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14 de Abril de 2021

SIDERURGIA

China tem dificuldades para conter produção de aço e emissão de carbono

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Valor - SP   14/04/2021

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ECONOMIA

'Globalização vai segurar a inflação nos EUA e juros devem seguir baixos pelo menos até 2023'

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O Estado de S.Paulo - SP   14/04/2021

A globalização, que evita a alta de preços de produtos importados nos Estados Unidos, deverá continuar a manter a inflação bem comportada no país, o que permitirá ao Federal Reserve (Fed, o banco central americano) prolongar a atual política de juros baixos no mínimo até 2023, disse o economista Barry Eichengreen, professor da Universidade da Califórnia em Berkeley. Um outro fator importante nesse cenário, segundo ele, é o trabalho remoto, que avançou com a pandemia do coronavírus, o que diminuirá as pressões de altas de salários em termos nacionais.

Eichengreen disse estar um pouco preocupado com o excesso de otimismo de muitas pessoas com o ritmo de recuperação dos EUA neste ano e no próximo, pois, na sua avaliação, não consideram elementos importantes, como uma nova onda de contaminações no meio-oeste do país e o surgimento de mutações da covid-19 que não conseguirão ser plenamente derrotadas pelas atuais vacinas.

Na avaliação do economista, os EUA ajudarão muito a acelerar a vacinação global após o final do verão naquele país, depois que boa parte da população nacional for imunizada. Ele defende que o governo americano deverá ajudar a doar vacinar no âmbito da iniciativa Covax, sobretudo para países como o Brasil que não produzem a vacina em grande quantidade e enfrentam altas de taxas de contaminações, hospitalizações e mortes. A seguir, os principais trechos da entrevista:
Como o sr. avalia as perspectivas de recuperação dos EUA neste ano e em 2022?

Eu estou preocupado que as pessoas atualmente estejam excessivamente otimistas. Elas não consideram a quarta onda da pandemia, que atualmente está sendo construída no meio-oeste. Elas não estão suficientemente atentas às futuras mutações, incluindo a possibilidade de que algumas delas não conseguirão ser contidas pelas vacinas atuais. Quanto tempo, neste caso, demorará para desenvolver a próxima vacina? Além disso, eu também avalio que haverá problemas contínuos no mercado imobiliário, especialmente se forem liquidados contratos de prédios comerciais e apartamentos cujos aluguéis estão atrasados.
E como vê a avaliação da secretária do Tesouro, Janet Yellen, de que os EUA poderão retornar ao pleno emprego no próximo ano?

Essa previsão de Janet Yellen baseia-se na premissa de mantermos o vírus sob controle. Este é o melhor cenário. Então, eu diria que, na melhor das hipóteses, o mercado de trabalho vai se recuperar totalmente em 2022. Caso contrário, demorará mais, pois dependerá do coronavírus.
Como o sr. analisa a trajetória da política monetária (política de juros) adotada pelo Federal Reserve?

Acredito que é crível o compromisso do Federal Reserve de que a política monetária não será alterada até 2023. Os dirigentes do Fed testarão o que significa pleno emprego e ajudarão a estimar a inclinação da Curva de Phillips (conceito desenvolvido pelo economista William Phillips que aponta uma correlação inversa entre desemprego e inflação - ou seja, índices de desemprego baixos levam ao aumento da inflação, e vice-versa).
Há cerca de três anos, em uma entrevista que fizemos, o sr. comentou que a curva de Phillips estava adormecida. Como ela está agora?

A curva de Phillips ainda está cochilando enquanto conversamos. Para ela despertar, dependerá do retorno ao mercado de trabalho das pessoas que o abandonaram nos últimos dez anos. Outro fator a se pensar é o trabalho remoto. Anteriormente, um mercado de trabalho restrito significava que as empresas de alta tecnologia no Vale do Silício tinham de pagar altos salários para funcionários do setor de limpeza e segurança quando o mercado de trabalho apertava, pois precisavam incentivá-los a se deslocar para os escritórios de uma distância de 60 milhas (96,5 km), onde conseguiam pagar por uma moradia. Agora, boa parte do Vale do Silício se mudou para o Havaí ou Wyoming com o trabalho online. Isso significa menor pressão de alta dos salários dos trabalhadores menos qualificados quando o mercado de trabalho estiver apertado, o que deve continuar assim em 2022 ou 2023.
Quem está correto: o Federal Reserve ou os mercados sobre a tendência da inflação nos EUA?

A globalização - o fato de que os preços de grande parte das mercadorias que os EUA consomem são determinados na China e no Vietnã - faz com que a taxa de utilização da capacidade doméstica nos Estados Unidos não seja mais o único determinante da inflação. Sem muitas mudanças em termos de inflação de preços de produtos importados, acredito que a inflação geral permanecerá moderada. Este ano pode haver alguma alta temporária, pois há problemas de transporte, como os vistos no tráfego de contêineres no Canal de Suez, e alguma escassez pontual, como no caso de semicondutores. O Fed entende que a inflação é transitória e está com o foco no núcleo e na inflação subjacente. Mesmo que a inflação esteja acima da meta no segundo semestre de 2021, não creio que levará o Fed a acelerar a normalização das taxas de juros.
O sr. acredita que o Congresso vai aprovar este ano o plano de infraestrutura do presidente Joe Biden, que prevê investimentos de US$ 2,25 trilhões?

Avalio que o Congresso aprovará uma nova legislação na área de infraestrutura, cujos detalhes ainda serão definidos. Acredito que o novo plano será pago em parte pelo aumento dos impostos sobre empresas e pessoas mais ricas e em parte financiado por dívida pública. Qual é o tamanho exato deste plano? Talvez dois terços do que Biden está propondo, sendo que metade financiada com impostos. Não estou preocupado com a dívida pública adicional, pois sabemos que os investimentos em transporte, educação e combate a mudanças climáticas tornarão a economia mais produtiva no longo prazo. Se conseguirmos elevar o denominador da relação dívida/PIB dessa forma, ficarei ainda menos preocupado com a dívida adicional que poderá surgir.
O sr. é a favor de um imposto corporativo global mínimo?

A participação do trabalho na renda nacional vem diminuindo há décadas, em parte como resultado da capacidade das empresas de realocar suas atividades, graças à globalização, ou ao menos realocar onde contabilizam seus lucros. O declínio na participação do trabalho é um fator que alimentou a reação populista e suas políticas destrutivas em países como os Estados Unidos. Tanto a lógica econômica quanto a lógica política apontam a importância de que as empresas paguem sua parte de forma justa. Mas isso requer um acordo internacional. Caso contrário, haverá competitivas reduções de impostos corporativos, uma corrida para o fundo do poço. Eu sou totalmente a favor de negociar de forma internacional a base para a tributação de empresas.
O compromisso do presidente Biden de que os EUA deverão ajudar em poucos meses a combater a pandemia mundial é a grande esperança para acelerar a imunização em termos globais?

Certamente. No verão, os EUA terão vacinado todos os americanos que concordarem em ser imunizados e terão construído um estoque de vacinas. O país deve direcionar sua capacidade de produção de vacinas para abastecer o resto do mundo.
Neste caso, as vacinas fabricadas nos EUA devem ir especialmente para países que não são grandes produtores, como o Brasil, ou também deve incluir nações que fabricam imunizantes em larga escala, como a Índia?

Idealmente, as decisões de distribuição internacional de vacinas, incluindo às doadas por governos como o dos EUA, deveriam ser adotadas no âmbito da iniciativa Covax, não por governos nacionais. Os governos tendem a misturar objeções à política externa com objetivos globais de saúde, o que não é desejável. A Covax deve priorizar países com variantes contagiosas e onde são altas as taxas de contaminação, hospitalizações e mortes. Neste caso, o Brasil se classifica.
Quando veremos novamente a normalidade da vida econômica nos Estados Unidos e no mundo em geral?

Se estivermos com o foco sobre americanos que fizeram viagens de negócios para a África ou América Latina, temo que possa levar mais de dois ou três anos. No caso dos americanos para quem férias significam ir para o Havaí e sair significa assistir a um jogo de beisebol da liga local, poderemos ver esse retorno no final deste ano, desde que não haja novas mutações perturbadoras da covid-19.

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PIB do Brasil deve crescer 3,4% em 2021, prevê S&P

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IstoÉ Dinheiro - SP   14/04/2021

A S&P Global Ratings informou nesta terça-feira, 13, que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil deve crescer 3,4% em 2021, com uma recuperação importante da atividade. “O Brasil continuará apresentando a maior atividade na América Latina”, disse o diretor sênior da área de finanças estruturadas da S&P, Jose Coballasi, em webinar sobre perspectivas para América Latina.

A agência revisou recentemente a projeção média de crescimento do PIB para as seis maiores economias da região, de 4,1% para 4,9% em 2021.

Apesar do destaque para o Brasil, a Argentina também deve apresentar um avanço importante, assim como o México.

Para o diretor da área de finanças estruturadas da S&P, Marcus Fernandes, 2021 tem sido atípico, mas alguns setores devem impulsionar a economia. “O agronegócio e o setor imobiliário vão continuar em destaque no Brasil.”

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Brasil precisa observar as oportunidades para o crescimento sustentado

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O Estado de S.Paulo - SP   14/04/2021

O Brasil é um país com grande potencial para crescimento, mas precisa superar percalços relevantes. Um dos gargalos para o progresso brasileiro está nas áreas de infraestrutura e logística. Para ficarmos em um exemplo, o subdesenvolvimento destes setores dificultou a chegada de ajuda para a crise sanitária no Amazonas. Para superar esses desafios é preciso realizar investimentos em projetos de infraestrutura. Uma forma de fazer isso é a participação em programas como a Iniciativa do Cinturão e Rota, que foi incorporada na Assembleia-Geral da ONU, na resolução 2.344, que trata de cooperações regionais e econômicas do programa “Belt and Road Initiative”.

O principal entrave para o crescimento econômico brasileiro está no custo Brasil, que encarece os processos produtivos em função das ineficiências do País. O impacto negativo foi estimado em R$ 1,5 trilhão por ano pelo Ministério da Economia. Um dos componentes centrais desse custo é a falta de investimentos na infraestrutura logística, que acarreta perdas de competitividade em razão das dificuldades de mobilidade de bens e serviços.

As consequências da falta de investimentos em infraestrutura logística foram visíveis nos contratempos lamentáveis no transporte de insumos médicos, como o gás oxigênio, para o Estado do Amazonas. Para levar qualquer material para Manaus é preciso enfrentar péssimas condições viárias, agravando mais ainda a questão sanitária do Estado.

Para resolver esse problema é preciso priorizar investimentos. Projetos de relevância vêm tomando forma nos últimos anos, como o Corredor Bioceânico e o Ferrogrão. Além de integrar fisicamente os Estados do Norte e do Centro-Oeste com outras áreas do Brasil, eles permitirão o escoamento da produção mineral e agropecuária regional para centros de consumo em outros continentes. Calcula-se uma redução de cerca de 15 dias no tempo necessário para as exportações brasileiras chegarem à Ásia pelo acesso ao Oceano Pacífico, que também agilizará o transporte para a Europa.

É importante destacar a cooperação entre os países do Brics (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) no setor financeiro. Tivemos o lançamento de duas instituições: o Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e o Arranjo Contingente de Reservas (ACR). A criação do banco responde ao problema global da escassez de recursos para o financiamento de projetos de infraestrutura. O objetivo do ACR é assegurar liquidez para enfrentar crises na balança de pagamentos dos países do bloco.

O Novo Banco de Desenvolvimento visa a prestar apoio financeiro a projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável, públicos ou privados, nos países do Brics e em outras economias emergentes e países em desenvolvimento. O capital inicial do banco é de US$ 50 bilhões, havendo autorização para chegar a US$ 100 bilhões.

Dessa forma, é importante o Brasil aportar os valores no Banco do Brics. Tanto porque o presidente do Banco atualmente é um brasileiro quanto para deter o direito de voto na instituição financeira. Destacamos também a importância do contato com o Banco da Ásia, outro importante parceiro financeiro para os projetos de conectividade e infraestrutura no Brasil. Isso demonstra credibilidade internacional e traz mais investimentos estrangeiros com base no potencial de crescimento tanto na produção nacional, na logística interna e no escoamento de produtos por novas vias, dando mais celeridade no comércio global.

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China registra exportações robustas e aumento das importações em março

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IstoÉ Dinheiro - SP   14/04/2021

As exportações da China cresceram com força em março enquanto o avanço das importações chegou ao nível mais forte em quatro anos, em mais um impulso para a recuperação econômica do país que sinaliza melhora da demanda global em meio ao avanço da vacinação contra a Covid-19 em todo o mundo.

As exportações em dólares saltaram 30,6% em março sobre o ano anterior, mas em um ritmo mais lento ante o recorde de 154,9% visto em fevereiro. Os analistas consultados pela Reuters projetavam um aumento de 35,5%.

“A demanda externa forte deve ser sustentada durante o segundo trimestre conforme a economia global se recupera mais”, disse Nie Wen, economista do Hwabao Trust.

“Mas com a aceleração nos esforços globais de vacinação, setores industriais em outros países estão gradualmente voltando. Temos que ver se o forte crescimento das exportações da China começará a cair.”

Os dados mostraram ainda que as importações chinesas avançaram 38,1% no mês passado na comparação anual, ritmo mais rápido desde fevereiro de 2017 devido aos altos preços das commodities, superando a expectativa de 23,3% e após crescimento de 17,3% em fevereiro.

As importações de 1,02 milhão de toneladas de carne em março marcaram o volume mensal mais alto desde ao menos janeiro de 2020, enquanto as importações de soja, minério de ferro, cobre e petróleo também subiram.

A China registrou superávit comercial de 13,8 bilhões de dólares no mês passado, contra expectativa de analistas de superávit de 52,05 bilhões depois de o país registrar saldo positivo de 37,88 bilhões de dólares em fevereiro.

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Câmbio continuará suscetível a ruídos, diz BNP Paribas

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IstoÉ Online - SP   14/04/2021

A taxa de câmbio continuará vulnerável a choques no curto prazo, em meio a um ambiente de preocupação fiscal e de ruídos políticos, disse Gustavo Arruda, chefe de pesquisa para América Latina do BNP Paribas.

“O câmbio fica muito ruim, muito suscetível a choques e a ruídos no curto prazo. Mas, à medida que vai entrando a recuperação, outro estágio da economia, a moeda (o real) tende a performar melhor, a voltar um pouco mais para próximo de onde a gente acredita em termos de fundamento”, afirmou.

O BNP projeta dólar de 5 reais ao fim do ano. A moeda norte-americana era cotada perto de 5,72 reais nesta terça.

O alívio do câmbio, segundo Arruda, seria reflexo de uma melhora da economia ao longo do segundo semestre, período em que a vacinação deverá estar mais acelerada no país, permitindo a reabertura dos negócios.

A projeção do economista é que o Produto Interno Bruto (PIB) cresça 2,5% em 2021, sobretudo pela recuperação esperada para a segunda metade do ano, já que, nos dois primeiros trimestres do ano o cálculo é de contração econômica: de 0,5% entre janeiro e março e de “mais de 1%” de abril a junho.

Justamente pelo ritmo ainda lento da retomada neste ano, Arruda não vê o Banco Central muito mais agressivo nas futuras altas de juros.

“Não faria sentido o Banco Central agir e subir todo o juro necessário para convergir a inflação necessariamente no ano que vem e forçar uma desaceleração da economia, que já está muito frágil”, afirmou.

“É uma questão de balanço aqui: se a inflação está convergindo para a direção correta, faz sentido o Banco Central ser um pouco mais parcimonioso.”

O BNP projeta que a Selic terminará este ano em 5% –a taxa está atualmente em 2,75%. Em 2022, depois de uma pausa, o BC reinicia o ciclo de normalização monetária e eleva o juro para 6,5%, de acordo com o banco francês.

Nesse cenário, a inflação ficaria acima da meta tanto em 2021 quanto em 2022. O IPCA previsto é de 5% neste ano (meta de 3,75%) e 4% (meta de 3,50%).

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MINERAÇÃO

Sergio Leite é eleito presidente do Conselho de Administração da ABM

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Portal Fator Brasil - RJ   14/04/2021

A chapa Resiliência foi eleita para o Conselho de Administração da Associação Brasileira de Metalurgia, Materiais e Mineração – ABM, gestão 2021/2023. Na votação realizada entre os dias 5 e 8 de abril, a chapa recebeu 99% dos votos.

Liderado por Sergio Leite de Andrade, CEO da Usiminas, os novos membros do Conselho de Administração tomarão posse no dia 28 de abril, em cerimônia 100% online.

— É com muita honra e com um grande senso de responsabilidade que recebo a incumbência de presidir o Conselho de Administração da ABM. Tenho a satisfação de integrar esta Entidade desde a década de 70, ainda estudante de Engenharia Metalúrgica, seguindo os passos de meu pai, que se associou nos anos 40 — relembrou Sergio Leite.

Destacando a contribuição que a Associação vem dando, há mais de sete décadas, à indústria e à academia, o novo presidente do Conselho disse que “as ações promoveram o desenvolvimento de profissionais e das empresas brasileiras e tem um imenso potencial para contribuir com intensidade com o país”.

— O Brasil tem desafios muito complexos pela frente. Questões urgentes como as Reformas Tributária e Administrativa, entre tantas outras, se somam às emergências dos impactos da pandemia para toda a população, exigindo ainda mais mobilização por parte das empresas, das entidades e da sociedade em geral. Na ABM vamos prosseguir atuando com muita energia para continuar escrevendo nossa história de superação e desenvolvimento do Brasil — conclui Sergio Leite.

A formação completa do novo Conselho de Administração: Presidente: Sergio Leite de Andrade |Vice-presidente: Marcos Eduardo Faraco Wahrhaftig.

Representantes das Empresas Mantenedoras: Américo Ferreira Neto – Usiminas | Augusto Cesar Ferreira Lara – Villares Metals | Celso Freitas – RHI Magnesita | Erick Torres Bispo dos Santos – Arcelormittal Tubarão | Frederico Ayres Lima – Aperam | Lucas Vieira Penna – Arcelormittal Sul Fluminense | Mauricio Metz – Gerdau | Paulo de Tarso Rossi Haddad – CBMM | Paulo Roberto Bandeira – Vale | Rodrigo Alvarenga Vilela – Samarco | Titus Friedrich Schaar – Terniu.

Representantes dos Associados Pessoas Físicas, atuantes em instituições de ensino, pesquisa, ciência e tecnologia | Antônio Cezar Faria Vilela – UFRGS | Fernando Cosme Rizzo Assunção – PUC-Rio | Fernando José Gomes Landgraf – USP | Ieda Maria Vieira Caminha – INT | José Carlos D’Abreu – PUC-Rio | Mauricio Covcevich Bagatini – UFMG| Paulo Santos Assis – UFOP | Ricardo Henriques Leal – UFF.

Representantes de Associados Pessoas Físicas: Ayrton Filleti ; Carlos Sadao Shiratsu; José Herbert Dolabela da Silveira; Vânia Lúcia de Lima Andrade.

Perfil — A Associação Brasileira de Metalurgia (ABM), Materiais e Mineração é uma associação civil sem fins lucrativos, cujo objetivo é congregar pessoas físicas e jurídicas visando ações coletivas que promovam o desenvolvimento das pessoas, a evolução técnico-científica e a inovação em processos, produtos e gestão nas suas áreas de atuação.

Desde que foi fundada, em 1944, desenvolve inúmeras ações para assegurar e fortalecer a competitividade das empresas, fomentando a difusão do conhecimento técnico-científico.

Visando, principalmente, a qualificação dos recursos humanos como fator preponderante para que as organizações possam implementar inovações, a ABM disponibiliza um amplo acervo documental e editorial, um calendário anual de eventos (congressos, seminários, simpósios e workshops), premiações e cursos de capacitação.

Essas atividades geram centenas de contribuições técnicas, além de promover o intercâmbio de informações e o inter-relacionamento dos profissionais da indústria, professores, pesquisadores e estudantes.

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Câmara chama Vale para explicar ganho com usina soterrada em Mariana

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O Estado de S.Paulo - SP   14/04/2021

Em reunião realizada nessa terça-feira, 13, o colegiado da Comissão de Minas e Energia (CME) da Câmara aprovou, por unanimidade, um requerimento de audiência pública para que a mineradora Vale explique os ganhos que tem recebido desde 2015 com sua hidrelétrica Risoleta Neves, em Minas Gerais, apesar de a usina ter sido inviabilizada pelo desastre causado pela Samarco, da própria Vale.

O pedido para audiência pública se baseou em reportagem publicada pelo Estadão no dia 7 de abril, a qual demonstrou que a Vale já recebeu cerca de R$ 500 milhões desde novembro de 2015, quando houve a catástrofe, apesar de sua usina não gerar nenhum watt de energia elétrica.

“O setor elétrico é cheio de assombrações. Foge à compreensão do homem comum entender como é que uma usina que não gera mais nada continua a receber, mesmo sem prestar serviço”, diz o deputado Edio Lopes (PL-RR), autor do requerimento. “Faremos tudo o que for possível para estancarmos esses pagamentos. E vou mais distante ainda. Pelo menos na parte de todos os consumidores do Brasil, a Vale terá de ressarcir esse dinheiro. Não daremos trégua até resolvermos isso.”

A audiência pública prevê a participação de representantes da Vale e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A previsão inicial é de que o encontro aconteça no dia 4 de maio, data que ainda deve ser confirmada pela comissão.

Hoje a situação sobre o pagamento pela energia inexistente da hidrelétrica Risoleta Neves é alvo de um processo judicial que está em andamento no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A hidrelétrica Risoleta Neves pertence ao consórcio Candonga, do qual a Vale é dona de 77,5% e a Cemig, de 22,5%. A usina parou de funcionar em novembro de 2015, quando a Samarco protagonizou uma das maiores tragédias ambientais do planeta. A hidrelétrica ficava no caminho da barragem do Fundão, que rompeu e causou a morte de 19 pessoas, com o lançamento de milhares de toneladas de rejeito de minério de ferro sobre a floresta e o Rio Doce. A lama varreu 40 municípios, até chegar ao Atlântico, no litoral do Espírito Santo.

A paralisação total da hidrelétrica levou a Aneel a pedir a suspensão dos pagamentos para a usina Risoleta Neves, já que esta não poderia gerar mais energia. A Vale, no entanto, não só recorreu do processo administrativo da agência, como entrou na Justiça e conseguiu uma decisão que mantém, até hoje, o pagamento ao consórcio Candonga, para que continue a receber normalmente, por meio de repasses feitos por um mecanismo contábil do setor elétrico que é compartilhado por todas as hidrelétricas do País.

Na prática, todas as usinas pagam as mensalidades para a usina Risoleta Neves, um custo que, depois, é gradativamente repassado aos consumidores de energia do Brasil, por meio da conta de luz. Os dados da Aneel apontam que a situação já gerou um prejuízo direto ao consumidor superior a R$ 100 milhões.

A reportagem questionou a Vale e a Samarco sobre o assunto. O posicionamento da companhia, da qual a Vale é sócia, é que a Samarco não iria comentar.

Em dezembro do ano passado, a Aneel deu prazo de seis meses para a retomada da usina Risoleta Neves, que entrou em um processo de caducidade da concessão. A usina ficava instalada nos municípios de Santa Cruz do Escalvado e Rio Doce, com capacidade de 140 megawatts. A hidrelétrica, que entrou em operação em 2004 com o nome de usina Candonga, foi rebatizada em 2005, quando passou a se chamar Risoleta Neves, em homenagem a Risoleta Guimarães Tolentino Neves (1917-2003), esposa do ex-presidente Tancredo Neves (1910-1985).

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Importações de minério de ferro do Brasil pela China saltam 19% em março

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Brasil Mining - SP   14/04/2021

As importações de minério de ferro pela China avançaram em março frente a níveis relativamente baixos vistos há um ano atrás, mostraram dados de alfândega nesta terça-feira, com a demanda pelo material usado na fabricação do aço seguindo sustentada por uma robusta atividade industrial.

A China, maior consumidora global de minério de ferro, importou 102,11 milhões de toneladas do produto no mês passado, segundo a Administração Geral de Alfândegas, alta de 18,9% frente a março de 2020.

No primeiro trimestre, a China importou 283,44 milhões de toneladas de minério de ferro, acima das 263 milhões vistas no mesmo período do ano anterior.

“As importações de minério de ferro apenas retornaram a um nível normal frente a uma base relativamente baixa no ano passado, quando os embarques foram afetados pelo clima extremo na Austrália e no Brasil“, disse Cai Biyu, analista da GF Futures.

A demanda por minério de ferro tem sido apoiada por um robusto consumo de aço nos setores de construção e manufatura.

Os preços do aço subiram para máximas recorde acima de 5.000 iuanes por tonelada (763,58 dólares), o que alimentou a demanda por minério de ferro.

“Apesar de cortes de produção em Tangshan, usinas siderúrgicas em outros lugares podem recompor estoques com a temporada de pico de demanda”, disse Cai.

Os futuros de referência do minério de ferro na China subiram pelas últimas três sessões consecutivas e saltaram mais de 3% nesta terça-feira.

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Minério de ferro salta na China com menores embarques e demanda global robusta

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Brasil Mining - SP   14/04/2021

Os futuros de referência do minério de ferro na China ampliaram ganhos nesta terça-feira, a terceira sessão consecutiva de alta, fechando no maior nível em cinco semanas devido ao apoio de menores embarques de mineradoras e uma forte demanda no país e no exterior.

Os embarques da Austrália e do Brasil recuaram em 4,04 milhões de toneladas, para 24,04 milhões de toneladas entre a semana anterior e 9 de abril, mostraram dados da consultoria Mysteel.

Enquanto isso, a demanda na China e o consumo guiado pela recuperação econômica no exterior também ajudaram a sustentar os preços, escreveram analistas da Huatai Futures em nota.

O contrato mais ativo dos futuros do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian, para entrega em setembro, fechou em alta de 3,3%, a 1.023 iuanes (156,17 dólares) por tonelada, após chegar a subir 3,5% mais cedo na sessão.

No aço, o vergalhão para construção na bolsa de futuros de Xangai para entrega em outubro fechou em alta de 2,4%, a 5.116 iuanes por tonelada.

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Máquinas e Equipamentos

Fabricantes confirmam projeção de crescimento de 20% nas vendas em 2021

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Revista Manutenção e Tecnologia - SP   14/04/2021

Na visão de duas das principais fabricantes do país, o mercado de máquinas e equipamentos para construção deve alcançar um resultado bastante positivo em 2021, a despeito dos desafios antepostos pela pandemia, que ainda persistem.

Segundo Paula Araújo, vice-presidente da New Holland Construction para a América do Sul, passado o primeiro momento de intempéries e de medo com a pandemia, o cenário já é bem mais promissor. Os resultados do 1° trimestre reforçam essa expectativa, com o mercado crescendo 18% em relação ao mesmo período do ano passado.

“Existe uma expectativa no país de aumento do investimento em infraestrutura e a gente vê isso acontecendo, com mais de 5 mil obras que estavam paradas”, disse ela durante evento on-line realizado ontem (12) pela Editora Autodata.

“Além disso, já estamos no 8° mês de crescimento da empregabilidade no mercado de construção, puxado não só pelo imobiliário, mas também pelas grandes obras”, completou.

Desde 2014, ela observou, os parques de máquinas não se renovam na mesma velocidade que antes. “Nos últimos anos, a frota vinha com 50% de ocupação, inclusive com canibalização de máquinas, mas agora chegamos ao limite dessa possibilidade”, frisou. “O parque de máquinas precisa ser renovado.”

Citando estudos da Sobratema, a executiva destacou que a expectativa de crescimento é de 20% no ano, em linha com as projeções iniciais da Associação Nacional dos Fabricantes de VeiÌ culos Automotores (Anfavea), de 22%. “As empresas estão mais dispostas a investir, temos percebido esse apetite no mercado”, afirmou Paula Araújo.

“Claramente, ainda temos alguns desafios no campo econômico, com inflação, juros, taxa de câmbio, teto fiscal, aumento de custos e a própria confiança no mercado local frente à pandemia", destacou. "Mas o mercado está bastante confiante nesse crescimento.”

Na mesma linha, o diretor de planejamento estratégico da Volvo CE Latin America, Massami Murakami, destacou que a entrada de pedidos superou os dois dígitos no último trimestre de 2020. “E o 1° trimestre deste ano também veio forte”, ressaltou. "Por isso, seguimos otimistas e mantemos o número de 20% de crescimento do mercado."

Mesmo com a taxa Selic e a inflação aumentando, ele acentuou, a perspectiva para o setor segue positiva, levando em consideração que a cadeia do agronegócio, da infraestrutura e de outras áreas reforçam a demanda do setor de máquinas.

“Claro que ainda temos incertezas no mercado, mas o planejamento de volume e a visão de médio prazo têm ajudado a indústria a oferecer o que o mercado precisa”, completou Murakami, apontando que o mercado brasileiro de máquinas pesadas pode voltar ao seu patamar histórico de alta, obtido em 2014, com cerca de 30 mil unidades comercializadas no ano.

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AUTOMOTIVO

Empresa de 70 anos aproveita caminhões em alta para faturar R$ 3 bilhões

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Exame - SP   14/04/2021

Parece não haver pandemia para o setor de caminhões, que, entre janeiro e março, cresceu 29,5% em relação ao mesmo período de 2020. E, é claro, que o segmento de implementos rodoviários (ou seja, caçambas e carretas, por exemplo) acompanhou o aumento. Prova é que a Facchini, uma das maiores empresas do ramo, espera crescimento de até 35% somente neste ano.

Fundado em Votuporanga (SP), em 1950, por Euclides Facchini – ex-carpinteiro da EFA, Estrada de Ferro Araraquara –, o negócio que carrega o sobrenome da família começou produzindo charretes. Apenas no ano seguinte, em 1951, foi construída a primeira caçamba de madeira. E, ainda hoje, o comando segue nas mãos de filhos e netos, já que não há nenhum investimento externo.

“Eu trabalho na empresa desde meus 16 anos. Comecei a faculdade e, junto, comecei a trabalhar. O que aprendia em administração, colocava em prática. Só que o melhor foi passar muito tempo com meu pai, aprendendo negociação. Ele sempre compartilhou o que dava certo e também o que dava errado”, diz Marcelo Facchini, diretor executivo que é da terceira geração na empresa.

Em 70 anos de história, o pequeno galpão de 120 m² cresceu para um conglomerado de dez fábricas e 29 distribuidores pelo Brasil. Além disso, a Facchini exporta a nove países da América Latina e da África. “Temos quase 25% do mercado. Até brinco que, a cada cinco implementos, um é nosso. Toda produção está garantida até agosto. Para comprar, só com cancelamento de pedido”.

Só que, apesar de a demanda em alta, as linhas de montagem estão operando abaixo da capacidade por falta de matéria prima. “Meu principal receio é de não termos aço ou plástico no segundo semestre. Já temos esse problema. Não existem pneus no mercado e estamos importando. E o cliente está aceitando porque não existe produto nacional disponível”, afirma o diretor executivo.

De acordo com Facchini, o aço – principal componente dos implementos produzidos – teve aumentos de 140% nos últimos meses. “É uma situação complicada, porque até o papelão ficou mais caro. E não tem como negociar: se não quer, tem quem queira. Mas eu acho que a tendência é melhorar, com aumento de produção das siderúrgicas. Só que isso acaba sendo repassado no preço”.

Independentemente do cenário de escassez de insumos, o neto do fundador garante que todos os anos são investidos em torno de 200 milhões de reais para instalações e maquinário. Para os próximos meses, haverá novos equipamentos de corte a laser e investimentos em robotização para a automatização dos processos de produção, além de uma fundição para até 3 toneladas diárias.

Por conta desse processo, a companhia diz investir na capacitação dos 6.500 colaboradores – Marcelo Facchini explica que 95% dos cargos de liderança, como supervisão e gerência, vêm da base e fizeram carreira ao longo dos anos – para se adaptarem às mudanças na linha de montagem, com treinamento e também incentivos para as áreas de programação e de controle de qualidade.

Também será levantada uma fábrica para construir carretas basculantes focadas no transporte de grãos. “Esse setor representava 30% do mercado e, hoje, é de 50% ou mais. E não tem jeito, porque cada ano tem recordes de safras e o caminhão é o principal meio de transporte até os silos e portos. Nós estamos apostando cada mais nesse segmento, que estourou no fim de maio de 2020”.

Só que as empresas de e-commerce também marcaram o ano passado, com três vezes mais participação nos pedidos (antes, eram 5%, afirma o fabricante). E, segundo o diretor executivo, antes das medidas de isolamento social, no primeiro trimestre de 2020, as projeções indicavam crescimento de 15%. “Tivemos medo do prejuízo, com dois meses parados, mas, no fim, o aumento foi de 3%”.

Essa foi só uma das transformações do perfil de clientes nos últimos anos, já que as transportadoras têm conquistado cada vez mais espaço – de acordo com Marcelo Facchini, essas empresas são responsáveis por 30% dos pedidos. E outro negócio começa a surgir aqui: locação de veículos pesados, prática comum em outros mercados, e que, hoje, corresponde a 20% da clientela do fabricante.

Muito além de implementos, a companhia também estuda uma plataforma de gerenciamento de frotas, capaz de informar pelo celular informações como eficiência, localização, frenagem, perfil de pilotagem e até mesmo temperatura de pneus. “Já implementamos nos veículos da nossa frota interna e vemos que esse será o futuro do segmento: gerar informações”, afirma o diretor executivo.

Pós-venda: componentes de reposição são feitos pela própria Facchini (Facchini/Divulgação)

“Sempre investimos muito para criar recursos ideais para os clientes. Temos uma equipe de engenharia muito forte só para analisar o peso das cargas. Damos suporte para descobrir como transportar os itens com mais eficiência, dentro do que a legislação permite”, diz. Com carretas mais leves e mais modernas, dá para aumentar em até 3 toneladas a quantidade de produtos por carregamento.

Marcelo Facchini explica que a empresa é autossuficiente graças à estrutura verticalizada de produção – é o próprio fabricante que produz eixos, plásticos, fundição e fornecimento de autopeças). “Somos bem capitalizados, temos bom fluxo de caixa e não precisamos de dinheiro externo. Não há banco por trás. É tudo próprio. Não fazemos loucuras e, mesmo na crise, não tivemos problemas”.

Com receita de 2 bilhões de reais em 2020 – e previsão para 3 bilhões de reais neste ano –, o neto do fundador não nega a possibilidade de abrir o capital e ofertar as ações na bolsa. “Não é para agora. Pode ser algo para o futuro. Digo que tenho Facchini no nome e, principalmente, no coração. Acho que nunca vamos sair desse negócio. Nossa ideia [da família] é continuar gerenciando”, diz.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Evento inédito debate o futuro da Indústria da Construção

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Revista Manutenção e Tecnologia - SP   14/04/2021

A edição de lançamento da Smart.Con, que acontece nos dias 6 e 7 de julho, será uma plataforma pioneira de disseminação de conhecimento, novas tecnologias, inovação e geração de negócios para profissionais de toda cadeia da Indústria da Construção.

Além da participação de empresas inovadoras e startups com produtos e serviços diferenciados, o evento também abrigará uma extensa grade de palestras dividida em quatro pilares (Engenharia, Infraestrutura, Real Estate, e Rental).

A Smart.Con, que já está com inscrições abertas, é organizada pela Messe München do Brasil, em parceria com a Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração), e conta com apoio do Grupo AIZ.

De acordo com Rolf Pickert, CEO da Messe München do Brasil, inovação e tecnologia trazem maior produtividade, segurança e qualidade nas obras, e a Smart.Con tem o propósito de mostrar o que existe de mais atual em relação tendências e novidades para o setor da construção.

"Nossa grande missão é, em um futuro próximo, sermos a plataforma da América Latina para disseminar inovação, tendências e boas práticas para construtoras, escritórios de engenharia, prestadores de serviços, startups e outros agentes envolvidos nessa importante cadeia de negócios. Queremos mostrar ao visitante que vale a pena investir, pois o retorno é garantido de várias formas", revela o executivo

Já para o engenheiro Afonso Mamede, presidente da Sobratema, o conceito inovador da Smart.Con possibilita apresentar, de forma dinâmica e abrangente, as tecnologias e as tendências dos pilares Engenharia, Infraestrutura, Real Estate e Rental, com o intuito de levar para os internautas e para os participantes presentes o que existe de mais moderno e avançado no universo da construção e de oferecer um ambiente ímpar para disseminação de conhecimento e interação entre os inúmeros atores da cadeia produtiva.

"Na última década, temos visto a chegada cada vez mais rápida ao mercado de novas tecnologias, aumentando a produtividade e segurança da operação, reduzindo custos, estabelecendo práticas de governança corporativa, valorizando ações em torno da preservação ambiental e do bem-estar social e, como consequência, ampliando a rentabilidade das empresas. Ao resultar em tantos benefícios, a adoção de inovações tecnológicas deve ser sempre estimulada como uma prática fundamental de nosso setor. Por isso, a importância deste evento, que preconiza, justamente, promover essa implementação e fomentar o desenvolvimento de todas as cadeias produtivas. Serão dois dias intensos de informações, relacionamento e negócios", ressalta Mamede.

A programação completa está disponível no site do evento. Ao longo dos dois dias haverá palestras simultâneas com foco nos quatro pilares já mencionados acima. "Serão mais de 30 sessões simultâneas realizadas durante todo o evento, entre apresentações de cases de sucesso e painéis de debate. No total, mais de 60 palestrantes compartilharão seus conhecimentos durante os dois dias de evento", explica Pickert.

As inscrições para assistir e participar do programa de conteúdo da Smart.Con já podem ser feitas no site oficial do evento, e os participantes poderão assistir e interagir com todo o conteúdo de maneira presencial ou online.

Feira – A partir deste mês, a M&T Expo inicia uma série de webinários gratuitos sobre temas do evento, incluindo elevação de cargas e pessoas, novos materiais, componentes e serviços, concreto e asfalto, nova geração de equipamentos para construção e mineração e muito mais. Transmitidos pelo Canal M&T Expo do Youtube, os conteúdos contam com a participação de especialistas e convidados especiais.

O primeiro webinário acontece no dia 20 de abril, a partir das 15h00, traz o tema “Melhores práticas em manutenção preventiva e preditiva de máquinas e equipamentos”, com a participação do expositor AGF Equipamentos.

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NAVAL

Empresas querem fim de práticos em navios supplies, e categoria diz que irregularidades no mar tendem a aumentar

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Globo Online - RJ   14/04/2021

NITERÓI — Ultrapassagens não combinadas, desvios de rumo previsto sem aviso, movimentações sem prático obrigatório, chamadas não respondidas no rádio, problemas no sistema eletrônico de identificação ou no aparelho que mede a distância até o fundo do mar. Quem atravessa a Ponte Rio-Niterói e avista a enorme quantidade de embarcações de apoio à produção de petróleo não percebe as bandalhas que ocorrem quando não há um prático a bordo na Baía de Guanabara. Uma colisão com um grande navio pode derramar toneladas de combustível e cargas poluentes no mar.

Essas são algumas das denúncias relatadas pela Praticagem RJ — entidade responsável pela atividade homônima no Estado do Rio — e anexadas a um relatório de 107 páginas encaminhado à Capitania dos Portos da Marinha em setembro de 2020. O documento é uma resposta ao pedido, feito à Marinha pelo Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima (Syndarma) e pela Associação das Empresas de Apoio Marítimo (Abeam), para que seja permitida a navegação sem prático na frota de apoio para barcos que tenham de cinco mil a dez mil toneladas de porte bruto.

Hoje, somente embarcações de três mil a cinco mil toneladas de porte bruto podem operar sem assistência de praticagem. Para estender essa isenção aos navios de maior porte, as empresas justificam que essas embarcações contam com avanços tecnológicos e operam com baixo índice de acidentes. Conhecidos como supplies, esses navios exercem operações de manuseio de âncoras, reboque e suprimento de plataformas.

Mas há grave risco na dispensa de práticos, segundo a Praticagem RJ, uma vez que, “os fatores humanos são responsáveis por 64% dos acidentes na navegação”. A entidade argumenta ainda que, em indústrias complexas como a marítima, deve-se analisar, primordialmente, o número de incidentes ocorridos na proteção contra impactos catastróficos e não somente os acidentes. No documento, são citados cerca de 70 incidentes desse tipo, formalmente comunicados à Marinha, ocorridos com supplies de 2017 até 2020, e que não se tornaram acidentes devido à presença de práticos nos navios.

Um dos problemas constantes citados no documento é de situações em que o prático a bordo de um navio não consegue contato com uma outra embarcação para combinar como será o cruzamento entre eles. Passagens sob a Ponte Rio-Niterói na contramão também estão entre os incidentes frequentes documentados.

— A falta de acompanhamento desses quase acidentes, por si só, representa o grau de insegurança do sistema. O prático conhece a fundo a região onde está habilitado e conduz a embarcação sem pressões comerciais. Na Baía de Guanabara, por exemplo, trafegam inúmeros pesqueiros e embarcações de lazer. Além disso, são comuns defeitos na sinalização náutica. Não podemos esquecer que, no Brasil, com prático a bordo, nunca tivemos um grande acidente com derramamento de óleo — ressalta Ricardo Falcão, presidente do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra).

A Praticagem RJ sugeriu à Marinha que seja constituído um grupo de trabalho coordenado para avaliar a proposta com cautela, por meio da análise de riscos em indústrias complexas.

Por nota, o Syndarma e a Abeam afirmam que está em andamento um aperfeiçoamento das regras quanto ao emprego da praticagem nos barcos de apoio marítimo, envolvendo a Autoridade Marítima, a Autoridade Portuária, a Capitania dos Portos e a Praticagem.

A Marinha informa que a demanda do Syndarma e da Abeam encontra-se em estudo e levará em consideração, entre outros fatores, o relatório da Praticagem RJ.

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Decreto altera regulamentação da exploração de portos e instalações portuárias

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BOL - SP   14/04/2021

O Diário Oficial da União (DOU) publica decreto presidencial que altera a regulamentação da exploração de portos e instalações portuárias. A medida disciplina a dispensa de licitação para arrendamentos portuários quando houver apenas um interessado na exploração da área portuária. A norma também trata do uso temporário de áreas e instalações portuárias. Segundo o governo, o objetivo da medida é reduzir a ociosidade da infraestrutura portuária e diminuir a possibilidade de perdas de oportunidades de investimentos.

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Após paralisação, canal de acesso do Porto do Rio de Grande é liberado

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IstoÉ Online - SP   14/04/2021

– O canal de acesso do Porto de Rio Grande ao terminal de contêineres foi liberado na tarde desta terça-feira, 13, informou a assessoria de imprensa da Superintendência dos Portos do Rio Grande do Sul (Portos RS) ao Broadcast Agro, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado. A previsão é de que o acesso do canal aos demais terminais sejam liberados amanhã.

O canal estava bloqueado após um barco pesqueiro ter colidido com um navio e afundado na segunda-feira. Conforme a superintendência, o tráfego no canal foi interrompido para resgate da embarcação e rastreamento dos equipamentos perdidos do barco nos canais do porto.

Segundo a assessoria, oito embarcações aguardavam o restabelecimento da operação para deixar o porto e outras oito esperavam a normalização para entrar e continuar com suas movimentações. Trata-se de embarcações de cargas variadas.

Neste momento, segundo a assessoria, não é possível estimar quantas dessas embarcações carregam produtos agrícolas. Parte do escoamento da soja gaúcha, que está sendo colhida neste período, passa pelo Porto de Rio Grande com destino ao mercado externo.

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