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10 de Fevereiro de 2021

SIDERURGIA

Vale compra fatia na Boston Metal para fomentar aço livre de carbono

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BOL - SP   10/02/2021

A mineradora Vale informou nesta terça-feira que concluiu um investimento de 6 milhões de dólares para aquisição de participação minoritária na Boston Electrometallurgical Company, ou Boston Metal.

A operação tem como objetivo "promover o desenvolvimento de uma tecnologia focada na descarbonização de aço", disse a companhia em comunicado nesta terça-feira.

Empresa pré-operacional fundada em 2012 por professores do Massachusetts Institute of Technology (MIT), a Boston Metal tem uma base de acionistas diversificada que inclui fundos de venture capital, empresas de mineração e investidores privados, acrescentou a Vale.

A Boston Metal tem como objetivo desenvolver uma tecnologia inovadora denominada "moltem oxide electrolysis" (MOE), que visa possibilitar a transformação de minério de ferro para produção de aço com emissão zero de carbono.

O aporte na companhia está assim, segundo a Vale, alinhado a seu pilar estratégico de buscar liderar a transição para mineração neutra em carbono, promovendo produtos e tecnologias inovadoras.

Os valores aportados na Boston Metal com a operação serão utilizados para financiar o desenvolvimento da tecnologia, acrescentou a Vale.

A mineradora brasileira anunciou em dezembro uma meta de reduzir em 15% as emissões líquidas de carbono relativas à sua cadeia de fornecedores e clientes até 2035.

Ao divulgar a meta, a companhia disse que deveria intensificar parcerias que busquem o desenvolvimento de tecnologias de baixo carbono, principalmente com clientes do setor siderúrgico, como forma de alcançar os objetivos.

Menos

Petrolina recebe novo Centro de Distribuição da ArcelorMittal

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Brasil Mining - SP   10/02/2021

A ArcelorMittal inaugura seu mais novo Centro de Distribuição, em Petrolina/PE. A unidade está localizada na avenida Sete de Setembro, nº 100, no bairro José e Maria. O espaço comercializará diversas soluções e produtos em aço para a construção civil, indústria e agronegócio, com o objetivo de estar cada vez mais próximo dos clientes, garantindo maior agilidade nas entregas na região.

O atendimento é tanto para o atacado quanto ao varejo, com foco em pequenas construtoras, revendedores de material de construção, indústrias e clientes finais. “Nossos CDs ofertam todo nosso mix de produtos em aços longos, planos e arames. Queremos fazer parte do desenvolvimento econômico em Pernambuco, levando os nossos serviços para todos os segmentos da economia”, explica René Kahler, diretor de Vendas Regionais da ArcelorMittal Aços Longos. São produtos que vão desde pregos até arames lisos e farpados, vergalhões, telas, chapas de aço e tubos.

A produtora de aço espera ainda contribuir para o desenvolvimento da região por meio da geração de empregos. “Petrolina foi escolhida por sua localização estratégica e pelo forte crescimento econômico, principalmente ligado ao desenvolvimento agrícola da região do Vale do São Francisco”, revela Guilherme Sulzbach, Gerente Geral da Distribuição da ArcelorMittal Aços Longos.

A ArcelorMittal já conta com mais de 120 pontos de distribuição espalhados por todo o Brasil, além das lojas de varejo e o e-commerce próprio. Em Pernambuco, a empresa possui unidades em Recife, Jaboatão dos Guararapes e Caruaru.

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ECONOMIA

IPCA enfraquece aposta em Selic maior, mas risco fiscal mantém tensão no mercado

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O Estado de S.Paulo - SP   10/02/2021

A desaceleração da inflação em janeiro, com IPCA de 0,25%, perto do piso de 0,24% das estimativas, promove uma baixa dos juros futuros de curto prazo e redução das apostas em alta agressiva da Selic no Copom de março, enquanto as taxas de longo prazo apontam para cima com declarações do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, sobre a atividade, além do aumento do risco fiscal com um possível auxílio emergencial fora do teto de gastos.

Na curva a termo, as chances de o BC começar a subir a Selic no ritmo de 0,50 ponto porcentual diminuem em favor das de 0,25 pp, num ajuste que também leva em conta a menor difusão e perdas nos núcleos na abertura do IPCA, à exceção de serviços subjacentes. Campos Neto afirmou que o BC acredita que o emprego está se recuperando rapidamente, a velocidade da vacinação no Brasil deve crescer e "no segundo semestre do ano estaremos melhores".

O dólar reage em alta ao indicador de inflação via redução das apostas de aperto monetário, que desestimulam o fluxo de investidores estrangeiros para o País. A ideia de criação de imposto para bancar o auxílio apoia desconforto. E o Ibovespa cai 1%, abaixo dos 119 mil pontos, contaminado pelo risco fiscal e também pela cautela com a Petrobrás, em meio a dúvidas sobre a transparência da política de preços da empresa. O movimento acompanha ainda a realização de lucros vista nos índices S&P 500 e Dow Jones, após seis altas consecutivas, e no petróleo. Já o Nasdaq descola desse ajuste com expectativas pelo balanço do Twitter no fim do dia

Menos

Inflação começa a ser uma questão em vários locais, diz presidente do BC

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Exame - SP   10/02/2021

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta terça-feira, 9, que a inflação – sobretudo em alimentos – passou a ser uma preocupação em diversos países. Ele destacou a alta dos preços de commodities nos mercados internacionais. “Temos uma inflação mais alta no Brasil”, admitiu.

Mais uma vez, Campos Neto apontou que os países que gastaram mais durante a pandemia conseguiram reverter com mais sucesso as expectativas de queda no Produto Interno Bruto (PIB) em 2020.

“Esse países tiveram mais sucesso em manter a atividade”, completou, repetindo que o Brasil foi o emergente que tomou o maior volume de medidas durante a crise”, afirmou, em evento virtual promovido pelo Observatory Group.

O presidente do BC ressaltou que os incentivos fiscais adotados pelo governo em 2020 já foram revertidos em sua maioria e lembrou que o espaço fiscal brasileiro para novas medidas é muito reduzido. Para Campos Neto, as condições financeiras na maioria dos países já seriam as mais estimulativas possíveis.

Choque temporário

Campos Neto repetiu que a autoridade monetária acredita que o choque atual de inflação é temporário e reforçou que o controle da inflação segue sendo o principal mandato da autoridade monetária. “A meta do BC é clara. O BC olha para a inflação”, afirmou. “Nós olhamos a inflação, é nosso alvo número um”, completou.

O presidente do BC reforçou que a autoridade monetária avalia as implicações da inflação, citando a alta dos preços das commodities e os efeitos das transferências emergenciais de renda sobre a demanda por alimentos.

Ele apontou que a alta de alimentos ocorre em muitos países, ainda que no Brasil essa elevação seja mais pronunciada. “Nós reconhecemos que esses efeitos foram maiores e duraram mais que o esperado no Brasil, mas mantemos a avaliação de que os choques são temporários. E nós fazemos a política monetária olhando mais para o longo prazo”, acrescentou.

Questionado mais uma vez sobre uma nova rodada de auxílios em negociação entre o governo e o Congresso, Campos Neto repetiu que há pouco espaço para medidas. “Se fizemos um novo pacote fiscal, sem contrapartida, haverá impacto na dívida pública, que já está muito alta”, alertou. Ainda assim, para o presidente do BC, o Brasil ainda não está na direção da chamada “dominância fiscal”.

Menos

Demanda reprimida sinaliza novo ciclo de expansão de commodities

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Exame - SP   10/02/2021

Quando a pandemia de coronavírus acabar, a aposta é de forte expansão do consumo, o que deve aumentar a pressão sobre cadeias de abastecimento já precárias e impulsionar os preços das matérias-primas, de acordo com o Merchant Commodity Fund. Os últimos resultados da balança comercial brasileira já antecipam esse movimento.

“Há uma grande demanda reprimida no bolso do consumidor”, disse Doug King, responsável pelo fundo administrado pela RCMA Capital, que tem ativos de US$ 170 milhões e registrou retorno de 19,4% no ano passado. “Podemos ver um aumento real no mercado em todos os aspectos de viagens e consumo. Gosto bastante do cenário.”

As commodities mostram forte desempenho desde março e subiram para o nível mais alto em mais de seis anos, com ralis em diversos produtos, como minério de ferro, soja, cobre e milho. Goldman Sachs, Bank of America e Ospraie Management estão entre as instituições que endossaram as matérias-primas como apostas de investimento e preveem que as commodities ainda têm espaço para subir.

Dwight Anderson, fundador da Ospraie, disse em janeiro que espera retornos de 100% a 300% para as commodities em geral nos próximos 18 a 36 meses. As moedas também terão um papel fundamental.

Sem projetos de fornecimento de longo prazo em andamento, ao contrário de 2009, com o máximo estímulo fiscal e monetário, o cenário combinado e fatores favoráveis farão deste um dos melhores ciclos de commodities de todos os tempos. Se você tiver um mercado de commodities realmente forte, bull market, verá as moedas dos mercados emergentes se valorizarem e o dólar se desvalorizar.

Dwight Anderson, fundador da Ospraie, à Bloomberg Television

Cadeias de suprimentos muito longas irão impulsionar as matérias-primas, disse King, do Merchant Commodity Fund. Provavelmente estão muito mais longas do que nos últimos 20 anos por causa do congestionamento, burocracia, disputas comerciais e outros obstáculos, disse. São fatores inflacionários porque é preciso ter muito mais estoques, aumentar a demanda, e isso apoiará todos os mercados de commodities no próximo ciclo, que está apenas começando, disse.
Estoque esgotado

Na China, o governo está preocupado com a inflação e quer garantir estoques suficientes para manter os preços sob controle, disse King, que trabalhou na Cargill e tem cerca de três décadas de experiência em commodities. A forma como o país tem atuado nos mercados de soja e milho sinaliza que a China esgotou boa parte de seus estoques estratégicos, afirmou.

A maior economia da Ásia mostra ritmo de compras recorde para alimentar plantéis de suínos que aumentam novamente após a peste suína africana. Essa demanda e clima instável na América do Sul levaram os futuros de commodities agrícolas aos maiores níveis dos últimos anos.

King vê oportunidades em óleos de canola e de girassol, com a demanda por óleos refinados bastante resiliente e devido à queda da área plantada de colza na Europa nos últimos anos.

O fundo tem se concentrado em energia e commodities industriais nos últimos três anos, já que os mercados agrícolas enfrentaram excesso de oferta. “No final de 2020 e agora em 2021 isso mudou, e novamente vemos grandes oportunidades no espaço agrícola”, disse King. “Tivemos entradas positivas de investidores em 2020 e continuamos a ver um interesse crescente.”

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Inflação desacelera, mas trégua não deve durar

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Correio Braziliense - DF   10/02/2021

Depois de assustar os brasileiros em 2020, a inflação desacelerou no início deste ano. Analistas dizem, no entanto, que a trégua não será duradoura. É que os preços dos alimentos e dos combustíveis continuam pressionados e, nos próximos meses, o consumidor ainda deve encarar novos reajustes.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou de 1,35% em dezembro para 0,25% em janeiro. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado e é o menor para um mês desde agosto, quando a inflação engatou um ciclo de alta por conta do aumento do dólar e do efeito do auxílio emergencial no consumo.

O IBGE explicou que o alívio se deve à mudança da tarifa da energia elétrica, que saiu da bandeira vermelha patamar dois, em dezembro, para a bandeira amarela em janeiro, e do barateamento das passagens aéreas. A alimentação no domicílio, que foi a vilã da inflação em 2020, também contribuiu, pois subiu menos em janeiro: 1,06%, ante os 2,12% de dezembro.

A aparente trégua da inflação, no entanto, não foi suficiente para dar uma folga ao bolso dos brasileiros. A alimentação no domicílio ainda acumula alta de 19,17% em 12 meses e os combustíveis continuam subindo: a gasolina aumentou 2,17% e o diesel, 2,6% em janeiro, antes mesmo dos reajustes anunciados nesta semana pela Petrobras. “A desaceleração da inflação foi maquiada pela energia elétrica. Não fosse a mudança na bandeira tarifária, a inflação teria vindo perto dos 0,45%, pois, nas gôndolas, a carestia continua”, analisou o coordenador dos índices de preços da Fundação Getúlio Vargas, André Braz.

Segundo Braz, a tendência é de que a inflação continue pressionada. Além dos reajustes já anunciados da gasolina e do diesel, também estão previstos para este ano aumentos de mensalidades escolares, planos de saúde, energia elétrica e ônibus urbano. Os alimentos também correm o risco de voltar a acelerar, pois o início do ano tem sido de alta de preços no atacado.

Atacado dispara

De acordo com a FGV, o Índice Geral de Preços — Mercado (IGP-M) subiu 1,82% em janeiro e mais 1,98% no primeiro decêndio de fevereiro. O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) aumentou ainda mais: 2,42% em janeiro e 2,54% no primeiro decêndio de fevereiro. “As matérias-primas acumulam alta de 75% em 12 meses, porque o dólar continua caro e os preços internacionais de commodities, como soja, minério de ferro, milho, cobre e petróleo, estão subindo”, explicou Braz, lembrando que parte desse aumento pode ser repassado aos preços de alimentos, bens industriais e combustíveis.

“Os núcleos de inflação devem continuar subindo. Por isso, apesar de o número de janeiro ter sido positivo, o sinal ainda é de alerta”, reforçou o economista do Banco ABC Brasil Daniel Lima.

A inflação acumulada em 12 meses, que estourou a meta de 4% em 2020, por sinal, já acelerou novamente em janeiro, saindo de 4,52% para 4,56%. Economistas calculam que essa taxa pode chegar a 6% ainda neste primeiro semestre. Por isso, a expectativa de inflação de 2020 já subiu para 3,6%, bem próximo da meta deste ano, de 3,75%, segundo o Boletim Focus, elaborado pelo Banco Central (BC).

Por conta disso, analistas dizem que o BC pode começar a elevar a taxa básica de juros (Selic) em março para conter a inflação. A expectativa é de que a Selic saia dos atuais 2% para cerca de 3,5% ou 4% até o fim do ano. “Esse processo de normalização dos juros é necessário, especialmente, se houver a retomada do auxílio emergencial, que, apesar de fundamental do ponto de vista social, pode aumentar o problema do lado fiscal”, explicou o CEO e planejador financeiro da K1 Capital Humano, Vitor Noronha.

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MINERAÇÃO

Minério de ferro salta na China por alívio em preocupações com liquidez

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Money Times - SP   10/02/2021

Os futuros do minério de ferro na China ampliaram ganhos nesta terça-feira à medida que houve um alívio em preocupações sobre um aperto na liquidez do mercado, enquanto perspectivas otimistas de demanda também ajudaram o material utilizado na fabricação do aço.

O contrato mais negociado do minério de ferro na bolsa de Dalian, para entrega em maio, fechou em alta de 4,3%, a 1.061,50 yuanes (164,59 dólares), ao final das negociações diurnas, na quarta sessão consecutiva de ganhos.

Na bolsa de Cingapura, o contrato março do minério de ferro avançava 2,6%, para 158,65 dólares por tonelada, no segundo dia de alta.

“Parece-me que a queda acentuada no preço no final de janeiro foi devido a preocupações com liquidez na China, onde a taxa de recompra interbancária de 7 dias subiu acima de 3% em quatro sessões”, disse Howie Lee, economista do Banco OCBC em Cingapura.

“Já houve um alívio desde então e os preços do minério de ferro, em linha, voltaram a ficar em torno do preço de equilíbrio de 150 dólares/t, sugerindo que a demanda por minério de ferro permanece intacta”, disse ele.

Sinais de melhora em mercados de aço fora da China também ajudaram a impulsionar os preços do minério de ferro, disseram analistas da ANZ em nota, citando lucros e perspectivas de um melhor 2021, com destaque para siderúrgicas chinesas.

Mas as negociações tanto no mercado spot quanto nos futuros foram em baixo volume devido à proximidade do feriado de Ano Novo Chinês a partir de quinta-feira.

O vergalhão de aço na bolsa de Xangai subiu 2,3%.

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Como a pandemia não afetou o mercado de mineração

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Revista Manutenção e Tecnologia - SP   10/02/2021

Uma mineradora tem muitos funcionários que precisam de leis trabalhistas muito bem aplicadas e vigentes.

Com a pandemia da Covid-19, o dólar subiu drasticamente e com ele veio a desvalorização do minério brasileiro, que acabou ficando muito mais barato para a exportação em todo o mundo.

Um fato observado nesse período foi a grande quantidade de trabalhadores diretos e indiretos que ganharam com a nova realidade de mercado, mediante as exportações.

A Clever Global, empresa de serviços tecnológicos, especializada no gerenciamento de fornecedores e terceiros, contribui para a gestão de mais de 1,2 milhões de trabalhadores em todo o mundo, sendo no Brasil, mais de 100 mil trabalhadores.

Para Otávio Pepe, diretor Brasil da Clever Global, existe uma dificuldade dos mineradores de controlar a quantidade de prestadores de serviço subcontratados e terceiros em razão das altas demandas.

“Muitas vezes grandes mineradoras contam com uma equipe interna dedicada à gestão de pessoas e de fornecedores, em razão da baixa rotatividade dos colaborares da empresa, seja terceiros ou efetivos. Fazemos a parte burocrática com o controle previdenciário, fiscal e dos documentos de saúde e segurança do trabalho para que todo o processo flua perfeitamente. Assim as equipes podem focar o seu trabalho na gestão de pessoas, deixando a auditoria dos documentos conosco”, explica Pepe.

Com a plataforma SerCAE da Clever Global, que auxilia na gestão documental, minimizando os riscos associados à subcontratação de serviços, a empresa consegue ajudar de forma efetiva na formação de mão de obra pelas particularidades dos projetos de mineração. Até pelo fato deste setor exigir uma Legislação trabalhista e previdenciária bem restrita, devido ao alto grau de risco das atividades de trabalho, como insalubridade, periculosidade, dentre outros.

De acordo com um estudo do Ministério da Economia, o setor de mineração foi um vencedor na crise da Covid-19. O Ministério da Economia usou como referência os dados faturados pelas empresas nos meses de abril a julho de 2020.

Segundo o estudo, nesse período mais crítico, a mineração teve um faturamento 37,6% maior que o mesmo período do ano anterior e 26,2% a frente do período de janeiro a março.

Pepe comenta que há picos de trabalho na gestão documental, principalmente na mobilização de empresas e prestadores de serviço nos períodos de parada para manutenção que costumam acontecer anual ou bianualmente.

“Como as mineradoras trabalham constantemente, a gente consegue evitar processos trabalhistas ou demandas judiciais de fornecedores com nosso trabalho. Processos esses que costumam gerar valores altos devido ao longo período de vínculo. Cuidamos para a preservação desse trabalhador perante a mineradora que ele atua. É evidente que a pandemia ajudou esses trabalhadores a manterem seus empregos, apesar de todo o cuidado estar ainda mais rígido em razão da nova doença”, conclui.

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Máquinas e Equipamentos

NexPro lança kits de manutenção para máquinas de construção da CNH Industrial

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Revista Manutenção e Tecnologia - SP   10/02/2021

Indicadas para os equipamentos que excederam o prazo de garantia de fábrica, a linha de peças NexPro oferece um robusto portfólio de componentes com qualidade e preços competitivos e, a partir de agora passa a contar também com kits de manutenção para as máquinas Case Construction Equipment e New Holland Construction.

Mais de 40 opções de kits estão disponíveis nas concessionárias das marcas de construção da CNH Industrial. Os conjuntos podem conter filtros de óleo, de ar, de combustível e hidráulicos, de acordo com os períodos de troca indicados no manual dos equipamentos.

“Nosso objetivo é oferecer soluções cada vez mais alinhadas às reais necessidades dos clientes, durante todo o ciclo de vida dos equipamentos. Por isso, os kits de manutenção passam a ser mais uma alternativa para a revisão do equipamento fora do período de garantia, com componentes de qualidade a um custo que chega a ser até 25% mais competitivo se comparado ao mercado”, destaca Relton Cesar, Gerente de Serviços do segmento Construção da CNH Industrial.

Segundo Cesar, os kits NexPro contam com o período de garantia de 12 meses quando instalados em uma oficina da rede de concessionárias e seis meses se comprados no balcão.

A linha de peças NexPro é composta por itens de manutenção e desgaste, projetadas para manter a qualidade e a performance dos equipamentos em todas as operações. Além disso, os componentes são testados e homologados pela montadora.

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AUTOMOTIVO

Volvo prevê forte expansão de 40% nas vendas de caminhões pesados e semipesados na América Latina

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Automotive Business - SP   10/02/2021

O impacto da pandemia de coronavírus na operação de caminhões da Volvo no Brasil e na América Latina poderia ter sido de uma gripe leve, não fosse a paralisação da produção na fábrica de Curitiba (PR) por mais de um mês e a desorganização provocada na cadeia de suprimentos, que restringiu as entregas diante de retomada do mercado muito rápida, alongando a carteira de pedidos por esperas de três a cinco meses, dependendo do modelo do veículo. Com essa extensa fila de clientes, expectativa de crescimento econômico e vacinação no horizonte, a Volvo projeta um ano de forte expansão na região, com alta em torno de 40% na venda de modelos pesados e semipesados, ainda que o cenário seja de algumas incertezas.

Em 2020 as vendas de caminhões da Volvo na América Latina caíram 13% na comparação com 2019. O Brasil, maior mercado da região e segundo maior do grupo sueco no mundo, reduziu bastante a intensidade do tombo com a menor queda regional, de 11%, com quase 15 mil unidades vendidas, enquanto outros países como Peru (-29%), Argentina (-25%)e Chile (-14%) registraram desempenho pior com volumes muito menores, entre 800 e 1 mil veículos em cada mercado no ano.

Com o resultado acima da média dos demais países da região, o Brasil aumentou para 80% sua participação nas vendas da Volvo na América Latina. “O resultado de 2020 é pode ser considerado bom diante da situação que vivemos. O mercado brasileiro [de caminhões] foi o que menos sofreu na região e estamos otimistas, vemos condições que sustentam o crescimento no País, como juros baixos e expansão do agronegócio, construção civil, mineração e obras de infraestrutura. Mas ainda continuamos a enfrentar os efeitos da pandemia, o momento é de volatilidade e exige atenção, com incertezas aliadas a problemas econômicos que já existiam no período pré-pandemia. Além disso, a cadeia de fornecedores também enfrenta perturbações que podem limitar a produção”, pondera Wilson Lirmann, presidente do Grupo Volva América Latina.

“O momento é como estar voando no melhor e mais moderno avião, com a tripulação preparada e muito atenta, mas o céu não é de brigadeiro, esse voo está sujeito a turbulências e desvios de rota”, avalia Wilson Lirmann.

O executivo destaca que apesar do cenário adverso a empresa continuou a entregar resultados positivos, o que confirmou os planos de investimento na região de R$ 1,25 bilhão no período 2020-2023.

BONS RESULTADOS EM 2020

Em 2020 a Volvo perdeu para a Mercedes-Benz a liderança do mercado de caminhões pesados no mercado brasileiro e anotou queda de vendas entre os modelos semipesados – os dois únicos segmentos que atua. Segundo explica Alcides Cavalcanti, diretor executivo da divisão de caminhões da empresa no Brasil, o resultado negativo não foi por falta de clientes, mas de produtos.

“Em oito dos últimos 12 anos a Volvo liderou as vendas de caminhões pesados no Brasil, mas em 2020 não conseguimos atender todos os pedidos. Temos uma carteira robusta a entregar nos próximos meses e deveremos recuperar terreno”, avalia Cavalcanti.

O executivo avalia que dentro das possibilidades a Volvo conseguiu algumas conquistas importantes em 2020, incluindo a inauguração de três novas revendas que fizeram a rede da marca alcançar 100 concessionárias no País.

Com 5.870 emplacamentos o FH 540, maior e mais caro modelo da marca no País, foi novamente o caminhão mais vendido do mercado brasileiro no ano passado entre todas as categorias acima de 3,5 toneladas de PBT; enquanto o “irmão menor” FH 460, com 3.936 unidades emplacadas, foi o terceiro mais vendido e o vice-líder entre os modelos pesados. Com isso, a marca obteve participação de 29% no segmento.

Também ajudou o bom desempenho da linha VM de semipesados e pesados, ao registrar 3.530 emplacamentos e crescimento de 24% sobre 2019, graças ao lançamento de novas versões pesadas de 32 toneladas 8x4, 8x2 e 6x4. “Perdemos participação no segmento de semipesados porque tivemos mais vendas de VM pesados”, explica Cavalcanti.

Outro foco de crescimento em 2020 foi a expansão 34% nas vendas de caminhões vocacionais, com 1.825 veículos vendidos especialmente preparados para aplicações severas como colheita de cana, construção civil e mineração. Esses modelos representaram 12% dos negócios da Volvo no Brasil no ano passado e Cavalcanti avalia que a tendência é de novo avanço em 2021.

Também houve significativo incremento de negócios no setor de pós-vendas. As vendas de peças avançaram 9% no ano, enquanto o mercado caiu 4%. Perto de 80% dos caminhões vendidos já saem atualmente da concessionária amarrados a planos de manutenção, que atingiram a cobertura recorde de 27 mil veículos.

Por fim, a operação de vendas de caminhões seminovos da Volvo disparou em 2020, registrando recorde histórico de 1.592 veículos negociados.

FORD PLANEJA INVESTIR US$ 29 BILHÕES EM ELETRIFICAÇÃO E VEÍCULOS AUTÔNOMOS

Em mensagem ao mercado, a Ford indica que espera reduzir prejuízos e retornar ao lucro nos próximos anos com sua transformação global, dobrando a aposta na eletrificação e desenvolvimento de veículos autônomos, conforme promete Jim Farley, CEO global do grupo.

“A transformação da Ford está acontecendo assim como nossa liderança na revolução de veículos elétricos e desenvolvimento de direção autônoma. Estamos agora alocando US$ 29 bilhões em capital e talentos a estas duas áreas, para oferecer aos clientes altos volumes de picapes, vans e SUVs elétricos e conectados”, disse Jim Farley.

Os investimentos mencionados pelo executivo envolvem US$ 22 bilhões no desenvolvimento e lançamento de veículos conectados e eletrificados até 2025. O valor é o dobro do que estava previsto anteriormente. “Estamos acelerando nossos planos, quebrando barreiras, aumentando a capacidade de baterias, melhorando os custos e colocando mais modelos elétricos no nosso planejamento de produtos”, afirmou Farley.

O foco será em SUVs, picapes e vans movidos a bateria. O primeiro da lista de lançamentos será o SUV elétrico Mustang Mach-E, que chega ainda este semestre. Ele será seguido até o fim de 2021 pela van elétrica E-Transit e pela versão BEV (Battery Electric Vehicle) da picape F-150, que chega no meio de 2022. Também está prevista a eletrificação de modelos Lincoln, marca de luxo da Ford.

Conforme cresce a importância de veículos elétricos no portfólio, a Ford está aumentando a capacidade de produção dedicada aos BEVs em suas plantas. Até o momento, a empresa já está produzindo ou irá produzir modelos elétricos nos Estados Unidos, em Michigan a picape F-150 e no Missouri a van E-Transit, duas fábricas no Canadá (SUVs), além de México e China onde será fabricado o Mach-E.

A fabricante prevê aumentar significativamente a oferta de carros conectados com novas funcionalidades. Nesse sentido, o contrato assinado recentemente de parceria de seis anos com a Google deverá desenvolver novas experiências em produtos e serviços, além de abrir oportunidades de negócios baseados em dados.

Para o desenvolvimento de sistemas de direção autônoma dentro das iniciativas da Ford Mobility, a empresa vai direcionar US$ 5 bilhões adicionais entre 2021 e 2025, que se somam aos US$ 2 bilhões já investidos nos últimos cinco anos.

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Volvo desenvolve estudos para produção de caminhões elétricos no Brasil

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O Estado de S.Paulo - SP   10/02/2021

O centro de desenvolvimento da Volvo em Curitiba (PR) desenvolve estudos para preparar a fábrica para a produção de caminhões e ônibus elétricos e ampliação de projetos de versões autônomas. As pesquisas envolvem cadeia de fornecedores para peças que serão fabricadas localmente, aplicações alternativas e reciclagem das baterias após o uso nos veículos e também a preparação da linha de montagem do futuro que terá de ser flexível pois, inicialmente, a produção de veículos a diesel terá de conviver com a tecnologia elétrica.

“Estamos estudando todos esses aspectos, que começam com a competência, análise das alternativas, desenvolver os parceiros locais e fazer investimentos”, afirma Wilson Lirmann, presidente da Volvo América Latina. Ele não informa datas, mas diz que “há cenários e planos e, em algum momento, nós teremos caminhões elétricos produzidos no Brasil”.

O grupo já tem sete caminhões autônomos desenvolvidos no País e lançados em 2017 que estão operando no cultivo da cana de açúcar. No futuro essa tecnologia será ampliada para áreas de mineração. Lá fora há modelos operando nesse segmento, assim como em atividades específicas, como transporte de contêineres dentro de portos. “Globalmente a Volvo também trabalha no desenvolvimento de veículos a célula de combustível a hidrogênio."

Lirmann afirma que a marca também tem disponíveis modelos a gás, mas aguarda definições sobre infraestrutura de abastecimento e maior escala para avaliar a introdução do Brasil. “Hoje nossos caminhões a diesel já são bastante econômicos em parte por causa dos sistemas de conectividade que ajudam o motorista, por exemplo, a dirigir de acordo com o terreno em que está rodando”, diz o executivo. Na América Latina, segundo ele, já há mais de 80 mil veículos da marca conectados.

Os estudos para a mudança tecnológica de caminhões e ônibus estão incluídos no investimento de R$ 1 bilhão que o grupo anunciou no Brasil para o período de 2020 a 2023 e que inclui, também gastos com novos produtos, serviços e pesquisa e desenvolvimento.

No Brasil, a Volkswagen Caminhões e Ônibus inicia em abril a produção em série de caminhões elétricos e a Fábrica Nacional de Mobilidade (FNM) já está produzindo modelos de pequeno porte em Caxias do Sul (RS). Ambas já receberam encomendas da Ambev.
Contratações

A falta de componentes para a produção de caminhões e ônibus, a exemplo do que ocorre também com os automóveis, tem levado a Volvo a trazer peças do exterior por avião, o que encareceu os preços dos produtos e parte teve de ser repassada aos clientes. O problema deve persistir nos próximos meses mas, ainda assim, a fabricante iniciou o ano com contratações para ampliar a produção na fábrica de Curitiba, especialmente de caminhões.

Com as novas vagas, por enquanto temporárias, o grupo emprega hoje 3,8 mil funcionários, 100 a mais do que no período pré-pandemia, informa Lirmann. Segundo ele, os contratos têm prazos de seis meses a um ano e possibilidade de prorrogação. Para ele, contudo, há grandes chances de contratação por prazo indeterminado.

A companhia prevê para este ano crescimento de 40% no mercado total de caminhões de maior porte (acima de 16 toneladas de capacidade de carga), o que compensará a queda de 23% registrada no ano passado e ainda resultará em crescimento real. “Há vários segmentos da economia que operam em alta velocidade, como o agrícola, de mineração e de e-commerce e nós estamos ligados a eles”, diz Lirmann.

Ele ressalta que a falta de componentes, entre os quais semicondutores, é global e não afeta apenas o setor automotivo. Com o arrefecimento da pandemia de covid-19 no ano passado, houve suspensão de encomendas e as empresas fizeram projetos de quedas significativas nas vendas do ano. No segundo semestre, contudo, houve uma retomada acima do esperado e as fabricantes de insumos e peças ainda não conseguiram retomar a produção em ritmo capaz de atender toda a demanda.

Segundo ele, há paradas pontuais na fábrica mas a empresa tem adotado medidas como ampliar o número de fornecedores - foi o caso de pneus - e de trazer peças de fora por avião, o que é mais rápido e também mais caro do que por navios. “Isso tem impacto nos custos e, em alguma medida, estamos reposicionando os preços dos produtos”, afirma o executivo.
Mercado em crescimento

No meio da pandemia no ano passado, a Volvo abriu um programa de demissões voluntárias (PDV). Foi um ajuste estrutural, informa Liermann, levando em conta a paralisação das fábricas e o cancelamento de pedidos. Após o retorno das operações houve recuperação de volumes e a marca vendeu 14,9 mil caminhões no mercado brasileiro e exportou 2,8 mil para países da região, totalizando 17,8 mil unidades, 13% abaixo de 2019.

No segmento de ônibus, que segue em dificuldades, foram vendidas 444 mil chassis no Brasil e 958 na região e na África, somando 1,4 mil unidades, queda de 24% em relação ao período anterior.

O mercado total de caminhões, incluindo os de pequeno e médio porte, teve vendas de 90 mil unidades em 2020 e, para este ano, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) projeta alta de 13%. O segmento de pesados em que a Volvo atua vendeu 67 mil unidades e deve chegar a quase 94 mil, segundo previsão da empresa. Pelas contas da Anfavea o segmento de ônibus também deve crescer 13% este ano, para 16 mil unidades.

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Ford faz acordo com Procon-SP e promete manter assistência no Brasil

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Infomoney - SP   10/02/2021

A Fundação Procon de São Paulo e Ford Motor Company Brasil fecharam um acordo em que a empresa se compromete a manter assistência ao consumidor no país, com operações de vendas, serviços, assistência técnica, peças de reposição e garantia para seus clientes.

O acordo, divulgado hoje (9), tem abrangência nacional e vigência durante toda a vida útil dos veículos vendidos pela marca. “O acordo garante a tranquilidade de quem já possui um veículo da montadora ou que venha a adquirir um. Vale destacar que o acordo é válido para todo o Brasil”, destacou o diretor executivo do Procon-SP, Fernando Capez.

A montadora Ford anunciou em janeiro o encerramento de suas atividades produtivas no Brasil e o fechamento das suas duas fábricas: em Camaçari (BA) e Taubaté (SP). A empresa manterá em funcionamento apenas o Centro de Desenvolvimento, na Bahia; o Campo de Provas, em Tatuí (SP); e sua sede regional, em São Paulo.

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Scania projeta alta nas vendas de todos os seus mercados de atuação em 2021

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Revista Manutenção e Tecnologia - SP   10/02/2021

Após o desafiador ano de 2020, a Scania aposta que em 2021 haverá crescimento nas vendas em todos os seus mercados de atuação: caminhões, veículos a gás, ônibus, serviços e motores industriais, marítimos e para geração de energia.

Neste ano, a continuidade da retomada da economia nacional será puxada pelo agronegócio e pela recuperação produtiva da indústria.

Para que os clientes acompanhem o aquecimento geral do mercado, que se acentuou a partir de agosto, haverá total apoio pela rede de concessionárias e das soluções financeiras do Scania Banco e do Consórcio. A Scania ainda anuncia que a Nova Geração de caminhões passará a entregar 20% de economia sobre a gama anterior com o lançamento do acelerador inteligente.

Em 2021, também se inicia o já anunciado novo ciclo de investimentos no Brasil de R$ 1,4 bilhão até 2024.

“O ano de 2020 trouxe ensinamentos para o resto da vida. Aprendemos como nunca em vários sentidos, e o mercado precisou passar por mudanças que chegariam nos próximos anos, como as vendas virtuais. Houve também uma retomada verde que acelerou a busca por alternativas sustentáveis, e nossa solução a gás chegou a 70 unidades vendidas. Por outro lado, o relacionamento com os clientes atingiu um nível altíssimo de parceria”, afirma Roberto Barral, vice-presidente das Operações Comerciais da Scania no Brasil.

“Em 2021, ainda temos incertezas que não deixam algumas projeções avançarem, mas estamos otimistas.”

De acordo com projeção da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), em 2021 o mercado de caminhões deverá crescer 15% na comparação com 2020.

“O agro será o maior comprador novamente, seguido da indústria, que vem retormando sua capacidade produtiva. O cliente busca cada vez mais rentabilidade e encontra na Nova Geração a maior economia de combustível. E o que já era bom ficará ainda melhor com o novo patamar de 20% de redução de consumo com o lançamento do acelerador inteligente”, diz Silvio Munhoz, diretor de Vendas de Soluções da Scania no Brasil.

Nos ônibus, que registrou o mais forte impacto negativo pela pandemia, para este ano há também otimismo, especialmente no segmento rodoviário.

“Segundo a Anfavea, a previsão é de 13% de alta do mercado, ainda que as incertezas do plano nacional de vacinação contra a Covid-19 impedem uma visão mais ampla do potencial de vendas. As soluções financeiras da Scania, Banco e Consórcio, continuarão dando todo o apoio de crédito ao cliente”, conta Fábio D´Angelo, gerente de Vendas de Soluções para Mobilidade da Scania no Brasil.

Em Serviços, o diretor Marcelo Montanha, acredita num acréscimo de 38% nas vendas dos programas de manutenção Scania e de 26% no portfólio (carteira de planos ativos).

“O ano de 2020 foi o melhor da história de Serviços em muitos indicadores, mas acredito que nossa maior realização foi a resiliência com que nossa rede de concessionárias e nossas equipes de oficina enfrentaram as situações adversas que se apresentaram. Também destaco a maior proximidade com nossos clientes para apoiá-los e propiciar a máxima rentabilidade em seu negócio por meio de nossas soluções completas”, conta Montanha.

“Em 2021, estamos ainda mais confiantes em quebrar novos recordes. Nossas soluções oferecem todo o suporte que o cliente precisa. Além disso, na conectividade cresceremos sem parar e estamos comemorando a marca de 40 mil veículos ativos.”

Já na área de motores industriais, marítimos e para geração de energia a projeção é de crescer acima da economia.

No ano passado, mesmo durante a fase mais crítica da pandemia, a Scania manteve a produção de motores, fornecimento de peças e serviços destinados aos setores básicos da população, como hospitais, hospitais de campanha, supermercados e geração de energia para cidades inteiras.

A fabricante integrou ainda mais sua rede o que permite enfrentar os desafios mais fortemente.

“Em 2021, o mercado será alavancado pelos setores da indústria civil, infraestrutura (água), agricultura, geração de energia e de transporte marítimo de carga e passageiro, que foi fortemente impactado em 2020. E, por sermos a primeira marca a oferecer motores nacionais movidos a biogás e biometano, vamos continuar a missão de guiar os clientes nesta transição sustentável e dobrar a participação desta solução neste ano”, explica Celso Mendonça, gerente de Vendas de Soluções de Potência da Scania no Brasil.

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CONSTRUÇÃO CIVIL

Construção civil tem maior taxa de inflação em 8 anos, diz IBGE

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Agência Brasil - DF   10/02/2021

O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou inflação de 1,99% em janeiro deste ano. Essa é a maior taxa mensal do indicador desde o início da série histórica, em 2013. Em dezembro de 2020, a taxa havia ficado em 1,94%.

Com o resultado, o indicador acumula taxa de 12,01% em 12 meses. O custo nacional da construção, por metro quadrado, ficou em janeiro em R$ 1.301,84.

O metro quadrado dos materiais de construção teve alta de 2,96% em janeiro e passou a custar R$ 731,37.

A mão de obra subiu 0,78% e passou a custar R$ 570,47 por metro quadrado.

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Por uma economia circular na indústria da construção civil

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Exame - SP   10/02/2021

Ao contrário do que poderia se esperar, houve um crescimento no mercado da indústria da construção de 8,30% durante a pandemia, segundo o Índice Nacional da Construção Civil (SINAPI), encabeçado pelo mercado ‘formiga’ para obras de adequação e pelo novo papel das moradias durante este período.

O setor da construção civil representa 7% do PIB brasileiro e, além de ser um termômetro do crescimento econômico e geração de emprego, também é responsável pelo uso de recursos finitos, emissão de gases de efeito estufa e impacto no consumo de energia e de recursos hídricos. Em termos de resíduos da operação e das embalagens, estima-se que o segmento seja responsável por 54% dos resíduos globais.

A boa notícia é que há um movimento em busca de repensar a circularidade dessa indústria liderado por três grandes vertentes. A primeira abrange a onda do ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança), que são critérios cada vez mais requeridos pelos bancos e investidores para checar o compliance das empresas, sua reputação na gestão do E-S-G e, com isso, mitigar potenciais riscos de crédito e de imagem. Um exemplo nesta lógica é proveniente do BNDES, que está em processo de estruturação de linha de crédito para empresas da indústria da construção que comprovem boa gestão de ESG.

A segunda vertente é relacionada à economia circular sob o prisma da inovação, por meio da identificação e incubação de negócios que apoiem gaps dentro da cadeia. Neste sentido, um exemplo vem da Vedacit. Desde 2018, a empresa já investiu R$ 4 milhões e acelerou 10 negócios, entre eles a startup NETResíduos, cuja solução contribui para a gestão de resíduos em canteiros de obras, e a Construcode, para digitalizar plantas de projetos e eliminar a necessidade de impressão destes documentos.

Em se tratando de uma economia circular na indústria da construção, é impossível não mencionar a urgência em se repensar a matriz da embalagem plástica, dado até mesmo o apagão de matérias-primas para produtos e embalagens durante a pandemia, bem como a necessidade de gerar menos problemas para a gestão de resíduos das construtoras. Outro ponto interessante são as cadeias complementares dentro do segmento da construção. Como exemplo, destacamos o Prolata, Programa de Logística Reversa para Latas de Aço, realizado pela Abeaço e Abrafati, em parceria com as empresas do segmento de tintas no país. O aço produzido por essa iniciativa posteriormente é adquirido pela Gerdau.

Por fim, a terceira vertente relaciona-se com um usuário final consciente dos produtos e seus usos, de modo a minimizar o impacto ambiental e possíveis danos para a saúde.

Acreditamos que há muitas oportunidades para a construção civil surfar a onda ESG e tornar-se um caso bem-sucedido e referência global. O caminho para isso passa por colocar a sustentabilidade como lente para alavancar inovação, seja no sistema construtivo ou na cadeia de fornecimento, e, com isso, ampliar a possibilidade de perenidade dos negócios. Basta abrir os olhos para esta agenda discutida em todo o mundo.

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Rodoviário

Discricionariedade e vinculação quanto ao prazo das concessões rodoviárias

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Consultor Jurídico - SP   10/02/2021

No dia 21 de janeiro, o Ministério da Infraestrutura editou a Portaria nº 3, estabelecendo diretrizes para a extensão de prazo das concessões da primeira etapa do Programa de Concessões de Rodovias Federais. Tratam-se de concessões antigas, do início dos anos 90, em vias de extinção pelo decurso de prazo. Há preocupação quanto à passagem da atividade das atuais concessionárias às vencedoras das licitações futuras. Espera-se que a transição ocorra sem prejuízo a usuários e a munícipes afetados pelas vias.

A portaria lista quatro "considerando" na fundamentaçã, e, em seus artigos de conteúdo, informa que o Ministério da Infraestrutura indicará, por escolha discricionária, quais contratos poderão ter seu prazo de extensão prorrogado até a conclusão dos certames licitatórios.

Pois bem. Interessa-nos analisar a discricionariedade na escolha das extensões de prazo das atuais concessões. A proposta é compreender o regulamento pelo que ele é — um ato administrativo normativo — e, portanto, um ato administrativo — que se vincula às razões que enuncia. Explico.

O professor Gaston Jèze, a partir da terceira edição de seu livro "Princípios Gerais de Direito Administrativo", analisou a jurisprudência do Conselho de Estado francês e sintetizou, em 11 afirmações, o entendimento daquela corte sobre o controle do motivo do ato administrativo. A terceira era a seguinte: "Quando um agente público expressa, no próprio ato, os motivos que o fizeram agir, estes motivos, na forma como estão expressos no ato, consideram-se, em princípio, determinantes" [1]. A recepção dessa afirmação, pela literatura brasileira de Direito Administrativo, gerou o que passou a ser conhecido, entre nós, como teoria dos motivos determinantes. Por ela, o ato fica vinculado à existência dos motivos declarados. A teoria é de ampla aceitação doutrinária e jurisprudencial.

Ora: considerandos de regulamentos não são, por vezes, tidos como motivos determinantes. São percebidos como elementos linguísticos que servem para indicar o contexto; seu valor passa a ser, no máximo, exegético.

Mas não há razão para isso. Considerandos são razões para o ato, não importando se este é individual, coletivo — ou normativo. Além disso, se o Direito não tolera palavras inúteis, por que haveria de admitir trechos inteiros sem qualquer propósito? Vale lembrar que o Direito contemporâneo inclina-se por reconhecer necessidade de fundamentação das próprias leis [2]. Ou a fundamentação vale — e aí vale para tudo —, ou é retórica vazia, as tais "palavras, palavras, palavras" da resposta de Hamlet a Polônio.

Mas retomemos, conclusivamente, o ponto. O regulamento do ministério, a partir da literalidade de seus considerandos, estabelece premissas para a extensão do prazo das concessões findantes: 1) a necessidade de evitar a descontinuidade do serviço; 2) a evitação de oscilações abruptas no valor da tarifa; 3) a evitação da criação de passivos contra a União. Preenchidos tais requisitos, o Ministério deve conceder a extensão de prazo.

Num contexto de restrição orçamentária, qualificada por uma inédita pandemia, não parece, afinal, jurídico que a União assuma diretamente a execução de serviços sem, antes, planejar bem as transições. Pode-se estar abrindo caminho à interrupção dos serviços, às oscilações de tarifa, à geração de passivos administrativos e judiciais — os quais serão arcados ou pela nova concessionária (logo: pelo usuário) ou pela União (logo: pelo povo). Aliás, o risco de tais consequências deve ser indicado na motivação da escolha por estender ou não a concessão, em atenção ao artigo 20 da LINDB.

Enfim: prestigiar a Administração Pública é ser deferente não apenas com seus atos lícitos, mas, também e especialmente, com suas razões.

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