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16 de Março de 2021

SIDERURGIA

CSN aumentará aço em até 15% em abril

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Valor - SP   16/03/2021

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Queda do minério de ferro: futuros da commodity na China reagem à restrições para produção de aço

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Exame - SP   16/03/2021

Os contratos futuros do minério de ferro na China chegaram a cair mais de 6% nesta segunda-feira, 15, após o importante pólo siderúrgico da cidade de Tangshan se comprometer com cortes de emissões de 50% durante o período de maior poluição. O governo local implementou punições a quem não implementar medidas para restringir de produção.

O contrato mais ativo do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian, para entrega em maio, recuou 6,3% em certo momento, para 1.005 iuanes (154,55 dólares) por tonelada, menor nível desde 8 de fevereiro. O contrato encerrou com baixa de 3,5%, a 1.035 iuanes por tonelada.

Os preços de outras matérias-primas do aço também recuaram com preocupações sobre controles adicionais à produção siderúrgica.

Por outro lado, os futuros do aço na bolsa de Xangai avançaram. O vergalhão de aço na bolsa de futuros de Xangai encerrou com alta de 0,6%, a 4.787 iuanes por tonelada.

O investimento da China em imóveis e infraestrutura saltou 38,3% e 36,6%, respectivamente, nos dois primeiros meses do ano, segundo o órgão de estatísticas local. A produção industrial na segunda maior economia do mundo também superou expectativas de mercado no período janeiro-fevereiro, ajudada pela recuperação do setor de manufaturados.

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Importações de sucata ferrosa aumentam; exportações caem em fevereiro

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Monitor Digital - RJ   16/03/2021

As importações de sucatas pelas usinas siderúrgicas brasileiras, insumo utilizado na produção de aço, voltaram a crescer em fevereiro, atingindo 63.6967 toneladas, após terem alcançado 35.057 toneladas em janeiro deste ano.

Os números representam um expressivo salto nas importações em relação às pouco mais de 2.300 toneladas nos primeiros dois meses de 2020. Já as exportações tiveram novamente queda expressiva no ano de 2021 e foram de apenas 23.632 toneladas em fevereiro, ante 88.115 toneladas no mesmo mês de 2020, uma redução de 73%.

Conforme o Instituto Nacional das Empresas de Sucata de Ferro e Aço (Inesfa), tanto o aumento das importações como a queda nas exportações se justificam em razão de um consumo aquecido de sucata no Brasil, com a recuperação da produção industrial, principalmente da construção civil, e a consequente maior demanda pelo aço.

“As usinas siderúrgicas estão plenamente abastecidas, com cerca de um mês de estoque nos pátios. As empresas de sucata estão priorizando a oferta no mercado interno e diminuindo o volume das exportações”, afirma Clineu Alvarenga, presidente do Inesfa.

Alvarenga lembra que as siderúrgicas, embora venham reduzindo nos últimos anos o consumo do insumo na produção de aço (25%, contra a média mundial de 33%), há décadas são plenamente abastecidas pelas empresas brasileiras e o volume exportado é apenas o excedente. Mais de 90% da produção de sucata de ferro e aço é destinada ao mercado interno.

“Na verdade, temos um aço hoje cada vez menos verde”, diz Alvarenga.

Com o consumo em alta, as empresas de processamento de sucata permanecem monitorando a demanda local para no momento certo aportar investimentos e incrementar a coleta e o beneficiamento de materiais metálicos.

O presidente do Inesfa esclarece que as importações sempre foram historicamente residuais, e os volumes que chegaram neste início de ano se referem a contratos fechados pelas usinas nos meses de outubro e novembro do ano passado, quando houve uma recuperação acima do esperado da produção industrial.

“Além disso, as importações de sucata ferrosa são uma forma de as usinas siderúrgicas tentarem conter ou forçar baixas de preços no Brasil, que estão somente recuperando perdas de antes da pandemia”, diz Alvarenga.

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ECONOMIA

Prévia do PIB aponta crescimento de 1,04% em janeiro, patamar pré-covid

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O Estado de S.Paulo - SP   16/03/2021

A economia brasileira começou 2021 em crescimento, segundo a prévia do Produto Interno Bruto (PIB), calculada pelo Banco Central. O órgão informou nesta segunda-feira, 15, que seu Índice de Atividade (IBC-Br) subiu 1,04% em janeiro ante dezembro, na série já livre de influências sazonais, uma espécie de compensação feita para comparar meses diferentes.

Após a forte retração nos meses de março e abril de 2020, em meio à pandemia do novo coronavírus, a atividade econômica brasileira apresentou o nono mês consecutivo de alta. A variação do índice em janeiro é a maior desde setembro de 2020, quando havia subido 1,83%.

Os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre a economia, apesar de percebidos em fevereiro de 2020, se intensificaram em todo o mundo a partir de março do ano passado. Para evitar o colapso hospitalar, o Brasil adotou o isolamento social em boa parte do território, o que afetou a atividade econômica. Os efeitos negativos foram percebidos principalmente em março e abril. Nos últimos meses, porém, o IBC-Br demonstrou reação. O resultado de janeiro, claro, não leva em conta o recrudescimento da pandemia no País, o que obrigou a volta de medidas de restrição de mobilidade.

De dezembro para janeiro, o índice de atividade calculado pelo BC passou de 138,86 pontos para 140,30 pontos na série dessazonalizada. Esse é o maior patamar desde maio de 2015 (141,05 pontos). Em fevereiro de 2020, antes do início da pandemia no Brasil, o indicador estava em 140,02 pontos.

A alta do IBC-Br ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam resultado entre estabilidade (0,0%) e alta de 1,20%, com mediana positiva em 0,50%.

Na comparação entre os meses de janeiro de 2021 e janeiro de 2020, houve baixa de 0,46% na série sem ajustes sazonais. Essa série terminou com o IBC-Br em 132,99 pontos em janeiro.

Conhecido como uma “prévia do BC para o PIB”, o IBC-Br serve como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. O indicador do BC incorpora estimativas para a agropecuária, a indústria e o setor de serviços, além dos impostos, mas não considera o lado da demanda (incorporado no cálculo do PIB do IBGE).

Segundo dados do IBGE, o PIB brasileiro registrou um tombo de 4,1% no ano passado. Foi o maior recuo anual da série histórica, iniciada em 1996. A queda interrompeu o crescimento de três anos seguidos, de 2017 a 2019.

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Retomada econômica brasileira depende de investimentos em infraestrutura

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O Estado de S.Paulo - SP   16/03/2021

O Brasil necessita, com urgência, de novos investimentos para garantir a retomada econômica no cenário pós-pandemia. Além de aporte em setores estratégicos como saúde e educação, o setor de infraestrutura, como rodovias, portos, aeroportos – as principais vias de circulação da economia – vem sendo deixado em segundo plano na hora dos investimentos.

Hoje, uma parcela insignificante do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro é destinada à área de infraestrutura em transportes. Dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT) mostram que, em 2019, apenas 0,14% do PIB foi destinado a investimentos nessa área. Foi o menor porcentual registrado nos últimos 12 anos. Esse cenário precisa ser revertido para evitar ainda mais perdas econômicas e sociais.

O mais recente levantamento da CNT, divulgado no início de fevereiro, aponta que os investimentos em infraestrutura de transporte vêm diminuindo a cada ano no Brasil. A injeção de recursos públicos é mínima e a burocracia existente no país dificulta a participação do capital privado, cenário que compromete e limita investimentos em rodovias, ferrovias, aeroportos e no transporte marítimo e fluvial.

No caso das rodovias, só para tomar como exemplo, em 2020 o investimento público federal caiu 2,3% em relação a 2019. O Governo Federal destinou a esse setor R$ 6,74 bilhões. Descontada a inflação, esse valor é 31,7% menor do que o que se investia apenas em manutenção em 2010, com um total de R$ 9,87 bilhões, segundo a CNT.

O investimento privado – oriundo de 47 concessionárias que operam em mais de 15 mil quilômetros de rodovias brasileiras – também caiu nos últimos anos. Em 2019, as concessionárias investiram R$ 5,47 bilhões, uma queda de 17,4% em relação a 2018 e o menor valor de investimentos privados da última década.

Dados do Fórum Econômico Mundial classificam a qualidade da malha rodoviária brasileira entre as piores do mundo. Numa escala de 1 (pior) a 7 (melhor), o Brasil ganha nota 3. Isso impacta no consumo de combustível, no preço final do produto transportado, na qualidade do meio ambiente e em uma série de outros fatores.

Há poucos dias, o Governo Federal publicou o Decreto 10.635/2021, liberando estudos para avaliar a concessão à iniciativa privada de dezenas de empreendimentos dos setores de transporte rodoviário, portuário e aeroportuário. É uma sinalização de que não há recursos nos cofres públicos para esse aporte, abrindo espaço para investimentos da iniciativa privada.

Não vou entrar na questão se a privatização é o melhor a ser feito ou não. O objetivo é atentar para o quanto o País perde com a ausência desses investimentos, de melhores condições de tráfego nas estradas, melhor estrutura logística e de armazenamento nos portos e aeroportos.

A pandemia de Covid-19 fez encolher as economias mundiais. Mas na área de infraestrutura em transportes, o Brasil está aquém de países como Rússia, Índia, China, Coreia, Vietnã, Chile e Colômbia.

Para agravar esse cenário, recentemente, a Austin Rating, agência de classificação de risco, apontou que o Brasil perdeu espaço e já não figura mais entre as dez maiores economias do mundo, após uma queda de 4,1% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2020 em função dos efeitos negativos da pandemia.

O Brasil precisa voltar a ser atrativo para os investidores internacionais, sob o risco de regredir décadas no cenário econômico.

*Cristiano Baratto é advogado e consultor jurídico, sócio-fundador do escritório Cristiano José Baratto & Advogados Associados e presidente do Instituto de Estudos de Transporte e Logística (IET)

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Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 4,60% este ano

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Agência Brasil - DF   16/03/2021

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 3,98% para 4,60%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (15), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,50%. Tanto para 2023 como para 2024 as previsões são de 3,25%.

O cálculo para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 4,50% ao ano. No boletim passado, a projeção para os juros básicos da economia era de 4%. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica suba para 5,50% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,26% para 3,23%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,39%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%.

A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,15 para R$ 5,30 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,20.

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‘Se câmbio se estabiliza, consegue dissipar esse choque de inflação’

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IstoÉ Dinheiro - SP   16/03/2021

Diretor e economista-chefe do Bradesco, Fernando Honorato Barbosa avalia que a inflação no Brasil está sob choque enorme e que a preocupação com a alta dos preços já está na vida dos brasileiros e das empresas. Em entrevista ao Estadão, Honorato detalha as razões do problema, mas prevê que o componente da alta do dólar, ligado ao risco fiscal, tende a perder força daqui para frente com a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do auxílio emergencial aprovada na semana passada, que prevê também contrapartidas de cortes de gastos.

O Brasil vive um cenário de conjuntura econômica muito difícil de aceleração da inflação e ao mesmo tempo desaceleração da atividade econômica. O que está acontecendo?

O que ocorre com a inflação é produto de três fatores. De um lado teve uma enorme alta dos preços das commodities, da ordem de 30% em dólares. Isso não tem nada a ver com o Brasil. Está relacionado ao ambiente internacional. O segundo choque tem a ver com o câmbio. A nossa moeda também se desvalorizou mais ou menos 35%, 40%, o que se somou a essa pressão das commodities, que em reais subiram cerca de 70% desde junho do ano passado. O terceiro fenômeno tem a ver com o quanto esse choque encontrou a economia do Brasil, em particular, e o setor de bens superaquecido.

Quais as razões desse superaquecimento?

Tivemos todas as transferências do auxílio emergencial. Houve uma migração do consumo de serviços para bens. A economia bem ou mal estava majoritariamente aberta, entre agosto e dezembro, no Brasil todo. O choque das commodities e do câmbio, então, encontrou espaço para repasse desde o ano passado. O que nós vimos foi uma enorme surpresa da inflação, que três quartos delas praticamente correspondem a alimentos, combustíveis e energia elétrica. São os grupos que levaram a inflação para cima. A piora dos núcleos foi só um quarto da explicação. Me parece que a inflação está sob um choque enorme.

E daqui para frente o que esperar com a taxa de câmbio alta?

O câmbio responde também a três outros fatores. O ambiente global do que está acontecendo com as treasuries (títulos do Tesouro dos EUA), o que ocorre com o dólar no mundo. Há uma depreciação de todas as moedas emergentes recentemente que soma a esse quadro. Mas tem duas explicações muito relevantes associadas à desvalorização do câmbio, relacionadas às incertezas sobre o regime fiscal e ao próprio diferencial de juros que o Brasil tem com o resto do mundo. Se estivéssemos falando há uma semana, eu estaria muito preocupado porque vimos todas as iniciativas para tentar romper com o regime fiscal. Felizmente essas tentativas não prosperaram. Teve desidratação da PEC (do auxílio emergencial), mas não prosperou.

O que esperar?

O componente do câmbio ligado ao risco fiscal tende a perder força daqui para frente. Vai ter certa estabilização do câmbio vindo dessa fonte. Se o câmbio se estabiliza, consegue dissipar esse choque na inflação. A economia vai ter queda do PIB. A economia piorou e o desemprego não vai ceder. Não há nenhuma pressão relevante de salários, não tem demanda para sancionar uma inflação persistente. O que precisa é que o choque inicial se dissipe e, para isso, depende que o câmbio pare de se desvalorizar. À medida que a PEC foi aprovada, esse choque inicial tende a se dissipar. E, aí, sobra o diferencial de juros, e o BC vai começar a subir a Selic (para diminuí-lo).

O que pode tirar do trilho a economia?

A pandemia é o fator de maior risco do cenário econômico. Eu suponho que esses lockdowns mais as vacinações vão ser eficazes para permitir uma redução da curva de mortalidade e das internações. Não agora. Estou falando em abril, maio. Se a pandemia se intensificar, for mais longa, pode levar a mais decisões de política econômica, estender mais apoio fiscal, o câmbio se desvaloriza mais, porque o País não cresce e tem um mau humor com o Brasil. Esse é o risco número um. O risco número dois, que acho é muito baixo a essa altura, é justamente o de uma mudança deliberada de política econômica.

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O que o PIB não vai contar sobre a realidade do País

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O Estado de S.Paulo - SP   16/03/2021

O Brasil deve crescer em 2021. Possivelmente a alta do PIB será a maior em mais de dez anos. Entretanto, de forma incomum, o crescimento do PIB nos próximos meses deve coincidir com elevações do desemprego e da pobreza – a recordes. O PIB não vai contar boa parte da história.

Vale entender melhor como o PIB tem se comportado. A atividade econômica no Brasil, em 2020, sofreu uma queda menor que a de outros países – em boa parte pelos efeitos do auxílio emergencial. O País chegou a subir posições na lista de maiores economias do mundo, para o 8.º lugar – segundo os dados do Fundo Monetário Internacional (FMI).

A imprensa deu grande ênfase a outro resultado, o de que o Brasil teria na verdade perdido posições nesse ranking, e inclusive saído do top 10. Isso só ocorre em uma comparação menos apropriada, que refletisse menos a variação do PIB e mais a forte queda do real, que diminuiria o valor do nosso PIB em outras moedas.

A comparação mais comum, porém, levando em conta o poder de compra das moedas, teria o Brasil ganhando posições – como nas estimativas do FMI em que supera França e Reino Unido. Afinal, em um dia em que o dólar sobe muito os brasileiros não ficam necessariamente mais pobres.

Se o Brasil ganhou posições na comparação internacional do PIB em 2020, e em 2021 deve crescer bem mais do que na média da última década, qual é então o problema?

O problema é que o crescimento da economia nos próximos meses não deve alcançar tanto os trabalhadores informais, os desempregados, os fora da força de trabalho. O agravamento da pandemia afetará o emprego informal e também o formal. E o orçamento do auxílio emergencial será um sexto do que foi em 2020.

Mesmo quando a curva de mortes voltar a níveis menores, muitos ainda estarão afetados pela crise. São trabalhadores de ocupações que demorarão para registrar a normalidade de 2019, ou de empresas que já não existem mais. Ainda que se beneficiem pelo auxílio emergencial reduzido, o novo valor só será pago por alguns meses. Depois, voltaremos ao Bolsa Família, que na ausência de reformas é uma rede incapaz de segurar a alta da pobreza extrema que vai ocorrer.

A divergência entre a situação mostrada por indicadores da atividade econômica como o PIB e indicadores do mercado de trabalho e renda já ocorre há alguns meses. Com a redução do auxílio emergencial ao fim de 2020, e a sua suspensão na virada do ano, milhões de famílias tiveram uma queda significativa de renda. A situação da pandemia manteve o mercado de trabalho difícil. Mas tudo que indicava que o PIB vinha crescendo.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado ontem e considerado uma prévia do PIB, sugere que em janeiro deste ano a economia já estava em patamar próximo do de janeiro de 2020. Mas pelo menos alguns milhões não recuperaram seus empregos, e a pobreza está em alta (o que melhorará um pouco, é verdade, com o novo auxílio, ainda que reduzido).

Veja o leitor que o mero retorno da economia ao nível pré-pandemia, por ocorrer depois de uma queda, significa uma variação positiva: crescimento. Essa espécie de “efeito sanfona” do PIB também acontecerá em outros países, que apresentarão crescimento forte sem que haja melhora das condições de vida em relação a 2019.

Em especial, PIB crescendo com pobreza crescendo significa aumento da desigualdade. A sociedade deve querer então outras bússolas para este ano que não o PIB. Ele certamente vale a torcida, mas por condições atípicas não vai refletir a evolução da situação material de boa parte da população nos próximos meses.

Para onde devemos olhar então? A taxa de desemprego é agora outro indicador problemático, porque muitos que deixaram de trabalhar não estão necessariamente procurando ativamente uma vaga – porque não querem se contaminar pelo vírus. Eles não são computados na taxa de desemprego. Pelos dados do Google, a procura por vagas até subiu após o fim do auxílio emergencial, mas a piora da covid e as medidas restritivas devem continuar mantendo parte dos sem emprego em casa.

Assim, a taxa de desemprego tradicional, mesmo aumentando, ainda não vai absorver todo o drama. A imprensa deve passar a divulgar mais estimativas da taxa que contemplem essa população que queria trabalhar, mas não está na busca (desemprego oculto, sombra). Idealmente, o IBGE poderia já fazer essa projeção ao divulgar os resultados da Pnad.

Devemos dar ênfase também às estimativas de taxas de pobreza e de pobreza extrema, que não foram preocupantes em 2020 por conta do amplo auxílio emergencial – que, sabemos, acabou naquele formato. O complicador aqui é outro: essas não são projetadas mensalmente pelo governo. Vale ficar de olho, portanto, no trabalho da academia – como o da FGV Social.

Com a bússola errada será mais difícil chegarmos ao lugar certo.

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A queda da confiança da indústria

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O Estado de S.Paulo - SP   16/03/2021

A indústria continuou a crescer em janeiro em boa parte dos 15 principais centros produtores do País, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas o ritmo já estava arrefecendo no primeiro mês do ano e pode ter arrefecido ainda mais desde então.

É o que sugere o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) de março divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), que teve recuo de 5,1 pontos em relação a fevereiro. É a terceira maior queda de um mês para o seguinte desde que esse indicador passou a ser calculado. Reduções maiores foram registradas em junho de 2018, quando a irresponsável greve dos caminhoneiros no mês anterior impediu a circulação de bens essenciais para a economia em pontos estratégicos da malha rodoviária nacional, e em abril do ano passado, quando as medidas de restrições necessárias para conter a propagação da covid-19 praticamente paralisaram muitas atividades econômicas e sociais.

Não há dados que confirmem a piora expressiva da atividade industrial. A despeito da redução em março, o Icei continua no campo positivo (acima de 50 pontos), o que indica confiança. Mas a combinação de alguns resultados, como os do IBGE e da CNI, parece recomendar algum cuidado na avaliação das tendências.

“A queda expressiva (do Icei) de fevereiro para março nos faz um alerta”, adverte o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo. “A confiança existe, mas já foi maior e está caindo rapidamente. Mostra que os empresários estão percebendo uma piora nas condições atuais dos seus negócios e nas perspectivas futuras da economia.”

No caso do Icei, de fato, a redução se deveu à piora da avaliação das condições atuais das empresas e da economia brasileira e à deterioração das expectativas, agora menos otimistas.

Quanto ao desempenho regional da indústria, entre dezembro e janeiro, 7 das 15 regiões avaliadas apresentaram crescimento, que na média nacional ficou em 0,4%. O resultado do País foi positivo porque os maiores polos industriais, como São Paulo, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro, cresceram. Na comparação entre os meses de janeiro de 2020 e de 2021, oito regiões apresentaram crescimento. Também no resultado acumulado de 12 meses houve crescimento em 8 das 15 regiões.

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MINERAÇÃO

MPF apura possível crime de tráfico de influência de Jair Renan com mineradora

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O Estado de S.Paulo - SP   16/03/2021

O Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento preliminar para apurar possíveis crimes de tráfico de influência e lavagem de dinheiro envolvendo um grupo empresarial do setor de mineração e Jair Renan Bolsonaro, filho do presidente.

Jair Renan teria recebido um carro elétrico de representantes da Gramazini Granitos e Mármores Thomazini, avaliado em R$ 90 mil, conforme informações divulgadas pelo jornal O Globo. Um mês após a doação, em outubro do ano passado, a empresa conseguiu agendar um encontro com o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, do qual também participou Renan.

A proximidade de Renan com a Gramazini e outras companhias despertou a atenção do Ministério Público Federal (MPF), que instaurou um procedimento preliminar para apurar “possíveis crimes de tráfico de influência e lavagem de dinheiro”.

O advogado Frederick Wassef, que representa Renan, negou a acusação de tráfico de influência contra o filho "04" de Bolsonaro. Wassef, que representa também o irmão mais velho de Renan, Flávio Bolsonaro, disse que o jovem não possui nenhum carro, nem foi presenteado.

“Fui constituído como advogado de Jair Renan para defendê-lo e vou requerer cópia na íntegra desse processo. Não tem nenhum carro, ele nem atuou para abrir porta para ninguém. Jair Renan nem sabe da existência desse carro. Ele não tem carro nenhum, inclusive. É mais um ato para atingir o presidente da República”, disse Wassef ao Estadão.

Não é a primeira vez que a atuação de Renan junto a empresas chama a atenção. Em dezembro do ano passado, o deputado Ivan Valente (PSOL-SP) entrou com uma representação na Procuradoria-Geral da República (PGR) solicitando que o filho 04 do presidente fosse investigado por eventual crime de tráfico de influência e lavagem de dinheiro.

O pedido do parlamentar teve como base reportagens da revista Veja e do portal UOL a respeito da empresa de Renan. Dentre os episódios narrados, há um em que o jovem levou um empresário do Espírito Santo para uma reunião com o ministério do Desenvolvimento Regional, intermediado por um assessor do Planalto.

O filho do presidente também teria intermediado junto ao governo uma redução no IPI do setor de videogames. Renan é gamer e, em agosto do ano passado, participou de reunião com o secretário de Cultura, Mário Frias, para tratar do "futuro dos e-Sports". A isenção do IPI para o deve resultar numa renúncia fiscal de mais de R$ 80 milhões até 2022.

Procuradas pela reportagem, a Gramazini Granitos e a Mármores Thomazini não responderam até a publicação desta reportagem.

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Vale arma recompra de títulos perpétuos sem oferecer contrapartidas e detentores chiam

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O Estado de S.Paulo - SP   16/03/2021

Donos de títulos de dívida da Vale estão inconformados com a ausência de uma contrapartida para ceder à mineradora o direito de recompra de papéis sem prazo de vencimento. As debêntures, perpétuas e remuneradas por receitas de minério de ferro, foram emitidas na época da privatização da companhia, em 1997. Além da mineradora, os debenturistas também cobram do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) uma posição. Afinal, o banco de fomento (ao lado da União) tem 55% das debêntures e, portanto, o voto de Minerva na assembleia de sexta-feira, dia 19, quando será discutido o tema. O direito de recompra não estava previsto na escritura dos papéis e, para a inclusão, é praxe que haja algum prêmio de compensação, muitas vezes em dinheiro.

Boca no trombone. Os debenturistas minoritários, porém, estão de mãos amarradas. Jorge Junqueira, responsável pela área de análise de crédito da Gauss Capital, que tem desses papéis nas carteiras que administra, diz que o fato de a Vale não ter a alternativa de recompra era uma das condições previstas para tornar mais atraente a venda dos papéis, no processo de privatização.

Parte interessadíssima. Para Junqueira, a exigência do prêmio deveria partir do próprio BNDES. “Essa recompra vai gerar valor ao acionista da Vale e o BNDES está abrindo mão de uma contrapartida, enquanto deveria zelar pelo dinheiro do contribuinte”, diz Ulisses de Oliveira, gestor da Quasar Asset Management, outra debenturista.

Ouro. Além de não terem vencimento, esses papéis oferecem remuneração de 1,8% sobre a receita líquida de algumas minas da Vale, predominantemente em Carajás. No mercado secundário, a debênture está cotada em torno de R$ 60, com baixa liquidez. De acordo com Junqueira, com o minério de ferro entrando em ciclo de alta e o dólar subindo, a debênture deveria valer R$ 90.

Com a palavra. No mercado se comenta que o Santander já teria o mandato para organizar a recompra para a Vale. Procurados, Vale, BNDES e Santander não comentaram.

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Máquinas e Equipamentos

Volvo CE Latin America cresceu mais de 18% em 2020 puxado pelo Brasil

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CIMM - SP   16/03/2021

Apesar da pandemia de Covid-19, a Volvo CE (Construction Equipment), que possui fábrica em Pederneiras, no interior paulista, apresentou bons resultados na América Latina, em 2020. De acordo com o balanço apresentado na última terça-feira (9), em evento on-line, as entregas da Volvo CE na América Latina apresentaram crescimento de 18,6% no período, em relação a 2019 - o dobro da média do mercado, que cresceu 9,3% na região, em 2020.

De acordo com a empresa, o Brasil representou cerca de dois terços das vendas continentais de todas as marcas, com 21.940 unidades no ano passado, uma expansão de 32,2% na comparação com as 16.598 máquinas entregues em 2019.

“O setor de equipamentos de construção teve um bom desempenho de maneira geral, mesmo em um ano desafiador por causa da pandemia”, afirmou Luiz Marcelo Daniel, presidente da Volvo CE Latin America.

O resultado expressivo no mercado latino-americano de máquinas, segundo a empresa, foi impulsionado pelas vendas no Brasil. “É o terceiro ano consecutivo em que o mercado brasileiro cresce de forma relevante, dobrando de tamanho nos últimos três anos e encerrando 2020 acima do patamar de 20 mil unidades, fato que havia acontecido pela última vez em 2014”, observou o presidente da Volvo CE Latin America.

A empresa está finalizando a contratação de 250 funcionários para a linha de produção, lançou novos produtos e ampliou a fábrica para nacionalização de dois modelos de carregadeiras de grande porte, a L150H e a L180H, antes importadas da Suécia. Agora, a planta brasileira passa a produzir cerca de 70% dos produtos oferecidos no mercado nacional.

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AUTOMOTIVO

IMPLEMENTOS MAIS LEVES E COM MAIOR DURABILIDADE

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O Carreteiro - SP   16/03/2021

A preocupação dos fabricantes de implementos rodoviários em apresentar inovações e tecnologias em seus produtos tem provocado avanços relevantes no setor para entregar maior produtividade para os transportadores.
Aplicação de aços mais leves e resistentes, oferta de vida útil até três vezes mais longa e melhor aerodinâmica estão entre as prioridades estabelecidas pelos fabricantes do setor para se manterem competitivos no mercado.
A Librelato, por exemplo, tem divulgado com frequência os avanços inseridos em seus produtos nos últimos anos. Um dos lançamentos da fabricante catarinense é o Rodotrem Basculante Premium 2.0m, desenvolvido em aço de alta resistência.
A empresa destaca que a opção pelo aço de ultra resistência se justifica pelo altíssimo grau de dureza, impactos e resistência à abrasão. Outra característica citada pela Librelato é a melhor aerodinâmica do implemento por não ter colunas externas, que resulta em ganhos de eficiência energética.
Graneleiro Pro-Nio conta com nióbio como matéria –prima principal na composição do aço e transporta até 780kg a mais que os semirreboques produzidos em aço comum

Outro produto da marca, o Semirreboque Graneleiro Pró-Nio, conta com nióbio como matéria –prima principal na composição do aço. De acordo com a fabricante, com essa tecnologia de construção o implemento ganha até 780kg a mais de capacidade de carga em comparação aos semirreboques produzidos em aço comum.
Semirreboque Graneleiro Pró-Nio é disponibilizado nas configurações de Bitrem 04 eixos, Bitrem 06 eixos e Rodotrem e pretende expandir para outros produtos de seu portfólio ainda em 2021.
“Fomos pioneiros na utilização do nióbio no Brasil e essa tecnologia vai ainda mais longe, pois além de garantir maior carga transportada e menor tara do veículo, oferece menor consumo de combustível e, consequentemente, menor emissão de CO2 na atmosfera”, afirmou José Carlos Sprícigo, CEO da Librelato.
De acordo com o executivo, antes de desenvolver novos implementos para o seu portfolio, a Librelato vai a campo entender as necessidades de cada tipo de operação. “Esse conjunto de soluções tecnológicas traz significativos avanços para o transporte”, concluiu o executivo.

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PETROLÍFERO

IBP destaca aprovação de novo marco do gás natural no Amazonas

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TN Petróleo - RJ   16/03/2021

O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) ressalta a importância da aprovação pela Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam) de um novo marco legal para comercialização de gás natural no Estado do Amazonas, disciplinando as condições de enquadramento do consumidor livre, autoprodutor e autoimportador.

A proposta promove as diretrizes para atuação do poder concedente local e regras para prestação de serviços de distribuição do insumo, por meio de gasodutos. Moderniza a atuação da agência reguladora ao estabelecer princípios de regulação e controle, de proteção aos usuários e de qualidade dos serviços prestados. E, fundamentalmente, cria as bases para aumentar a utilização do gás natural no estado do Amazonas, ao estabelecer: um conjunto mais amplo de consumidores que podem escolher seu fornecedor (inclusive em condomínio), tarifas de movimentação que respeitem a especificidade do serviço prestado, limites à atuação verticalizada da distribuidora, e a possibilidade dos Agentes Livres construírem seu próprio ramal dedicado.

Nesse sentido, o IBP entende que a iniciativa proporcionará maior competividade ao setor, com atração de investimentos, bem como geração empregos e renda. Além disso, apoiará a diversificação da matriz regional em um período de transição energética.

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Os preços do petróleo caem com a queda da contagem de plataformas dos EUA

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O Petróleo - SP   16/03/2021

A Baker Hughes informou na sexta-feira que o número de plataformas de petróleo e gás nos Estados Unidos caiu 1 nesta semana. O número total de plataformas de petróleo e gás ativas nos Estados Unidos está agora em 402 – ou 390 a menos do que no ano passado.

A contagem de plataformas de petróleo caiu 1 nesta semana, e o número de plataformas de gás permaneceu o mesmo. O número de plataformas diversas também permaneceu inalterado.

A estimativa da EIA para a produção de petróleo nos Estados Unidos para a semana encerrada em 5 de março aumentou em 900.000 bpd, para 10,9 milhões de barris, com preços e demanda mais elevados do petróleo, atraindo os perfuradores para trazer mais barris.

A contagem geral de sondas do Canadá diminuiu esta semana em 25. As sondas de petróleo e gás no Canadá estão agora em 116 sondas ativas e diminuíram 59 ano a ano.

A bacia do Permiano viu outro aumento nesta semana no número de plataformas. A contagem total de sondas do Permian aumentou em 1, trazendo o total de sondas ativas no Permian para 212, ou 206 abaixo desta vez no ano passado.

Enquanto a contagem da plataforma caiu esta semana, a contagem do Frac Spread, fornecida pela Primary Vision, aumentou de 165 para 182. O Frac Spread rastreia o número de equipes de fracking trabalhando para completar poços.

WTI e Brent estavam negociando ligeiramente em alta na sexta-feira antes da divulgação de dados, com o mercado confuso sobre qual sinal eles deveriam seguir – o compromisso da OPEP de não aumentar a produção em abril, ou a previsão da OPEP de uma demanda global de petróleo ainda mais baixa para o segundo trimestre e estoques de petróleo inflados nos Estados Unidos.

Às 12h22 EDT, o WTI estava sendo negociado com alta de $ 0,09 por barril a $ 66,11. O petróleo Brent estava sendo negociado em alta de $ 0,01 a $ 69,64.

Às 13h19 EDT, o WTI estava sendo negociado com queda de 0,21% no dia a $ 65,88 – quase estável na semana. O Brent estava sendo negociado com queda de 0,34% no dia, a $ 69,39.

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Belga Fluxys tem aval do Cade para comprar fatia da Total no gasoduto Bolívia-Brasil

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Money Times - SP   16/03/2021

O grupo belga de infraestrutura de gás natural Fluxys teve aval do órgão brasileiro de proteção à concorrência para a aquisição da fatia da petroleira francesa Total na TBG, empresa responsável pela operação do gasoduto Bolívia–Brasil.

A transação recebeu aprovação sem restrições do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), de acordo com publicação no Diário Oficial da União desta segunda-feira.

O negócio vem em momento em que a Petrobras (PETR3;PETR4) tem buscado compradores para sua participação de 51% na TBG, após informar em dezembro o início de um processo competitivo para venda do ativo, em meio a um amplo programa de desinvestimentos.

Segundo parecer do Cade, a Fluxys deve adquirir todas cotas da Total no negócio, por valor não revelado.

A transação ocorrerá por meio da compra pela empresa de ações na BBPP, uma holding com participação de 29% na TBG, na qual a Total detém 33,33%.

A Fluxys já possui 66,6% das cotas da BBPP e 8% das ações da TBG, apontou o Cade.

O órgão avaliou que a aquisição não resultará em prejuízos ao ambiente concorrencial, citando que a Fluxys não possui outras atividades no Brasil no momento fora a participação na TBG.

A TBG possui e opera o trecho brasileiro do Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol), uma malha de cerca de 2.600 km, incluindo a principal rede de transporte de gás natural no Sul do Brasil.

Uma das acionistas da TBG, a EIG Global Energy Partners, anunciou em janeiro que fechou acordo para vender sua fatia de 27,5% no empreendimento à Fluxys, sem citar valores.

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