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13 de Abril de 2021

SIDERURGIA

Aço na China cai por preocupação com controles do governo; minério de ferro sobe

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IstoÉ Dinheiro - SP   13/04/2021

Os futuros do aço na China caíram nesta segunda-feira, chegando a recuar cerca de 3% em meio a preocupações com impactos regulatórios à produção, após o premiê Li Keqiang ter prometido fortalecer o controle de matérias-primas, embora a demanda por metais industriais siga robusta.

“A economia em geral e a operação de empresas continuaram a se recuperar, mas preços em alta nas commodities internacionais trouxeram grande pressão sobre custos das companhias” , disse Li segundo a agência de notícias estatal Xinhua na semana passada.

Li pediu o fortalecimento da regulação do mercado de matérias-primas para aliviar pressões de custos sobre empresas, de acordo com a Xinhua.

O contrato mais ativo do vergalhão de aço na bolsa de futuros de Xangai, para entrega em outubro, chegou a cair 2,9%, a 4.937 iuanes (753,44 dólares) por tonelada. O contrato encerrou com queda de 2%, a 4.985 iuanes.

Mas a demanda por produtos siderúrgicos seguiu firme.

Com isso, os futuros do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian para entrega em setembro fecharam em alta de 2,6%, a 1.014 iuanes por tonelada.

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Governo reúne siderúrgicas e indústria para aprimorar abastecimento de aço

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O Estado de S.Paulo - SP   13/04/2021

O governo vai tentar, mais uma vez, debater com as siderúrgicas e seus principais clientes medidas para melhorar o abastecimento de aço no País. O secretário de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, chamou os usineiros para uma conversa na quarta-feira. Representantes dos setores de máquinas e equipamentos, automotivo e eletroeletrônicos também foram convidados.

A reunião tem acontecido periodicamente desde o ano passado. Além do desabastecimento, o debate tem girado em torno da alta nos preços e dos prazos de entrega. Por enquanto, nenhuma decisão foi tomada, mas os construtores civis já pediram a redução de alíquota de importação para suprir a falta do produto. Após uma pesquisa, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) diz que a percepção da maioria das empresas do setor é a de não estar recebendo aço em quantidade suficiente.

O presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo Lopes, nega desabastecimento, diz que o problema pode estar localizado em pequenas e médias empresas que não conseguem encontrar o insumo em distribuidores. Além disso, o preço do aço tem aumentado no mundo inteiro.

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 12/04, às 18h24.

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ECONOMIA

Biden enfrenta ceticismo republicano sobre pacote de infraestrutura

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Investing - SP   13/04/2021

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, pode se ver sob pressão nesta segunda-feira para provar seu muito elogiado interesse em trabalhar com os republicanos no Congresso, enquanto os parlamentares voltam do recesso legislativo para tratar da proposta presidencial de 2,3 trilhões de dólares para melhorar a infraestrutura dos EUA.

O presidente democrata parece estar perdendo capital político com um grupo de republicanos do Senado, incluindo Susan Collins e Mitt Romney, que podem representar sua melhor chance de promulgar uma legislação com apoio de ambos os partidos.

O partido de Biden detém pequena maioria na Câmara dos Deputados e no Senado, o que significa que ele não pode se dar ao luxo de perder votos democratas. Isso tem encorajado democratas moderados como o senador Joe Manchin, que tem influência destacada sobre o destino das prioridades legislativas de Biden.

Biden, que esteve no Senado por 36 anos, tem repetido seu interesse em colaborar com os republicanos desde que se tornou presidente em janeiro. Ele deve receber republicanos e democratas de ambas as câmaras na Casa Branca às 14h45 (horário de Brasília) para discutir um caminho a seguir para o projeto de infraestrutura.

Mas Biden pode esperar uma recepção cética de dez republicanos do Senado que estiveram com o presidente para discussão sobre o pacote de alívio à Covid-19, em fevereiro, apenas para terem seus apelos para encolher o pacote rejeitados. Depois, os democratas usaram uma ferramenta legislativa especial para aprovar seu projeto de lei de 1,9 trilhão de dólares sem o apoio republicano.

O pacote de infraestrutura proposto por Biden por si só é difícil de vender para os republicanos. Eles se opõem às disposições que tratam da mudança climática e estimulam os serviços sociais, bem como a uma proposta para aumentar os impostos corporativos que foram reduzidos na lei de 2017 do ex-presidente republicano Donald Trump.

O senador democrata Chris Coons, um dos aliados mais próximos de Biden no Congresso, disse que vários republicanos do Senado poderiam estar dispostos a apoiar um imposto mais alto sobre a gasolina e um tributo rodoviário sobre veículos elétricos para financiar a infraestrutura.

Mas os principais democratas não mostram nenhum sinal de vontade de ceder em alguns termos na proposta de Biden.

"Sempre, na legislação, você sempre ouve e sempre verá onde pode encontrar um terreno comum, mas você tem que pensar grande. Você não pode pensar pequeno quando estamos falando sobre a grandeza da América", disse a presidente da Câmara, Nancy. Pelosi, que pretende aprovar o pacote de Biden até 4 de julho.

Menos

Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 4,85% este ano

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Agência Brasil - DF   13/04/2021

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, deste ano subiu de 4,81% para 4,85%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (12), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,53%. Tanto para 2023 como para 2024 as previsões são de 3,25%.

O projeção para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

De janeiro a março, a inflação já acumula 2,05% e, nos últimos 12 meses, chega a 6,10%. Na semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgou que, em março, o IPCA ficou em 0,93%, a taxa mais alta para o mês desde 2015, quando alcançou 1,32%. Em março de 2020, a variação havia sido de 0,07%.

Os principais impactos vêm dos aumentos nos preços de combustíveis (11,23%) e do gás de botijão (4,98%). Já a inflação do grupo alimentação e bebidas, que influenciou a alta do índice nos últimos meses, vem desacelerando e está em 0,13%. Os preços continuam em alta, mas sobem menos a cada mês. As variações anteriores foram de 1,74% em dezembro, 1,02% em janeiro e 0,27% em fevereiro.

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 5,25% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica suba para 6% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6,5% ao ano e 6,25% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Além da taxa Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

PIB e câmbio

As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,17% para 3,08%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país - é de crescimento de 2,33%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.

A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,35 para R$ 5,37 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,25.

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Joaquim Levy: 'Desafio do governo é não desequilibrar o câmbio desvalorizado e o juro baixo'

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O Estado de S.Paulo - SP   13/04/2021

Joaquim Levy, ex-ministro da Fazenda, ex-presidente do BNDES e atual Diretor de Estratégia Econômica e Relações com Mercados do Banco Safra, diz que o desafio do governo consiste em não desequilibrar o que chamou de a maior inovação econômica desta gestão: câmbio desvalorizado e juros baixos, apoiados por certa disciplina fiscal. Segundo ele, é uma receita que "não é nem de esquerda nem de direita e que, se mantida por alguns anos sem exageros, tende a aumentar a competitividade do País e gerar crescimento".

Na sua avaliação, a reforma tributária deveria entrar como prioridade agora na pauta, não apenas porque o Brasil precisa de uma simplificação do sistema de tributos, mas como um atrator de investimentos que pode impulsionar a retomada da economia. "Qualquer reforma, mesmo que gradual e que entre em vigor apenas em 2023 ou 2024, se demarcar claramente e simplificar as regras do jogo, terá um grande impacto no investimento nacional e estrangeiro já agora, antes de 2022. É um passo chave para o País voltar a crescer". Já para os Estados, a reforma administrativa seria mais propícia e, se bem feita, diz, pode melhorar educação, arrecadação, justiça, gestão, registros, saúde. A seguir, os principais trechos da entrevista:
O FMI aponta perspectivas mais pessimistas para a economia brasileira, bem como para a relação da dívida pública com o PIB. Quais os caminhos para reverter esse cenário negativo?

O foco imediato continua na vacina e na organização da vida urbana, ou seja, isolamento social com máxima proteção das pessoas e preservação da atividade econômica essencial. Quando alcançarmos 40 milhões de vacinados, cobrindo os mais vulneráveis, a retomada poderá tomar corpo. Mas a vacinação terá de continuar até o final do ano, porque já vimos como novas cepas se disseminam rápido. Vencida a estabilização da saúde, teremos de nos organizar para o esforço de recuperar o ano e meio de restrição às aulas. Apesar de a educação fundamental ser responsabilidade dos municípios, isso tem de ser uma campanha nacional, idealmente com muito apoio do setor privado. E tem de haver também um atendimento urgente no nível médio, que é um período crucial da vida do jovem. Com isso acertado, ficará mais fácil lidar com as expectativas fiscais e a economia vai respirar, talvez com certo apoio do Banco Central por mais uns trimestres.
Diferentemente de 2020, a crise sanitária e econômica no País recrudesce enquanto o Banco Central inicia um novo ciclo de aperto monetário. Na sua avaliação, quais as consequências desse processo do ponto de vista de recuperação econômica?

O Banco Central tem sido claro no sentido de que ele procura por enquanto uma normalização parcial da política monetária. Com a aceleração da inflação, a Selic passou a ser negativa em termos reais, o que não era a proposta do BC em agosto passado. Então, ele tem dito que quer fazer mais agora para poder fazer menos no todo. Isso é importante, porque certamente a maior parte do impulso econômico que herdamos do ano passado, e que era evidente na virada do ano, se dissipou, e a atividade econômica no segundo semestre ainda é incerta. Para isso contribuíram a inflação, o recrudescimento da pandemia e alguns soluços na definição das despesas públicas em 2021. O aumento da Selic em maio já está anunciado, fazendo de junho um bom momento para o BC avaliar se é hora de continuar apertando ou se o freio fiscal e o impacto da pandemia no segundo trimestre indicam uma pausa no aperto, junto com uma atenção especial no apoio ao crédito.

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O resultado das concessões em infraestrutura

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O Estado de S.Paulo - SP   13/04/2021

O compromisso, assumido pelas empresas vencedoras, de investir R$ 10 bilhões nos próximos anos na melhoria e ampliação de aeroportos, ferrovia e terminais portuários assegura, por si só, o êxito da rodada de concessão de 28 projetos de infraestrutura realizada na semana passada. A arrecadação, pelo governo, de R$ 3,5 bilhões é outro indicador dos resultados do que o Ministério da Infraestrutura chamou de Infra Week, pois todos os leilões foram na semana passada, de quarta a sexta-feira.

“O Brasil tem tudo o que o investidor quer e tem oferecido bons projetos”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, ao final das disputas do primeiro dia, que incluiu grupos de aeroportos das Regiões Sul, Norte e Centro do País. No caso dos aeroportos, todos os blocos receberam propostas com ágio alto. No Bloco Central, o ágio chegou a 9.156%.

O País tem, de fato, além de enorme carência de investimentos em infraestrutura para melhorar a eficiência da economia, projetos novos e em andamento que interessam aos investidores privados, pelas possibilidades de rentabilidade que oferecem no longo prazo.

Mas a participação de empresas particulares num setor cujos investimentos são, em geral, de longo prazo de maturação está condicionada não apenas à oferta de bons projetos. Depende também de regras claras; compromisso firme de que elas serão respeitadas no longo prazo; ambiente de relativa estabilidade econômica, fiscal e financeira; e confiança.

Quando essas condições, ou boa parte delas, estão presentes, nem mesmo um cenário de crise, como a provocada pela pandemia, é forte o bastante para afastar interessados.

“A pandemia pouco explica a trajetória de demanda nos próximos 30 anos”, disse Marco Cauduro, presidente do Grupo CCR, que arrebatou dois dos três blocos de aeroportos (o Sul e o Central) ofertados.

Na quinta-feira, foi realizado o leilão do trecho de 537 quilômetros da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), na Bahia, entre as cidades de Ilhéus e Caetité. Na sexta-feira, último dia de leilão, foram ofertados quatro terminais portuários em Itaqui, no Maranhão, e um em Pelotas, no Rio Grande do Sul.

O ministro Tarcísio de Freitas disse que, até o fim do ano, mais 22 ativos serão leiloados, com investimentos estimados em R$ 84 bilhões.

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Economia dos EUA deve ter recuperação relevante em 2021, diz membro do Fed

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Exame - SP   13/04/2021

A economia dos Estados Unidos pode ter uma recuperação significativa neste ano graças à política monetária e fiscal acomodatícia, mas o mercado de trabalho ainda tem muito espaço para melhora, disse nesta segunda-feira, 12, o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) de Boston, Eric Rosengren.

"Com a folga do mercado de trabalho ainda significativa e a inflação ainda abaixo da meta de 2% do Federal Reserve, minha perspectiva é que a atual postura altamente acomodatícia da política monetária é apropriada", afirmou Rosengren durante debate virtual com líderes empresariais.

A capacidade das vacinas de prevenir com sucesso a disseminação de novas variantes do coronavírus também é importante, disse ele. "Supondo que as variantes do vírus não se tornem especialmente problemáticas, devemos ver uma recuperação pós-recessão extraordinariamente forte", disse.

Sob um novo arcabouço adotado no ano passado, as autoridades do Fed serão pacientes e deixarão os juros próximos de zero até que a inflação se mostre – não aumentando mais as taxas em antecipação a uma inflação mais elevada quando a taxa de desemprego está baixa, disse Rosengren.

Os formuladores da política monetária estão tentando evitar a recuperação lenta que ocorreu após a crise financeira global e é possível que a taxa de desemprego recue para níveis pré-pandêmicos, de cerca de 4%, nos próximos dois anos, disse Rosengren.

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MINERAÇÃO

Pedido de recuperação judicial da Samarco, 5 anos após Mariana: quais os impactos para Vale e bancos?

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Infomoney - SP   13/04/2021

No final do pregão da última sexta-feira (9), a Vale (VALE3) anunciou que a Samarco (joint venture da mineradora com a BHP) ajuizou um pedido de recuperação judicial (RJ) em uma das Varas Empresariais da Comarca de Belo Horizonte (MG), com fundamento na Lei de Recuperação Judicial e Extrajudicial e de Falências (LRF).

De acordo com a companhia, a medida busca evitar que ações judiciais movidas por credores e em curso contra a empresa afetem as operações da Samarco, que foram reiniciadas em dezembro de 2020 depois de cinco anos de paralisação, em meio à tragédia de Mariana em novembro de 2015 com o rompimento da barragem de Fundão. A Samarco possui duas ações judiciais de credores no Brasil, no valor de US$ 325 milhões, e ações movidas nos EUA com relação aos títulos de dívida com vencimento em 2022, 2023 e 2024.

A motivação para o pedido de recuperação judicial é de preservar a recente retomada operacional, os empregos e o cumprimento das suas obrigações socioambientais.

Se a reestruturação for aceita pela Corte, a maior parte das ações de credores contra a Samarco no Brasil seria suspensa por 180 dias, que podem ser estendidos por um período equivalente, e a Samarco teria até 60 dias para apresentar um plano de restruturação. Segundo a Vale, a meta da Samarco é reestruturar suas dívidas e evitar ações em curso que poderiam impactar negativamente suas operações e obrigações socioambientais. A Samarco deve ingressar com um pedido de proteção nos Estados Unidos com base no capítulo 117 da lei de falências americana.

Na avaliação de instituições como o Morgan Stanley, Credit Suisse e XP, a medida não trará implicações materiais tão grandes para a Vale.

O Morgan Stanley afirma que a Vale e a BHP sempre tiveram uma responsabilidade legal e moral de apoiar a Fundação Renova e ajudar a Samarco a pagar pela reparação e pela compensação ligados à ruptura da barragem de Fundão. Além disso, apesar de o custo da dívida potencialmente subir com o pedido da Samarco, a Vale é suficientemente grande e relevante para se refinanciar. O banco diz que acredita que os títulos da Samarco não são garantidos pelos parceiros de capital da joint venture.

O Credit Suisse também avalia que o impacto da notícia da Samarco sobre a Vale é “imaterial”. Na avaliação do Credit Suisse, nem a BHP nem a Vale são garantidores da dívida de US$ 4,7 bilhões da Samarco, que torna um cenário de injeção de capital das empresas sobre a Samarco, ou uma transferência de obrigações para as empresas, improváveis.

Segundo o banco, a tentativa de fazer com que a Samarco entre em recuperação judicial busca garantir continuidade operacional à empresa, já que ações legais de credores incluem pedidos para congelar as contas bancárias até que se chegue a uma renegociação da dívida. Se as ações legais tiverem sucesso, poderiam impactar a capacidade da empresa de continuar a operar.

E que as provisões relativas à Fundação Renova já refletem o valor total que a Vale acredita que será necessário para cobrir custos de reparação ligados à ruptura da barragem de Fundão.

Assim, a reparação de Mariana já está no balanço da Vale. A mineradora tem, atualmente, provisões de US$ 2,1 bilhões referentes aos acordos da Samarco & Fundação Renova. Sendo assim, o banco não vê motivos para realizar revisões positivas relativas a provisões.

Desde a tragédia em 2015, a Samarco vem realizando esforços e investimentos significativos para garantir o retorno seguro das suas atividades, tendo retomado as operações em dezembro de 2020, destaca a XP.

Atualmente, a companhia opera três concentradores para beneficiamento de minério de ferro no Complexo de Germano, em Mariana (MG), e uma das quatro usinas de pelotização do Complexo de Ubu, em Anchieta (ES). O minério de ferro produzido é escoado pelo porto de Ponta Ubu e a companhia possui capacidade de produção de pelotas entre 7 e 8 milhões de toneladas por ano.

A XP não mudou a estimativa para a produção da Vale, assumindo que a mineradora vai entregar o guidance de produção para os próximos anos (confira o relatório clicando aqui). Para 2021, o guidance de produção está entre 315 e 335 milhões de toneladas, enquanto a estimativa dos analistas é de um volume de produção de 320 milhões de toneladas.

Mesmo assumindo um cenário de interrupção das atividades da Samarco, isso significaria uma perda de, aproximadamente, 7,5 milhões de toneladas por ano, que representa 2% da produção esperada pela XP para 2022 (360 mil toneladas).

Yuri Pereira e Thales Carmo, analistas da XP, seguem com recomendação de compra para a Vale, com preço-alvo de R$ 122 por ação.

“Estamos otimistas com relação à geração de caixa para os próximos anos. Estimamos um retorno com fluxo de caixa de 18%, em média, até 2023, considerando o preço do minério de ferro em queda gradual até US$ 110 por tonelada até o final de 2023. Como resultado, esperamos fortes dividendos nos próximos anos. Esperamos um retorno mínimo com dividendos de 8% em 2021. Adicionalmente, as ações da Vale negociam a níveis atrativos, em nossa opinião”, apontam os analistas. Pereira e Carmo veem as ações a 3 vezes o valor da empresa sobre o Ebitda esperado para 2021, abaixo dos níveis históricos e de suas pares australianas (5 vezes a 5,5 vezes).

O Morgan Stanley também mantém avaliação overweight (expectativa de valorização dentro da média do mercado) para a Vale, com preço-alvo de US$ 21, frente aos US$ 18,22 negociados na Bolsa de Nova York.

O Credit Suisse manteve a avaliação de outperform para a Vale, por avaliar que seus papéis estariam excessivamente descontados em relação a empresas australianas, e que há boas perspectivas de ganhos no futuro. O banco espera um rendimento sobe o fluxo livre de caixa de 20% em 2021, e dividend yield (dividendo sobre preço da ação) de ao menos 9% em dividendos em 2021, presumindo um preço do minério de ferro em US$ 150 por tonelada.

Além disso, o programa de recompra aprovado recentemente (até 5,3% das ações em circulação) deve acelerar a reclassificação da Vale e ressaltar o forte compromisso da empresa em aumentar os retornos de caixa, dada sua baixa alavancagem e baixa necessidade de capex. O banco preço-alvo para o ADR da Vale em  US$ 25, frente aos US$ 18,22 negociados na sexta pelos papéis.
Bancos: impacto também limitado

O impacto para a Vale é limitado, assim como para os bancos, ainda que negativo, apontam Marcel Campos e Matheus Odaguil, analistas da XP do setor financeiro (veja o relatório clicando aqui).

Isso por quatro motivos: i) a dívida não deve ter concentração em bancos, muito menos concentrada em um único banco; ii) os fundos de dívidas emergenciais deveriam ser os principais detentores; iii) tais empréstimos já deveriam ter sido provisionados; e iv) mesmo que parcialmente não provisionado, a equipe de análise da XP aponta que as provisões para perdas com empréstimos dos bancos poderiam lidar com tal evento sem impacto significativo nos lucros.

O mercado de dívida (DCM) deve representar grande parte da dívida. Campos e Odaguil apontam que, embora não tenham um detalhamento exato, uma parte relevante da dívida de US$ 4,7 bilhões da empresa são títulos e contratos de pré-pagamento de exportação, que são detidos em grande parte por investidores ativos no mercado em dificuldades, que é um segmento especializado onde os bancos têm baixa exposição.

Cerca de 25% da dívida é proveniente de notas sem seguros: US$ 700 milhões com vencimento em 2023 e US$ 500 milhões com vencimento em 2024, totalizando US$ 1,2 bilhão.

Além disso, a Vale anunciou que US$ 4,1 bilhões em empréstimos concedidos após 2016 foram garantidos pela Vale e pela BHP, o que deve minimizar o impacto para os bancos, dado que ambas as empresas têm bons ratings de crédito. A Fitch classifica o rating de longo prazo da Vale em “AAA” e do BHP em “A”.

Os empréstimos bancários sem garantia devem ser provisionados ou já baixados como perda. Com base em pesquisas proprietárias e na resolução 2.682 do Banco Central, que descreve como os bancos devem fazer provisões, os analistas esperam que os bancos já tenham provisionado ou baixado como perda esses empréstimos de seus balanços.

De qualquer forma, mesmo que “estejam errados”, os analistas da XP apontam que os bancos estão fortemente provisionados e que poderiam lidar com tal evento com facilidade, visto que players como o Bradesco têm 4 vezes mais reservas de provisão do que saldo inadimplência. As reservas de provisões do Bradesco no quarto trimestre de 2020 superou o saldo de inadimplência em R$ 34 bilhões.

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SKIC amplia atuação da América Latina, de olho no mercado de mineração do Brasil

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Petro Notícias - SP   13/04/2021

A chilena SKIC está fincando cada vez mais seus pés fora de seu país de origem, consolidando sua presença nos demais países da América Latina. Aqui no Brasil, um mercado que chama atenção do grupo é o de mineração, que deve ganhar importância maior dentro da operação da companhia aqui no país durante os próximos anos.

O CEO da SKIC, Sandro Tavonatti (foto), afirma que a empresa teve destaque na construção e montagem de concentradores de cobre no Chile e que quer usar sua experiência no setor de mineração no Brasil, considerado estratégico para o crescimento da SK no país. “Nosso time trabalha para que, até 2023, nossa carteira de clientes no País seja composta por até 50% de projetos em mineração”, detalhou Tavonatti.

No Chile, a empresa concluiu recentemente a construção de mais de 50 km de correias transportadoras – equipamentos usados para transportar minérios. Elas se encontram na parte subterrânea da maior mina a céu aberto do mundo, em Chuquicamata. Aqui no Brasil, a companhia iniciou neste ano seu primeiro projeto no setor de mineração no país: a revitalização da moagem Itabrasco, em Vitória (ES).

Conforme o Petronotícias já mostrou durante entrevista com o gerente geral da empresa no Brasil, Robson Campos, a SKIC detectou em nosso país pelo menos 70 projetos que estão em estudo por parte de empresas mineradoras, cujos investimentos podem alcançar R$ 40 bilhões em ativos a serem construídos ou revitalizados nos próximos três anos.

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Plataforma Mining Lab apresenta as cinco iniciativas previstas para 2021

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Brasil Mining - SP   13/04/2021

Buscar a mineração do futuro é uma aspiração estratégica da Nexa, principalmente quando o assunto é inovação. Dentro deste conceito, em 2016, foi criado a Plataforma Mining Lab, programa que visa estimular a inovação aberta e o empreendedorismo por meio de desafios relacionados ao setor de mineração em conjunto com parceiros de diversos setores.

De acordo com Rodrigo Gomes, gerente geral de Inovação da Nexa, a Plataforma Mining Lab acessa o ecossistema de inovação global conectando as necessidades da companhia e trazendo soluções transformacionais. “Com os projetos e soluções selecionados pelo programa, conseguimos alcançar novas metas de excelência, reduzir custo e adotar projetos capazes de otimizar todas as iniciativas que são relacionadas ao tema ESG (Environmental, Social and Corporate Governance)”, afirma.

Ao longo deste ano, a plataforma irá desenvolver cinco iniciativas, com diferentes desafios, mas todos com o objetivo de identificar soluções inovadoras para Nexa e todo o setor de mineração.
Confira abaixo os programas e cronograma da Plataforma Mining Lab para 2021:

Mining Lab Challenge – É a principal iniciativa do Mining Lab e tem o propósito de apresentar novas soluções ligadas à temas estratégicos para Nexa, como produção de zinco e cobre, gestão e eliminação de resíduos e efluentes, eficiência, produtividade, construção de legados positivos, entre outros. Em sua maioria, são propostas trabalhadas a longo prazo e capazes de gerar novas parcerias e modelos de negócio. Desde 2017, foram mais de 900 projetos enviados para plataforma, sendo 39 selecionados e acompanhados pelo programa. O período de inscrições está previsto para junho deste ano;

Miningthon – É uma iniciativa de curto prazo, relacionado à transformação digital e aumento de produtividade dentro da companhia. Desde sua criação, em 2019, foram mais de 90 inscrições de soluções focadas em baixa customização. Entre os temas já trabalhados, está emissão automática de documentos, gestão do bem-estar e checklists digitais. Em 2021, acontecerão dois Miningthons e o período de inscrições do 1º está previsto para se iniciar em 13 de abril e o 2º para o segundo semestre do ano;

Mining Lab Beginnings – O programa que é a novidade de 2021 busca por soluções tecnológicas vindas diretamente do meio acadêmico, tendo o objetivo de trabalhar os desafios da Nexa que irão desenvolver novos modelos de negócio, nas mais diferentes áreas da empresa. O período de inscrições está previsto para junho;

Mining Lab University – Criado em 2019, mais de 250 alunos já participaram da iniciativa que visa buscar soluções novas e simples para desafios do cotidiano da mineração. Além disso, é uma oportunidade para a companhia mapear jovens talentos e promover a cultura de inovação dentro do setor acadêmico. Nas edições anteriores, os desafios foram focados em aumento da produção em cava a céu aberto, otimização de britagem e mineração do futuro. O período de inscrições está previsto para maio;

Insights Channel – É o programa contínuo e que conecta todas as soluções inovadoras à Nexa. Nele, os interessados podem enviar suas propostas, projetos e soluções inovadoras ao longo do ano, sendo ela relacionada ao core business da Nexa ou ao setor de mineração.
Sobre a Nexa

A Nexa Resources é uma das maiores mineradoras de zinco do mundo, além de produzir cobre e chumbo. Atua há mais de 60 anos nos segmentos de mineração e metalurgia, com operações localizadas no Brasil e no Peru e escritórios em Luxemburgo e Estados Unidos, fornecendo seus produtos para todos os continentes do mundo. Seus colaboradores atuam, todos os dias, focados na construção da mineração do futuro, para ser cada vez mais sustentável, inovadora e com as melhores práticas de segurança e respeito às pessoas e ao meio ambiente. Desde 2017, suas ações são negociadas nas Bolsas de Valores de Nova York e Toronto, sendo seu acionista majoritário a Votorantim S.A. Para mais informações, acesse: http://www.nexaresources.com

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Justiça aceita pedido de recuperação judicial da Samarco

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Agência Brasil - DF   13/04/2021

O pedido de recuperação judicial apresentado pela Samarco foi aceito hoje (12) pelo Tribunal da Justiça de Minas Gerais (TJMG). Dessa forma, ações judiciais movidas por credores da mineradora ficam temporariamente suspensas.

A recuperação judicial é solicitada quando a empresa se encontra em dificuldades financeiras. Uma vez aceito o pedido, eventuais execuções judiciais de dívidas são paralisadas e a empresa deve apresentar uma proposta que inclua formas de pagamento aos credores e uma reorganização administrativa, de forma a evitar que a situação se agrave e chegue a um cenário de falência.

O pedido da Samarco foi ajuizado na última sexta-feira (9). A mineradora temia que bloqueios em suas contas fossem determinados em diferentes processos movidos por credores. A maior parte de seu passivo envolve cobranças de integrantes de fundos estrangeiros detentores de títulos de dívida (“bondholders”).

Joint-venture da Vale e da BHP Billiton, a Samarco é responsável pelo rompimento da barragem que causou a tragédia de Mariana, em Minas Gerais, em novembro de 2015. Segundo nota divulgada pela mineradora, a recuperação judicial não afetará as medidas voltadas para a reparação dos danos, que estão em curso há mais de cinco anos.

A tragédia causou 19 mortes, destruiu comunidades inteiras e causou e impactos em dezenas de municípios mineiros e capixabas situados na bacia do Rio Doce, por onde os rejeitos de mineração escoaram. Para administrar as ações de reparação, um acordo entre as três mineradoras, o governo federal e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo levou à criação da Fundação Renova, gestora de mais de 40 programas. Todas as iniciativas são financiadas com recursos da Samarco, da Vale e da BHP Billiton.

"As operações da Samarco, empresa com mais de 40 anos de história, proporcionam empregos, movimentam a economia local e trazem benefícios para a comunidade, além da continuidade das ações de reparação e compensação de danos. Deve-se ressaltar que a recuperação judicial não terá impacto nas atividades operacionais, nem nas ações de reparação e compensação conduzidas pela Fundação Renova", diz nota divulgada pela mineradora.

A Cáritas, entidade que presta assessoria técnica aos atingidos pela tragédia de Mariana, diz, em nota, que "o pedido de recuperação judicial gera uma série de incertezas para o já lento processo de reparação".

A entidade também lamenta que as vítimas do município continuem morando em imóveis provisórios mais de cinco anos após a tragédia. A situação decorre de atrasos nas obras de reconstrução dos distritos de Bento Rodrigues e Paracatu.

A decisão de pedir recuperação judicial ocorre poucos meses após a Samarco reiniciar suas atividades que estavam paralisadas desde a tragédia. Para obter as licenças ambientais necessárias para a retomada, a mineradora precisou realizar diversos investimentos. Em dezembro, um dos seus três concentradores entrou em operação, o que lhe permite alcançar 26% de sua capacidade produtiva. A previsão é de que o segundo concentrador comece a operar em seis anos, e o terceiro, em nove anos.

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Debate sobre desafios da mineração

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Brasil Mineral - SP   13/04/2021

Para debater os desafios e oportunidades da mineração em Goiás, que se consolida entre os maiores produtores minerais do País, a revista Brasil Mineral realizará um webinar no dia 15 de abril, a partir das 14:30hs, com transmissão ao vivo pelo Youtube (https://youtu.be/sEw8YcoVqnk).

Participarão dos debates Luiz Antônio Vessani (presidente da Edem e diretor da Terra Goyana Mineradora), Arão Portugal (country manager da Amarillo Gold), Luciano Borges (vice-presidente da Mineração Serra Verde), Camilo Farace (vice-presidente Américas da AngloGold Ashanti), Eduardo Cavalcanti (Brasil Minérios), Wilson Borges (coordenador da Casmin – Câmara Setorial da Mineração da Fieg e executivo da Lundin Mining), Flávio Rassi (vice-presidente da Fieg) e Eduardo Caixeta (Gerente de Mina e Geologia da Anglo American).

Além de já abrigar em seu território importantes empresas de mineração internacionais, como Mosaic, CMOC, AngloGold Ashanti, Anglo American, Lundin Gold e outras, que atuam na produção de ouro, cobre, níquel, fosfato, nióbio, o estado conta com importante projetos em implantação ou programados, como os da Amarillo Gold e Mineração Serra Verde.

Para assistir ao webinar, inscreva-se no canal da Brasil Mineral no Youtube.

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Vale e BHP têm R$ 24 bilhões a receber da Samarco, sem direito a vot

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Veja - SP   13/04/2021

Vale e BHP são os maiores credores da Samarco, que pediu recuperação judicial, na sexta-feira. Juntas elas têm quase 24 bilhões de reais a receber da empresa, pouco menos da metade da dívida total que é de 50,5 bilhões de reais, segundo a lista de credores que o Radar Econômico teve acesso. O problema para as empresas, segundo advogados especialistas em recuperações judiciais, é que como são também as principais acionistas da companhia, não terão direito de voto em assembleia de credores que aprova o  plano de recuperação judicial. Isso significa que o destino da Samarco está nas mãos dos credores internacionais, que foram justamente os que levaram à empresa para a Justiça tentando antecipar pagamentos de dívidas. E na visão de alguns advogados, Vale e BHP  terão que capitalizar esses créditos por exigência dos credores, o que significa que “jamais” receberão de volta.

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Máquinas e Equipamentos

Liebherr lança duas escavadeiras com emissão zero

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Construção Latino-americana - SP   13/04/2021

A Liebherr anunciou o lançamento de duas novas escavadeiras elétricas sobre esteiras, a R 976-E e a R 980 SME-E, que substituirão a ER 974 B. Os equipamentos de 90 e 100 toneladas são projetadas de maneira robusta e podem suportar condições extremas. Eles estão disponíveis em uma versão retroescavadeira e caçamba de despejo. “Eles se destacam pelo baixo nível de ruído, pela ótima disponibilidade e por não emitirem CO2 ou gases de efeito estufa durante a operação”, afirma Liebherr.

O sistema elétrico da nova escavadeira de esteira Liebherr R 976-E de 400 kW é alimentado com uma tensão de operação de 6000 V por meio de uma conexão de cabo, cuja entrada está no centro da estrutura inferior ou nas laterais, a pedido. Um carretel de cabo também está disponível como opção. A energia é fornecida a partir de um tubo coletor de alta tensão 6000 V / 50 Hz. Na estrutura superior existe um armário elétrico do transformador (alta / baixa tensão) e um armário de baixa tensão para a distribuição e controle da rede 690 V, 230 V e 24 V.

Tecnologia integrada

Uma escavadeira com motor elétrico tem uma vida útil mais longa devido à sua velocidade constante, independentemente da carga. A alta disponibilidade de energia transitória para movimentos combinados da máquina também permite alta produtividade. O sistema hidráulico aciona o motor elétrico assíncrono de baixa tensão instalado na R 976-E. O motor possui proteção térmica nos rolamentos e enrolamentos. Ele é integrado em uma estrutura com um flange reforçado. Os dois gabinetes elétricos particularmente robustos são fabricados com uma estrutura soldada mecanicamente projetada especificamente para suportar as condições de trabalho mais extremas. As portas impermeáveis com chave (IP 65) estão equipadas com interruptores de segurança e uma parada de emergência. O gabinete de alta tensão é usado para estabelecer o contato de conexão de energia e transformar a tensão elétrica, enquanto o gabinete de baixa tensão é responsável pela supervisão da conexão.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Mercado de imóveis apresentará um avanço de 5% a 10% neste ano

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O Estado de S.Paulo - SP   13/04/2021

O mercado imobiliário brasileiro está passando como um trator pela crise econômica provocada pela pandemia, e as projeções indicam para 2021 um crescimento de 5% a 10% em relação ao ano passado. A expectativa é da Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC).

O otimismo é impulsionado pela expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) na casa dos 3,5%, as taxas de juros sugadas pela Selic a patamares baixíssimos e até mesmo pela aproximação da reforma tributária, que poderá elevar ainda mais o desempenho do setor.

O ponto negativo deste cenário ainda é a pressão pela alta dos preços dos insumos usados na construção civil. Mas já há uma predisposição do governo federal de abrir diálogo com as empreiteiras para que o Programa Casa Verde e Amarela continue estimulando novos lançamentos imobiliários.

Temos tudo para ter um ano positivo, ao menos na construção civil. Há uma união de conjecturas que parecem levar à aceleração do setor. Isso é positivo para todo mundo. O impulsionamento de um mercado que já é forte por natureza, como o da construção, significa mais contratações, movimentação da economia e novas oportunidades de negócios. Isso pode ser a salvação neste momento de crise aguda.

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