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11 de Março de 2021

SIDERURGIA

Reajustes das usinas de aço afligem clientes industriais

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Valor - SP   11/03/2021

 

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Pressão de preços chegam aos veículos e à linha branca

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Valor - SP   11/03/2021

 

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Eletrodoméstico têm nova onda de aumentos

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Valor - SP   11/03/2021

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Setor da construção civil é comprometido pela falta de aço e alta nos preços dos insumos

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Click Petróleo e Gás - 11/03/2021

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ECONOMIA

China: preços ao produtor sobem em fevereiro no ritmo mais forte desde 2018

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Exame - SP   11/03/2021

Os preços nos portões das fábricas da China subiram em fevereiro no ritmo mais forte desde novembro de 2018 conforme a indústria correu para entregar as encomendas de exportação, levantando expectativas de um crescimento robusto na segunda maior economia do mundo em 2021.

O índice de preços ao produtor subiu 1,7% em relação ao ano anterior, mostraram dados da Agência Nacional de Estatísticas nesta quarta-feira, contra expectativa de alta de 1,5% em pesquisa da Reuters e acelerando de 0,3% em janeiro.

As exportações da China em fevereiro cresceram a um recorde de 154,9% em dólares na comparação com o ano anterior, quando o país estava paralisado durante o ápice da pandemia de Covid-19.

Enquanto os preços ao produtor ampliam a alta, a inflação ao consumidor permaneceu fraca, sugerindo contínua fraqueza da demanda das famílias, o que pesa sobre o crescimento econômico geral.

O índice de preços ao consumidor recuou 0,2% em fevereiro sobre o ano anterior, disse a agência de estatísticas, contra expectativa de queda de 0,4% em pesquisa da Reuters e recuo de 0,3% em janeiro.

"Não acreditamos que o recente período de deflação do preço ao consumidor deve persistir. Mudar os efeitos base do preço da carne suína elevará a inflação, o aperto do mercado de trabalho vai aumentar o núcleo da inflação e a inflação da energia vai se recuperar devido aos preços do petróleo", disse Julian Evans-Pritchard, economista sênior da Capital Economics, em nota.

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Indicador econômico global sobe com avanço das campanhas de imunização

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Agência Brasil - DF   11/03/2021

Os Barômetros Globais da Economia sobem expressivamente em março refletindo o sucesso inicial das campanhas de vacinação contra a covid-19 em alguns países e o otimismo quanto à possibilidade de se alcançar o controle sobre a pandemia nos próximos meses. Os resultados, no entanto, continuam heterogêneos entre as grandes regiões pesquisadas. A análise é do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) no documento Barômetro Global Coincidente.

O Barômetro Global Coincidente sobe 4,5 pontos em março, de 97,9 pontos para 102,4 pontos, alcançando o maior nível desde dezembro de 2017. O Barômetro Global Antecedente sobe 11,9 pontos, para 117,1 pontos, maior nível desde junho de 2010. Desde setembro de 2020, esse indicador se mantém em patamar elevado, na faixa entre 104 e 117 pontos, com oscilações que refletem alterações no grau de otimismo com os programas de imunização e as dificuldades em se obter o controle da pandemia nos diferentes países.

Nos Barômetros Regionais Coincidentes, a região da Ásia, Pacífico e África foi responsável por quase toda a alta do barômetro global. Entre os Barômetros Regionais Antecedentes, o Hemisfério Ocidental caminha este mês na contramão das demais regiões ao contribuir de forma negativa para o resultado agregado.

Para o pesquisador da FGV/Ibre Paulo Picchetti, a combinação dos efeitos de medidas restritivas e imunização já surte resultados em termos de redução nas taxas de contágio da pandemia, ainda que de forma não homogênea ao redor do mundo.

Segundo ele, nos países em que esses resultados já são mais visíveis, indicadores de nível de atividade corrente e expectativas em relação aos próximos meses possibilitaram os avanços dos barômetros coincidente.

“A oferta de imunizantes continua sendo o principal condicionante para o potencial de uma retomada mais robusta ao longo de todas as regiões e setores. Do ponto de vista de política econômica, outro condicionante para essa recuperação é a capacidade da continuidade de estímulos, no contexto de deterioração do quadro fiscal e preocupações relacionadas à dinâmica inflacionária em vários países”, disse, em nota, Paulo Picchetti.

Os barômetros econômicos globais são um sistema de indicadores que permite analisar o desenvolvimento econômico global, sendo, ainda, uma colaboração do Instituto Econômico Suíço KOF, da ETH Zurique, na Suíça, e da Fundação Getulio Vargas (FGV). Enquanto o Barômetro Coincidente reflete o estado atual da atividade econômica, o Barômetro Antecedente emite um sinal cíclico cerca de seis meses à frente dos desenvolvimentos econômicos reais. Esses indicadores se baseiam nos resultados de pesquisas de tendências econômicas realizadas em mais de 50 países. A intenção é ter a cobertura global mais ampla possível.

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IGP-M acumula inflação de 29,83% em 12 meses

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Agência Brasil - DF   11/03/2021

O Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), usado no reajuste dos contratos de aluguel no país, registrou inflação de 1,95% na primeira prévia de março, percentual superior ao 1,92% da prévia de fevereiro. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), em 12 meses, o IGP-M acumula 29,83%.

A alta da taxa na prévia de março comparada à de fevereiro, foi puxada pelos preços no varejo e na construção.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,19% para 0,79%. O Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,60% para 1,24%.

Já a inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, teve queda, ao passar de 2,54% na prévia de fevereiro, para 2,33% em março.

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BNDES quer estruturar mais projetos de concessão e PPPs em 2021

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O Estado de S.Paulo - SP   11/03/2021

RIO - A "fábrica de projetos" de concessões e parcerias público-privadas (PPPs) em infraestrutura do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) encerrou 2020 com 37 projetos consolidados, em diferentes estágios de desenvolvimento. Eles somam investimentos em obras - "capex", no jargão do mercado - no valor estimado em R$ 180 bilhões. O banco de fomento já firmou acordo para incluir mais 23 projetos na carteira, mas tem apetite para mais.

Segundo Cleverson Aroeira, superintendente de Estruturação de Parcerias do BNDES, a ideia é assumir mais projetos em três áreas prioritárias: saneamento básico, iluminação pública e portos.

Atualmente, sete projetos de saneamento estão sendo trabalhados pelas equipes comandadas por Aroeira, incluindo o maior investimento de infraestrutura do País, a concessão dos serviços de água e esgoto no Rio. Mais três estão em negociação com os governos de Bahia, Paraíba e Rondônia. O BNDES tem condições de assumir mais dois ou três grandes projetos de governos estaduais, disse Aroeira.

"Saneamento é prioridade máxima, podemos captar mais dois a três além desses que estão entrando (Bahia, Paraíba e Rondônia)", afirmou o superintendente do BNDES, lembrando que o trabalho de estruturação se dá em ciclos, liberando as equipes à medida que os projetos vão a leilão.

Na iluminação pública, o BNDES pode assumir mais seis projetos este ano, continuou Aroeira. A ideia é fazer uma "campanha", para atrair o interesse de prefeitos, que começam seus mandatos a partir deste ano. O foco são as cidades com mais de 500 mil habitantes, segundo o executivo do BNDES. Ano passado foram a leilão PPPs estruturadas para Vila Velha (ES), Macapá (AP) e Petrolina (PE). Atualmente, o banco trabalha na estruturação da PPP para a iluminação pública de Curitiba e de Jaboatão dos Guararapes (PE).

Nos portos, o BNDES está trabalhando na estruturação da privatização da Codesa, estatal que administra o Porto de Vitória, mas o projeto será combinado com a concessão dos serviços portuários para o futuro controlador da empresa. Na carteira do banco, estão para serem formatados projetos para os portos de São Sebastião, Santos, o maior da América Latina, e o seguinte a ser estruturado será a privatização da Companhia Docas da Bahia (Codeba). Nesse caso, porém, a chegada de novos projetos depende de decisão do Ministério da Infraestrutura.

A "fábrica de projetos" é resultado de uma reorganização na forma de o BNDES apoiar a infraestrutura. O trabalho de financiar os projetos de investimento passou para a área de crédito, enquanto três outras áreas passaram a focar na estruturação de concessões e PPPs. Os projetos são estruturados sob contratação de órgãos do governo federal e dos governos estaduais e prefeituras. O objetivo é desenhar as concessões e PPPs para atrair investimento privado em infraestruturas e serviços públicos.

No total, a "fábrica de projetos" tem em torno de 120 projetos na carteira, quando se inclui as privatizações de empresas estatais.
Piloto

A área comandada por Aroeira cuida dos projetos de infraestrutura pesada, como rodovias, ferrovias, portos, saneamento e iluminação pública. A Área de Governo e Relacionamento Institucional trabalha na estruturação de projetos com foco social, como saúde (construção e operação de hospitais), educação (construção e operação de creches), segurança públicas (PPPs para a gestão de presídios) e meio ambiente (as concessões de parques nacionais e florestas). Já a Área de Estruturação de Empresas e Desinvestimento trabalha no desenvolvimento de projetos que envolvam a venda de empresas estatais para grupos privados, com foco na "transação acionária" e não no modelo econômico do projeto, disse Aroeira.

No total, são cerca de 200 técnicos trabalhando nas três áreas. Para Aroeira, o BNDES tem pessoal técnico suficiente para dar conta do trabalho de estruturar os grandes projetos. Isso não significa que o gargalo de ter bons projetos estruturados para o setor de infraestrutura esteja completamente superado. Segundo o executivo, ainda é preciso fomentar mais projetos, incentivando outros atores a atuarem na estruturação.

Uma das ideias é que o trabalho do BNDES sirva como "piloto" e seja replicado - por exemplo, na elaboração de PPPs de iluminação pública para cidades com menos de 500 mil habitantes. Aroeira também espera que a retomada do cronograma de leilões impulsione o processo. De um lado, o sucesso das licitações atrai a atenção dos governantes para apostarem no modelo. De outro, os investimentos têm mais confiança em investir quando vislumbram uma série de oportunidades.

"É importante ter uma constância de projetos, entrarmos no ritmo de sempre ter leilões. O saneamento, por exemplo, tem espaço para ter vários leilões por ano durante alguns anos", afirmou Aroeira.

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Agora é para valer: Congresso dos EUA aprova pacote de US$ 1,9 tri de Biden

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Exame - SP   11/03/2021

Após semanas de negociações, o Congresso dos Estados Unidos aprovou na tarde desta quarta-feira, 10, o pacote de estímulo à economia proposto pelo presidente Joe Biden. O estímulo de 1,9 trilhão de dólares foi aprovado na Câmara com pequena maioria, após já ter passado pelo Senado no fim de semana e uma primeira vez pela Câmara no fim de fevereiro.

A lei agora precisa ser sancionada por Biden, o que deve acontecer rapidamente. A porta-voz da Casa Branca disse logo após a aprovação que o governo trabalhará "a toda velocidade" para garantir que o dinheiro chegue rapidamente aos americanos.
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Apesar de críticas do Partido Republicano à dimensão do pacote de estímulo, o projeto foi pouco alterado em relação ao proposto por Biden — a principal exceção sendo o aumento do salário mínimo, que os democratas concordaram em retirar do texto. A aprovação é a primeira grande vitória política de Biden no Congresso desde que o democrata assumiu o comando, em 20 de janeiro.

O texto final inclui 400 bilhões de dólares para um pagamento único de 1.400 dólares a americanos. Estão previstos ainda 300 dólares por semana em auxílio-desemprego (que será ampliado para as 9,5 milhões de pessoas que ficaram sem trabalho na crise).

Outros 350 bilhões de dólares serão para ajuda a governos estaduais e locais que estejam com problemas orçamentários.

"A lei coloca quase 1 trilhão de dólares nos bolsos do povo americano", disse a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, que é democrata. "Eu me junto ao presidente Biden em sua promessa: a ajuda esta a caminho."

Os democratas acabaram concordando em retirar do texto a proposta de aumento do salário mínimo, uma promessa de campanha de Biden. A proposta era aumentar o mínimo dos atuais 7,25 dólares a hora (cerca de 1.160 dólares mensais em uma jornada de 40 horas semanais) para 15 dólares a hora (cerca de 2.400 por 40 horas/mês).

A retirada do trecho foi parte de uma manobra feita pelos democratas: pelas regras legislativas americanas, para que não precisassem de dois terços das Casas para passar o texto, mas somente de maioria simples, algumas mudanças precisaram ser retiradas do projeto. Por outro lado, a maioria menor fez com que os democratas passassem trechos que sofriam dura oposição republicana, como o auxílio a governos locais.

A aprovação mostra a importância da maioria democrata na Câmara e da recém conquistada maioria no Senado, mas também deixa claro como as votações serão apertadas daqui em diante. O texto foi aprovado por 220 a 211 votos na Câmara, um voto a mais do que na primeira vez que a Casa votou o projeto e praticamente se apoiando na maioria democrata (que é de 221 a 211). No Senado, o texto havia passado por 50 a 49, sem nenhum republicano votando a favor.

A tramitação mostrou que, para eventuais mudanças que exijam dois terços do Congresso, a vida de Biden será dura.
Recuperação econômica

O montante aprovado é um dos maiores pacotes econômicos da história dos EUA. Em 2020, ainda sob o governo de Donald Trump, os Estados Unidos já haviam passado um pacote de 1,7 trilhão de dólares em março, com pagamentos a famílias e estímulos a pequenas empresas. No fim do ano, já em dezembro, o Congresso aprovou ainda outro pacote, de 915 bilhões de dólares.

O mercado financeiro tem apostado no pacote para auxiliar a retomada da economia dos EUA, um dos principais fatores a embasar a alta dos principais índices acionários do mundo nos últimos meses. Nesta segunda-feira, 8, a secretária do Tesouro americano, Janet Yellen, disse que o estímulo trilionário vai fomentar uma recuperação "muito forte" da economia.

O PIB americano fechou 2020 com queda de 3,5%. O Fundo Monetário Internacional projeta crescimento de 5,1% para o país neste ano, mas acredita que a retomada da economia mundial virá sobretudo da China, mais do que de EUA e Europa.

O desemprego nos EUA bateu 6,3% em fevereiro, com pouco mais de 10 milhões de pessoas desempregadas. Embora a taxa seja menor do que os picos de abril, de quase 15%, está ainda muito acima dos níveis pré-pandemia, em que o desemprego estava em mínimas históricas, em 3,5%.

Além do pacote de estímulo, uma das principais apostas americanas para a economia nos próximos meses é o avanço da vacinação. Após um começo lento, os EUA têm conseguido vacinar mais de 2 milhões de pessoas por dia. São até agora mais de 95 milhões de doses aplicadas, cerca de 29 doses a cada 100 habitantes. Quase 19% da população recebeu ao menos a primeira dose, e quase 10% já recebeu a segunda. No Brasil, a porcentagem de vacinados está em cerca de 4%.

O avanço da vacinação tem feito cair o número de novos casos e óbitos por covid-19 no país. A média móvel de novos casos diários caiu quase 200% desde janeiro.

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MINERAÇÃO

Minério de ferro cai 5% na China com restrições ao aço e perspectiva de oferta

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BOL - SP   11/03/2021

Os futuros do minério de ferro na China caíram para o menor nível em quatro semanas nesta quarta-feira, pressionados por medidas mais duras contra poluição no principal pólo siderúrgico de Tangshan, além de alívio em preocupações quanto à oferta da matéria-prima.

O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de commodities de Dalian, para entrega em maio, encerrou o pregão diurno em baixa de 5,2%, a 1.040,50 iuanes por tonelada (159,82 dólares), após ter recuado mais cedo ao menor nível desde 8 de fevereiro, a 1.022 iuanes.

Na bolsa de Cingapura, o primeiro contrato operava praticamente estável, a 157,60 dólares por tonelada após queda de 5,9% na véspera.

"A política de restrição à produção de alto-fornos na área de Tangshan se tornou mais rígida, mas prazo envolvido é relativamente curto, e o impacto na demanda por matérias-primas pode ser relativamente limitado", disseram analistas da Sinosteel Futures em nota.

O governo de Tangshan, na província de Hebei, ao norte do país, editou diversas regras de controle de emissões desde fevereiro, restringindo a operação de usinas siderúrgicas.

Do lado da oferta, persistentes preocupações com o fornecimento de minério de ferro foram aliviadas com um aumento nos estoques de produto importado nos portos chineses, que atingiram máxima de três meses de 129,50 milhões de tonelada na semana passada, segundo dados da SteelHome.

Os estoques de minério de ferro brasileiro na China subiram para uma máxima histórica, disse Robert Rennie, chefe de estratégia para mercados financeiro da Westpac na Austrália.

A oferta da Austrália também aumentou pela ausência de ciclones, segundo Erik Hedborg, analista da CRU em Londres.

No aço, o vergalhão para construção na bolsa de Xangai fechou em queda de 2,6%.

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PDAC 2021 - Crescimento sustentável e redução da burocracia vão alavancar a mineração brasileira

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SEGS.com.br - SP   11/03/2021

Realizada pela primeira vez por meio de plataforma virtual neste ano, a série de palestras Brazil-Canada at PDAC incluída na Brazilian Mining Sessions 2021, teve seu segundo dia de palestras ontem, 8 de março, com boas notícias para quem deseja investir em exploração mineral no Brasil. Além da realização diária de leilões de 5 mil áreas públicas de interesse para a atividade para cada edital, a resolução da Agência Nacional de Mineração (ANM) sobre o Sistema Brasileiro de Recursos e Reservas são medidas já adotadas que pretende ampliar o acesso de pequenos, médios e grandes investidores no setor. Para março, é esperada outra mudança, que altera a legislação para fins de financiamento, há que permite que o usuário possa oferecer a área requerida como garantia para um empréstimo.

Outro projeto em curso pelo governo federal é a ampliação do acesso a recursos minerais em áreas restritutivas à mineração como terras indígenas e faixas de fronteira. “O Brasil tem cerca de 40% com algum entrave para a atividade mineral. Vamos avançar na regulamentação de atividades produtivas sustentáveis nessas áreas”, adianta o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, que abriu o evento.

Com essas mudanças, o país espera assegurar uma projeção de US$ 38 bilhões em investimentos para até 2024 e diversificar os atores interessados na atividade de exploração mineral. “Temos adotado medidas e iniciativas com base nos melhores princípios e práticas de previsibilidade, segurança jurídica e sustentabilidade”, informou.

Desempenho positivo

A indústria mineral brasileira teve o melhor desempenho entre setores econômicos, no contexto da pandemia, com crescimento em todos os Estados, para além dos produtores de minério de ferro. No período, as exportações auentaram 11% e atingiram a marca de R$ 37 bilhões, com 371 milhões de toneladas em remessas. O saldo da balança comercial cresceu em 28% com superávit de US$ 32 milhões.

Para além do peso econômico da atividade, o governo federal também instituiu o Plano Mineração e Desenvolvimento (PMD) em 2020, que que pretende incrementar a atividade no país por meio de 10 planos e 110 metas que cobrem os mais diversos aspectos da agenda mineral, com vigência entre 2020 e 2023.

O secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Alexandre Vidigal destacou que associar mineração e desenvolvimento não representa um desafio, mas a constatação de que esses dois termos guardam estreita pertinência entre si. Esse é, inclusive, o ponto central do PMD, que vai impulsionar a atividade mineral como parte de um projeto maior de desenvolvimento nacional.

“O que se pretende é tornar concreto o fato de ser o Brasil uma potência mineral, aproveitar a singular potencialidade e transformar o patrimônio mineral em riqueza e benefício. É possível ampliar a atividade, com um crescimento calcado nas melhores práticas ambientais e de sustentabilidade. O conhecimento técnico e profissional, aliado a recursos tecnológicos permite resultados muito eficientes em pesquisa geológica, métodos de extração, aproveitamento e transformação mineral bem como o monitoramento e controle das atividades minerais”, resumiu.

ANM

Com dois anos de funcionamento, a Agência Nacional de Mineração (ANM) ainda está em processo de consolidação, segundo a diretora da entidade, Débora Toci Puccini. Os projetos em curso visam modernizar a agência, mudança da cultura dos agentes, padronização de processos e instalação de um sistema informatizado de prestação de serviço. Os projetos em desenvolvimento foram concebidos para reduzir a burocracia que ainda é um empecilho para o crescimento do setor. “Hoje temos 50 mil áreas represadas por conta da legislação, mas acredito que a oferta pública SOPLE, que está no terceiro edital com ofertas diárias, vai resolver o problema da burocratização”, concluiu.

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ANM apresenta avanços do setor mineral a Ministério de Minas e Energia

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Brasil Mining - SP   11/03/2021

Nesta segunda-feira (8), todos os diretores que compõem atualmente a Diretoria da ANM se reuniram com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para atualizar a pasta sobre os avanços da agência nos últimos meses. Parte da rotina entre agência e ministério, na pauta estavam a revisão do estoque regulatório, as ofertas públicas de áreas e o andamento dos projetos implementados pela ANM nos últimos dois anos.

“A ANM está completando agora dois anos e três meses de existência e nós não estamos poupando esforços para se tornar referência entre as agências reguladoras. Todo o setor mineral reconhece e nos elogia pelas modernizações implantadas”, disse o diretor-geral da ANM, Victor Bicca.

O ministro reconheceu os avanços e mencionou a primeira reunião com a ANM, logo após sua instalação. “Me lembro de nosso primeiro encontro aqui, quando vocês me disseram que todos os processos ainda eram físicos e precisavam ser digitalizados. Hoje vejo como avançaram, não só neste ponto, mas em tantos outros que precisavam urgente de modernização. O setor mineral reconhece isso muito bem”, elogiou.

O chefe da pasta se referiu aos mais de 200 mil processos físicos que a ANM herdou do antigo DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral), traduzidos em 93 milhões de folhas em formato A4 e dois milhões de mapas. A agência passou, em 2019, a adotar o processo digital e o contrato com uma empresa para digitalizar os processos antigos já está em andamento.

Além do diretor-geral da ANM e do ministro, estiveram também na reunião os diretores da ANM Débora Puccini, Tasso Mendonça e Carlos Cordeiro, e, representando o Ministério, o secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Alexandre Vidigal, a secretária-adjunta, Lília Sant´Agostino e o diretor do Departamento de Geologia e Produção Mineral, Frederico Bedran.

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Máquinas e Equipamentos

Volvo CE faz novas contratações e nacionaliza mais máquinas

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Estradas.com - RJ   11/03/2021

De acordo com a montadora, aumento nas vendas no Brasil e bons resultados no continente, possibilitou encerrar o ano com números positivos; empresa iniciou processo de nacionalização de dois modelos de carregadeiras

A Volvo Construction Equipment Latin America encerrou o ano com números positivos, graças ao aumento nas vendas no Brasil e os bons resultados no continente como um todo. Com o aumento das exportações em 2020 e a previsão de continuidade das vendas externas e internas, a fábrica da Volvo CE no Brasil está concluindo a contração de 250 pessoas. A empresa também iniciou o processo de nacionalização de dois modelos de carregadeiras com a perspectiva de retomada gradual da economia, e está lançando um novo compactador de solo fabricado no País.

De acordo com a montadora, pela primeira vez em seis anos, em um movimento puxado principalmente pelo Brasil, o mercado latino-americano de máquinas (todas as marcas) alcançou 31.932 unidades, um número 9,3% maior que os 29.211 equipamentos registrados no ano anterior. As entregas da Volvo CE (máquinas Volvo e SDLG) na América Latina cresceram 18,6%, o dobro da evolução do mercado.

Ainda de acordo com a empresa, o Brasil representou cerca de dois terços das vendas continentais de todas as marcas, com 21.940 unidades no ano passado, uma expansão de 32,2% na comparação com as 16.598 máquinas entregues em 2019. “É o terceiro ano consecutivo em que o mercado brasileiro cresce de forma relevante, dobrando de tamanho nos últimos três anos e encerrando 2020 acima do patamar de 20 mil unidades, o que havia acontecido pela última vez em 2014”, frisa Luiz Marcelo, presidente da Volvo CE Latin America.

Brasil em alta

Considerando somente os equipamentos para carregamento, transporte e escavação, como carregadeiras, escavadeiras e caminhões articulados, a Volvo CE teve excelente desempenho, com vendas 48% maiores no Brasil, na comparação com uma elevação de 40% do mercado. Nesse segmento, a Volvo CE ampliou suas entregas na América Latina em 25%, número superior aos 20% de crescimento registrado pelo mercado. “Isso é fruto da gradual recuperação da região a partir do segundo semestre e também de nossa oferta de máquinas avançadas e com alta disponibilidade. Temos um portfólio de produtos que atende a praticamente todas as necessidades dos clientes de toda a região”, diz o executivo.
Exportações e contratações

O setor de equipamentos de construção da região hispânica foi mais fortemente afetado pela pandemia. Como os governos locais impuseram lockdowns mais rigorosos e longos, a recuperação do mercado deu-se apenas no terceiro trimestre, acelerando-se nos últimos três meses, em uma dinâmica que reverteu a tendência de queda do período. “Acreditamos que, neste cenário, temos um potencial importante de crescimento de volumes nesta região para este ano”, destaca o presidente da Volvo CE LA.

Os negócios da Volvo CE em 2020 também foram beneficiados pela excelente reputação da fábrica latino-americana da marca, sediada em Pederneiras, interior de São Paulo. Inovadora e de classe mundial, a unidade fabril local viu sua produção crescer 19% no ano passado, na comparação com 2019, principalmente por conta do aumento dos envios de máquinas para diferentes países da Europa, um dos mais exigentes mercados globais. Do portfólio completo de Pederneiras em 2020, 14% da produção foram para os Estados Unidos e o Canadá, 8% para a Europa e Oriente Médio, 8% para a Oceania e 11% para os países hispânicos do continente.

Um dos principais elos do sistema industrial global da corporação, a planta latino-americana está concluindo a contração de 250 funcionários para a linha de produção. A fábrica tem atualmente 621 empregados, quase o dobro do número de antes da pandemia. É o maior contingente de pessoas desde 2013.

Nacionalizações e Co-Pilot

Com um mercado mais promissor e seguindo sua estratégia comercial, a Volvo CE está nacionalizando dois modelos de carregadeiras de grande porte, a L150H e a L180H, até então importadas da Suécia. Carregadeiras de maior peso operacional já fabricadas no País pela marca, têm avançada tecnologia e grande eficiência energética. A Volvo também está lançando um novo compactador de solo, o SD110B, em substituição ao SD105. Além disso, a empresa está lançando uma versão atualizada do Co-Pilot, o inovador sistema de assistência ao operador da marca, com um novo conjunto de aplicativos.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Vice-presidente da Câmara recebe demandas do ramo da construção civil

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Veja - SP   11/03/2021

Marcelo Ramos (PL-AM), vice-presidente da Câmara dos Deputados, participa agora de reunião virtual com o conselho de administração da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

A entidade entrega ao deputado federal um documento com temas considerados prioritários para o setor, incluindo propostas para mitigar os efeitos da crise provocada pelo aumento do preço dos insumos.

A indústria da construção fechou 2020 com um crescimento de 9,8% nas vendas de imóveis e iniciou 2021 otimista. De acordo com projeções realizadas pela CBIC, o setor poderia incrementar 4% em seu PIB este ano, impulsionado por fatores como baixo patamar da taxa de juros, incremento do financiamento imobiliário e aumento nas vendas de apartamentos novos.

Em março, porém, ainda persistem os mesmos desafios observados no final de 2020, decorrentes do aumento dos preços e do desabastecimento. De acordo com índice calculado pela FGV, o custo com materiais de construção aumentou 25,05% em 12 meses. É a maior alta registrada desde 2003.

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Demanda por imóveis na planta aumentou 100% nos últimos seis meses

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O Estado de S.Paulo - SP   11/03/2021

A taxa Selic, principal medidor da inflação no Brasil, continua mantida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) a 2% ao ano, o menor índice da história. Um dos impactos desse cenário no bolso do brasileiro ocorre na hora de recorrer aos bancos para fazer um financiamento. As taxas de juros tornam-se mais atrativas ao consumidor à medida em que a Selic diminui.

Essa é a explicação para o boom visto na procura de imóveis na planta nos últimos 6 meses, segundo as próprias construtoras. Com juros bancários atraentes, a fila de pessoas interessadas em comprar imóveis antes mesmo da conclusão simplesmente dobrou.

O interesse por imóveis vendidos na planta tem um ingrediente extra: a aquisição do bem antes da entrega garante uma economia que faz muita diferença para quem poupou com a intenção de comprar um apartamento ou uma sala comercial.

Por outro lado, comprar um imóvel na planta envolve riscos específicos que exigem a atenção do comprador. Por menor que possa parecer, existe a possibilidade de a obra ser paralisada pela construtora ou sofrer um atraso com o qual o consumidor não conta.

É necessário que as pessoas procurem se precaver de todas as formas e antever eventuais dores de cabeça. No entanto, se todos os cuidados forem observados e colocados em prática, vale a pena considerar a ideia de adquirir o imóvel próprio. Alguns riscos podem ser evitados ou pelo menos garantir uma boa multa ao novo proprietário. Para isso, é importante manter guardados todos os documentos referentes à compra.

A Selic está muito baixa, e quem tem recursos mais abundantes em aplicações atreladas à taxa pode considerar a ideia de mudar o foco, sem aumentar o risco do investimento. Os imóveis cumprem bem esse papel, mas é preciso apontar para a direção certa. Eu acredito que a procura por imóveis na planta vai continuar intensa até o fim do ano.

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NAVAL

PL quer destinar 25% de recursos de outorgas para cidades portuárias

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Portos e Navios - SP   11/03/2021

Tramita no Congreso o Projeto de Lei 623/2021, da deputada federal Rosana Valle (PSB), que destina 25% do valor de outorga de arrendamentos de terminais portuários e de concessões de instalações e serviços associados aos municípios que abrigam portos, como é o caso de Santos e Guarujá, na Baixada Santista. O valor de outorga é cobrado das empresas privadas que ganham concessões para ocupar espaços ou operar atividades controladas pelo poder público.

Os recursos decorrentes dos pagamentos destas outorgas seriam depositados num fundo que seria criado especificamente, o Fundo Porto-Cidade, gerido pela Prefeitura e a autoridade portuária local. Os montantes seriam utilizados para a eliminação ou mitigação de conflitos na relação porto-cidade.

A gestão do fundo seria feita de forma paritária. Pelo projeto de lei, os 25% destinados às cidades incluiriam concessões de serviços logísticos e de transporte em qualquer modal.

Quando um arrendamento ou concessão abrangesse mais de um município, como no caso do Porto de Santos, o montante previsto em lei seria divido entre eles, tendo como critério de distribuição a população das cidades, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Reduzir conflitos

A deputada lembra que as atividades portuárias geram impactos nas áreas urbanas dos municípios e vice-versa, que geram conflitos na relação porto-cidade.

As cidades portuárias sofrem com danos à infraestrutura e mobilidade urbanas por conta do tráfego e estacionamento irregular de veículos rodoviários de carga em vias públicas, prejudicando pavimentos e redes subterrâneas, além de causarem poluição ambiental, do ar e sonora.

As atividades portuárias também atraem vetores de doenças, no caso da operação de granéis agroalimentares, como é o caso do número elevado de pombos e roedores. Há ainda os riscos decorrentes da operação e armazenagem de produtos perigosos, que já provocaram incêndios, vazamentos e explosões em cidades com portos.

“A destinação deste percentual de valor de outorga, ao fundo a ser criado, permitirá a disponibilização de recursos para a eliminação ou mitigação desses conflitos, além de, por terem gestão paritária, favorecer a melhoria da relação porto-cidade”, afirma Rosana Valle.

A parlamentar ressalta que esta receita não terá impacto na arrecadação de impostos pela União.

 

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AGRÍCOLA

Produtores rurais brasileiros em fuga para os EUA

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Monitor Digital - RJ   11/03/2021

Os produtores rurais do Brasil estão cada vez mais ávidos pelo sonhado green card – documento que autoriza residência permanente nos Estados Unidos – mas por quê? Os produtores rurais brasileiros, sem alarde, mas com muita determinação, estão buscando cada vez mais se informar em como obter o green card via EB-5 – visto de investimento – nos EUA.

Levantamento realizado pela consultoria que presido nos EUA há mais de 30 anos – a Oxford Group – revela aumento da procura por informações sobre o processo por produtores rurais do Brasil. Segundo relato dos próprios interessados, o aumento da pressão do novo governo americano ao Brasil, relacionada a temas ecológicos, mas totalmente protecionista aos produtores americanos, deverá gerar, nos próximos anos, uma maior dificuldade para exportação de carne, soja e até mesmo açúcar do Brasil para os EUA.

Uma possível mudança no prazo de espera para obtenção do green card via EB-5 – elevando o prazo atual de meses para 10 anos – além da chance de não renovação do projeto pelo Congresso americano têm sido algumas das razões que motivam um número cada vez maior de produtores rurais do Brasil a buscar o green card. E a hora não poderia ser mais oportuna. Somente na Oxford o aumento da procura entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021 foi de 30% por parte desta categoria.

Seguros para si e suas famílias, quando de posse do documento de residência nos EUA, há uma chance maior de articular a entrada dos produtos no território americano. O cenário econômico mundial estimula ainda mais esse comportamento. A China, por exemplo, deve diminuir possivelmente a taxação contra os produtos agrícolas, o que deverá representar uma queda de preços das comodities que o Brasil exporta para o país.

A guerra por espaço aos produtos agrícolas no mundo inteiro deverá se intensificar nos próximos anos. A França, por exemplo, boicota a assinatura do acordo entre o Mercosul e a União Europeia há muito tempo. Assim, forçam que os produtos agrícolas da América Latina não entrem no mercado europeu e preservam a sobrevivência de seus minifúndios. O tesouro francês sabe que não terá capacidade de cobrir os valores que seriam necessários se os produtos brasileiros, por exemplo, entrarem na Europa.

Independente do cenário, o que os produtores rurais do Brasil estão vendo e procurando é a possibilidade de gerenciar esse fluxo diretamente dos Estados Unidos. A recuperação econômica dos EUA já é constante desde o último trimestre de 2020. Em janeiro, o setor privado americano agregou 174 mil novos empregos, contrariando os 50 mil previstos pelos “experts” no segundo semestre do ano.

A recuperação nos EUA chamou atenção até mesmo no segmento de hospitalidade, que contabilizou geração de mais 35 mil empregos que, mesmo estando muito abaixo dos níveis pré-pandemia, mostraram uma reação forte no setor, ainda antes da vacinação, em janeiro. Outro dado relevante é que o ISM, índice que representa o setor industrial, aumentou para o melhor índice dos últimos 2 anos e meio, mantendo uma expansão nos últimos 7 meses, após o início da pandemia.

Os pedidos de acesso ao seguro-desemprego caíram nos EUA pela terceira semana em seguida para o menor nível desde novembro, mostrando que o corte de empregos tem baixado desde o início do Covid 19. Enquanto isso, investimentos em construção atingiram novo recorde em Dezembro de 2020. Uma consequência da baixa nos juros do mortgage (financiamento hipotecário), facilitando a compra de casas.

Aliás, estes juros estão tão baixos que aplicações para refinanciamentos cresceram em 59% e para novas aquisições, 16%. Um cenário de esperança que está motivando não apenas os produtores rurais brasileiros, mas investidores que sabem e confiam na força do dólar e dos EUA para recuperação rápida.

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