ESQUECEU A SENHA?

Seja bem-vindo ao INDA!

Olá, seja bem-vindo
ao INDA!

12 de Janeiro de 2021

SIDERURGIA

Aumento das vendas, redução de dívida, IPOs: para analistas, CSN vive “excelente momento”

Ler Notícia

Money Times - SP   12/01/2021

A fase que a CSN (CSNA3) está vivendo não poderia ser melhor. A combinação da alta dos preços de aço e minério de ferro com o aumento das vendas, a redução da dívida e os IPOs (ofertas públicas iniciais) dos segmentos de mineração e cimentos é, de acordo com a Planner, uma soma de fatos positivos que contribui para o que a corretora classificou como um “excelente momento” da empresa.

Segundo a Planner, os fatores positivos ajudarão na redução do endividamento da CSN – um ponto de risco comum à empresa -, levando a um expressivo incremento da rentabilidade.

“A dívida líquida da CSN caiu expressivamente no terceiro trimestre de 2020 e deve diminuir mais nos próximos trimestres”, destacou Luiz Francisco Caetano, em relatório divulgado nesta segunda-feira. “A empresa está prevendo uma queda ainda mais expressiva no quarto trimestre, com a continuação do crescimento da geração de caixa, levando a relação dívida líquida/Ebitda para menos de 2,5 vezes. Para o fim de 2021, a previsão é de que esta relação cairá para um número menor que 2 vezes”.

Dessa forma, a corretora chegou a um novo preço-alvo de R$ 44 para a ação, com recomendação de compra. Apesar da alta expressiva nos últimos 12 meses devido ao otimismo dos investidores com a empresa, a Planner acredita que o mercado continuará buscando o papel, principalmente com a expectativa de abertura de capital da CSN Mineração para o início deste ano.

A companhia tem planos de expandir os negócios de mineração. Até 2032, a CSN deve investir R$ 31 bilhões no segmento. De 2021 a 2025, a empresa pretende desembolsar R$ 14 bilhões, sendo R$ 1 bilhão em 2021 e uma média de R$ 3,3 bilhões nos anos seguintes.

Cimento

De olho no crescimento do mercado de cimentos, a Planner está confiante com a possibilidade de abertura de capital de mais uma subsidiária da CSN em 2021. Os analistas da corretora acreditam que o IPO, previsto para acontecer no primeiro semestre deste ano, vai melhorar ainda mais a precificação do papel da companhia.

Para a Planner, o cenário para a indústria de cimentos é ainda mais positivo devido à expectativa de alta dos preços do produto para os próximos anos, atualmente 21% menores do que a média histórica.

“O aumento dos outros materiais de construção e o esperado salto na demanda devem levar os preços de volta ao patamar histórico”, comentou Caetano.

Última atualização por Diana Cheng - 11/01/2021 - 16:45

Menos

Siderúrgicas dos EUA defendem manutenção de tarifas de aço impostas por Trump

Ler Notícia

Money Times - SP   12/01/2021

Siderúrgicas dos Estados Unidos defenderam nesta segunda-feira que o presidente-eleito, Joe Biden, mantenha as tarifas de 25% para importação de aço criadas no governo de Donald Trump em 2018, argumentando que são essenciais para garantir a viabilidade da produção nacional.

Em uma carta a Biden, o Instituto Americano de Ferro e Aço, a Associação de Produtores de Aço, a central sindical United Steelworkers e outras entidades de setores consumidores da liga disseram que a indústria está começando a se recuperar da crise causada pela pandemia e que permanece “muito vulnerável?” a novos aumentos de importações.

Os grupos disseram que o excesso de capacidade siderúrgica global, de 700 milhões de toneladas, deve crescer em um momento em que China, Vietnã, Turquia e outros países elevam produção. As exportações de aço de Coreia do Sul, Rússia, Ucrânia e Indonésia também continua a aumentar, disseram os grupos.

“A continuidade das tarifas e cotas é fundamental para garantir a viabilidade da indústria siderúrgica nacional diante deste enorme e crescente excesso de capacidade de aço”, afirmaram as entidades no texto.

“A remoção ou enfraquecimento destas medidas antes que os principais países produtores eliminam seu excesso de capacidade e subsídios e outras políticas que distorcem o comércio…só vai levar a um novo aumento nas importações com efeitos devastadores para os produtores de aço nacionais e seus trabalhadores.”

Biden disse à United Steelworkers em maio passado que ele manterias as tarifas de Trump sobre aço e alumínio até que uma solução global para o excesso de capacidade de produção seja negociada. Desde então, Biden disse que não fará nenhuma alteração nas tarifas até depois de consultar aliados dos EUA.

Menos

ECONOMIA

Economistas estimam que inflação tenha fechado 2020 em 4,37%

Ler Notícia

O Estado de S.Paulo - SP   12/01/2021

BRASÍLIA - Os economistas do mercado financeiro reduziram a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) - a inflação oficial do País - em 2020. O Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 11, pelo Banco Central, mostra que a estimativa para o IPCA no ano passado foi de alta de 4,38% para 4,37%.

A projeção para o índice em 2021 foi de 3,32% para 3,34%. O resultado do IPCA de 2020 será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta terça-feira, 12.

O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2022, que seguiu em 3,50%, e de 2023, que permaneceu em 3,25%.

A projeção dos economistas para a inflação está acima do centro da meta de 2020, de 4,00%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto porcentual (índice de 2,50% a 5,50%). No caso de 2021, a meta é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%).

Entre as instituições que mais se aproximam do resultado efetivo do IPCA no médio prazo, denominadas Top 5, a mediana das projeções para 2020 foi de 4,34% para 4,31%. Para 2021, a estimativa do Top 5 passou de 3,41% para 3,74%.

No caso de 2022, a mediana do IPCA no Top 5 foi de 3,52% para 3,63%, ante 3,52% de um mês atrás. A projeção para 2023 no Top 5 seguiu em 3,50%, igual a quatro semanas antes.
PIB

Conforme o Relatório de Mercado Focus, a expectativa para a atividade econômica no ano passado passou de retração de 4,36% para queda de 4,37%.

Para 2021, o mercado financeiro também alterou levemente a previsão do Produto Interno Bruto (PIB), de alta de 3,40% para 3,41%.

A projeção para a produção industrial de 2020 passou de baixa de 5,00% para queda de 4,94%. No caso de 2021, a estimativa de crescimento da indústria seguiu em 4,78%.

A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2020 passou de 64,60% para 63,75%. Para 2021, a expectativa foi de 66,30% para 64,95%.

Menos

A aposta do mercado em uma pressão inflacionária menor em 2021

Ler Notícia

Veja - SP   12/01/2021

O vai e vem da inflação no ano passado mostrou dois efeitos da crise do novo coronavírus na economia. Em primeiro momento, com o choque da pandemia e o fechamento de atividades, houve queda brusca, devido a desaceleração da demanda. Porém, com a retomada, a pressão dos alimentos fechou e fez com que o índice subisse e ultrapassasse a meta do governo. A inflação é um grande termômetro do consumo e também sensível a variação cambial, alta das commodities e, claro, efeito de política econômica. Para este ano, os analistas do mercado financeiro apostam em um comportamento menos acelerado da inflação. Segundo o Relatório Focus, divulgado nesta segunda-feira, 11, pelo Banco Central, a expectativa é que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fique em 3,34% neste ano. A estimativa de 2020 ficou em 4,37%. O resultado oficial do IPCA de 2020 será divulgado nesta terça-feira, 12, pelo IBGE.

A aposta é que principais fatores para a pressão inflacionária no ano passado — retomada das atividades, pagamento do auxílio emergencial e desvalorização do real em relação ao dólar — devem ocorrer em menor proporção (ou não acontecer, como é a perspectiva do benefício financeiro para trabalhadores informais) em 2021, impactando menos a pressão da inflação neste ano. O dólar, que fechou o ano em 5,19 reais, é estimado em 5 reais para o fim deste ano. No caso dos alimentos, principal motor da inflação do ano passado, o fim dos benefícios assistenciais emergenciais do governo podem desacelerar essa demanda, baixando os preços.  Neste ano, a pressão deve vir mais em preços administrados como planos de saúde, gastos com educação e o próprio setor de serviços, deprimido em 2020. Porém, o balanço das atividades faz com que o mercado aposte em uma inflação abaixo do centro da meta de 3,5% neste ano.
Retomada econômica

Os economistas consultados pelo Banco Central apontam numa recuperação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2021 após a queda histórica de 2020. A perspectiva é que a economia brasileira cresça 3,41% neste ano, após um recuo estimado de -4,37% em 2020. Apesar da crise sanitária ainda não ter ido embora, a expectativa é de continuidade na recuperação das atividades, que passaram por choque no ano passado.

A retomada das atividades econômicas, que ganhou fôlego no terceiro trimestre de 2020, somada a expectativa pela vacinação da população são os fatores que o mercado leva em consideração para estimar a recuperação econômica. Além disso, o andamento da agenda de reformas também é essencial para melhorar o ambiente de negócios e destravar investimentos, empurrando assim a retomada.

Vale lembrar que fatores externos impactam o desempenho da economia, incluindo doenças e política externa. No ano passado, por exemplo, a previsão era de crescimento de 2,3% no início do ano, mas o choque de demanda trazido pelo coronavírus impactou em recessão. A estimativa de recuo da economia brasileira em 2020 é de 4,36%, segundo o Focus divulgado nesta segunda. O resultado do PIB do ano passado será revelado no próximo mês de março.

Menos

Selic no fim de 2021 passa de 3,00% para 3,25%, projeta Focus

Ler Notícia

IstoÉ Online - SP   12/01/2021

Os economistas do mercado financeiro alteraram suas projeções para a Selic (a taxa básica da economia) no fim de 2021. O Relatório de Mercado Focus trouxe nesta segunda-feira, 11, que a mediana das previsões para a Selic neste ano foi de 3,00% para 3,25% ao ano. Há um mês, estava em 3,00%. No caso de 2022, a projeção foi de 4,50% para 4,75% ao ano, igual a um mês antes. Para 2023, seguiu em 6,00%, mesmo patamar de quatro semanas atrás.

Em dezembro passado, ao manter a Selic em 2,00% ao ano, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central preparou o terreno para possível elevação dos juros em 2021. O motivo é que as projeções de inflação estão se aproximando das metas perseguidas pelo BC nos próximos anos. A avaliação é de que a instituição poderá acabar com o chamado “forward guidance” (ou prescrição futura, na tradução do inglês).

Adotado em agosto, o “forward guidance” é uma indicação técnica do BC de que não pretende elevar os juros se a inflação seguir sob controle e o risco fiscal não se alterar. O problema é que, nos últimos meses, a inflação ao consumidor está mais salgada, puxada por aumentos de preços em itens como alimentos e energia. Ao avaliar o cenário, o BC afirmou que “em breve, as condições para a manutenção do forward guidance podem não mais ser satisfeitas”. Na prática, se retirar esta mensagem técnica de suas comunicações, o BC ficará mais livre para elevar os juros se achar necessário.

No grupo dos analistas que mais acertam as projeções de médio prazo no Focus (Top 5), a mediana da taxa básica em 2021 foi de 3,00% para 2,88% ao ano, ante 3,13% de um mês antes. A projeção para o fim de 2022 no Top 5 permaneceu em 4,00%. Há um mês, estava no mesmo patamar. No caso de 2023, seguiu em 4,75%, igual a quatro semanas antes.

Menos

A inflação superou 1% em dezembro e no ano vai a 6% até junho

Ler Notícia

Globo Online - RJ   12/01/2021

A inflação vai subir durante todo o primeiro semestre, chegando no meio do ano em 6%. O dado a ser divulgado nesta terça-feira, do IPCA, deve ser de 1,17%, diz o professor Luiz Roberto Cunha, da PUC-Rio. Isso fecha 2020 entre 4,33% e 4,37%. Energia deve puxar a inflação, com uma inflação setorial de 8,15% por causa da bandeira vermelha.

O curioso é que ao longo do primeiro semestre, a inflação mensal pode ser baixa, mas como no ano passado foi baixíssima, o resultado em 12 meses vai continuar subindo durante todo o semestre.

– A ANEEL já reduziu a energia para bandeira amarela em janeiro, o que vai levar a uma deflação na energia elétrica em janeiro. A alimentação em domicílio já desacelerou um pouco, de 3,3% em novembro para talvez 2,3% em dezembro - diz Luiz Roberto Cunha.

O desemprego estará também subindo, como sempre acontece no começo do ano, lembra o economista. Isso significa que a única boa notícia na economia pode ser mesmo a vacinação, se o governo superar os obstáculos que ele mesmo criou para o programa nacional.

Menos

Balança comercial tem superávit de US$ 1,111 bi em janeiro até o dia 10

Ler Notícia

IstoÉ Online - SP   12/01/2021

Brasília, 11 – A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 1,111 bilhão nos primeiros dez dias do ano, de acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 11, pelo Ministério da Economia. Até o dia 10 de janeiro, as exportações somaram US$ 4,855 bilhões, enquanto as importações ficaram em US$ 3,744 bilhões.

A média diária das exportações cresceu 47,4% em relação a janeiro de 2020, puxada pelo avanço de 75,0% nos embarques da indústria extrativa, enquanto as vendas da agropecuária cresceram 44,9%.

A indústria de transformação também apresentou alta de 36,8%. No caso das importações, houve aumento de 1,8% na média diária de compras, com avanço de 3,8% na agropecuária e crescimento de 1,7% em produtos da indústria de transformação. Já a média diária de importações da indústria extrativa recuou 20,2% na mesma comparação.

Com a pandemia de covid-19 afetando as importações em maior escala do que as exportações, o Brasil registrou um saldo positivo de US$ 50,995 bilhões no comércio exterior em 2020.

O valor representou uma alta de 6,2% em relação ao saldo da balança comercial de 2019.

Menos

MINERAÇÃO

ANM prorroga prazo para contribuir em resolução de “Aproveitamento de Estéril e Rejeitos”

Ler Notícia

Brasil Mining - SP   12/01/2021

A data final para as contribuições para a proposta de regulamentação do projeto de “Aproveitamento de Estéril e Rejeitos” foi prorrogada pela ANM. Agora toda a sociedade tem até 18h do dia 26/01 para colaborar com sugestões e críticas à proposta de norma, que pretende estabelecer as diretrizes para possibilitar aos titulares de diretos minerários o aproveitamento econômico de estéril e rejeitos gerados nos empreendimentos de mineração.

A consulta pública e a proposta fazem parte do projeto Aproveitamento de Estéril e Rejeitos, inserido no Eixo Sustentabilidade da Agenda Regulatória 2020/2021. A ideia é dar segurança jurídica e estimular o aproveitamento de estéril e rejeitos, contribuindo, também, para uma maior sustentabilidade da mineração brasileira.

Tanto a consulta pública quanto a Análise de Impactos Regulatórios (AIR) que serviram de base para a proposta e demais ações regulatórias estão disponíveis na página da consulta pública e podem ser acessadas aqui.

Menos

Minério de ferro cai na China com pressão no mercado siderúrgico e temor por Covid-19

Ler Notícia

BOL - SP   12/01/2021

(Reuters) - Os contratos futuros do minério de ferro negociados na China recuaram nesta segunda-feira em meio a um movimento de baixa entre os preços de produtos siderúrgicos e preocupação ante o aumento nas infecções por Covid-19 no país.

O minério de ferro na bolsa de Dalian encerrou as negociações com queda de 1,7%, a 1.046 iuanes por tonelada, enquanto o coque recuou 3,8% para 2.844 iuanes.

O recuo nas cotações de itens siderúrgicos veio na esteira do aumento de estoques acumulado pela segunda semana consecutiva, devido à redução na demanda sazonal.

A partir de 7 de janeiro, os estoques de metais industriais ficaram 5% a mais que na semana anterior, mostraram dados da consultoria Mysteel. Os estoques de vergalhões de aço para construção subiram também 5%.

Enquanto isso, a China continental relatou 103 novos casos de coronavírus em 10 de janeiro, o maior aumento diário em mais de cinco meses. A principal província siderúrgica de Hebei teve 82 novos casos, respondendo por 96% do total de infecções locais confirmadas, alimentando preocupações sobre a produção e logística das siderúrgicas.

As taxas de utilização da capacidade em 163 altos-fornos em toda a China caíram para 83,3% na semana passada, o nível mais baixo desde 10 de abril de 2019, de acordo com a Mysteel.

Menos

Máquinas e Equipamentos

CNH Industrial retoma negociações com FAW para venda da Iveco

Ler Notícia

Automotive Business - SP   12/01/2021

A CNH Industrial retomou as negociações com o Grupo FAW, da China, que prevê a venda do controle da Iveco, marca fabricante de caminhões do grupo italiano, segundo informações obtidas pela agência de notícias Reuters.

Em julho do ano passado, a empresa chinesa fez uma oferta preliminar de pouco mais de € 3 bilhões (equivalentes a US$ 3,7 bilhões), valor que foi rejeitado pela CNH Industrial por considerá-lo baixo, com isso, as conversas foram canceladas e retomaram só agora.

A negociação acontece no momento em que a FAW pretende se expandir fora da China nos próximos anos. A empresa, que possui sede em Changchun, é fabricante de caminhões pesados da marca Jiefang.

Ainda de acordo com a Reuters, desta vez a FAW fez uma oferta melhor, com a intenção de adquirir todos os negócios de veículos comerciais da Iveco, o que inclui seus caminhões e ônibus, bem como uma participação minoritária na FPT, divisão de motores do Grupo CNH Industrial.

Fontes que têm conhecimento do assunto disseram à Reuters que um investimento na Iveco ajudará a marca Jiefang da FAW a ganhar acesso ao mercado internacional de veículos comerciais. Além disso, a CNH Industrial, que é controlada pela Exor, holding da família italiana Agnelli (que também é dona do Grupo FCA Fiat Chrysler), também manteve negociações com o conglomerado industrial chinês Shandong Heavy Industry Group no fim do ano passado.

A empresa chinesa teria ofertado pelo menos € 3,5 bilhões, mas foi superado pela FAW, cujas negociações continuam. Em paralelo, a Iveco está em negociações para desenvolver tecnologias de caminhões autônomos em conjunto com a startup chinesa Plus, que tem um vínculo com a Jiefang.

Menos

AUTOMOTIVO

Ford encerra a produção de veículos no Brasil

Ler Notícia

G1 - RJ   12/01/2021

A Ford anunciou nesta segunda-feira (11) que encerrará a produção de veículos em suas fábricas no Brasil em 2021. No país, serão mantidos apenas o Centro de Desenvolvimento de Produto, na Bahia, e o Campo de Provas e sua sede regional, ambos em São Paulo.

As fábricas de Camaçari (BA), que produzia Ka e EcoSport, e Taubaté (SP), que fabrica motores e transmissões, serão fechadas imediatamente, reduzindo a produção às peças para estoques de pós-venda.

No último trimestre de 2021, será fechada também a planta da Troller, em Horizonte (CE). A empresa afirma que irá trabalhar em colaboração com os sindicatos para "minimizar os impactos do encerramento da produção".

Com a decisão, os modelos nacionais terão suas vendas interrompidas assim que terminarem os estoques.

A partir disso, os veículos comercializados no mercado brasileiro passarão a ser importados, principalmente das unidades de Argentina e Uruguai, além de outras regiões fora da América do Sul. Entre os próximos modelos já confirmados pela Ford, estão os novos Transit, Ranger, Bronco e Mustang Mach1.

“A Ford está presente há mais de um século na América do Sul e no Brasil e sabemos que essas são ações muito difíceis, mas necessárias, para a criação de um negócio saudável e sustentável”, disse Jim Farley, presidente e CEO da Ford.

“Estamos mudando para um modelo de negócios ágil e enxuto ao encerrar a produção no Brasil, atendendo nossos consumidores com alguns dos produtos mais empolgantes do nosso portfólio global", completou.

No ano passado, a Ford vendeu 119.454 automóveis, segundo dados da Anfavea. O resultado representou uma queda de 39,2% na comparação com 2019. A queda observada foi maior do que a registrada pelo segmento de automóveis. Em 2020, o tombo foi de 28,6%, para 1.615.942.

Encerramento em São Bernardo do Campo

Também como parte do seu plano de reestruturação global, a Ford encerrou, em 2019, a produção na fábrica de São Bernardo do Campo (SP). Como consequência, a marca deixou de vender no Brasil o Fiesta, um de seus modelos de maior sucesso, e abandonou o mercado de caminhões no país.

Menos

Dados da FGV indicam ociosidade superior a 30% no setor automobilístico do País

Ler Notícia

O Estado de S.Paulo - SP   12/01/2021

RIO - A despeito de a indústria brasileira já ter superado as perdas decorrentes da crise provocada pela covid-19 no País, os fabricantes de veículos automotores e produtos de metal registraram uma ociosidade média do parque fabril superior a 30% nos últimos quatro meses, segundo dados desagregados da Sondagem da Indústria do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), obtidos com exclusividade pelo Estadão/Broadcast.

A recuperação tem sido impulsionada pelo auxílio emergencial, exportações e mudança no padrão de consumo das famílias durante a pandemia, mas ainda é heterogênea. Alguns setores operam consideravelmente aquém da sua capacidade de produção. Dos 16 principais subsetores pesquisados na sondagem, apenas sete já superaram a média histórica de uso da capacidade instalada.

“A retomada não vem de forma ordeira e homogênea, ela vem de forma heterogênea, errática, tanto sob a ótica da produção quanto da utilização da capacidade instalada. A disseminação da recuperação vai depender da robustez do crescimento. Tudo está apontando para dias melhores, embora tenhamos desafios, como o fim do auxílio emergencial, o desemprego elevado e a curva da pandemia piorando”, avaliou Rafael Cagnin, economista-chefe do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi).
Nuci

A indústria de transformação operava com 79,25% da capacidade instalada, em média, de setembro a dezembro de 2020, patamar que se aproxima da média histórica de 81,96% registrada no período que se estendeu de 2010 a 2015, antes das duas últimas crises econômicas. A melhora atual é puxada por setores como o de vestuário e celulose, nos quais o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) superou os 90%.

“Apesar de não ser um nível absurdo, começamos a ter um superaquecimento em alguns setores. Temos relatos de falta de insumos, mas o comércio online bombou a indústria de papelão ondulado, por exemplo. Quando você vende online, você reempacota o produto. Alguns setores são beneficiados por questões idiossincráticas da pandemia. Outras atividades mostram reação porque tinham perdido muito durante a crise, como vestuário”, apontou o superintendente de Estatísticas Públicas do Ibre/FGV, Aloisio Campelo Júnior.

Por outro lado, a ociosidade permanece elevada em veículos automotores, que usaram em média 69,33% da capacidade instalada nos quatro últimos meses de 2020, ante uma média histórica pré-crise de 83,54%. A indústria de produtos de metal operava até mês passado com 67,48% da capacidade, consideravelmente abaixo da média de 77,88%.

Outros setores com ociosidade elevada em relação às suas próprias médias históricas foram informática, eletrônicos e ópticos, com um nível de utilização da capacidade instalada de 73,3% de setembro a dezembro de 2020, ante uma média histórica de 83,17%; máquinas e equipamentos, operando com uma média de 70,9% da sua capacidade, ante uma média histórica de 79,64%; e metalurgia, com Nuci de 78,78%, ante uma média histórica de 83,93%.

Tudo o que sabemos sobre:
FGV [Fundação Getúlio Vargas]emprego e desemprego [trabalho]indústriacoronavírus

O anúncio de fechamento das fábricas da Ford no Brasil foi um choque e uma surpresa para quase todo mundo. Quem acompanha mais de perto esse mercado, porém, não se surpreendeu tanto assim. Os analistas dizem que a indústria automobilística vem tentando se reinventar no mundo todo, e uma das alternativas é focar nos veículos elétricos e híbridos. A corrida para chegar a produtos viáveis nos mercados globais está deixando para trás empresas e países que entraram tarde, ou ainda nem participam dessa disputa, avalia Cássio Pagliarini, da Bright Consulting.

Esse processo exige elevados investimentos e, no caso da Ford, tudo indica que a matriz não quis ter esse gasto no Brasil. O movimento anunciado ontem é algo similar ao que ocorreu recentemente com a Mercedes-Benz, que em dezembro fechou sua fábrica de automóveis em Iracemápolis (SP).

Em comunicado, a Ford afirma vai concentrar a produção da América Latina na Argentina e no Uruguai. Para Marcus Ayres, sócio-diretor da consultoria Roland Berger, duas razões teriam, na sua opinião, favorecido o país vizinho. Uma delas é que a Argentina produz a Ford Ranger, um dos carros-chefe da companhia. Além disso, a economia argentina é altamente dolarizada, o que facilitaria o repasse de aumento de custos. Hoje, 70% da produção Argentina é exportada.

No Brasil, a situação do setor automotivo já vem em ritmo lento desde a crise de 2014, e foi intensificada pela queda drástica no mercado provocada pela pandemia da covid-19. Não bastasse a situação global, o governo brasileiro não tem demonstrado interesse em definir uma política industrial que indique se o caminho aqui será o de carros elétricos, híbridos ou híbridos a etanol.

“Está faltando uma orquestração política no setor”, diz Pagliarini, que foi funcionário da Ford por 25 anos. Em sua opinião, “há um perigo muito grande” de outras montadoras seguirem a decisão da Ford. “Temos muita capacidade instalada e não cabem tantas fábricas, aqui e no mundo”, afirma.
Velocidade

“O Brasil é um país de infinitas possibilidades, mas no setor automotivo há algumas coisas que precisam se mover um pouco mais rápido para se adequar à nova realidade”, diz Ayres. Ele destaca que os três pilares da indústria automobilística são: posicionamento dos produtos, performance e progresso. “Quanto mais rápido a indústria se mover na ideia desses três pilares para se adequar à nova realidade, mais robusta ela ficará. Se ela ficar parada nessas três dimensões, daí eu não tenho dúvida alguma de que o movimento que vimos com a Ford poderemos esperar para outras montadoras.”

Para Ayres, a decisão da Ford de sair do País não foi uma novidade. Esse movimento já vinha sendo sinalizado desde 2019, com a venda da fábrica de caminhões de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. A estratégia da companhia, que culminou com a decisão de encerrar as operações no País, ocorreu porque uma série de veículos produzidos no Brasil não estavam alinhados com os objetivos globais da empresa, diz. “A Ford está se movendo para ser uma montadora de SUVs (utilitários esportivos), o segmento mais lucrativo, e de veículos elétricos.”

Já Ricardo Bacellar, sócio-líder de Industrial Markets e Automotivo da KPMG no Brasil, aponta que a decisão da Ford decorre de uma série de fatores, começando pelo aumento da concorrência, que comprometeu as suas margens de rentabilidade – uma situação que a pandemia ajudou a deteriorar. A necessidade de quarentena, que no período mais rígido fechou concessionárias, obrigou as montadoras a correrem para acelerar os investimentos em digitalização, algo que não foi acompanhado pela Ford.

“Ela acabou afastando os clientes. Várias montadoras optaram pelos lançamentos rápidos em seus canais digitais. Houve uma necessidade de investir muito”, diz.

Atraídas por incentivos fiscais, inúmeras montadoras se instalaram no País de olho em um mercado de pelo menos 3 milhões de veículos por ano. Hoje, as fábricas locais têm capacidade para produzir 5 milhões de veículos por ano. Em 2020, no entanto, foram fabricados 2 milhões e deve levar, segundo projeções, cerca de mais cinco anos para o setor voltar a patamares da pré-pandemia, de cerca de 3 milhões de unidades. Mas, segundo Cássio Pagliarini, “a Ford decidiu não esperar”.

Menos

Na Bahia, governo fala em atrair investidor chinês para fábrica da Ford

Ler Notícia

O Estado de S.Paulo - SP   12/01/2021

O governo da Bahia emitiu um comunicado, na tarde desta segunda-feira, 11, em que diz já trabalhar em busca de “alternativas” para assumir a fábrica da Ford em Camaçari. Uma das tentativas seria atrair um investidor chinês. A Ford anunciou hoje o fechamento das suas fábricas de automóveis no Brasil - além de Camaçari, também a de Taubaté (SP) e a de Horizonte (CE).

De acordo com o texto, o governador Rui Costa (PT) entrou em contato com a Federação das Indústrias do Estado da Bahia (Fieb) para discutir a criação de um grupo de trabalho onde serão avaliadas as possibilidades. O governo estadual, segue a nota, também entrou em contato com a embaixada chinesa para sondar possíveis investidores com interesse em assumir o negócio na Bahia.

Em São Paulo, o governador João Doria (PSDB) foi mais um a lamentar publicamente o encerramento da produção de veículos da Ford no Brasil. Sem citar demissões na fábrica de Taubaté, onde a montadora emprega cerca de 830 funcionários, o tucano afirmou que a empresa manterá 700 trabalhadores em atividades no município de Tatuí (SP), onde fica o campo de provas da empresa, e na capital do Estado, onde está a sede administrativa.

"A medida afeta o fechamento de fábricas no Ceará, Bahia e SP. Foi decisão global da Ford Motors", escreveu Doria em sua conta no Twitter.

Lamento decisão da Ford de encerrar sua produção de automóveis no Brasil. A medida afeta o fechamento de fábricas no Ceará, Bahia e SP. Foi decisão global da Ford Motors.

No Estado de SP, serão mantidos 700 trabalhadores em atividades no município de Tatuí e na Capital. — João Doria (@jdoriajr) January 11, 2021

A montadora americana Ford anunciou nesta segunda-feira, 11, o fim de uma história de um século de produção de carros no Brasil. A montadora, que já tinha encerrado, em 2019, a produção de caminhões em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, comunicou que vai fechar neste ano as demais fábricas no País: Camaçari (BA), onde produz os modelos EcoSport e Ka; Taubaté (SP), que produz motores; e Horizonte (CE), onde são montados os jipes da marca Troller.

Serão mantidos no Brasil a sede administrativa da montadora na América do Sul, em São Paulo, o centro de desenvolvimento de produto, na Bahia, e o campo de provas de Tatuí (SP). Questionada sobre o total de demissões, a companhia afirmou que 5 mil funcionários serão impactados no Brasil e na Argentina – no país vizinho, no entanto, as unidades de produção serão mantidas. No entanto, o impacto na economia, quando levados em conta fornecedores e terceirizados, deve ser bem mais significativo, apontam fontes do setor.

A produção será encerrada imediatamente em Camaçari e Taubaté, mantendo-se apenas a fabricação de peças por alguns meses para garantir disponibilidade dos estoques de pós-venda. A fábrica da Troller em Horizonte continuará operando até o quarto trimestre de 2021.

Perdas acima do mercado

A Ford, assim como todo o setor automotivo, vem enfrentando forte quedas nas vendas no Brasil. As perdas da montadora têm sido ainda piores do que a média do mercado. No acumulado de 2020, de acordo com a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a fatia da montadora americana era de 7,14%, atrás de General Motors, Fiat, Volkswagen e Hyundai, considerados os automóveis e comerciais leves.

Em 2020, foram emplacados cerca de 2 milhões de carros, conforme dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). A Ford foi responsável por 118,4 mil, considerando apenas os automóveis, uma queda 39,7% em relação a 2019, quando o total chegou a 196,3 mil unidades. O Ford Ka foi o sexto modelo mais vendido non Brasil no ano passado. Em 2019, ele ocupou a segunda posição, segundo dados da Fenabrave.

Em comunicado, a Ford informa que tomou a decisão após anos de perdas significativas no Brasil. A multinacional americana acrescenta que a pandemia agravou o quadro de ociosidade e redução de vendas na indústria. "A Ford está presente há mais de um século na América do Sul e no Brasil e sabemos que essas são ações muito difíceis, mas necessárias, para a criação de um negócio saudável e sustentável", afirmou, em nota, Jim Farley, presidente da Ford.

Modelos descontinuados

As vendas do EcoSport e do Ka serão encerradas assim que terminarem os estoques. A empresa informa que vai trabalhar "imediatamente" em colaboração com os sindicatos e outros parceiros no desenvolvimento de um plano "justo e equilibrado" para minimizar os impactos do encerramento da produção. Primeira indústria automobilística a se instalar no Brasil, a Ford está no Brasil desde 1919.

A decisão de fechar as linhas de manufaturas brasileiras segue uma reestruturação dos negócios na América do Sul. A montadora diz que seguirá importando no Brasil utilitários esportivos, picapes, como a Ranger, e veículos comerciais de fábricas da Argentina, Uruguai e outras origens, mantendo "assistência total" ao consumidor brasileiro com operações de vendas, serviços, peças de reposição e garantia. Informou ainda que planeja acelerar o lançamento de diversos novos modelos conectados e eletrificados.

Saída custará US$ 4,1 bilhões

A decisão da Ford de encerrar a produção no Brasil terá impacto financeiro de aproximadamente US$ 4,1 bilhões em despesas não recorrentes, conforme informação divulgada pela montadora no anúncio de fechamento de três fábricas no País.

Do total, cerca de US$ 2,5 bilhões terão impacto direto no caixa do grupo americano, sendo, em sua maioria, relacionados a compensações, rescisões, acordos e outros pagamentos. Outros US$ 1,6 bilhão decorrem de impacto contábil atribuído à baixa de créditos fiscais, depreciação acelerada e amortização de ativos fixos.

No anúncio da decisão, Lyle Watters, presidente da Ford na América do Sul, destacou que, após reduzir custos em "todos os aspectos do negócio" e encerrar produtos não lucrativos, incluindo o fim da produção de caminhões, o ambiente econômico desfavorável, agravado pela pandemia, deixou claro que seria necessário "muito mais" para dar sustentabilidade e rentabilidade à operação.
Empresa vinha ficando para trás da concorrência

O sócio-líder de indústria e mercado automotivo da KPMG no Brasil, Ricardo Bacellar, avaliou que a decisão da Ford de sair do Brasil decorre de uma série de fatores, começando pelo aumento da concorrência, que comprometeu as suas margens de rentabilidade, situação que a pandemia ajudou a deteriorar. A necessidade de quarentena, que no período mais rígido fechou concessionárias, obrigou as montadoras a correram para acelerar os investimentos em digitalização, algo que não foi acompanhado pela Ford.

"Ela acabou afastando os clientes. Várias montadoras optaram pelos lançamentos rápidos, para lançar em seus canais digitais. Houve uma necessidade de investir muito", comenta Bacellar. "A Ford já não vinha apresentando resultados muito felizes no Brasil há alguns anos, algo que se acalorou em 2019, quando decidiu fechar sua fábrica de caminhões para alocar investimentos na China. Agora, com linhas de receitas afetadas, tomaram uma decisão mais energética."

Menos

Anfavea: decisão da Ford reflete falta de medidas do governo contra custo Brasil

Ler Notícia

IstoÉ Dinheiro - SP   12/01/2021

A Anfavea, entidade que representa as montadoras instaladas no País, atribuiu à ausência de medidas capazes de aliviar o custo de produção no Brasil a decisão anunciada pela Ford nesta segunda, 11, de fechar todas as suas fábricas no Brasil.

Em nota, a associação, que por muitas vezes foi presidida por dirigentes da Ford, diz, primeiro, que não se manifesta sobre decisões estratégicas de associadas. Porém, sustenta na sequência que a notícia corrobora os alertas a respeito da falta de medidas contra o custo Brasil.

“A Anfavea não vai se manifestar sobre o tema. Trata-se de uma decisão estratégica global de uma das nossas associadas. Respeitamos e lamentamos. Mas isso corrobora o que a entidade vem alertando, há mais de um ano, sobre a ociosidade da indústria (local e global) e a falta de medidas que reduzam o Custo Brasil”, diz a entidade na íntegra da nota.

Menos

Rodoviário

Governo vai inaugurar trecho de asfalto na Transamazônica

Ler Notícia

Veja - SP   12/01/2021

Depois de alguns dias de descanso, boa parte da equipe de Jair Bolsonaro no governo volta ao batente mesmo nesta semana.

Tarcísio de Freitas, por exemplo, vai cair na estrada para inaugurar obras no Norte e Nordeste. Nesta segunda, Freitas vai ao Rio Grande do Norte entregar uma obra na região de Natal. Depois, ele irá ao Pará para inaugurar a pavimentação de 37 quilômetros de asfalto na Transamazônica (BR-230- PA) e 67 quilômetros de pavimentação.

O giro do ministro da Infraestrutura termina na Bahia, com a entrega de 67 quilômetros de pavimentação na BR-135.

Menos

NAVAL

Desestatização dos portos de Santos e São Sebastiao apartados

Ler Notícia

Porto Gente - SP   12/01/2021

O processo de abertura econômica deve ser norteado por estratégias de longo prazo para que promovam acordos bilaterais entre a indústria doméstica e empresas internacionais.

Com sua célebre proficiência logística e literata, o engenheiro consultor Frederico Bussinger brinda os setores estratégicos brasileiros com um artigo oportuno e estimulador de reflexão. Aborda a delegação ao município de São José dos Campos (interior de São Paulo), do aeroporto, cujo nome homenageia o professor e pesquisador do ITA/CTA, Urbano Ernesto Stumpf. Para quem conheceu e conviveu com o professor Stumpf, esse tributo ao inventor do motor a álcool recorda as suas genialidade e simpatia memoráveis.

O aeroporto justifica a desestatização dos portos de Santos e São Sebastião, no litoral paulista, apartados, sem prejudicar o contrato do consórcio DAGNL, vencedor do leilão. A Plataforma Logística de São José dos Campos (PLSJC) é um novo movimento multimodal de cargas, na qual o porto é uma importante instituição econômica. E o indutor (driver) do seu negócio, será a atividade tecnológica da aviação, aeroespacial, nanotecnologia, produção de medicamentos etc..

Na ótica da operação em rede (cluster), o Brasil ainda tem muito pouca experiência com a Plataforma Logística de Anápolis. A PLSJC amplia esse cenário, que irá organizar e dar maior produtividade logística, mundialmente. Por isso, São Sebastião deve ser considerado o porto do cluster do Vale do Paraíba. E já tem o Plano Integrado Porto-Cidade (PIPC), robusto e denso. Convenhamos, meio caminho andado.

O fato é que não basta produzir produtos e serviços com eficiência e baratos. Eles precisam ser despachados rapidamente, com segurança e baixo custo. Isso, porém, perde eficiência com o processo de decisão do porto centralizado em Brasília e desalinhado do seu negócio. Daí, uma discussão da produtividade em rede, da qual faz parte o porto, fica prejudicada sem o posicionamento claro dos formuladores de política portuária.

Apartado de Santos, o Porto de São Sebastião torna-se um ativo mais robusto, com perspectivas de melhor retorno à sociedade e aos investidores. No processo da desestatização dos dois portos paulistas, o consórcio DAGNL atirou no que viu e acertou no que não viu. E o Brasil ganha duas vezes.

Menos

Associe-se!

Junte-se a nós e faça parte dos executivos que ajudam a traçar os rumos da distribuição de aço no Brasil.

INDA

O INDA, Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço, é uma Instituição Não Governamental, legalmente constituída, sem fins lucrativos e fundada em julho de 1970. Seu principal objetivo é promover o uso consciente do Aço, tanto no mercado interno quanto externo, aumentando com isso a competitividade do setor de distribuição e do sistema Siderúrgico Brasileiro como um todo.

Rua Silvia Bueno, 1660, 1º Andar, Cj 107, Ipiranga - São Paulo/SP

+55 11 2272-2121

© 2019 INDA | Todos os direitos reservados. desenvolvido por agência the bag.

TOP