ESQUECEU A SENHA?

Seja bem-vindo ao INDA!

Olá, seja bem-vindo
ao INDA!

06 de Abril de 2021

SIDERURGIA

Kepler Weber economiza R$ 2 milhões com redução de desperdício de aço

Ler Notícia

IstoÉ Dinheiro - SP   06/04/2021

A Kepler Weber obteve economia de aproximadamente R$ 2 milhões em 2020 após reduzir em 8,6% o desperdício de aço. A empresa mobilizou vários setores de suas duas plantas, em Campo Grande (MS) e Panambi (RS), em um comitê, e estimulou colaboradores a identificar pontos de desperdício do aço e sugerir mudanças, segundo nota da companhia.

“A partir da sinalização dos colaboradores, percebemos que era possível melhor aproveitar cada chapa de aço se mudássemos o desenho dos cortes de um dos itens usados na construção de silos, por exemplo. Isso permitiu ampliar a produção de peças, de 6 para 29, com uma única chapa”, disse o gerente Industrial e de Inovação da Kepler Weber, Fabiano Schneider, no comunicado. “O aço é a nossa principal matéria-prima, responsável por cerca de 50% do custo final do nosso produto.”

Com o programa, o desperdício de aço caiu de 14% em 2019 para 12,7% no ano passado.

O volume utilizado na indústria em 2019 e 2020 se manteve estável em 5,2 mil toneladas, enquanto a produtividade aumentou 12%, de acordo com a empresa.

Outro efeito da iniciativa é que mais de 500 toneladas de aço deixaram de ser descartadas no ano passado nas duas unidades da Kepler.

Schneider lembra que a empresa já fazia o descarte correto do material, por meio da reciclagem. Além disso, a economia financeira gerada pelo melhor uso da matéria-prima retorna como benefício aos colaboradores por meio do Programa de Participação nos Lucros.

Menos

Centro de Memória da Usiminas será instalado no prédio do Grande Hotel

Ler Notícia

Diário do Aço - MG   06/04/2021

A Usiminas anunciou nesta segunda-feira (05/04), que o prédio do Grande Hotel de Ipatinga irá abrigar o Centro de Memória Usiminas. A proposta de uso do espaço foi apresentada ao Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural de Ipatinga. Além de dar vida a um patrimônio arquitetônico da cidade, a expectativa é que o novo equipamento cultural reforce um conjunto de bens que foram recentemente restaurados pela Usiminas e entregues à população como a Academia Olguin, a Estação Pedra Mole e a Fazendinha.

O Centro de Memória, previsto para ser inaugurado ainda em 2021, irá abrigar, em caráter permanente, obras e objetos que contam a história da indústria do aço e da própria companhia, além de um acervo assinado por alguns dos principais nomes da arte brasileira, reunido pela empresa ao longo de quase seis décadas de operação. Sob coordenação do Instituto Usiminas, a linha curatorial do Centro já está em fase de elaboração por profissionais especializados. A iniciativa prevê, também, a instalação de um Comitê Consultivo com representantes de diversos setores da comunidade, para acompanhar e apoiar a execução do projeto, que terá como prioridade contribuir com a memória do Vale do Aço, do Estado de Minas Gerais e do país.

“Nossa proposta é dar uma nova vida ao Grande Hotel, que já é um patrimônio e referência de Ipatinga. Ao utilizar o espaço, hoje fechado para a visitação, queremos proporcionar às pessoas uma viagem ao passado, a vivência de momentos importantes para a formação da cidade como ela é hoje e um regaste da identidade da região. Hoje, ainda temos uma cidade jovem e convivemos com os pioneiros de sua construção. Mas é importante que tenhamos esse registro sempre em andamento para que esse legado se mantenha para as próximas gerações. É mais um presente que oferecemos à comunidade, mais uma forma de ampliarmos e incentivarmos o acesso à cultura”, afirma o presidente da Usiminas, Sergio Leite.

Grande Hotel

Localizado no bairro Castelo, o Grande Hotel Ipatinga foi construído pela Usiminas ainda durante a implantação da usina como importante espaço para hospedar empreendedores siderúrgicos, autoridades nacionais e internacionais, assim como para a realização de eventos. O projeto é do arquiteto Rafael Hardy e a inauguração ocorreu em 1961. O hotel funcionou até os anos de 1990 e foi tombado como patrimônio cultural municipal em 2000, sendo conservado pela Usiminas.

Instituto Usiminas

Responsável pela implantação do Centro de Memória Usiminas, o Instituto Usiminas foi criado em 1993 para atuar em iniciativas nas áreas cultural, esportiva e social. É responsável pela gestão de outros importantes equipamentos culturais em Ipatinga, como o Centro Cultural Usiminas, que conta com o teatro, a Galeria Hideo Kobayashi e a Biblioteca Central de Ideias, além do Teatro Zélia Olguin, outro patrimônio tombado do município. Desde sua criação, é responsável pela gestão dos patrocínios aos projetos apoiados pela Usiminas, por meio das leis de incentivo. Já foram mais de 2.500 projetos patrocinados nas áreas de cultura, esporte e social, num total de mais de R$ 350 milhões aplicados no período.

Menos

UE avalia iniciar taxa de carbono com aço e cimento

Ler Notícia

Valor - SP   06/04/2021

Menos

 

ECONOMIA

Mercados emergentes podem sofrer com novas surpresas do Fed, alerta FMI

Ler Notícia

Exame - SP   06/04/2021

O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou que um possível aperto repentino da política monetária do Federal Reserve (Fed, banco central americano) poderia estimular o aumento dos juros e saídas de capital de mercados emergentes, o que destaca a necessidade de uma comunicação clara dos bancos centrais.

Quer saber como investir nas ações mais promissoras da bolsa? Conheça os relatórios da EXAME Invest Pro

A alta das taxas de juro de mercado nos Estados Unidos até agora foi impulsionada por notícias positivas sobre as perspectivas econômicas e vacinas contra a covid-19, o que tende a aumentar as entradas de recursos e reduzir os spreads da dívida denominada em dólar para a maioria dos mercados emergentes, disse o FMI na segunda-feira, 5, em um capítulo analítico de seu World Economic Outlook.

O Fed disse que planeja manter as taxas de juro próximas de zero até que a economia americana alcance o pleno emprego e a inflação esteja na trajetória para ficar acima de 2% por algum tempo. Mas, se os bancos centrais de economias avançadas sinalizarem de repente uma preocupação maior com os riscos de inflação, o mercado global poderia registrar um aperto surpreendente das condições financeiras, semelhante à turbulência ocorrida em 2013, escreveram Philipp Engler, Roberto Piazza e Galen Sher, economistas do FMI.

“Surpresas na política monetária”, conforme medido pelo aumento das taxas de juro em dias de decisão regularmente programados do Fed, revelaram que, para cada alta de 1 ponto percentual nos juros dos Estados Unidos, as taxas de longo prazo sobem um terço de 1 ponto percentual no mercado emergente médio, disseram os autores em post de um blog que acompanha o relatório. O aumento é de dois terços de 1 ponto percentual nos mercados emergentes com notas de crédito de grau especulativo mais baixas, disse o FMI.

Para evitar a deterioração da confiança dos investidores em mercados emergentes, bancos centrais de economias avançadas podem fornecer comunicações claras e transparentes sobre a política monetária futura em diferentes cenários, disse o FMI. O Fundo citou a orientação do Fed sobre as pré-condições para um aumento dos juros como exemplo. O FMI disse que orientações adicionais do Fed sobre possíveis cenários futuros seriam úteis.

O FMI — que divulgará na terça-feira as principais previsões do World Economic Outlook — alertou na semana passada que a economia global corre o risco de ser abalada ainda mais pela pandemia e pediu aos formuladores de políticas que limitem o impacto. O Fundo e o Banco Mundial iniciam nesta segunda-feira as reuniões virtuais de primavera.

Menos

Mercado diminui projeção para crescimento da economia em 2021

Ler Notícia

Agência Brasil - DF   06/04/2021

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano caiu de 3,18% para 3,17%. Esta é a quinta semana seguida de redução da projeção do Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A estimativa está no boletim Focus de hoje (5), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para o próximo ano, a expectativa para PIB é de crescimento de 2,33%. Em 2023 e 2024, o mercado continua projetando expansão da economia em 2,50%.

No caso da taxa básica de juros, a Selic, as instituições financeiras consultadas pelo BC mantiveram a projeção para este ano, de 5% ao ano. Atualmente, a Selic está estabelecida em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o fim de 2022, a estimativa do mercado é que a taxa básica suba para 6% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6,50% ao ano e 6,25% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.
Inflação

A Selic é o principal instrumento utilizado pelo BC para alcançar a meta de inflação. Para 2021, a expectativa do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) é de 4,81%, o mesmo da semana passada.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,52%. Tanto para 2023 como para 2024 as previsões são de 3,25%.

A estimativa para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

No caso do dólar, a expectativa do mercado é que cotação ao fim deste ano seja de R$ 5,35. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,25.

Menos

IPC-S registra inflação de 1% em março, diz FGV

Ler Notícia

Agência Brasil - DF   06/04/2021

O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) registrou inflação de 1% em março deste ano, acima do 0,54% de fevereiro. Com o resultado, divulgado hoje (5) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IPC-S acumula taxa de 6,11% em 12 meses.

A principal contribuição para a inflação de março veio dos transportes, que teve taxa de 3,89% no mês. Entre os destaques do grupo de despesas está o preço da gasolina, que subiu 11,05%.

Em seguida, aparece o grupo de despesa habitação, que teve inflação de 0,75%, devido principalmente à alta de preços da tarifa de eletricidade residencial (1,02%).

Outros grupos de despesas com alta de preços foram despesas diversas (0,22%), saúde e cuidados pessoais (0,57%), vestuário (0,11%), alimentação (0,03%) e comunicação (0,01%).

O grupo educação, leitura e recreação foi o único a registrar deflação (queda de preços): -0,37%. O IPC-S é calculado com base em preços coletados em sete capitais: São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Salvador.

Menos

O risco de o IPCA estourar o teto este ano

Ler Notícia

O Estado de S.Paulo - SP   06/04/2021

Para alguns profissionais de mercado, que começaram como um grupo pequeno, mas que vem crescendo, o Banco Central tem uma chance alta de perder a meta de inflação este ano – isto é, não só o IPCA não ficará em torno de 3,75%, como terminará 2021 acima de 5,25%, o limite de tolerância superior.

A ideia é que o IPCA possa ficar entre 5,5% e 6% em 2021. Para quem crê nisso, é questão de tempo para que as expectativas de inflação de 2022 – que ainda estão praticamente ancoradas na meta de 3,5% do ano que vem – comecem a se descolar.

Já há quem espere IPCA de 4% em 2022, ou até mais.

Quem aposta nesse cenário não está enxergando nada que não esteja à vista para todos. É mais uma questão do peso que se dá aos diferentes fatores.

A alta das commodities não dá tréguas. O IGP-M já está em 31% nos 12 meses até março, e o IPA, o componente de atacado do IGP-M, acumula 42,6% no mesmo período.

A alta do núcleo industrial dentro do IPA está se transmitindo ao IPCA e existe a percepção de que esse processo ainda tem chão pela frente.

Há também a alta nos alimentos e a visão de que as expectativas não têm como ficar ancoradas com tanta pressão nos preços. A inércia, que ajudou o BC quando a inflação estava bem baixa no ano passado, agora se tornou uma adversária do Copom.

O problema maior, já muito repetido, é que a alta internacional das commodities não está sendo acompanhada pela valorização do real, o que costumava ocorrer porque a alta das matérias-primas é benfazeja para um país especializado em exportar esses produtos, como o Brasil.

Na visão praticamente unânime do mercado, além de um componente internacional na desvalorização do real (o reflexo da alta global do dólar), o Brasil sofre com uma depreciação extra por causa da fragilidade fiscal do País.

A votação ultra acidentada de uma PEC de Emergência Fiscal diluída e o orçamento superirresponsável aprovado pelo Congresso ampliaram a incerteza fiscal. Como consequência, as perspectivas são de câmbio mantendo-se desvalorizado, ou até depreciando ainda mais.

Em outras palavras, se essa projeção estiver correta, a inflação de produtos comercializáveis internacionalmente vai prosseguir turbinada pela combinação entre alta de commodities e câmbio desvalorizado por um bom período à frente.

Os serviços, por outro lado, são o fator que ajuda e, em teoria, pode continuar a ajudar a política monetária. A economia, combalida há anos, trabalha com capacidade ociosa e a pandemia afeta em particular os serviços, via isolamento social.

Esse segundo aspecto, entretanto, deve mudar a partir do segundo semestre (ou final do primeiro) quando, espera-se, a vacinação estará mais adiantada, a pandemia vai retroceder e a economia vai se reabrir de forma mais ampla.

Nessa hora, os serviços, cuja inflação ainda está correndo abaixo da meta, poderão reagir, levando a alguma alta de preços.

Aqui entra uma divisão dos analistas sobre a evolução do mercado de trabalho, que é um fator importante para o consumo de serviços, um segmento particularmente sensível à demanda interna (sem renda as pessoas cortam o consumo).

O mercado de trabalho no Brasil tem dois termômetros, a PNAD Contínua e o Caged (registro de emprego formal), que estão apontando temperaturas diferentes. A PNADC mostra um mercado de trabalho em estado bem pior que o Caged, mesmo quando se fica apenas no emprego formal.

Ambas as séries têm problemas. A PNADC por ser feita telefonicamente durante a pandemia, e o Caged porque houve uma mudança de metodologia que pode ter melhorado os números, tornando-os incomparáveis com a série antes da alteração.

Quem no momento confia mais na PNADC vê um mercado de trabalho pior, quem olha para o Caged, melhor. Um argumento de quem enxerga o emprego não tão ruim, e, portanto, um hiato do produto menor, é que os dados do Caged parecem mais congruentes com os do seguro-desemprego.

Tomando-se o Caged como referência, a perspectiva de reabertura mais ampla dos serviços no segundo semestre poderia aumentar a inflação dos serviços, que têm sido o freio inflacionário no Brasil.

Evidentemente, quem tem essa visão de meta descumprida em 2021 e até com algum risco em 2022 (em relação ao limite de tolerância de 4,75% – 3,5% da meta do ano que vem mais 1,5 ponto porcentual, pp), considera que o BC tem que correr com o ciclo de alta da Selic.

Alguns eram favoráveis a dar 1pp de alta na reunião de março – o BC elevou a taxa básica em 0,75pp, para 2,75% – e ainda pensam que esse ritmo mais rápido possa ser adotado em maio. Nessa abordagem, a Selic em setembro já poderia estar em 6,5%, nível em que provavelmente permaneceria por um bom período.

Menos

A confiança dos empresários tem queda acentuada

Ler Notícia

O Estado de S.Paulo - SP   06/04/2021

A acentuada queda do Índice de Confiança Empresarial (ICE) medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) em março indica que o crescente pessimismo observado há vários meses se intensificou com rapidez. Depois de ter alcançado 97,5 pontos em setembro, o índice mais alto desde o último trimestre de 2019 e indicação de forte recuperação após a chegada da pandemia (em abril do ano passado, despencara para 55,9 pontos), o ICE vinha caindo. Mas a queda de 5,6 pontos entre fevereiro e março (o ICE passou de 91,1 para 85,5 pontos) é muito mais ampla do que as registradas nos meses imediatamente anteriores.

“Com a piora do quadro de pandemia no País, a confiança empresarial sofreu um forte recuo em março”, diz o economista Aloisio Campelo Jr., superintendente de Estatísticas do Ibre/FGV.

A piora não parece passageira. Caem tanto o Índice de Situação Atual, que mede a percepção do quadro do momento, como o Índice de Expectativas, que reflete as expectativas em relação aos próximos meses. Quanto a este último, diz Campelo, o aumento do pessimismo foi expressivo, afetando as perspectivas de vendas e de contratações.

O ICE reúne os resultados das sondagens da indústria, dos serviços, do comércio e da construção. O aumento do pessimismo está disseminado por todos os segmentos.

“A confiança do comércio despencou, ficando abaixo da confiança dos serviços, que já estava muito baixa em fevereiro”, observa Campelo. “A distância entre a confiança da indústria, em queda mais elevada, e a dos demais setores atingiu um recorde histórico em março.”

Indicadores da atividade econômica divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e por diferentes associações empresariais e instituições acadêmicas já vêm, há algum tempo, mostrando uma desaceleração da recuperação da atividade econômica iniciada em abril ou maio do ano passado.

O quadro conjuntural também marcado por sinais pouco otimistas turva todo o cenário. Entre esses sinais estão a aceleração da inflação; a persistência de altas taxas de desocupação e até mesmo seu aumento, como mostrou a Pnad Contínua; as dificuldades crescentes de uma política fiscal marcada por gestão errática; e a lentidão da vacinação da população.

Menos

MINERAÇÃO

Com dados dos EUA e Vale, Bolsa fecha em alta de 1,97%, após duas perdas

Ler Notícia

IstoÉ Dinheiro - SP   06/04/2021

Apesar da acentuada correção do petróleo, em queda superior a 4%, com reflexo de moderado a revertido nas ações de Petrobras (PN +0,63%, ON +1,06% no fechamento), o Ibovespa abriu a semana recuperando-se de perdas nas duas sessões anteriores, beneficiado por alguma acomodação no dólar (em baixa de 0,62%, a R$ 5,6798), por dia positivo em Nova York, com ganhos de até 1,67% (Nasdaq), e por forte desempenho de Vale ON (+6,16%), em nova máxima histórica para a ação, negociada a R$ 103,82 bem perto do fechamento. Assim, o índice conseguiu sustentar os 117 mil pontos no encerramento, após ter flertado com a marca nas três sessões anteriores, atingindo agora seu maior nível de fechamento desde 19 de fevereiro (118.430,53).

Nesta segunda-feira, o índice da B3 fechou em alta de 1,97%, aos 117.518,44 pontos, com máxima do dia a 117.667,85, pela quarta vez seguida acima do limiar de 117 mil nos respectivos picos intradia, sequência mais elevada desde o intervalo até 22 de fevereiro.

A superação da resistência dos 117 mil é considerada essencial para que o índice recupere o topo intermediário de 120 mil pontos, apontam analistas. Desde o exterior, o apetite por risco nesta segunda-feira foi condicionado pela divulgação na sexta-feira, com mercados fechados, “de dados de emprego muito mais fortes que o esperado, indicando melhora na atividade econômica” nos Estados Unidos, aponta Paula Zogbi, analista da Rico Investimentos.

“Há posição favorável no gráfico, mas também em alguns fundamentos, com preços ainda bons no momento, talvez não tanto quando chegar aos 118 mil, antes de uma reversão que deve vir ali pelos 122 mil, 123 mil pontos”, diz Renato Chain, economista da Parallaxis, chamando atenção em especial para os segmentos financeiro e de commodities, mas também para o de consumo, com preços descontados, embora com recuperação ainda comprometida pelo elevado desemprego e restrição de renda.

“Com a forte alta de Vale, pela valorização do minério de ferro e pelo anúncio do programa de recompra de até 5% das ações em circulação, um sinal da empresa para o mercado de que as ações estão baratas, o Ibovespa iniciou a semana desafiando novamente a faixa de 117 mil pontos”, observa Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora. “O rompimento desse patamar, que serviu de resistência intermediária em março, será crucial para a retomada da tendência de alta de curto prazo”, acrescenta.

Apesar dos descontos em oferta na B3, o cenário doméstico permanece obscurecido pela progressão ainda lenta da vacinação e pela disputa entre Congresso e equipe econômica, ainda não mediada pelo Palácio do Planalto na forma de vetos, ao Orçamento de 2021. Nesta segunda-feira, em evento da XP Investimentos, o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi diplomático ao dizer que está “todo mundo junto” na busca de uma solução para o impasse, o que envolve inclusive orientação do Tribunal de Contas da União (TCU) ao governo.

Nesta segunda-feira, com giro financeiro a R$ 29,4 bilhões na B3, destaque para Yduqs (+8,67%), Hering (+6,99%) e Vale (+6,16%), as três maiores altas do Ibovespa na sessão. No lado oposto, Cemig cedeu 2,04%, Marfrig, 1,96%, e Qualicorp, 1,28%. Os bancos tiveram desempenho majoritariamente positivo, à exceção de BB ON (-0,13%), enquanto na siderurgia os ganhos chegaram a 2,72% (CSN) no encerramento da sessão.

Menos

Comissão de Valores Mobiliários investiga executivos da Vale por tragédia de Brumadinho

Ler Notícia

O Estado de S.Paulo - SP   06/04/2021

O ex-presidente da Vale, Fabio Schvartsman, e o ex-diretor de Ferrosos da companhia, Peter Poppinga, são alvo de um processo administrativo sancionador aberto pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no caso Brumadinho (MG). Em agosto de 2019, a autarquia instaurou inquérito para aprofundar a investigação sobre a responsabilidade de administradores da companhia pelos fatos ligados ao rompimento da Barragem 1 da Mina Córrego do Feijão, em 25 de janeiro daquele ano.

Informações públicas mostram que a CVM abriu prazo para a apresentação de defesa pelos dois executivos nesta segunda-feira, 5. A apuração trata de "eventuais irregularidades relativas à possível inobservância de deveres fiduciários" ligados à tragédia que matou 272 pessoas. Não há mais detalhes. Entre os deveres previstos na Lei das S.A. estão os de lealdade - em relação à empresa e seus acionistas - e de diligência,. Por ele, o administrador da companhia deve atuar com o mesmo cuidado que empregaria em seus próprios negócios.

Ao comunicar a abertura de inquérito, em 2019, a CVM destacou que a apuração não incluía a atuação sobre questões relativas à legislação ambiental. À época, o órgão regulador não mencionava os nomes de executivos.

No início da investigação, a CVM solicitou o compartilhamento de informações contidas nos procedimentos instaurados por autoridades como a Polícia Federal, pelo Ministério Público Federal e pela 1ª Promotoria de Justiça de Brumadinho. Também solicitou informações à Vale e acompanhou como se deu o processo de divulgação de informações pela companhia após o rompimento da barragem.

A defesa de Fabio Schvartsman informou que ele não foi notificado até o momento. Até a publicação desta reportagem, o Estadão/Broadcast não conseguiu contato com a defesa de Peter Poppinga.

Menos

Vale afirma que MPF arquivou acusações de Steinmetz sobre projeto de Simandou

Ler Notícia

Money Times - SP   06/04/2021

A mineradora Vale (VALE3) informou que o Ministério Público Federal decidiu pelo arquivamento de um requerimento do empresário israelense Benjamin Steinmetz que acusava executivos da empresa de práticas ilícitas relacionadas ao projeto minerário de Simandou, na República da Guiné.

“A Vale entende que a decisão do Ministério Público Federal corrobora a lisura e probidade de sua atuação no mercado”, disse a companhia em comunicado nesta segunda-feira.

“(…) O evidente objetivo do Sr. Steinmetz é desviar foco dos processos de execução de 2 bilhões de dólares movidos pela Vale contra ele e suas empresas, conforme sentenças arbitrais e judiciais proferidas na Inglaterra e EUA”, acrescentou a companhia.

Segundo a mineradora, o MPF teria apontado que o requerimento contra ela seria “incomodamente inespecífico” e que documentos apresentados não serviriam como prova.

“O Ministério Público Federal concluiu que os documentos apresentados ‘não contêm elementos que indiquem sequer em tese a ocorrência de crime de corrupção ativa ou de tráfico de influência internacional’, sendo ‘conclusão falaciosa e inconsistente’ aquela de que executivos da Vale teriam em 2011 oferecido alguma vantagem indevida a George Soros”, afirmou.

Menos

NAVAL

Privatização de Porto de Santos deve ter mais rigidez regulatória, diz ministro

Ler Notícia

IstoÉ Dinheiro - SP   06/04/2021

A privatização do Porto de Santos deve contar com mais rigidez regulatória e uma “maior trava” na participação de operadores portuários na concessão, em relação a outras desestatizações estudadas pelo governo. A informação foi dada nesta segunda-feira, 5, pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. O certame que envolve o maior complexo portuário da América Latina está previsto para acontecer no próximo ano.

“No Porto de Santos tenho de ter uma rigidez maior regulatória e uma maior trava para participação dos operadores portuários na gestão portuária. Não é o que vai acontecer, por exemplo, com Itajaí”, disse o ministro em live do Infra em Pauta.

Freitas destacou que esse arranjo é diferente para cada desestatização portuária que o governo quer levar em frente, como da companhia docas do Espírito Santo e do Porto de Itajaí, por exemplo.

“Vamos calibrar de acordo com a característica de cada porto qual é a dose de rigidez regulatória ou em que medida o operador portuário vai ter acesso ou não, vai poder ou não se tornar concessionário”, respondeu o ministro ao ser perguntado sobre qual seria o melhor formato de privatizações portuárias, que seja capaz de preservar a concorrência e o livre mercado na cadeia de transporte.

Apesar dos ajustes regulatórios e de participação serem específicos para cada porto, Freitas lembrou que o modelo de desestatização, a grosso modo, deve seguir a cartilha da venda da companhia junto da concessão da operação portuária. O ministro ainda comentou que o perfil de players interessados nesses ativos é variado. Há possibilidade de os consórcios que forem disputar os leilões serem compostos por operadores portuários e fundos de investimento – que têm mostrado “interesse enorme” nessas privatizações, disse o ministro.

“Podemos mirar um pouco nas desestatizações que ocorreram no Reino Unido e na Austrália, players que estão lá estão estudando o nosso processo. Temos conversado bastante com esses fundos de investimento”, afirmou Freitas.

O ministro está diretamente envolvido na semana que passará à iniciativa privada 22 ativos de infraestrutura, a partir de uma bateria de leilões que começa nesta quarta-feira, e segue na quinta e sexta-feira. Na área de portos, o governo vai realizar o certame de cinco terminais portuários (quatro em Itaqui-RS e um em Pelotas-RS).

“No caso de Pelotas (carga mais concentrada em madeira), vai acabar atraindo donos dessa carga. Tem uma lógica de verticalização muito grande”, comentou Freitas. No caso dos terminais em Itaque, de líquidos (combustíveis), o ministro afirmou que o governo espera ver um novo entrante, juntamente com as empresas tradicionais que disputam esses ativos, que são as distribuidoras de combustíveis.

Ferrovias

Na entrevista, o ministro ainda comentou sobre a parceria recém-fechada entre o Ministério da Infraestrutura e o Banco Mundial, que vai permitir a estruturação do projeto de concessão do corredor ferroviário Leste-Oeste, ligando Lucas do Rio Verde (MT) a Ilhéus (BA). Os estudos vão abranger a Ferrovia de Integração do Centro-Oeste (Fico) e os trechos 2 e 3 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), totalizando 1,9 mil quilômetros.

Já o trecho 1 da Fiol vai ser leiloado já nesta semana, na quinta-feira, 7. “Na prospecção que estamos fazendo no mercado estamos bastante confiantes no bom resultado do leilão no primeiro segmento. Vamos ter um player que vai terminar o lote 1, operar, fazer investimento no porto, e que vai estar aguardando essa concessão depois de Caetité para Água Boa, que vai montar realmente uma grande cruz ferroviária”, disse o ministro.

Menos

PETROLÍFERO

A produção nacional em fevereiro foi de 3,643 MMboe/d, divulga ANP

Ler Notícia

TN Petróleo - RJ   06/04/2021

A ANP publicou no dia 1 de abril, em seu portal, o Boletim Mensal da Produção de Petróleo e Gás Natural do mês de fevereiro de 2021. Neste mês, a produção nacional foi de aproximadamente 2,819 MMbbl/d (milhões de barris por dia) de petróleo e 131 MMm3/d (milhões de metros cúbicos por dia) de gás natural, totalizando 3,643 MMboe/d (milhões de barris de óleo equivalente por dia). Em relação ao mês anterior, houve uma redução de 1,9% na produção de petróleo e de 3,9% na de gás natural. Já na comparação com fevereiro de 2020 houve redução de 5,1% no petróleo e aumento de 1,7% no gás natural.

Pré-sal

A produção do Pré-sal foi de 2,044 MMbbl/d de petróleo e 87,7 MMm3 de gás natural, totalizando 2,596 MMboe/d. Houve uma redução de 1,2% em relação ao mês anterior e um aumento de 4% se comparada ao mesmo mês em 2020. A produção do Pré-sal teve origem em 118 poços e correspondeu a 71,3% do total produzido no Brasil.

Aproveitamento do gás natural

Em fevereiro, o aproveitamento de gás natural foi de 97,2 %. Foram disponibilizados ao mercado 55 MMm³/dia. A queima de gás no mês foi de 3,4 MMm³/d, um aumento de 19,8% se comparada ao mês anterior e uma redução de 4,6% se comparada ao mesmo mês em 2020.

Origem da produção

Neste mês de fevereiro, os campos marítimos produziram 96,7% do petróleo e 83,4% do gás natural. Os campos operados pela Petrobras foram responsáveis por 94,5% do petróleo e do gás natural produzidos no Brasil.

Destaques

Em fevereiro, o campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, foi o maior produtor de petróleo e gás natural, registrando 901 MMbbl/d de petróleo e 41,9 MMm3/d de gás natural.

A plataforma Petrobras 75, produzindo no campo de Búzios por meio de quatro poços a ela interligados, produziu 151,252 Mbbl/d de petróleo e foi a instalação com maior produção de petróleo.

A instalação FPSO Cidade de Itaguaí, produzindo no campo de Tupi, por meio de seis poços a ela interligados, produziu 6,556 MMm³/d e foi a instalação com maior produção de gás natural.

Estreito, na Bacia Potiguar, teve o maior número de poços produtores terrestres: 1.037.

Tupi, na Bacia de Santos, foi o campo marítimo com maior número de poços produtores: 56.

Campos de acumulações marginais

Esses campos produziram 331,7 boe/d, sendo 113,7 bbl/d de petróleo e 34,6 Mm³/d de gás natural. O campo de Iraí, operado pela Petroborn, foi o maior produtor, com 214 boe/d.

Outras informações

No mês de fevereiro de 2021, 255 áreas concedidas, três áreas de cessão onerosa e cinco de partilha, operadas por 36 empresas, foram responsáveis pela produção nacional. Dessas, 60 são marítimas e 203 terrestres, sendo 10 relativas a contratos de áreas contendo acumulações marginais. A produção ocorreu em 6.472 poços, sendo 480 marítimos e 5.992 terrestres.

O grau API médio do petróleo extraído no Brasil foi de 28,1, sendo 2,5% da produção considerada óleo leve (>=31°API), 91,3% óleo médio (>=22 API e <31 API) e 6,2% óleo pesado (<22 API).

As bacias maduras terrestres (campos/testes de longa duração das bacias do Espírito Santo, Potiguar, Recôncavo, Sergipe e Alagoas) produziram 97 Mboe/d, sendo 76,4 mil bbl/d de petróleo e 3,2 MMm³/d de gás natural. Desse total, 76,5 mil boe/d foram produzidos pela Petrobras e 20,5 mil boe/d foram produzidos por concessões não operadas pela Petrobras, dos quais: 12.680 boe/d no Rio Grande do Norte, 6.990 boe/d na Bahia, 390 boe/d no Espírito Santo, 265 boe/d em Alagoas e 193 boe/d em Sergipe.

Menos

Petrobrás anuncia reajuste de 39% para o gás natural

Ler Notícia

O Estado de S.Paulo - SP   06/04/2021

A Petrobrás informou ao mercado nesta segunda-feira, 5, que os preços de venda do gás natural para as distribuidoras terão aumento de 39% a partir do dia 1º de maio. Medido em dólares, o aumento será de 32%. "A variação decorre da aplicação das fórmulas dos contratos de fornecimento, que vinculam o preço à cotação do petróleo e à taxa de câmbio", diz a petrolífera.

A empresa destaca que as atualizações dos preços dos contratos são trimestrais, ou seja, para o período e maio, julho e julho a referência são os preços dos meses de janeiro, fevereiro e março, quando o petróleo teve alta de 38%. Outro ponto que influencia o preço é a alta de 31% do IGP-M entre março de 2020 e março de 2021, no repasse dos custos incorridos pela companhia para o transporte do insumo até o ponto de entrega às distribuidoras.

"Apesar do aumento em maio, junho e julho, ao longo de 2020, os preços do gás natural às distribuidoras chegaram a ter redução acumulada de 35% em reais e de 48% em dólares, devido ao efeito da queda dos preços do petróleo no início do ano", pondera a Petrobrás.

A empresa também esclarece que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda, mas também pelas margens das distribuidoras (e, no caso do gás veicular, dos postos) e pelos tributos federais e estaduais. "Além disso, o processo de aprovação das tarifas é realizado pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas."
Abegás: alta reduz competitividade

A Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) afirmou, em nota, que o aumento em média de 39% do gás canalizado, anunciado pela Petrobrás, tira a competitividade do insumo em relação a outros combustíveis, além de não beneficiar as distribuidoras, que têm remuneração definida pelas agências reguladoras.

Segundo a Abegás, o preço do gás natural poderia ser reduzido se as petroleiras produtoras não reinjetassem cerca de 50 milhões de metros cúbicos de gás diariamente nos poços de produção de petróleo e gás, volume que poderia chegar ao mercado consumidor e reduzir o preço do combustível.

"As distribuidoras estaduais não comercializam gás natural e os aumentos dados pela Petrobras serão repassados para o consumidor sem que as distribuidoras tenham qualquer ganho decorrente desse aumento", disse a Abegás em nota.

Segundo a entidade, as distribuidoras ficam com 17% do preço final do gás canalizado, enquanto a Petrobras e as transportadoras ficam com 59%. Os tributos federais e estaduais ficam com os 24% restantes.

Menos

AGRÍCOLA

Trator New Holland movido a metano chega ao mercado mundial em 2021

Ler Notícia

AgriWorld - SP   06/04/2021

Marca quer ampliar sua estratégia de liderança em energia limpa, especialmente em combustíveis alternativos, e expandir o alcance com soluções inovadoras

A New Holland Agriculture, marca da CNH Industrial, dá mais um passo importante para o avanço de sua agenda mundial como líder na busca por soluções em energia limpa. O trator T6 Methane Power, movido a gás metano, deve ser disponibilizado para o mercado em 2021. A primeira unidade do projeto foi apresentada na feira Agritechnica, na Alemanha, em 2019, como uma peça fundamental do conceito de “Fazenda Independente de Energia” da marca.

Os testes de campo estão nos estágios finais e, até a metade do ano, unidades de produção serão entregues a clientes selecionados na Alemanha, França, Itália, Reino Unido, Bélgica, Holanda e Luxemburgo – os principais mercados para o T6 e nos quais a produção de biogás está avançada. Até o final do ano, o trator ficará disponível para os demais clientes europeus e de alguns outros mercados ao redor do mundo. Este desenvolvimento consolidará ainda mais a vantagem competitiva indiscutível da New Holland em soluções de combustíveis alternativos.

“Somos pioneiros em soluções sustentáveis e inovadoras há 14 anos. Desenvolvemos o modelo de ‘Fazenda Independente de Energia’, mostrando como um ciclo fechado entre a produção agrícola e a geração de energia pode tornar a agricultura neutra em CO2 ou até mesmo negativa em carbono – com benefícios significativos para os clientes. Neste ano, estamos dando mais um passo para transformar isso em realidade, uma vez que nosso trator movido a metano entrará na linha de produtos da New Holland”, afirma Carlo Lambro, presidente mundial da New Holland Agriculture.

Para o mercado sul-americano, a expectativa é de que o trator movido a metano esteja disponível para importação a partir de 2022, especialmente para os mercados do Brasil e Argentina. Por enquanto não há planos de fabricá-lo por aqui, apesar de o modelo estar sendo testado, com sucesso, há pelos menos dois anos na região.

Esse tipo de trator dá ao produtor rural a possibilidade de utilizar o biogás gerado dentro da propriedade (por meio de um biodigestor, por exemplo) para abastecer o equipamento, aproveitando o chamado ciclo virtuoso da fazenda, que se torna cada vez mais autossuficiente do ponto de vista energético e ambientalmente correta. E como um extra ainda tem a redução dos seus custos operacionais e tranquilidade no gerenciamento das suas atividades, pois se torna autossuficiente em produção e uso de combustível, ficando livre de todas as incertezas do mercado de combustíveis fósseis.

O trator utilizado em testes no Brasil, um T6.180, utiliza o metano gerado através da biomassa renovável produzida na usina de biogás disponível na fazenda. Ele possui todas as características de um trator comum e está equipado com um motor de seis cilindros produzido pela FPT Industrial, que gera uma potência máxima de 180 cv e torque de 750 Nm. O biometano é armazenado em tanques no trator. A autonomia é de pelo menos meio dia de trabalho durante a operação normal.

“A tecnologia de propulsão por biometano oferece inúmeras vantagens ambientais, incluindo a redução de até 80% das emissões em comparação com um motor diesel padrão. Ao usar o biometano, o impacto de carbono da máquina é virtualmente zero, e uma redução de custos entre 25% e 40% pode ser alcançada quando comparada com os combustíveis convencionais”, explica Nilson Righi, gerente de protifólio agrícola da CNH Industrial.

Estratégia de líder expande alcance com novas parcerias

A New Holland segue expandindo o seu alcance como líder em energia limpa através de parcerias, no sentido de explorar novas áreas de inovação. Uma delas é com a produtora italiana de vinhos Barolo Fontanafredda, em um projeto que opera vinhedos livres de carbono. A New Holland e a FPT Industrial estão testando nesses vinhedos um novo trator movido a biometano, derivado do modelo TK da New Holland. O trator testado nos vinhedos da Fontanafredda tem por objetivo realizar a primeira produção de vinho livre de CO2 – um passo importante para a descarbonização da cadeia vitivinícola.

Em outra parceria, a New Holland desenvolveu com a produtora italiana de implementos Nobili um conceito inovador para a eletrificação de implementos para vinhedos e pomares. Ele combina o trator New Holland T4.110V com um gerador externo e-Source em conformidade com as diretrizes de alta tensão AEF. Inédito no setor, o gerador acionado pela TDF do trator é a única fonte de energia que alimenta os novos e-Sprayer e e-Mulcher. Essa inovação revolucionária recebeu o Prêmio de Inovação Técnica 2020/21 da EIMA International.

No Brasil, além de trabalhar com motores FPT que priorizam o baixo consumo de combustível, entregando alto desempenho e alta autonomia, e com isso reduzindo as emissões de CO2 na atmosfera, toda a frota de tratores, colheitadeiras e pulverizadores da New Holland funciona tanto com diesel comum quanto com biodiesel, dando a possibilidade de o produtor rural utilizar um combustível menos poluente.

Menos

Associe-se!

Junte-se a nós e faça parte dos executivos que ajudam a traçar os rumos da distribuição de aço no Brasil.

INDA

O INDA, Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço, é uma Instituição Não Governamental, legalmente constituída, sem fins lucrativos e fundada em julho de 1970. Seu principal objetivo é promover o uso consciente do Aço, tanto no mercado interno quanto externo, aumentando com isso a competitividade do setor de distribuição e do sistema Siderúrgico Brasileiro como um todo.

Rua Silvia Bueno, 1660, 1º Andar, Cj 107, Ipiranga - São Paulo/SP

+55 11 2272-2121

© 2019 INDA | Todos os direitos reservados. desenvolvido por agência the bag.

TOP