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16 de Abril de 2021

SIDERURGIA

Consumo de aço no mundo vai crescer 5,8% em 2021, projeta Worldsteel

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Valor - SP   16/04/2021

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ECONOMIA

Brasil encara ameaça de "estagflação", com recessão e inflação no radar

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Exame - SP   16/04/2021

O Brasil caminha para a "estagflação" à medida que a economia cambaleia à beira da recessão e a inflação dispara acima da meta oficial para o ano, deixando o Banco Central (BC) em uma posição cada vez mais difícil.

Como a autoridade monetária pode lidar com as pressões sobre os preços sem causar danos adicionais a uma economia devastada por uma das epidemias de Covid-19 mais letais do mundo?

"Em parte isso está ocorrendo no Brasil porque os custos de produção mais altos estão pressionando a inflação e afetando a atividade econômica", disse Caio Megale, economista-chefe da XP Investimentos e ex-integrante da equipe de Paulo Guedes no Ministério da Economia.

Como muitos, Megale acredita que o BC manterá a inflação sob controle e que qualquer surto de estagflação será relativamente brando.

Mas ele reconhece o risco potencial de a alta da inflação alimentar expectativas futuras, especialmente em uma economia com um histórico de inflação elevada, onde contratos e acordos indexados ainda têm preponderância.

O BC elevou a taxa básica de juros da economia no mês passado pela primeira vez em seis anos, para 2,75%, de uma mínima recorde de 2,00%, e indicou a intenção de promover nova alta de 0,75 ponto percentual em maio.

Com a inflação em 12 meses agora em 6,1%, bem acima da meta central de 3,75% para o ano, o presidente do BC, Roberto Campos Neto, disse que a ideia é antecipar o aperto para manter as expectativas para 2022 e além sob controle e evitar assim aumentos acentuados da Selic.

Muitos economistas avaliam que a inflação vai superar 7% em breve. O real acumula queda de quase 10% este ano após recuo de 25% no ano passado, enquanto dados do índice de gerentes de compras do IHS Markit mostram que os custos de insumos em manufatura e serviços são os mais elevados desde o início da série, em 2007.

A perspectiva fiscal, com o presidente Jair Bolsonaro ainda não tendo sancionado o Orçamento de 2021 e o governo potencialmente a caminho de romper sua regra do "teto de gastos" neste ano, também estão alimentando temores de inflação.

Recessão?

"O Brasil parece particularmente vulnerável a um aumento maior e mais persistente da inflação... dadas as dinâmicas instáveis na economia, nas políticas públicas e na política", escreveram economistas do Goldman Sachs em relatório, citando a taxa de câmbio, o grau de ancoragem das expectativas de inflação e as políticas de curto prazo.

Ainda que o BC esteja aumentando o custo dos empréstimos, o juro real está em -3,35%, menor nível em mais de 20 anos.

Campos Neto tem defendido reiteradamente a postura de "normalização parcial" da autarquia. "Precisamos mexer na taxa, mas ainda estar em terreno estimulativo", afirmou na terça-feira.

Isso se deve em grande parte ao fato de as perspectivas de crescimento de curto prazo estarem se deteriorando, conforme a pandemia não dá sinais de retração e as obstruções fiscais e políticas em Brasília contribuem para minar a confiança de empresários, consumidores e investidores.

O desemprego, por sua vez, subiu acima de 14% e pode em breve superar o recorde histórico de 14,6%, alcançado em 2020.

É provável que essas dinâmicas persistam pelos próximos meses antes de as vacinações em massa ajudarem a economia a se recuperar no segundo semestre do ano, quando os choques nos preços das commodities e nas taxas de câmbio podem também começar a perder força.

Economistas do BNP Paribas projetaram nesta semana uma recessão técnica, vendo a economia encolher 0,7% no primeiro trimestre e 1,3% no segundo.

Mas como muitos de seus colegas, Gustavo Arruda, chefe de pesquisa para América Latina do BNP Paribas, está confiante de que a estagflação do Brasil será amena e de curta duração --muito longe da combinação de choque de preços de energia e espiral de aumento de salários que arruinou muitas economias importantes na década de 1970.

"A política monetária não correrá o risco de permitir que as expectativas de inflação tornem-se desancoradas", disse Arruda

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IGP-10 acumula inflação de 31,74% em 12 meses, diz FGV

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Agência Brasil - DF   16/04/2021

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 1,58% em abril deste ano. A taxa é inferior ao índice de 2,99% observado em março, mas superior ao de 1,13% de abril de 2020. Os dados foram divulgados hoje (15) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de inflação de 9,16% no ano e de 31,74%, em 12 meses.

A queda do IGP-10 de março para abril foi puxada pelos preços no atacado e na construção. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, recuou de 3,69% em março para 1,79% em abril. O Índice Nacional de Custo da Construção passou de 1,96% para 1,24%, no período.

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, subiu de 0,71% em março para 0,87% em abril.

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No final da recuperação, crescimento em “V” foi atenuado, diz presidente do BC

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Infomoney - SP   16/04/2021

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, repetiu nesta quinta-feira, 15, que a economia brasileira teve formato de recuperação muito parecido com um “V”, mas ponderou que a segunda onda da pandemia de covid-19 atenuou o formato desse “V”.

“Os dados da ponta de energia elétrica, veículos e cartão de crédito mostram uma queda bem menor do que a registrada na primeira onda. Há uma surpresa positiva sobre a resiliência da economia. A gente entende que a partir do segundo semestre o setor de serviços vai melhorar também”, afirmou, na abertura do evento virtual “Fintouch – Desafios das Fintechs 21/22”, organizado pela ABFintechs.

Campos Neto lembrou que a inflação em 12 meses deve alcançar um pico ao longo do ano por um efeito de estatística, com a substituição dos níveis baixos de 2020. “Grande parte do delta de inflação se deve aos preços das commodities e isso é um fenômeno mundial”, completou.

O presidente do BC repetiu que a instituição iniciou um processo de alta de juros porque viu as expectativas de inflação em alta, já ameaçando contaminar o índice de 2022. “Se fizermos mais (alta de juros), evitamos de forma mais eficiente essa contaminação da inflação, que é temporária”, reafirmou.

Campos Neto citou ainda as revisões do BC e do mercado nas projeções para as contas externas, com melhora nas estimativas de superávit na balança comercial de 2021.

Segunda onda de covid-19

O presidente do Banco Central repetiu também que a segunda onda da pandemia de covid-19 no Brasil teve um volume de óbitos mais elevado devido à nova variante do vírus. Ele reforçou, no entanto, que o Brasil está avançando na vacinação, o que deve reduzir o número de mortes, a exemplo do que ocorre em outros países.

“O mundo vacinou 10% da população, com destaque para os Estados Unidos, e o Brasil tem avançado. A vacinação é a variável mais importante no curto prazo para determinar a reabertura da economia. E as perspectivas das pessoas e a expectativa para o futuro acabam se incorporando no presente”, afirmou Campos Neto. “A vacinação começou realmente a ganhar uma velocidade maior”, disse, destacando que no segundo semestre, o País estará em situação de reabertura da economia

Segundo Campos Neto, diversos países têm muito mais vacinas contratadas do que é necessário para suas populações se imunizarem. “Em algum momento do processo de vacinação, haverá uma sobra grande que será redistribuída. Temos expectativa de que isso ocorra com as doses que estão sobrando nos EUA”, completou.
EUA e cenário

O presidente do Banco Central avaliou que o pacote de US$ 1,9 trilhão do governo americano faz com que o hiato do produto nos Estados Unidos fique “substancialmente” positivo. “Os EUA têm tido revisões contínuas de crescimento para cima. Os números têm saído fortes e há uma narrativa de que isso pode precificar o início de um processo inflacionário no mundo, ainda que embrionário”, afirmou.

Segundo Campos Neto, o Brasil foi o país que teve recuperação de PMI mais rápida no segundo semestre de 2020, mas ponderou que já houve uma queda recente relacionada à segunda onda da pandemia de covid-19. “O que vemos na ponta é que a economia brasileira se mostra bastante resiliente”, completou.

Mais uma vez, o presidente do BC afirmou que a inflação de alimentos no mundo tem rodado acima do padrão, com destaque pra Brasil e Turquia. “No mundo emergente, inflação de alimentos é mais importante, tem um peso maior. Então os emergentes terão política de juros diferente do mundo desenvolvido”, acrescentou.

Campos Neto lembrou que o Brasil é um dos países mais endividados do mundo. “Os gastos durante a pandemia foram necessários, mas no fim do processo o País está em uma condição mais frágil e precisa mostrar uma dinâmica fiscal melhor”, concluiu.

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China: PIB cresce 18,3% na comparação anual no 1º trimestre; previsão +19,2%

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IstoÉ Online - SP   16/04/2021

O Produto Interno Bruto (PIB) da China avançou 18,3% no primeiro trimestre de 2021 em relação a igual período do ano anterior, informou o Escritório Nacional de Estatística do país (NBS, na sigla em inglês) nesta quinta-feira. A taxa recorde de crescimento foi puxada pela depressão induzida pelo coronavírus no início de 2020.

A expansão do PIB nos três primeiros meses do ano superou em muito a alta interanual registrada no último trimestre de 2020, de 6,5%. Mesmo assim, o resultado ficou abaixo da expectativa de economistas ouvidos pelo Wall Street Journal, que previam avanço de 19,2%.

Na margem, a economia chinesa registrou expansão de 0,6%. O resultado representa desaceleração em relação ao ritmo observado no quarto trimestre de 2020, quando houve crescimento de 2,6% nessa base.

Analistas antecipavam um forte crescimento do PIB chinês na comparação com o primeiro trimestre de 2020, quando a economia do país sofreu uma contração recorde de 6,8% em meio às medidas de restrição adotadas para conter a propagação do coronavírus

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EUA têm retomada forte e PIB já é revisto para cima

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Valor - SP   16/04/2021

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Produção manufatureira nos EUA se recupera em março

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IstoÉ Online - SP   16/04/2021

A produção nas fábricas dos Estados Unidos se recuperou em março em meio ao fortalecimento da demanda doméstica, com a fabricação de veículos aumentando apesar da escassez global de chips semicondutores que forçou algumas montadoras a reduzir a produção.

A produção manufatureira saltou 2,7% no mês passado depois de recuar 3,7% em fevereiro, informou o Federal Reserve nesta quinta-feira. A produção manufatureira permanece pouco abaixo de seu nível pré-pandemia.

Economistas consultados pela Reuters projetavam aumento de 4,0% da produção manufatureira em março. A produção nas fábricas cresceu a uma taxa anualizada de 1,9% no primeiro trimestre, após acelerar a 12,4% no período de outubro a dezembro.

O forte estímulo fiscal está alimentando a demanda por bens em meio a estoques enxutos, sustentando a manufatura, que responde por 11,9% da economia dos EUA.

Mas a mudança na demanda durante a pandemia de Covid-19 causou restrições de oferta em toda a indústria. O Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM) disse este mês que “os fornecedores continuam lutando para atender à crescente demanda”.

As restrições de oferta são mais acentuadas no setor automotivo. Na semana passada, a General Motors Co e a Ford Motor Co anunciaram mais cortes na produção de veículos por causa da escassez de chips.

A produção nas fábricas de veículos recuperou 2,8% em março, após queda de 10% em fevereiro.

A força na manufatura somada a um aumento de 5,7% na mineração levou a uma alta na produção industrial de 1,4% no mês passado, após queda de 2,6% em fevereiro. A produção de serviços públicos caiu 11,4%, conforme as temperaturas aumentaram

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Governo estima déficit primário de R$ 170,47 bi em 2022

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Agência Brasil - DF   16/04/2021

As contas públicas do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) deverão fechar 2022 com déficit primário de R$ 170,47 bilhões. A meta fiscal consta do Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2022, enviado hoje (15) ao Congresso Nacional.

O déficit primário representa o resultado das contas do governo desconsiderando o pagamento dos juros da dívida pública. Com o déficit previsto para o próximo ano, esse será o nono ano seguido de contas públicas no negativo.

O projeto da LDO prevê déficits até pelo menos 2024, totalizando 11 anos seguidos de resultados negativos. O texto projeta déficit de R$ 144,97 bilhões em 2023 e de R$ 102,2 bilhões em 2024.

Apesar de mais um resultado negativo para o próximo ano, o déficit é inferior à meta de R$ 247,1 bilhões estipulada para este ano. A meta fiscal para 2021 pode ser afrouxada conforme a necessidade de gastos com o enfrentamento à pandemia de covid-19.
Teto de gastos

A alta da inflação a partir do segundo semestre do ano passado aliviou as restrições impostas pelo teto federal de gastos em 2022, depois de um limite severo imposto para 2021. O PLDO permitirá o aumento de R$ 107 bilhões no teto de gastos para o próximo ano, de R$ 1,485 trilhão em 2021 para R$ 1,592 trilhão em 2022.

A alta, de 7,2%, equivale à estimativa de inflação pelo Índice Oficial de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado entre julho de 2021 e junho de 2022. O valor está um pouco mais otimista que as projeções do mercado financeiro, que estimam que a inflação acumulada em 12 meses chegará a junho entre 7,5% e 8%.

Neste ano, os gastos públicos federais poderão crescer apenas 2,13%, equivalente ao IPCA acumulado entre julho de 2019 e junho de 2020. Com as restrições das atividades econômicas nos primeiros meses da pandemia de covid-19, a inflação oficial caiu no primeiro semestre do ano passado, empurrando para baixo o índice usado para corrigir o teto de gastos. No segundo semestre, o IPCA disparou com a alta dos alimentos, mas essa alta só se refletirá no limite de gastos para 2022.

O PLDO traz parâmetros que orientam a elaboração do Orçamento do ano seguinte. Em tese, o projeto precisa ser aprovado pelo Congresso Nacional até o fim do semestre legislativo, na metade de julho. Caso contrário, a pauta do Congresso ficará trancada.

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MINERAÇÃO

Minério de ferro na China salta com forte demanda e spread ante preço spot

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IstoÉ Dinheiro - SP   16/04/2021

Os futuros do minério de ferro na China chegaram a subir 4,4% nesta quinta-feira, em meio a um grande spread entre carregamentos no mercado spot e os futuros e com um fortalecimento na demanda pelo material utilizado na fabricação do aço.

“Houve especulações de que outros lugares como a cidade de Handan e Hebei também implementariam cortes de produção, mas isso não aconteceu”, disse um analista em Tangshan, ao acrescentar que a demanda por minério de ferro tem sido apoiada por uma resiliente produção siderúrgica.

A produção diária de aço nas principais usinas chinesas ficou em 2,3 milhões de toneladas nos primeiros 10 dias de abril, segundo a Associação de Ferro e Aço da China, alta de 2,9% frente ao final de março e salto de 16,9% na comparação anual.

Analistas da Huatai Futures também observaram que o spread entre os carregamentos spot e os futuros está relativamente grande agora, o que deixa espaço para que os preços futuros avancem.

Os preços spot do minério de ferro com 62% de gradação par a entrega à China ficaram estáveis na quarta-feira, a 173,5 dólares por tonelada, segundo dados da consultoria SteelHome.

O contrato mais ativo do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian, para setembro, fechou em alta de 3,6%, a 1.049 iuanes (160,56 dólares) por tonelada, após chegar a tocar 1.057 iuanes mais cedo na sessão.

No aço, o vergalhão na bolsa de Xangai para entrega em outubro caiu 0,5%, para 5.107 iuanes por tonelada.

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China e Europa compram elevação das exportações de minério de ferro do Brasil

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O Petróleo - SP   16/04/2021

As exportações brasileiras de minério de ferro aumentaram 34% em relação ao ano de março, graças ao aumento das compras da China e da Europa.

As exportações do primeiro trimestre do ano passado foram limitadas por fortes chuvas e inundações, e pela lenta recuperação da Vale de um acidente de barragem em 2019, enquanto as exportações de um ano inteiro estavam em baixa de sete anos, em grande parte como resultado do Covid-19.

A Vale espera elevar sua capacidade de produção de minério de ferro em 8,7pc para 350 mn t/ano este ano, mas isso ainda seria uma redução de aproximadamente 10pc em relação a 2018.

Os embarques do Brasil para a China subiram 27pc no ano, para 17,37 milhões em março, como resultado do rápido aumento da produção de aço da China no primeiro trimestre. Em 19 de março, a maior cidade produtora de aço chinesa de Tangshan ordenou que 23 usinas reduzissem a produção em 30-50pc a partir de 20 de março, o que pesou na demanda por multas de minério de ferro, mas apoiou a demanda por pelotas.

O Brasil exportou 3,03 milhões de t para a UE em março, 55pc acima de um ano antes, quando as siderúrgicas reduziram drasticamente a produção por causa da disseminação do Covid-19. As exportações brasileiras no primeiro trimestre para a Europa encontraram apoio do aumento dos prazos de avanço e do aumento dos preços do aço. A avaliação diária da bobina do noroeste da Europa subiu constantemente durante o primeiro trimestre e teve uma média de €788,35/t em março, €311,46/t acima de um ano antes.

Os embarques para a Malásia mais do que triplicaram em uma base anual para 2,59 milhões de t em março. A Vale fechou seu local de mistura de minério de ferro Teluk Rubiah a partir de 23 de março de 2020 para cumprir um bloqueio nacional na Malásia.

Os embarques para o Japão caíram 51pc para 619.726t. com a produção de aço do Japão em uma baixa de aproximadamente 50 anos no ano fiscal de abril de 2020-março de 2021, sob pressão da fraca demanda no setor de veículos e um segundo estado de emergência nacional sobre o Covid-19.

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Anderson Baranov, da Hydro, assume presidência do Simineral

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Revista Mineração - SP   16/04/2021

Executivo da Hydro passa a liderar entidade, após saída de José Fernando Gomes Junior para assumir a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará, no início do mês.

O Sindicato das Indústrias Minerais do Pará (Simineral) apresentou Anderson Baranov, como seu novo presidente para o biênio 2021/2022. Ele assume a cadeira antes ocupada por José Fernando Gomes Junior, que se manteve na liderança do sindicato por 10 anos. Fernando se desligou da entidade para assumir a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia do Pará, no último dia 05 de abril.

Com mais de 30 anos de carreira e atuando em diversos projetos nas áreas de gestão, vendas, comunicação, gerenciamento de crise e sustentabilidade, Anderson Baranov é graduado em Administração de Empresas e com pós-graduações em finanças. Baranov também possui MBA em Políticas Públicas pela Universidade de Chicago. Participou de entidades como a ABRACE, ABAL, Sindividros do Rio de Janeiro e O-I (Owens Illinois), maior empresa de embalagens de vidro do mundo. Atualmente é o vice-presidente de Relações Governamentais da Norsk Hydro para a América do Sul.

O Estado do Pará é atualmente o maior produtor e exportador de produtos minerais do Brasil, posto assumido desde 2019, quando Minas Gerais caiu para a 2º posição. O presidente do Simineral, Anderson Baranov acredita na importância da mineração para todos, por meio do comprometimento com práticas socioambientais éticas. “À medida que nos aproximamos da pauta das eleições gerais em 2022, discutiremos juntos os desafios e as oportunidades para aprimorarmos a nossa participação na elaboração de novas políticas públicas, marcos regulatórios e legislações de impacto para o mercado de mineração”, afirma.

Também assume novo posto, Poliana Bentes, que vai conduzir a Diretoria Executiva do Simineral, nos próximos dois anos. Poliana é consultora empresarial, Mestra em Gestão de Conhecimentos para o Desenvolvimento Socioambiental pela Universidade da Amazônia, com forte atuação no setor mineral e produtivo do Pará. Era a Coordenadora Executiva do Simineral.

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Governo qualifica três projetos de mineração no PPI

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Brasil Mining - SP   16/04/2021

O governo federal qualificou no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) três projetos do setor de mineração, “para fins de execução por meio de contratos de parceria com a iniciativa privada”. Os três projetos pertencem à Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) e referem-se a pesquisas minerais conduzidas pela companhia ainda nas décadas de 1970 e 1980.

São eles: Gipsita do Rio Cupari, no Estado do Pará; Calcário de Aveiro, no Estado do Pará; e Diamante de Santo Inácio, no Estado da Bahia.

A decisão consta de decreto presidencial publicado no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira, 15.

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FERROVIÁRIO

Corredor Centro-Norte aumenta fluxo de cargas

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Agrolink - RS   16/04/2021

O Corredor Centro-Norte, importante matriz ferroviária que compreende os estados do Tocantins e Maranhão, foi responsável pela movimentação de 41,7 milhões de toneladas nos últimos cinco anos, entre cargas que rodaram a Ferrovia Norte-Sul, administrada pela VLI, e a Estrada de Ferro Carajás. O número representa um aumento de 89,5% no período, índice que reforça a importância do Arco Norte para o escoamento, em especial, dos crescentes fluxos do agronegócio brasileiro. Apenas em 2020 foram 10,6 milhões de toneladas em circulação, um crescimento de 6,7% em relação ao ano anterior.

Para viabilizar o desenvolvimento da matriz ferroviária no Norte do país, a VLI investiu no trecho, apenas nos últimos cinco anos, um total de R$ 997,6 milhões. Esse aporte faz parte de um planejamento regular com a alocação de recursos em manutenção e modernização dos ativos operacionais, além de projetos de meio ambiente, saúde e segurança. Para o próximo triênio, estão previstos cerca de R$ 700 milhões em novos investimentos.

O Arco Norte representa o futuro da logística nacional e será por intermédio desse eixo que o agronegócio brasileiro será alçado a um novo patamar. Para integrar os modais, conectando a malha ferroviária aos principais portos do Norte, a VLI implementou uma solução logística que conta com os Terminais Integradores de Porto Nacional e Palmeirante, no Tocantins; além de escoamento via Terminal Portuário de São Luís, no Maranhão. Por meio do modal ferroviário, cargas de milho, soja e farelo de soja saem do interior do país, passam pelos terminais de Porto Nacional e Palmeirante, e seguem até Porto do Itaqui.

O tramo norte da Ferrovia Norte-Sul conta com mais de três mil vagões. De 2015 para cá, a frota utilizada no trecho entre Tocantins e Maranhão mais do que quadruplicou. O transporte ferroviário traz benefícios que vão além das vantagens econômicas e o menor impacto ambiental é um deles, já que há redução das emissões provenientes do consumo de combustíveis derivados de petróleo e menor consumo de produtos do segmento petroquímico, como pneus, por exemplo. No comparativo, a redução na emissão de CO2 no modal ferroviário é de cerca de 38% em relação ao modal rodoviário.

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Rodoviário

PF investiga lavagem de dinheiro de fraudes em contratos de R$ 130 milhões para manutenção de rodovias em Minas

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O Estado de S.Paulo - SP   16/04/2021

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta, 15, mais duas fases da Operação ‘Rota Br-090’ para investigar lavagem de dinheiro relacionada à suposta fraudes praticadas por um fiscal do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes de Minas e por um empresário, ambos alvos da 1ª fase da investigação.

Segundo a PF, as fases 5 e 6 da operação foram batizadas de ‘Pique-esconde 1’ e ‘Pique-esconde 2’ e tem relação com a execução de contratos de obras de manutenção rodoviária nas regiões de Oliveira e Passos, atingindo um total de quase R$ 130 milhões.

Agentes cumprem sete mandados de busca e apreensão – quatro em Belo Horizonte e três em Oliveira. As ordens foram expedidas pela 4ª Vara Federal Criminal de Minas Gerais, que determinou ainda 29 afastamentos de sigilos fiscal e bancário. As atividades contam com a participação de 29 policiais federais e cinco auditores da Controladoria-Geral da União.

A corporação indicou que durante a análise do material apreendido na 1ª fase da operação, verificou-se indícios de ocultação de patrimônio e recebimento de propinas por meio da utilização de outras pessoas físicas e jurídicas ligadas aos investigados.

Na primeira etapa da ‘Rota BR-090’, servidores públicos e empresas responsáveis pelo desvio de recursos públicos do DNIT na região de Oliveira foram investigados. Apurações posteriores identificaram que a supervisora dos contratos teria participado do esquema delituoso, ocasionando a abertura da segunda fase da investigação.

Já a terceira fase da operação mirou duas das empresas investigadas que também estariam agindo junto a servidores públicos nas regiões das cidades mineiras de Prata e Teófilo Otoni. A quarta etapa ampliou as investigações sobre as duas empresas citadas, que também teriam atuado de forma fraudulenta em contratos da região de Uberlândia. Além disso, há indícios de que as companhias teriam utilizado de uma terceira pessoa jurídica para que o grupo criminoso continuasse atuando na região do Prata, sem chamar a atenção dos órgãos de controle.

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NAVAL

Brasil reduz burocracia para licitações portuárias

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O Petróleo - SP   16/04/2021

O Brasil simplificou suas regras de investimento em terminais portuários, reduzindo a burocracia, pois pretende obter mais investimentos ao longo de seu litoral.

Um decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro define regras para acelerar os contratos de arrendamento de áreas portuárias, retirando a necessidade de chamadas públicas e facilitando o acesso a áreas públicas para uso econômico temporário. Também garante prazos mínimos de contrato para arrendamentos terminais.

“Esse é mais um passo para reduzir a burocracia para investimentos em infraestrutura no Brasil, e facilitará os investimentos em terminais portuários, permitindo maior eficiência e tornando o setor mais dinâmico”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, na cerimônia de assinatura do decreto.

Na semana passada, o Brasil leiloou concessões para cinco terminais, quatro no Itaqui e um em Pelotas.

A privatização do Santos, maior complexo portuário da América Latina, está prevista para acontecer no próximo ano.

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A importância do limite de umidade para transporte marítimo de minério

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Brasil Mining - SP   16/04/2021

Entre 2007 e 2009 houve acentuado aumento de acidentes graves com navios transportando minérios de níquel, bauxita e ferro, e tais acidentes foram atribuídos à instabilidade dos navios causada pela “liquefação” dos minérios a bordo. Este fenômeno da “liquefação” pode ocorrer quando o teor de umidade da carga ultrapassa um determinado limite, ligado à saturação do material, e com os movimentos inerentes ao navio ocorre um deslocamento da carga em um processo que compromete a estabilidade dos navios e pode causar seu naufrágio.

Em decorrência desses acidentes, a International Maritime Organization (IMO), agência especializada da ONU responsável pela segurança da navegação, impôs rígidas diretrizes sobre a umidade máxima para embarque seguro de minérios destinados ao transporte marítimo. Nesta linha, estabeleceu um grupo de cargas – chamadas cargas do Grupo A – que não poderiam ser embarcadas com umidade superior ao Limite de Umidade Transportável, este usualmente expresso como TML, da sigla consagrada em inglês – Transportable Moisture Limit.

O TML varia de minério para minério, e é um parâmetro regulatório de extrema importância. Em um Código pertinente, o chamado “IMSBC Code”, a IMO descreve e regulamenta os testes para determinação do TML.

O entendimento do que significa o TML é fundamental na gestão de riscos ligados ao transporte marítimo de minérios, e por isto o tema tem sido objeto de estudos dos especialistas que participam do Grupo de Trabalho (GT) do TML, que é um dos grupos criados no âmbito do CB-041, da ABNT.

O CB-041 é o Comitê que coordena, por meio do IBRAM/CONIM, tanto a normalização nacional no minério de ferro, quanto a participação das empresas brasileiras no comitê técnico TC 102 – Iron ores, da ISO – International Organization for Standardization. O TC 102 é foro no qual produtores e consumidores de minério de ferro se reúnem para discutir e desenvolver as normas técnicas internacionais de interesse do negócio minério de ferro.

Grupo GT-TML

Este GT é coordenado pelo Eng. Dany Policarpo (foto), da Vale, que também integra o grupo brasileiro que, por meio da Marinha do Brasil, participa dos trabalhos/reuniões na IMO sobre TML e segurança no transporte marítimo dos minérios.
Dany Policarpo , coordenador GT TML – crédito: divulgação

A última reunião do GT-TML ocorreu por vídeo em 19 de março de 2021, envolvendo 18 participantes,  representando a Vale (coordenador + 2), CSN ( 2), Samarco (6), Anglo American (1), MUSA (2), Mitra SK (1), Porto Sudeste (1), HCP (1) e Fundamentum P&D (1).  A pauta da reunião foi rica e permitiu intensa troca de experiências com uma aprofundada discussão dos seguintes itens:
Categorização de produtos da indústria do minério de ferro para transporte marítimo seguro. Declarações de carga e certificações de TML e umidade. Controle de umidade por porão e requisitos associados. Frequência de revalidação de certificados. Ensaios para determinação do TML. Processo de certificação / recertificação junto à Autoridade Marítima Brasileira.

Para participar deste Grupo (bem como de outros relativos à normalização de amostragem, análise química e ensaios físicos e metalúrgicos, na ISO e ABNT) o representante da empresa pode entrar em contato com o IBRAM/CONIM, por meio do e-mail [email protected]

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ANP aprova inscrição de três novas empresas para a Oferta Permanente

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TN Petróleo - RJ   16/04/2021

A Comissão Especial de Licitação (CEL) aprovou as inscrições de mais três empresas para a Oferta Permanente: Giongo Óleo e Gás Ltda., Nobel Energy Ltda. e Petropotiguar Petróleo e Gás Ltda. As inscrições foram aprovadas ontem (14/4), em reunião da CEL, e publicadas hoje (15/4) no Diário Oficial da União (https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/comunicado-314144270).

Com as três novas empresas, já são 65 inscritas na Oferta Permanente. (Veja a relação completa: http://rodadas.anp.gov.br/pt/oferta-permanente/inscricao-de-licitantes).

A Oferta Permanente é uma modalidade de concessão de blocos e de áreas com acumulações marginais para exploração ou reabilitação e produção de petróleo e gás natural. Nessa modalidade, há a oferta contínua de blocos exploratórios e áreas com acumulações marginais localizados em quaisquer bacias terrestres ou marítimas. A exceção são os blocos localizados no Polígono do Pré-sal, nas áreas estratégicas ou na Plataforma Continental além das 200 milhas náuticas, bem como os autorizados a compor a 17ª e a 18ª Rodadas de Licitações.

Uma vez tendo sua inscrição aprovada no processo, a empresa pode declarar interesse em um ou mais dos blocos e áreas ofertados no Edital. Após aprovação pela CEL uma ou mais declarações de interesse, tem início um ciclo da Oferta Permanente, com a divulgação de seu cronograma pela Comissão. Os ciclos correspondem à realização das sessões públicas de apresentação de ofertas para um ou mais setores que tiveram declaração de interesse. No dia da sessão pública, as empresas inscritas podem fazer ofertas para blocos e áreas com acumulações marginais nos setores em licitação naquele ciclo.

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