN (-2,95%) e Gerdau Metalúrgica PN (-2,52%) também tiveram ajuste negativo nesta terça-feira. No lado oposto, BTG subiu 3,12%, à frente de Suzano (+3,03%) e Totvs (+2,50%). Entre as blue chips, destaque para Petrobras (PN +2,21% e ON +1,25%), enquanto os grandes bancos, segmento de maior peso no índice, registraram perdas em bloco, entre 1,19% (Itaú PN) e 2,16% (Santander) na sessão.

“A queda do minério do ferro (-1,57% em Qingdao, China) provocada pela pressão das margens nas siderúrgicas, que devem reduzir o consumo da commodity, ajuda a explicar o movimento de queda do Ibovespa, que retornou exatamente para a faixa de 120 mil pontos”, diz Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora. “Em vista da tendência de alta principal, o retorno para o patamar, que foi o último topo rompido e por onde passa a média móvel exponencial de 21 dias, deve abrir caminho para uma recuperação no curtíssimo prazo (do Ibovespa).”

Nesta terça-feira, como pano de fundo para a cautela do mercado, não agradou a retomada do auxílio emergencial na retórica dos candidatos à presidência da Câmara, apesar da promessa de que eventual solução para a continuidade do benefício respeitará o teto de gastos – uma ressalva que ainda não se sabe, na prática, como seria viabilizada. Dessa forma, o dia foi de bolsa em baixa, dólar em alta e juros longos para cima, na véspera da decisão de política monetária do Copom, que pode retirar o forward guidance de seu comunicado, na quarta-feira.

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ECONOMIA

Alta de juros no radar

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Correio Braziliense - DF   20/01/2021

O mercado financeiro acredita que, na primeira reunião do ano, que começa hoje e termina amanhã, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve manter a taxa básica de juros (Selic) na mínima histórica de 2% ao ano, mas abrir a porta para um ciclo de alta da Selic. Para boa parte dos analistas, o BC deve retirar o chamado forward guidance, isto é, a prescrição futura de que a Selic será mantida no atual patamar, do comunicado que fará após o encontro.

Na última reunião de 2020, o comitê avisou que as condições que garantem a manutenção dessa prescrição futura pareciam estar perto do fim. E essas condições têm se acentuado. Ontem, por exemplo, o mercado elevou a expectativa para a inflação deste ano de 3,34% para 3,45%, mais perto da meta de 3,75%. E muitos analistas avaliam que, se o dólar continuar subindo, a projeção será elevada novamente, já que a alta da moeda norte-americana pressiona o preço dos alimentos e dos insumos industriais.

“A expectativa é de que, na medida em que a inflação dá sinais de estar um pouco mais forte, o Copom prepare o terreno para efetivamente começar a subir a taxa de juros. E, dado que essa possibilidade já foi comunicada, é razoável supor que o forward guidance será retirado nesta reunião", avaliou o estrategista-chefe do banco digital Modalmais, Felipe Sichel.

“Os núcleos de inflação continuam pressionados e a expectativa de inflação de 2022 já está na meta (3,5%). Por isso, há necessidade de convergência para o juro neutro”, reforçou a economista da Armor Capital, Andrea Damico, lembrando que, a partir do segundo trimestre, a política monetária já passa a mirar a inflação de 2022.

Economista-chefe do Banco ABC Brasil, Luis Otávio Leal também acredita que a retirada do forward guidance será a grande novidade desta reunião do Copom. Porém, diz que o motivo são as incertezas fiscais do país. (MB)

 

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China vai sustentar recuperação e evitar "abismo de política econômica", diz

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Reuters Brasil - SP   20/01/2021

A China vai fornecer suporte necessário para a recuperação econômica neste ano para evitar um “abismo de política econômica”, conforme as pequenas empresas continuam pressionadas em meio à pandemia, afirmou nesta terça-feira uma autoridade sênior do órgão de planejamento estatal.

A economia da China ganhou velocidade no quarto trimestre, com o crescimento superando as expectativas ao encerrar um ano de 2020 marcado pelo coronavírus em boa forma e pronta para expandir ainda mais este ano.

“Teremos um bom controle do ritmo, intensidade e efetividade das políticas macroeconômicas para garantir que a recuperação econômica permaneça estável e para evitar um abismo da política econômica”, disse Yan Pengcheng, diretor do Gabinete Geral da Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento, em entrevista online.

“Considerando que algumas microentidades do mercado ainda precisarão passar por um período de recuperação —algumas pequenas empresas começaram agora a ‘se sentir bem depois de uma doença séria’, enquanto outras ainda precisam restaurar sua resistência— as políticas macreconômicas continuarão a manter o suporte necessário (para elas).”

Dados desta terça-feira mostraram que o setor de serviços, que está atrasado em relação à indústria, ganhou força no quarto trimestre, com o crescimento da produção no setor de hotelaria e restaurantes passando a nível positivo pela primeira na comparação anual desde o início da pandemia.

“Os dados do PIB confirmam que a recuperação da China se tornou menos dependente do estímulo liderado pelo investimento nos últimos meses, graças a uma recuperação generalizada no setor de serviços”, disse Julian Evans-Pritchard, economista sênior Capital Economics.

Líderes chineses prometeram em uma reunião para definição de agenda no mês passado manter o suporte “necessário” para a economia este ano, evitando uma mudança brusca e indicando estímulo econômico menor em 2021.

Yan disse que as medidas temporárias e de emergência adotadas durante a pandemia, que ajudaram a estabilizar a economia, não podem durar no longo prazo, e a China ainda precisa alcançar crescimento através de reformas e inovação.

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Preços de commodities no atacado pressionam e IGP-M acelera alta a 2,37% na 2ª prévia de janeiro, diz FGV

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Reuters Brasil - SP   20/01/2021

Os preços de commodities no atacado pressionaram e o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) subiu 2,37% na segunda prévia de janeiro, de uma alta de 1,18% no mesmo período do mês anterior, de acordo com os dados divulgados nesta terça-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com este resultado, a taxa acumulada em 12 meses passou de 23,41% para 25,46%, segundo a FGV.

No período, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que responde por 60% do índice geral, acelerou a alta a 3,08%, de 1,17% na segunda prévia de dezembro.

“A aceleração dos preços de commodities importantes componentes do IPA justifica a aceleração do índice ao produtor e sua influência na taxa do IGP-M. O comportamento dos preços da soja (-6,11% para -4,06%), dos suínos (-10,87% para -2,44%) e do minério de ferro (2,01% para 26,78%) respondem por parte importante da aceleração do índice geral”, destacou André Braz, coordenador dos índices de preços.

Para os consumidores a alta dos preços arrefeceu uma vez que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que tem peso de 30% no índice geral, passou a subir 0,42% no segundo decêndio de janeiro, de 1,23% no mês anterior.

O destaque ficou com o grupo Educação, Leitura e Recreação, cujos preços passaram a cair 2,22% depois de uma alta de 3,91%. O item passagem aérea passou de um avanço de 26,08% para deflação de 23,32%.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), por sua vez, avançou na segunda prévia de janeiro 0,97%, de uma alta de 1,20% antes.

O IGP-M é utilizado como referência para a correção de valores de contratos, como os de aluguel de imóveis.

A segunda prévia do IGP-M calculou as variações de preços no período entre os dias 21 do mês anterior e 10 do mês de referência.

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Confiança da indústria oscila, mas ainda é alta

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O Estado de S.Paulo - SP   20/01/2021

A expectativa quanto à vacinação da população contra a covid-19, essencial para a normalização da vida das pessoas e de toda a atividade econômica, não parece ter sido forte o bastante para superar, entre o empresariado industrial, os temores gerados pelo crescimento do contágio no Brasil e em outros países e pela eventual necessidade de novas medidas restritivas. É o que parece mostrar a queda de 2,2 pontos (de 63,1 para 60,9 pontos) entre dezembro e janeiro (antes do início da vacinação) do Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Outro fator que provavelmente terá afetado a confiança do empresariado é o fim das medidas financeiras de emergência para apoiar as empresas e as famílias de renda mais baixa.

O índice mantém-se na faixa dos 60 pontos, bastante acima da linha divisória (50 pontos) entre pessimismo e otimismo. “A manutenção do sentimento de otimismo é importante para estimular o aumento da produção, a geração de emprego e, sobretudo, o aumento do investimento, essencial para a retomada do crescimento da economia”, observa a CNI.

Os dois componentes do Icei mostraram redução em janeiro. O que mostra a avaliação das condições atuais caiu de 59,5 para 56,7 pontos; o de expectativas baixou de 64,9 para 63 pontos. Mesmo assim, as expectativas do empresariado da indústria com relação aos próximos seis meses continuam “favoráveis”, diz a CNI, pois estão bastante acima da linha divisória de 50 pontos.

Resultados conhecidos da produção física da indústria brasileira justificam algum otimismo do setor. Em novembro do ano passado, a produção já havia superado o nível de fevereiro, isto é, de antes do início da pandemia, em 8 das 15 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional, em São Paulo, que abriga o maior parque industrial do País, a produção de novembro superava em 6,0% a de fevereiro. Em todo o País, a produção já era 2,6% maior do que a de antes da pandemia.

Outros grandes centros industriais nas Regiões Sul e Sudeste do País também apresentam resultados expressivos. Além de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande Sul mostraram crescimento maior do que a média do País.

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MINERAÇÃO

Rio Tinto eleva meta de embarques de minério de olho na China

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Exame - SP   20/01/2021

A Rio Tinto quer elevar os embarques de minério de ferro neste ano em meio à alta dos preços impulsionada pela forte demanda da China, embora tenha alertado que o impacto regulatório da controvérsia em torno das grutas de Juukan Gorge ainda é incerto.

Os embarques podem subir até 2,8% em relação ao ano passado, disse a empresa na terça-feira em relatório de produção, estabelecendo uma faixa entre 325 milhões e 340 milhões de toneladas após atingir 331 milhões de toneladas em 2020. “As compras da China continuam robustas, apesar dos contínuos impactos localizados da Covid-19 em algumas regiões.”

Os futuros do minério de ferro em Cingapura ultrapassaram US$ 170 a tonelada na segunda-feira, puxados pelo crescimento econômico e dados de produção de aço na China. A segunda maior economia do mundo conseguiu se recuperar com crescimento em níveis pré-pandemia no quarto trimestre, o que levou a uma expansão anual de 2,3%.

Embora o cenário mais amplo pareça promissor, o novo CEO Jakob Stausholm trabalha com proprietários de terras locais no polo de minério de ferro da empresa na Austrália Ocidental, após danos causados nas cavernas de Juukan Gorge no ano passado, que resultaram na renúncia de seu predecessor Jean-Sebastien Jacques e levaram a demandas por uma revisão das leis que protegem sítios arqueológicos.

A Rio Tinto disse que, embora o impacto em suas operações de minério de ferro na região de Pilbara de possíveis mudanças legislativas permaneça desconhecido, a empresa tem várias opções disponíveis dada a flexibilidade na rede. Os comentários sugerem que a mineradora se sente confiante para cumprir quaisquer mudanças com a reforma da legislação sobre o patrimônio, disse Tyler Broda, analista da RBC Capital Markets, em relatório.

“Os investidores da Rio Tinto provavelmente se sentirão aliviados que a empresa tenha registrado um trimestre relativamente forte, mas também que não há queda significativa no guidance de produção de minério de ferro em 2021”, disse Broda.

O setor industrial da China se recuperou para níveis anteriores à Covid graças à rápida implementação de estímulos, disse a Rio Tinto, enquanto medidas de governos ao redor do mundo para impulsionar a recuperação econômica após o impacto da pandemia também devem apoiar a demanda por commodities. O Goldman Sachs prevê um “claro déficit” no mercado de minério de ferro no primeiro semestre de 2021, o que pode manter os preços firmes.

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BHP espera produção anual recorde de minério de ferro com retomada da Samarco

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Money Times - SP   20/01/2021

O BHP Group, projetou nesta terça-feira uma produção recorde de minério de ferro para o ano fiscal de 2021, já que a maior mineradora listada no mundo espera lucrar com os altos preços da commodity após o reinício de suas operações no Brasil.

A empresa retomou a produção de sua planta da Samarco, joint venture com a Vale (VALE3), em dezembro, cinco anos depois que um desastre com o rompimento de uma barragem em Mariana (MG) levou à suspensão das atividades no local e a vários processos judiciais.

A BHP disse que espera produzir de 245 milhões a 255 milhões de toneladas de minério de ferro no ano fiscal de 2021, um avanço ante sua previsão anterior, de 244 milhões a 253 milhões de toneladas.

Como seus pares, a BHP ganhou com o apetite constante da China pela commodity siderúrgica, e disse que sua produção de minério de ferro na Austrália Ocidental aumentou 3,5%, para 70,4 milhões de toneladas, no trimestre encerrado em 31 de dezembro.

O UBS estimava a produção em 70,7 milhões.

No início desta semana, a concorrente Rio Tinto registrou um salto nos embarques de minério de ferro e disse que a atividade industrial na China havia retornado aos níveis pré-pandemia.

O minério de ferro ultrapassou no mês passado o nível de 1.000 iuanes (154,04 dólares) por tonelada pela primeira vez, devido a preocupações com a oferta e a medidas de estímulo intensivas em commodities na China, que alimentaram a demanda, levando os preços das ações da BHP e da Rio a patamares recordes.

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Minério de ferro recua na China com enfraquecimento nas margens do aço

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BOL - SP   20/01/2021

Os futuros de referência do minério de ferro recuaram nesta terça-feira depois de terem tocado máxima de quatro semanas na sessão anterior, à medida que um enfraquecimento nas margens do aço na China, maior produtora, pesaram sobre a matéria-prima.

O contrato mais ativo do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian encerrou o pregão diurno em queda de 1,4%, a 1.046 iuanes (161,26 dólares) por tonelada, enquanto o primeiro contrato na bolsa de Cingapura caía 2,2% no meio da sessão, a 166,50 dólares por tonelada.

"As margens do aço têm caído rapidamente nos últimos dias. Isso deve motivar algumas siderúrgicas de maior custo a realizar manutenções e consequentemente reduzir o consumo de minério de ferro", disse Richard Lu, analista da consultoria CRU em Pequim.

No entanto, a demanda por recomposição de estoques antes dos feriados de Ano Novo Lunar provavelmente deve fornecer algum apoio para os preços, assim como congestionamentos em portos na China que desaceleraram atividades de descarregamento, disse ele.

Esses fatores de possível alta no curto prazo ajudaram a impulsionar os preços spot do minério de ferro na China, que na segunda-feira tocaram 174,50 dólares por tonelada, perto de máxima de nove anos atingida no mês passado, segundo a consultoria SteelHome.

No aço, o vergalhão na bolsa de Xangai caiu 1,9%.

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AUTOMOTIVO

Saída da Ford do Brasil: carga tributária ou guerra fiscal além das fronteiras?

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O Estado de S.Paulo - SP   20/01/2021

Quando uma empresa resolve sair do Brasil, a primeira indicação anunciada para tal motivação é a carga tributária. Claro que sabemos que o sistema é complexo e oneroso, isso não é novidade para ninguém, mas quando tratamos do setor automobilístico devemos considerar os inúmeros subsídios que foram concedidos pelo governo a este segmento, que se beneficia ao longo dos anos e em todas as esferas: federal, estadual e municipal.

Olhando o cenário atual, assim como a Ford, todas as fabricantes amargaram os efeitos da crise causada pela pandemia e foi unânime a condição de rever as estratégias para conseguirem superar o impacto, que retrocedeu o crescimento previsto no Brasil e deve voltar ao patamar de 2019 somente no final de 2022. Mas há luz no fim do túnel: segundo o IBGE, a produção industrial brasileira já aponta sinais de crescimento e, em se tratando da produção de automóveis, estamos 0,7% acima do período pré-pandemia, isso porque ainda há escassez de material, mas a demanda começa a voltar.

Se o cenário é igual para todas as fabricantes, qual foi então o motivo para a saída da Ford do Brasil? Ao que tudo indica, um conjunto de fatores culminaram para esta decisão, que já vinha sendo tomada há alguns anos. Perda de participação de mercado frente à concorrência, falta de investimentos em inovação, fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo, prejuízos bilionários desde 2013 e um passivo trabalhista gigantesco. São inúmeros fatores que acarretaram o fim da operação, mas não somente a carga tributária.

Com todos esses problemas à frente, somado a um custo Brasil altíssimo e um ambiente econômico incerto, além de uma reforma tributária que parece não ampliar os benefícios a essa indústria, assim como o fechamento da torneira pelo governo para os incentivos – afinal de contas apenas empregar não é o suficiente para receber tantas vantagens, veio a decisão: vamos fechar e partir para um país vizinho. E lá se foi a Ford incitar uma guerra fiscal não entre estados e município brasileiros, como é muito comum, mas sim em outro território. A Argentina, que sabemos estar numa situação bem mais escassa que o Brasil, de certo ofereceu condições favoráveis para geração de receita e emprego.

E para a Ford, basta exportar da Argentina para o Brasil a um custo baixo apoiado pelos benefícios do Mercosul. E a conta fecha. Fecha mesmo? Por aqui, desemprego direto e indireto, cidades que economicamente dependem dessas fábricas, que foram instaladas com benefícios concedidos por anos, e 103 anos de uma operação local. E com todo esse cenário, ainda fica a pergunta sobre os sindicados, aqueles que tinham tanta força em negociação. Eles também foram pegos de surpresa?

O resumo desta decisão, que segundo a montadora faz parte de uma estratégia global, é a de que após receber diversos subsídios por meio de incentivos fiscais no Brasil, agora chegou a vez da Argentina.

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Abrava: reajuste de 2,51% é insuficiente e greve pode ser decidida na 6ª feira

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IstoÉ Online - SP   20/01/2021

O presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse que ainda está conversando com os representantes da categoria nos Estados sobre a possibilidade de paralisação em 1º de fevereiro e que a associação deve ter uma posição definida na sexta-feira (22).

Ele considerou insuficiente o reajuste do piso mínimo do frete, anunciado nesta terça-feira, 19. “Colocaram só em 2,51% de reajuste, isso é brincar com a categoria, é chamar a gente de palhaço”, disse. “A gente queria saber onde que a ANTT arrumou esse cálculo de 2,51%; não fizeram a pesquisa no mercado para saber quanto está o preço do pneu, dos insumos para o caminhão.”

A ANTT publicou no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira uma nova tabela com preços mínimos de frete rodoviário. De acordo com a agência reguladora, as alterações vão resultar em um aumento médio que varia de 2,34% a 2,51%, conforme o tipo de carga e operação. O reajuste considera o IPCA, inflação oficial do País, e a atualização do preço do diesel.

Landim questionou o motivo de o Esalq-Log ter ficado de fora da discussão sobre o cálculo do reajuste. Em posicionamento enviado ao Broadcast Agro, o Grupo de Pesquisa e Extensão em Logística Agroindustrial do Departamento de Economia, Administração e Sociologia (Esalq-Log) informou que o contrato da Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz (Fealq) com a ANTT previa a realização de 3 ciclos regulatórios (Julho/2019, Janeiro/2020 e Julho/2020). “Em duração foram quase 2 anos de atividades e 19 relatórios emitidos. Os trabalhos foram concluídos antes dessa nova atualização, portanto sem a participação do Esalq-Log.”

Segundo Landim, a categoria busca agora uma agenda com o presidente Jair Bolsonaro. “Ele precisa falar com o Brasil, e nós somos o Brasil.” Conforme o representante, “a cada semana vem aumentando a adesão” a uma possível greve. “A categoria realmente está na UTI.” Ele disse ainda ter encaminhado um ofício ao Ministério da Infraestrutura e à ANTT pedindo respostas dentro da lei de acesso à informação sobre quantas fiscalizações foram feitas do cumprimento das disposições da lei de piso mínimo do frete durante os anos de 2019 e 2020.

Até sexta-feira, 22, Landim continuará se reunindo com representantes dos caminhoneiros autônomos nos Estados para ouvir a categoria. “Os que eu conversei, principalmente no Rio Grande do Sul, Minas Gerais, no Nordeste, estão bem inclinados (à paralisação). E realmente não tem mais condições, a categoria está sofrendo demais. A gente precisa trazer essa resposta o mais rápido possível”, disse. “A única coisa que a gente quer é que se cumpram as leis que a gente já conquistou.”

Para Landim, zerar a tarifa de importação de pneus não traz grande contribuição para a atividade dos caminhoneiros autônomos. “É um conta-gotas. Lançaram o cartão caminhoneiro, eu falei que não funcionava, lançaram o crédito de R$ 30 mil para os caminhoneiros, depois mudaram para R$ 100 mil. Me aponte um caminhoneiro que pegou? Tudo que eles prometeram não teve eficácia”, disse. “Nós conquistamos as leis. Se a lei existe, ela tem que ser cumprida.”

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Fusão com a Fiat representa chance de renascimento de Peugeot e Citröen no País

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O Estado de S.Paulo - SP   20/01/2021

A fusão com a Fiat Chrysler Automobiles (FCA), que coloca a força de venda da Fiat, principalmente, como uma grande aliada, pode representar um marco de renascimento das marcas Peugeot e Citroën no Brasil. Com carros produzidos no País desde 2001, a dupla francesa tinha, uma década depois, mais de 5% do mercado nacional de veículos de passeio e utilitários leves, mas esta participação veio definhando até chegar a apenas 1,3% no ano passado.

A união no Brasil é entre desiguais: as marcas da FCA vendem 17 vezes mais do que as marcas que, agora com a fusão, são “irmãs”. Do total de 460 mil carros vendidos no Brasil em 2020, a FCA respondeu por 434 mil, contra 26 mil da Peugeot S.A. (PSA).

A diferença abissal – que não se repete nos mercados internacionais, onde há maior equilíbrio entre as marcas – joga, porém, a favor da PSA. A fusão na recém-criada Stellantis abriu a perspectiva para que tanto a Peugeot quanto a Citroën usufruam da capilaridade da rede de distribuição da FCA, com suas 640 concessionárias no País, o triplo da PSA (196).

Em entrevista ao Estadão/Broadcast, Carlos Tavares, CEO da Stellantis, deixou claro que haverá na nova organização uma rede de colaboração na qual uma marca dá apoio a outra.

A possibilidade de venda de carros da Peugeot e da Citroën pelas concessionárias da Fiat nutre, contudo, a principal discórdia das revendas das marcas francesas em relação à união dos grupos, a ponto de associações que as representam pedirem, até agora sem sucesso, a suspensão temporária da fusão no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A acusação das associações é de que, antes mesmo de a fusão ser concretizada, a PSA vinha consultando revendedores da Fiat sobre dividir suas lojas com as novas marcas.

A estratégia parece fazer sentido pela perspectiva das marcas, que precisam aumentar vendas para reduzir a ociosidade das linhas de produção. Há, porém, um obstáculo legal. A venda de automóveis por lojas autorizadas é uma concessão regulada por lei.

A chamada Lei Ferrari, de 1979, estabelece que os contratos entre fabricante e revenda podem impedir a venda de automóveis de uma marca diferente daquela que a credenciou. Este seria, de acordo com as associações, o ponto da lei infringido pela PSA.
Diferenças

No Brasil, o quebra-cabeça da fusão tem na FCA uma peça maior, com seus grandes complexos industriais em Betim (MG), aberto em 1976, e Goiana (PE), além da unidade de produção de motores em Campo Largo (PR). A PSA conta com uma única fábrica, em Porto Real (RJ).

No País, a pandemia teve maior impacto na PSA. As vendas das marcas francesas caíram 45% em 2020, enquanto as da FCA tiveram retração bem menor, de 13%. O mercado brasileiro, como um todo, amargou baixa de 26,6% no período.

O baque da covid-19 chegou num momento em que, nas matrizes das grandes montadoras, uma série de mudanças estruturais as obriga a remanejar suas estruturas. A corrida pelo carro elétrico, que se tornou uma obrigação com as restrições de governos de países desenvolvidos aos motores à combustão interna, é uma delas. O fim do automóvel como objeto de desejo para as novas gerações é outra.

Uma pesquisa feita pela KPMG em 2019 mostrou que 90% dos consumidores brasileiros gostariam de ter automóveis elétricos disponíveis no País, embora apenas 19% dos executivos de montadoras mostrassem plena convicção de sua viabilidade. Em outro ponto, 40% dos consumidores mostraram interesse em serviços de assinatura de veículos – uma opção à compra do automóvel que não estava no radar das montadoras até pouco tempo atrás.

Essas mudanças induziram alianças, como a firmada entre a Renault-Nissan e a Mitsubishi, e fusões, como a que criou a Stellantis. “A fusão da FCA com a PSA é um modelo. E, no lado da FCA, não é a primeira nem a segunda tentativa”, diz Ricardo Bacellar, líder do setor automotivo da KPMG no Brasil. “A indústria passou a responder por investimentos cada vez mais agressivos, e não tem caixa para isso. Então, as montadoras começaram a juntar forças para juntar orçamentos.”
União

Considerado hoje como um mercado de risco por investidores, o setor automotivo passa por transformação tão profunda “que fica difícil para qualquer montadora sobreviver sozinha”, avalia Antônio Jorge Martins, coordenador dos cursos automotivos da FGV. Segundo ele, a necessidade de evolução tecnológica constante e fôlego financeiro para fazer isso vai ditar os rumos do setor. Por isso ele vê a fusão da PSA e da FCA como uma salvação para ambas, lá fora e no Brasil.

Martins ressalta que várias ações já estão ocorrendo. Uma delas é a parceria global anunciada ontem entre General Motors e Microsoft para acelerar a venda de veículos autônomos, assim como a aliança feita no ano passado entre Honda e GM para o compartilhamento de plataformas de carros elétricos e motores. Também há negociações da Hyundai com a Apple para a produção o carro elétrico da empresa de tecnologia. “Hoje são necessários grupos robustos para enfrentar os desafios do setor”, afirma Martins

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Ford chama grupo de funcionários para produzir peças “por alguns meses”

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Infomoney - SP   20/01/2021

A direção da Ford iniciou nesta segunda-feira, 18, encontros com dirigentes sindicais das fábricas de Camaçari (BA) e Taubaté (SP) para negociar indenizações aos trabalhadores. Segundo as entidades, não houve ainda apresentação de propostas, o que deve ocorrer na quarta, em novo encontro já agendado.

Na sexta-feira, a montadora enviou carta aos funcionários das fábricas de Taubaté (motores) e Camaçari (onde produzia o EcoSport e o Ka), dizendo que convocará um grupo para produzir, “por alguns meses” peças para o mercado de reposição.

“Como a empresa quer que o trabalhador aceite isso depois de levar um tapa na cara e não ter recebido nenhum pedido de desculpa?”, indaga o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, Júlio Bonfim.

No interior de São Paulo, a orientação do Sindicato dos Metalúrgicos de Taubaté também é para que ninguém atenda à convocação até que negociações sejam concluídas.

Procurada, a Ford apenas confirma que “estão acontecendo reuniões com os sindicatos de Taubaté e Camaçari e no momento não tem nada adicional para anunciar”.

No dia 12, a multinacional americana anunciou o encerramento das atividades de produção no País e fechou imediatamente as fábricas de carros e de motores. A unidade da Troller, fabricante de jipes em Horizonte (CE), vai funcionar até o fim do ano e depois encerra definitivamente as atividades. No fim de 2019, o grupo já tinha fechado a fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

A decisão vai resultar no corte de 5 mil funcionários diretos, de um total de 6,1 mil. A empresa vai manter operações do centro de desenvolvimento, do campo de provas e de um escritório administrativo para tocar a atividade de importação de modelos da marca.
Efeito cascata

Na segunda-feira, o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou estudo que projeta perda de até 118,8 mil postos de trabalho no País, levando em conta o impacto dos empregos diretos, da cadeia de fornecedores de peças e das vagas induzidas (como serviços e comércio).

Pelos cálculos, haverá perda de R$ 2,5 bilhões na renda dos trabalhadores ligados à Ford, dado obtido por meio de levantamento com base na matriz de insumo-produto, índice do IBGE que é uma espécie de “fotografia” dos fluxos da economia nacional, informa o Dieese.

A pesquisa mostra ainda que a arrecadação de tributos terá queda estimada de R$ 3 bilhões. O Dieese calcula que, a cada R$ 1 gasto na indústria automobilística, é acrescentado R$ 1,4 no valor adicionado da economia.
Varal

Desde o anúncio do fechamento, trabalhadores de Taubaté mantêm vigília por 24 horas em frente aos portões da Ford. A unidade tem 830 funcionários, segundo o sindicato, e 739, segundo a montadora.

Na segunda-feira eles fizeram protesto nos portões da empresa e penduram nas grades seus uniformes de trabalho com nomes dos familiares para tentar sensibilizar a empresa sobre o número de pessoas que serão afetadas.

Nesta terça, dirigentes dos dois sindicatos terão reunião virtual com o Ministério Público do Trabalho. Na quarta, sindicalistas de Taubaté participarão de audiência pública com deputados da Assembleia Legislativa de São Paulo e na quinta-feira serão realizados protestos em frente a várias concessionárias da Ford em todo o País, organizados por centrais sindicais.

Na sexta-feira, haverá nova assembleia com os trabalhadores e deve ser definida uma carreata de Taubaté até o Santuário de Aparecida. Já Bonfim participa nesta terça, com o governador da Bahia, Rui Costa (PT), de visitas às Embaixadas da China, Índia, Japão e Coreia do Sul em Brasília para discutir possibilidades de investimentos nas instalações da Ford. Na quinta-feira haverá assembleia com trabalhadores e um ato ecumênico.

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Sistema de carga útil otimiza operações da frota de mineração

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Revista Manutenção e Tecnologia - SP   20/01/2021

A RCT comissionou recentemente seu Sistema de Gestão de Cargas Úteis, o EarthTrack, na frota mista da Silver Lake Resources, que consiste de cinco caminhões basculantes Cat 777 F, uma escavadeira Hitachi 1200-6 e uma escavadeira Hitachi 1900-6.

A solução fornece aos operadores das máquinas da Silver Lake Resources informações em tempo real sobre a distribuição de cargas e os pesos ideais das cargas na operação de Mount Monger, na região de Goldfields, Austrália Ocidental.

Os gerentes da operação agora podem monitorar de perto a produtividade das máquinas e operadores, evitar danos à suspensão dos caminhões, reduzir o desgaste dos pneus e diminuir o consumo de combustíveis, reduzindo significativamente os custos da operação, segundo o fabricante.

O sistema transmite dados sobre cargas úteis do caminhão que está sendo carregado para a máquina que efetua a carga – neste caso, uma escavadeira – que permite ao operador carregar as caçamba dos caminhões com o peso e distribuição ideal.

Um dos principais recursos do sistema EarthTrack é o monitoramento da distribuição de cargas em tempo real e os alertas aos operadores em caso de distribuição indevida, permitindo que tomem as providências necessárias para evitar danos à suspensão. O visor de LED de Cargas Úteis mostra o peso da carga para qualquer funcionário que esteja no seu âmbito de visão.

"Esta solução amplia a capacidade do operador da escavadeira de carregar os caminhões com tal eficácia que otimiza as condições de carga a cada caçamba carregada. Cargas feitas de forma ineficaz podem causar danos à suspensão, desgaste e deterioração das máquinas, resultando em tempo ocioso dispendioso para manutenção da frota de mineração. Esta ferramenta permite aos funcionários da operação tomar decisões melhores para assegurar operações consistentes e sem contratempos, ao mesmo tempo permitindo à gerência da mina que monitore a operação de perto", afirma Scott Phillips, gerente de contas da RCT.

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Portos do Rio Grande do Sul teve movimentação de mais de 39 milhões/t em 2020

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Portal Fator Brasil - RJ   20/01/2021

Somente nos Portos Públicos. Superintendente destaca recordes e dificuldades com a pandemia ocorridas ao longo do ano e a movimentação de mais de 39 milhões de toneladas.

A Superintendência dos Portos do Rio Grande do Sul (Portos RS) divulgou neo dia 18 de janeiro (segunda-feira), o resultado do ano de 2020 dos três portos públicos do Estado sob sua administração: o Porto do Rio Grande, de Pelotas e Porto Alegre. Os resultados apresentados mostram que os portos gaúchos estão cumprindo seu papel para com a sociedade mantendo seu funcionamento e proporcionando a chegada e saída de produtos do RS.

Ao longo do ano de 2020 o porto rio-grandino movimentou mais de 38 milhões de toneladas de carga somente no complexo público. Um dos destaques do ano foi o mês de junho, período em que foi movimentado o montante de 4.401.716 toneladas, batendo o recorde que havia sido verificado no mês de setembro de 2018, quando haviam sido 4.340.915 toneladas, junho de 2020 foi o melhor mês da história do Porto do Rio Grande.

A soma da movimentação dos três portos, que vem operando durante a pandemia com todos os protocolos indicados pelas autoridades sanitárias internacionais, teve uma movimentação total de 39.917.286 de toneladas - isto somente nos três portos públicos.

O Porto de Pelotas mostrou no fechamento de 2020 um incremento da movimentação de toras de madeira de mais de 23 mil toneladas movimentadas a mais em relação ao ano de 2019, uma diferença positiva de 2,60%. Atualmente a movimentação de toras de madeira responde por mais de 90% da movimentação do porto pelotense.

Em relação aos principais destinos e origens das exportações e importações do Porto do Rio Grande notam-se poucas diferenças percentuais em relação ao share dos países com o fechamento do ano de 2019. A China, que detinha o primeiro lugar das exportações, com 58,38% das cargas embarcadas, manteve-se estável no primeiro lugar em 2020 com 52,77%. Já na partilha das importações a Argélia perdeu o posto de primeiro lugar para o Marrocos, que aumentou de 7,82% de participação nas importações para 9,27%. Em 2020 verificou-se um incremento de 5,86% nas importações no terminal rio-grandino, representando uma diferença de aproximadamente 483 mil toneladas importadas a mais. Os maiores destaques quantitativos das exportações no período foram a soja, a celulose e o arroz.

Os carros chefes da movimentação do Complexo Portuário do Rio Grande ainda são a soja (grãos e farelos), representando mais de 32% da movimentação do complexo, e a celulose, que representa quase 9%. Algumas das mercadorias movimentadas que destacaram-se no incremento da movimentação em 2020 foram o arroz, cujo volume dos embarques aumentou em 21,74% e os desembarques de fertilizantes, que aumentaram mais de 15% em relação a 2019.

Os dados referentes aos demais Terminais de Uso Privado (TUPs) do Estado ainda não foram divulgados pela superintendência, pois estes números aguardam a homologação pela ANTAQ e deverão estar disponíveis em meados de fevereiro.

Junto aos dados referentes à movimentação dos portos no ano de 2020, a Superintendência também divulgou os resultados financeiros e de despesas de pessoal da autarquia ao longo do período. Foi destacado que a Portos RS vem implantando uma série de ações visando a readequação, a racionalização e a consequente redução dos custos operacionais que envolvem os recursos gerenciais necessários para as operações do órgão. Estas ações começaram a mostrar resultados já no ano de 2020, mostrando uma notável economia de mais de 16 milhões de reais somente nos pagamentos de pessoal da autarquia, uma diferença de 23,3% a menos.

A melhor notícia em relação ao trabalho de gestão administrativa da autarquia refletiu diretamente no saldo operacional acumulado no período, que resultou em mais um recorde positivo. Verificou-se que o saldo de 2020, calculado através da diferença entre todas as receitas e despesas da Portos RS, alcançou o impressionante valor de quase 25 milhões de reais, o maior saldo operacional verificado na história desde a criação da autarquia. Segundo o superintendente da Portos Rs, Fernando Estima, “tal resultado financeiro só ratifica que a gestão administrativa da autarquia está no caminho certo e vem cumprindo um papel exemplar na busca do desenvolvimento e no fomento da logística multimodal, em especial a hidroviária, do estado do Rio Grande do Sul.”

Fernando comenta também que o ano de 2021 se mostra uma grande janela para o fomento desta logística multimodal — entre elas a hidroviária — através de ações e políticas públicas que já se tornaram realidade no ano anterior. Como a homologação do novo calado do Complexo do Porto do Rio Grande, que já permite a movimentação de alguns dos maiores navios do mundo no canal rio-grandino. Além disso, o executivo também destaca a celebração de acordos e tratativas com a iniciativa privada na busca de novas parcerias negociais para o mercado logístico, em especial para o projeto Rio Grande Porto Indústria.

Entre outras conquistas a serem comemoradas no ano de 2020 que já estão sendo impactadas positivamente em 2021 o superintendente também destacou a celebração da parceria público-privada no Projeto Embarcadero no cais do Centro Histórico de Porto Alegre, com inauguração do complexo comercial prevista para março deste ano. Para finalizar, Fernando ainda citou a perspectiva da autarquia tornar-se uma empresa pública em 2021, dando mais agilidade e autonomia para os portos do estado.

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Porto de Fortaleza atinge vários recordes em 2020

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Portal Fator Brasil - RJ   20/01/2021

Resultado de uma gestão técnica e um planejamento bem estruturado colocado em prática pela diretoria executiva da Companhia Docas do Ceará, o ano de 2020 foi marcado por vários recordes no Porto de Fortaleza. Comparado ao mesmo período de 2019, no topo do crescimento está o indicador Ebitda com 254,35% (R$ 3,3 para R$ 11,8 milhões), que mostra o potencial de geração de caixa da CDC para futuros investimentos. Na sequência, aparecem as receitas com 13,49% (R$ 56,3 milhões para R$ 64 milhões) e a movimentação de cargas com 12% (4,4 para 4,9 milhões de toneladas).

Neste importante equipamento do modal marítimo localizado no bairro Mucuripe, em Fortaleza, atracaram, entre janeiro e dezembro de 2020, 1.157 navios. As atracações no Porto de Fortaleza também apresentaram crescimento, da ordem de 9,5%, em relação ao ano anterior. Os granéis sólidos (cereais e não cereais) responderam por 46,6% de toda a movimentação, seguido pelos granéis líquidos (petróleo e derivados) com 45,3% e carga geral com 8,1%. Respectivamente, foram 2.285.614 toneladas de granéis sólidos, 2.219.815 toneladas de granéis líquidos e 389.501 toneladas de carga geral.

No tocante aos granéis sólidos cereais (trigo), a importação do grão pelos moinhos M. Dias Branco, Grande Moinho Cearense e J. Macêdo foi 9,9% maior se comparado ao ano de 2019, totalizando 1,2 milhão de toneladas por meio de 53 navios e alcançando uma prancha média diária de 8.213,112 toneladas. A carga veio, principalmente, da Argentina, Estados Unidos e Canadá, cujo montante deve ser novamente ultrapassado em 2021, segundo a administração do Terminais de Grãos de Fortaleza Ltda. (Tergran), arrendatario no Porto de Fortaleza.

Somente o trigo movimentado respondeu, nos últimos cinco anos, pela importação de 5,8 milhões de toneladas. Em relação aos granéis sólidos não cereais, o destaque em 2020 foi para a movimentação de clínquer, escória, produtos siderúrgicos, produtos químicos, manganês, minério de ferro, sucata, carvão mineral e gesso. Entre os destinos dessas cargas: Estados Unidos, Espanha, China e Manaus.

Os graneis sólidos (cereais e não cereais) tiveram um crescimento de 28,7% ao longo dos 12 meses do ano passado em relação ao ano de 2019, representando o maior crescimento de carga do Porto de Fortaleza em 2020. Outro tipo de carga embarcada pelo porto no ano de 2020, tendo entre os destinos os portos de Algeciras e Vigo, na Espanha; Thames, na Grã-Bretanha; Dunkirk e Le Havre, na França; e Rotterdam, na Holanda; foram as frutas. As frutas embarcadas predominantimente foram melão, banana, uva, abacaxi, limão, manga, maçã e melancia por meio de contêineres reffers (refrigerados). Também foram exportadas lagosta congelada, frutas congeladas, nozes, plásticos e granito, entre outros tipos de carga geral, totalizando 44.377 TEUs movimentados nos 12 meses do ano passado.

Ao avaliar o desempenho do Porto de Fortaleza, a diretora-presidente da Companhia Docas do Ceará, engenheira Mayhara Chaves, reforçou que a administração vem trabalhando para consolidar a movimentação dos granéis sólidos (cereais e não cereais) e granéis líquidos (combustível) com excelência. Quanto aos planos para o ano de 2021, Mayhara elenca a atualização do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento (PDZ) do porto; a implantação de programas de Modernização da Gestão Portuária; a automação de processos para a melhoria na qualidade de atendimento; o monitoramento ambiental da Biota Aquática, dos Recursos Hídricos e Sedimentos; e o fomento da parceria com a iniciativa privada para atrair novos investimentos para as áreas não operacionais do porto.

— Estamos atuando para que a Companhia Docas do Ceará seja cada vez mais competitiva em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico. Nossa vocação é conectar o Ceará com o Brasil e o mundo e contribuir com o desenvolvimento socioeconômico do estado e da capital cearense de forma sustentável, onde estamos inseridos — diz Mayara Chaves.

Com resultado bastante expressivo como no Ebitda, o diretor de Administração e Finanças da CDC, Humberto Castelo Branco, pontou que: —No que pese a crise econômica mundial, agravada pelos efeitos da pandemia, as ações como a reestruturação organizacional, o efetivo programa de redução de despesas e o incremento das receitas, adotadas pela diretoria da Companhia docas do Ceará ao final de 2019 e ao longo de 2020, permitiram, de forma efetiva, o sucesso obtido nos resultados financeiros e na considerável melhoria dos nossos indicadores econômicos. Estamos preparados, técnica e financeiramente, para os desafios de 2021, ano em que os reflexos das ações implantadas até o momento e aquelas a serem efetivadas robustecem nossa expectativa que será, também, um ano de sucesso para nossa companhia—.

O bom desempenho da gestão da Companhia Docas do Ceará foi reconhecido pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas. Segundo ele, — os números apresentados pelo Porto de Fortaleza demonstram a importância de medidas que tomamos lá atrás, no início da pandemia, quando asseguramos a continuidade dos serviços e a devida proteção aos trabalhadores. Isso foi essencial para garantir o escoamento de nossa safra recorde e aproveitar o momento favorável para nossas commodities. É nessa linha que comemoramos os resultados da Companhia Docas do Ceará, que tem sido uma referência em gestão e demonstra o acerto de colocarmos profissionais qualificados do setor em postos chave. Em nome do Governo Federal, parabenizo toda a equipe—. | Portos.

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ANP regulamenta indicação de áreas para exploração de petróleo e gás

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IstoÉ Dinheiro - SP   20/01/2021

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) publicou hoje (19) no Diário Oficial da União resolução que regulamenta os procedimentos para a indicação, por agentes econômicos, de áreas de exploração e produção de petróleo e gás de seu interesse.

Por esse processo, as empresas interessadas podem sugerir áreas de exploração e produção de petróleo e gás para estudo da ANP, a fim de incluí-las futuramente em uma rodada de licitação ou na oferta permanente.

“A iniciativa visa regulamentar e estimular a nominação de áreas pelos agentes da indústria. O novo regulamento da ANP atualiza, simplifica e dá maior visibilidade e institucionalização ao processo, para atrair a participação de um número maior de agentes”, disse a ANP em nota.

A oferta permanente foi instituída pela ANP em 2017. Por meio dela, a agência realiza a contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas.

Esse tipo de oferta não se aplica nos blocos localizados no polígono do pré-sal, nas áreas estratégicas ou na plataforma continental além das 200 milhas náuticas,
Nominação

Em julho do ano passado, a ANP já havia aberto uma consulta pública para obter sugestões para a elaboração da normativa.

De acordo com a resolução publicada nesta terça-feira, a nominação de uma área poderá ser feita por qualquer pessoa jurídica da indústria do petróleo e gás natural.

Após a nominação, ANP vai estudar a possibilidade de ofertar a área em uma futura rodada de licitação. O procedimento possui caráter confidencial.

O texto, contudo, diz que a agência reguladora não será obrigada a ofertar a área em uma futura rodada de licitação.

De acordo com as diretrizes, a nominação de área incluída em processo de oferta permanente poderá gerar a revisão na geometria do bloco exploratório ou da área com acumulações marginais.

“A nominação de área não gerará nenhum compromisso, direito ou dever para a pessoa jurídica responsável, caso a área nominada venha a ser licitada”, diz a resolução.

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