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05 de Fevereiro de 2021

SIDERURGIA

Gerdau, CSN, Usiminas e Vale vão repetir desempenho forte nos números do 4º trimestre

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Money Times - SP   05/02/2021

Os resultados do quarto trimestre de 2020 das siderúrgicas e mineradoras virão fortes, bem semelhantes aos números apresentados no terceiro trimestre, afirmou o Inter Research.

O aumento dos preços e dos volumes vendidos continuará impulsionando as receitas do setor, mesmo em um período conhecido por apresentar dados mais fracos por conta de férias e festas de fim de ano.

Assim como a Ativa Investimentos, o Inter Research vê o segmento de mineração como um grande ponto positivo para os resultados das companhias. A mineração tem se beneficiado dos preços elevados de minério de ferro, bem como do aumento do volume de vendas da commodity e da forte demanda na China. Os custos devem subir, mas não a ponto de prejudicar as margens.

A indústria do aço não deve decepcionar também. Além do aumento dos preços, o segmento vive um cenário de forte demanda local.

“Os maiores volumes vendidos no mercado interno, onde as margens são mais elevadas, devem contribuir para ganhos de rentabilidade no período”, comentou a analista Gabriela Cortez Joubert, responsável pelo relatório do Inter Research divulgado na terça-feira.

A Gerdau (GGBR4) deve manter a qualidade dos resultados vista no terceiro trimestre do ano passado. Beneficiada pelas operações no Brasil, a companhia verá ganhos de margens. Na América do Norte, o mercado pode esperar um aumento dos volumes em razão da alta demanda – principalmente no setor de construção -, da recuperação da indústria automotiva e dos repasses de preços.

O Inter Research estima receita líquida de R$ 12,9 bilhões e Ebitda de R$ 2 bilhões para a Gerdau no quarto trimestre.

A CSN (CSNA3) deve seguir um caminho similar ao da Gerdau. As margens na siderurgia vão sofrer pressão, mas sem impactos consideráveis. Espera-se que a receita líquida consolidada totalize R$ 11,7 bilhões, representando um crescimento de 35% em relação ao terceiro trimestre. O Ebitda projetado é de R$ 4,2 bilhões. A margem Ebitda deve atingir 36%.

Em relação à Usiminas (USIM5), espera-se um avanço trimestral de 5% na receita líquida, para R$ 4,6 bilhões. O Ebitda esperado é de R$ 1,1 bilhão, representando alta de 40% em relação ao terceiro trimestre. A margem Ebitda deve subir 6,3 pontos percentuais e atingir 25%.

Segundo Joubert, o cenário altamente positivo para o minério de ferro deve contribuir para um trimestre recorde em Ebitda à Vale (VALE3).

“Apesar do aumento esperado no custo caixa C1 devido ao impacto dos preços em minério de ferro adquirido de terceiros, as margens no segmento devem avançar significativamente, contribuindo para um trimestre recorde em termos de Ebitda”, comentou a analista.

Em metais básicos, os volumes de vendas e produção vão subir tanto para níquel quanto cobre, gerando maiores receitas e ganhos de margens.

As projeções do Inter Research contemplam receita líquida de US$ 12,6 bilhões e Ebitda de US$ 8,2 bilhões, com margem Ebitda de 64,6%.

O Inter Research tem recomendação de compra para Gerdau e CSN, com preços-alvo de R$ 29 e R$ 36, respectivamente. Para a Vale, a equipe de análise recomenda manter a ação. O preço-alvo sugerido é de R$ 94. Quanto à Usiminas, a recomendação é de venda e o preço-alvo é de R$ 12.

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Bons resultados em um ano complexo

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Brasil Mineral - SP   05/02/2021

Apesar dos desafios de operar com todas as restrições impostas pela pandemia, a Usiminas obteve resultados expressivos em 2020, mesmo com o desligamento de dois de seus três altos-fornos localizados em Ipatinga (MG). Em agosto, a empresa anunciou a retomada do alto-forno 1, atingindo em outubro níveis de produção superiores aos patamares pré-pandemia, “graças à motivação das equipes em superar a crise”, disse Sergio Leite, presidente da Usiminas.

O retorno do alto-forno 2 foi aprovado em dezembro pelo Conselho de Administração da Companhia – os investimentos previstos são de R$ 67 milhões e a produção deve ser retomada a partir de junho próximo. Outra decisão tomada foi a venda do edifício-sede da empresa para a Fundação São Francisco Xavier, que implantará no local o Hospital Usiminas e o Programa de Diversidade e Inclusão da companhia, que conseguiu dobrar o número de mulheres em cargos de liderança. Com os esforços empreendidos, as ações da companhia fecharam o ano entre as 10 maiores valorizações do Ibovespa.

"Definitivamente, 2020 foi um ano de muito aprendizado para todos nós. Tivemos que nos adaptar a um novo cenário e de forma rápida e precisa. Ao olhar para trás agora, vejo que fizemos um bom trabalho e todas estas conquistas do ano comprovam a nossa capacidade de enfrentar as adversidades com foco principalmente nas pessoas, que são o grande capital da Usiminas. Sabemos dos desafios que ainda vamos enfrentar, mas esperamos que em 2021 tenhamos mais avanços para serem comemorados", reforça Leite.

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ECONOMIA

A economia paulista no ano da pandemia

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O Estado de S.Paulo - SP   05/02/2021

A se confirmar a projeção feita pela Fundação Seade, o desempenho da economia paulista em 2020 não terá sido tão ruim quanto se temia. Num ano marcado por forte depressão da atividade econômica provocada pela pandemia (em abril, diminuiu 8,6% em relação a março), o PIB do Estado de São Paulo pode até ter crescido. O aumento pode ter sido de 0,3%, o que é pouco se comparado com o desempenho dos últimos anos, mas expressivo se comparado com o resultado esperado para a economia brasileira, que, segundo as projeções dominantes, deve ter encolhido 4,5%.

Para acompanhar com mais acuidade o desempenho da economia estadual depois da pandemia, de modo a orientar eventuais ações de contenção dos impactos da crise sanitária sobre as atividades das empresas e a situação das famílias, a Seade – instituição de coleta e análise de dados demográficos e econômicos vinculada ao governo do Estado de São Paulo – criou um indicador que antecipa o resultado do PIB. Por esse indicador, em dezembro o PIB paulista deve ter crescido 0,5% em relação a novembro. O resultado repete o observado no mês anterior.

Na comparação com os resultados de um ano antes, o PIB paulista registrou quedas acentuadas em abril (-10,6%) e maio (-9,4%), os piores meses para a economia brasileira depois do início da pandemia. O resultado de junho, embora também negativo, foi menos intenso (-1,7%). Desde julho, o PIB vinha crescendo na comparação com os dados de 2019. No início da recuperação, o ritmo era relativamente baixo, mas se intensificou a partir de setembro. Em dezembro, de acordo com a estimativa da Seade, o aumento foi de 6,5%.

Esse ritmo, se confirmado o resultado de dezembro, terá sido suficiente para compensar as perdas impostas pela pandemia e garantir o aumento do PIB paulista no ano passado.

Com relação às projeções para 2021, a Seade destaca incertezas que podem turvar o cenário, como a disponibilidade de vacinas na quantidade suficiente para imunizar a população e o prazo para que isso seja alcançado, a persistência de altas taxas de desemprego e a aceleração da inflação. Mesmo assim, com base nos dados estatísticos já disponíveis e nas projeções que podem ser feitas com base neles, a Seade estima que o PIB paulista pode crescer entre 3,8% e 6,0% em 2021, com a média em 5,0%.

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MINERAÇÃO

  Minério de ferro salta mais de 5% na China com recuo na produção da Vale em 2020

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BOL - SP   05/02/2021

Os futuros do minério de ferro tiveram forte queda nesta quinta-feira, após a brasileira Vale ter divulgado dados fracos de produção anual que mostram a companhia ainda lutando para recuperar plenamente suas operações após um desastre em uma barragem há dois anos e a pandemia de coronavírus.

O minério de ferro na bolsa de commodities chinesa de Dalian encerrou o pregão diurno com alta de 5,3%, a 991 iuanes (153,41 dólares) por tonelada, após dois dias de perdas.

Na bolsa de Cingapura, o material utilizado na fabricação do aço subia 5,2% no meio da sessão, para 154,50 dólares por tonelada.

A Vale registrou uma queda de 0,5% na produção de minério de ferro em 2020, para 300,4 milhões de toneladas, no limite inferior de sua meta de entre 300 milhões e 305 milhões de toneladas, embora tenha sinalizado uma potencial recuperação tanto na produção quanto nas vendas neste ano.

A empresa teve recuo de 5% na produção em comparação trimestral devido a maiores chuvas e restrições em barragens de rejeitos.

"A mineradora brasileira tem sofrido para aumentar a produção após restrições relacionadas ao vírus no ano passado", disse o analista de commodities da ANZ, Daniel Hynes.

"Eles também estão atrasados na obtenção de aprovações de segurança para barragens depois do desastre (de Brumadinho, em 2019)".

Os desafios da Vale contrastaram com um otimismo sobre as perspectivas de embarques de minério de ferro do Brasil neste ano, impulsionadas por dados mostrando maiores exportações em janeiro.

Já o vergalhão de aço na bolsa de futuros do Xangai avançou 2%.

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Vale assina acordo de R$ 37,6 bi por danos causados em Brumadinho

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O Estado de S.Paulo - SP   05/02/2021

Dois anos depois do rompimento da barragem de Córrego do Feijão, da Vale, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, a mineradora fechou nesta quinta-feira, 4, acordo na Justiça de Minas Gerais para pagamento de indenização ao poder público pelos danos causados na tragédia, que matou 272 pessoas. A mineradora se comprometeu a pagar R$ 37,68 bilhões.

O rompimento da barragem ocorreu em 25 de janeiro de 2019. A partir de outubro de 2020, uma série de reuniões foi realizada entre as partes buscando evitar que o processo se encaminhasse para sentença, sem sucesso. As negociações começaram nessa época porque foi quando ficaram prontos projetos para uso dos recursos a serem pagos de indenização.

No último dia 21 de janeiro, o governo de Minas deu as negociações por encerradas, mas informou que aceitaria uma proposta da empresa até 29 de janeiro. Na mesma data, porém, a Justiça deu mais 15 dias para um acordo. No dia 3, o governo anunciou a audiência desta quinta-feira, com a possibilidade de assinatura do termo.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) e o diretor jurídico da Vale, Alexandre Silva D'Ambrosio, assinaram o acordo. Segundo Aras, foi encontrada "uma solução para um grande problema".

Conforme Zema, "não é possível mudar o passado, mas podemos melhorar o futuro". "Acordo é inédito porque foi construído, não foi uma decisão jurídica. Todos foram ouvidos", afirmou. "Estamos usando essa reparação para o povo mineiro, e não para o caixa do Estado".

O valor a ser pago era o entrave para o acerto. A ação do Estado, da qual participam ainda o Ministério Público Federal, o Ministério Público Estadual e a Defensoria Pública, pedia R$ 54 bilhões de indenização. A Vale queria pagar R$ 21 bilhões. O valor subiu e, antes de atingir o patamar fechado nesta quinta-feira estava em R$ 28 bilhões.

O processo envolve ressarcimento por perdas tributárias, destruição de infraestrutura e danos morais coletivos. Não estão incluídas no processo indenizações pessoais. O governo reclamava que só em relação a tributos a perda com a tragédia foi de R$ 10 bilhões. Projetos para aplicação dos recursos já estão prontos.
Protesto

O representante do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Joceli Andrioli, é contrário ao fechamento do acordo nos termos acertados e afirma que a entidade pretende recorrer. O dirigente defende que o valor a ser pago deveria ser o pedido inicialmente, de R$ 54 bilhões.

Os atingidos, que fizeram manifestação na porta do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) durante a audiência desta quinta, não foram incluídos nas negociações. "Sem a nossa presença o Estado perdeu força nas conversas com a Vale. A empresa só funciona com pressão popular", declarou. Na manifestação foram colocadas faixas contra a empresa. "Vale criminosa: dois anos de impunidade e violação de direitos" e "Vale e Estado fazem acordo injusto e violam direitos dos atingidos", diziam.

A advogada Ísis Táboas, da coordenação geral da Aedas Paraopeba, que presta serviço de assessoria para atingidos pelo rompimento, tem o mesmo posicionamento do MAB. "Esse acordo desrespeitou os princípios constitucionais de publicidade e transparência e o princípio consagrado internacionalmente da centralidade do sofrimento das vítimas. As vítimas não foram ouvidas e estão aqui, do lado de fora do tribunal, denunciando a sua não participação", disse.

O governo de Minas afirma que dos R$ 37,68 bilhões vai gastar R$ 9,17 bilhões em programas de transferência de renda, R$ 4,7 bilhões em reformas em escolas e postos de saúde ao longo do Paraopeba, rio atingido pela lama que desceu da barragem ao se romper, R$ 6,55 bilhões para saneamento básico nos municípios atingidos, R$ 2,055 bilhões para captação de água para a Grande Belo Horizonte, R$ 4,95 bilhões em estradas e ampliação do metrô da capital, e R$ 4,37 bilhões para melhoria de hospitais e R$ 5,89 bilhões em medidas emergenciais.

Em comunicado, a mineradora disse que a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem em Brumadinho é um compromisso da empresa.

"A Vale está determinada a reparar integralmente e compensar os danos causados pela tragédia de Brumadinho e a contribuir, cada vez mais, para melhoria e desenvolvimento das comunidades em que atuamos. Confiamos que este acordo global é um passo importante nessa direção. Sabemos que temos um caminho a percorrer e seguimos firmes em nosso propósito, alinhado com nosso Novo Pacto com a Sociedade", disse o diretor-presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, no comunicado.

"Pela governança estabelecida no acordo, a quitação das obrigações previstas se dará de duas formas: mediante o pagamento dos compromissos, com valores e cronograma definidos para projetos geridos pelo Estado de Minas Gerais e Instituições de Justiça; e mediante a conclusão, pela Vale, de projetos pré-definidos no acordo, que incluem principalmente os projetos de reparação socioambiental", afirmou o Luiz Eduardo Osorio, diretor-executivo de Relações Institucionais, Sustentabilidade e Comunicação da Vale.

"O compromisso da Vale é promover uma reparação integral dos danos causados pelo rompimento da Barragem B-1. Nesse sentido, o acordo contempla inúmeras medidas de reparação, desde ações para atenuar o sofrimento das pessoas e comunidades, até projetos para fomento econômico da região e melhoria da infraestrutura. Muitas iniciativas continuarão a ser implementadas pela própria Vale, enquanto outras ficarão a cargo do Estado e suas instituições, com recursos providos pela Vale", declarou o diretor especial de Reparação e Desenvolvimento da Vale, Marcelo Klein.

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Acordo por Brumadinho reduz incertezas no balanço patrimonial da Vale, diz S&P

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IstoÉ Dinheiro - SP   05/02/2021

A agência de classificação de risco S&P Global Ratings acredita que a forte geração de caixa e o balanço patrimonial da Vale poderão cobrir os custos sociais e econômicos totais decorrentes do acordo de R$ 37,7 bilhões (cerca de US$7 bilhões) que a empresa fechou nesta quinta-feira, 4, por conta do rompimento da barragem de Brumadinho em 2019. A classificação da companhia (BBB-/Estável/ e brAAA/Estável/) foi mantida.

A S&P acrescentará aproximadamente R$ 15 bilhões (US$ 2,8 bilhões) à dívida ajustada da Vale em seu modelo.

Com os preços do minério de ferro acima de US$ 150 por tonelada, entretanto, a agência de rating acredita que “a dívida sobre Ebitda da Vale permanecerá confortavelmente abaixo de 1,5 vez, com uma forte posição de caixa e perfil de amortização de dívidas suave”. Sua estimativa é que a Vale provavelmente desembolsará R$ 15 bilhões nos próximos cinco anos.

“Em nossa visão, o acordo ameniza as incertezas sobre a estrutura de capital da Vale e o total de multas e passivos decorrentes do acidente”, diz a S&P em comunicado.

A agência de rating, entretanto, frisa que a Vale ainda está sujeita a incertezas.

Uma delas sobre a retomada das operações suspensas e a recuperação dos volumes de minério de ferro.

A outra, a exposição a discussões de ação coletiva, “cujos custos não são claros, mas não devem ser significativos o suficiente para fazer com que as métricas de alavancagem se desviem de nossas expectativas de caso-base”.

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Ibram aponta crescimento de 36% em 2020

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Brasil Mineral - SP   05/02/2021

Considerado como atividade essencial no início da pandemia, o setor de mineração fechou 2020 de forma positiva em relação a 2019: o recolhimento de tributos aumentou 36%, somando R$ 72 bilhões aos cofres públicos e R$ 6 bilhões em CFEM. Também apresentaram bom desempenho o faturamento, a produção comercializada e as exportações das companhias, que mantêm uma previsão de investimento no País de US$ 38 bilhões até 2024. Outro dado positivo foi a contratação direta de 5 mil trabalhadores. Os dados da #MineraçãodoBrasil foram divulgados dia 02 de fevereiro pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e fazem referência ao 4º trimestre e também ao consolidado de 2020.

A produção comercializada em toneladas cresceu 2,5% em relação a 2019, passando de 985 milhões de toneladas de minérios para 1 bilhão de toneladas estimadas. No consolidado de 2020 o faturamento do setor foi de R$ 209 bilhões e em 2019 R$ 153 bilhões, uma variação de 36%. Os estados que mais apresentaram crescimento do faturamento da produção mineral foram: Bahia – 62%, Mato Grosso – 58%, Pará – 45%, Minas Gerais – 31%, Goiás – 17% e São Paulo – 7%. O minério de ferro contribuiu com 66% do faturamento total do setor e o ouro com 11%.

O ouro, aliás, foi a substância mineral com maior elevação no faturamento – 76% na comparação entre 2020 e 2019, passando de R$ 13 bilhões para R$ 23 bilhões, devido à elevação do preço da commodity e ao aumento de produção estimulada pela elevação da demanda. O minério de ferro cresceu 39%, chegando a quase RS$ 139 bilhões; o cobre aumentou 35% (quase R$ 14 bilhões); o granito observou elevação de 25% (R$ 3 bilhões); o calcário dolomítico cresceu 12% (R$ 4,2 bilhões); e a bauxita evoluiu 6% (R$ 4,5 bilhões).

As exportações do setor mineral aumentaram 31%, totalizando mais de R$ 32 bilhões, graças à retomada da economia chinesa. Assim, o saldo mineral contribuiu com 64% da balança comercial brasileira no ano passado.

O ano de 2020 começou com previsão de investimentos de US$ 34,5 bilhões para o período 2020-2024. Entretanto, no 2º trimestre o valor previsto foi elevado para mais de US$ 37 bilhões e desde o 3º trimestre o valor previsto de investimentos para 2020-2024 aumentou em cerca de US$ 1 bilhão, totalizando agora US$ 38 bilhões (dados atualizados pelo IBRAM em dezembro de 2020). Foram constatados, recentemente, novos projetos para substâncias como manganês e minério de ferro.

Os maiores aportes serão para mineração de ferro: US$ 15,5 bilhões ou quase 41%; bauxita: 21,5%; fertilizantes: cerca de 17%. Cabe destacar a parcela, que deve aumentar ainda mais, em relação aos investimentos previstos para o descomissionamento de barragens a montante e soluções tecnológicas para disposição a seco de rejeitos. Até o momento, os valores previstos são da ordem de US$ 2,2 bilhões para este fim – já incluídos nos US$ 38 bilhões informados para os investimentos totais do setor.

Sem motivos para celebrar

Apesar do desempenho positivo, o Ibram considera que não há o que celebrar, uma vez que a pandemia intensificou a crise econômica e causou transtornos e mortes entre a população. Ainda assim, Flávio Ottoni Penido, diretor-presidente do Instituto lembra que "em 2020 a mineração buscou fazer sua parte para ajudar a proteger a população, prestar sua solidariedade e contribuições para movimentar a economia".

Wilson Brumer, presidente do Conselho Deliberativo do Ibram, completou: "em 2020 a mineração soube proteger seus empregados e parte das comunidades próximas e seguiu produzindo, o que resultou em divisas importantes para o Brasil, além de ter gerado empregos e estimulado outros benefícios socioeconômicos à população".

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Máquinas e Equipamentos

Caos em Manaus e reajuste de 100% do aço afetam produção de eletrônicos, diz Eletros

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Valor - SP   05/02/2021

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Komatsu tem vendas 17,2% menores

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Construção Latino-americana - SP   05/02/2021

A Komatsu divulgou seus resultados para os nove meses do ano fiscal de 2020, que termina em 31 de março de 2021, reportando uma venda global de produtos por US$ 14,4 bilhões, o que foi 17,2% menos na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Embora a demanda por seus equipamentos de construção tenha mostrado uma recuperação razoável mais recentemente, a divisão de máquinas para a mineração continuou lenta, ainda por efeito da pandemia.

Os últimos resultados da empresa japonesa mostram uma melhora em relação ao relatório financeiro anterior, que havia mostrado resultados dos seis primeiros meses do ano fiscal de 2020 (de 1 de abril e 30 de setembro de 2020). As vendas consolidadas neste período foram de US$ 9,12 bilhões, ou 21,1% menos do que em igual período do ano anterior. O que significa que em nove meses de comparação a queda se reduziu.

Nos nove meses cobertos pelo último relatório, a receita operacional da companhia caiu 48,3% em relação ao que se havia obtido um ano antes, e ficou em US$ 1,02 bilhão. Isto foi provocado por menores vendas, uma nova composição do mix de vendas e a valorização do ien japonês.

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AUTOMOTIVO

Produção de veículos sobe 4,2% em janeiro ante mesmo mês de 2020, diz Anfavea

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O Estado de S.Paulo - SP   05/02/2021

Com a queda das vendas domésticas sendo compensadas pelo aumento das exportações, as montadoras abriram o ano marcando alta da produção no comparativo interanual. Apesar de o mês ter sido marcado pelo fim da produção de automóveis da Ford no País, a indústria automotiva montou em janeiro 199,7 mil unidades, entre carros de passeio, utilitários leves, caminhões e ônibus, 4,2% a mais do que no mesmo período de 2020.

Em relação a dezembro, contudo, houve queda de 4,6% na produção, segundo balanço divulgado hoje pela Anfavea, a entidade que representa as montadoras instaladas no Brasil. Além da saída da Ford, o volume segue limitado por dificuldades de produção em razão da falta de peças nas linhas de montagem.

As vendas, um total de 171,1 mil veículos, foram as mais baixas desde junho do ano passado, quando os emplacamentos somaram 132,8 mil unidades. Na comparação com janeiro de 2020, os emplacamentos de veículos recuaram 11,5%. Frente a dezembro, um mês sazonalmente mais aquecido, o recuo foi maior, de 29,8%.

O levantamento da Anfavea mostra ainda a abertura de 2,16 mil vagas de trabalho pelas montadoras de veículos no mês passado, ainda sem contar as demissões a serem feitas pela Ford, que ainda negocia a rescisão de seus funcionários com sindicatos.

Destaque positivo do balanço, as exportações de veículos subiram 21,9% em janeiro na comparação anual, chegando a 25 mil veículos, cujos embarques são destinados, em sua maioria, à Argentina. Frente a dezembro, contudo, as exportações caíram 34,8%.

Neste mês, os números da indústria de tratores e equipamentos de construção, que fazem parte do balanço da Anfavea, não entraram no levantamento em razão do desligamento da John Deere da associação. O setor deve retornar às estatísticas assim que a entidade terminar de rever suas séries sem a John Deere.

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Scania testa caminhão autônomo em operação rodoviária

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O Carreteiro - SP   05/02/2021

A Agência de Transporte da Suécia autorizou a Scania a testar caminhões autônomos no tráfego em rodovia do país. Os veículos vão operar na rota E4 entre as cidades de Södertälje e Jönköping, num percurso de 290 quilômetros, transportando peças de produção da montadora.

Os caminhões vão operar no nível 4 de autonomia (o penúltimo da escala SAE), no qual podem trafegar sem interferência do motorista em meio ao tráfego rodoviário.

“Tanto nos Estados Unidos quanto na China já estão em andamento testes de caminhões de acordo com o Nível 4 em vias públicas. Mas pelo que sei, a Scania é a primeira na Europa a testar a tecnologia em uma rodovia e com carga útil”, disse Hans Nordin, responsável pelo projeto de transporte de um ponto ao outro pelosveículos autônomos.
Caminhões vão operar em rota rodoviária dentro da Suécia transportando peças e componentes de produção da Scania

Os testes estão dentro dos trabalhos do Scania Transport Laboratory, transportadora criada pela Scania parao perar como um laboratório e facilitaro entendimento dos desafios do transporte e buscar soluções. Testes de novas tecnologias, combustíveis alternativos, conectividade, manutenção e treinamento de motoristas entre outras funções,estão das funções do Laboratório de Transporte da Scania.

Nordin acrescentou que ainda neste ano a Scania planeja expandir os testes para viagens mais longas, entre Södertälje e a cidade portuária de Helsingborg, ao sul do país, numa rota de 523 quilômetros também pela mesma rodovia E4. Ele disse ainda que nos próximos anos a Scania espera poder testar a tecnologia em outros países europeus e na China.

Todos os testes vão acontecer em parceria com a empresa norte-americana de tecnologia autônoma TuSimple, parceira do Grupo TRATON (que reúne as marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus, MAN e Scania).

Desde a sua fundação em 2015, a TuSimple já realizou milhões de quilômetros de testes em rodovias para desenvolver a tecnologia de autodirecionamento para automação nível 4. A empresa é hoje considerada líder na área.

No entanto, por questões de segurança haverá a bordo dos caminhões o acompanhamento de um motorista bem como um engenheiro de teste para monitorar as informações transmitidas ao caminhão pelos sensores que possibilitam a condução autônoma.

REALIDADE– Do ponto de vista de Hans Nordin, operações por rodovias entre centros de carga deverão ser o primeiro tipo de transporte em vias públicas com caminhão autônomo a se tornar realidade.

Ele lembra que em poucos anos a tecnologia autônoma poderá se tornar uma realidade para o transporte em áreas fechadas, como minas e terminais. Desde de 2017 a Scania testa caminhões autônomos para transporte de mineração na Austrália.
Caminhão Scania autônomo para trabalho em mineração

“Avançamos tanto no desenvolvimento de veículos autônomos que a tecnologia pode estar pronta para ser introduzida no mercado já nos próximos cinco anos para esse tipo de transporte, adicionou”. No entanto, em sua opinião a condução de caminhões autônomos em rodovias e também em ambientes urbanos levara mais tempo para ser realidade.

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Estoque de veículos sobe de 17 em dezembro para 18 dias em janeiro, diz Anfavea

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IstoÉ Online - SP   05/02/2021

Após abrir o ano com o menor estoque da história, o total de veículos nos pátios de montadoras e concessionárias fechou janeiro em volume suficiente a 18 dias de venda, um pouco acima dos 17 dias de dezembro, em giro que considera o ritmo de emplacamentos do mês passado.

No início de janeiro, a Anfavea, entidade que representa as montadoras, anunciou um giro menor, de apenas 12 dias, mas tendo como referência, naquele momento, as vendas de dezembro, um mês tradicionalmente mais aquecido.

Durante a apresentação dos resultados da indústria automotiva em janeiro, o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, voltou a dizer que, além de reajustes nos preços dos insumos, as montadoras ainda enfrentam dificuldades no abastecimento de componentes, citando pneus, aço e, agora, semicondutores. Ele reconheceu que a situação pode levar a filas de espera nas concessionárias por alguns modelos.

Moraes frisou, contudo, os esforços das fábricas para manter o ritmo de produção e atender a demanda. “Apesar das dificuldades de logística, ainda com descompasso na cadeia logística, fomos capazes de produzir quase 200 mil veículos em janeiro, que é um bom número” comentou Moraes, lembrando que janeiro geralmente é um mês de produção mais baixa em virtude das férias coletivas nas fábricas.

O presidente da Anfavea observou ainda que é possível que os estoques mais enxutos se tornem, como estratégia no pós-pandemia, um novo padrão na indústria automotiva, a exemplo do que acontece em mercados mais maduros.

O balanço divulgado nesta quinta pela Anfavea mostra a produção de 199,7 mil veículos em janeiro, 4,2% a mais do que no mesmo período de 2020, além da geração de 2,16 mil vagas de emprego nas montadoras. Moraes explicou que as montadoras de veículos comerciais voltaram a contratar.

Em sua maioria, os contratos são temporários, com prazos, em alguns casos, de seis meses a um ano, informou Moraes. “A gente torce para esse emprego se tornar permanente.”

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Anfavea mostra que paga 6 vezes mais impostos do que recebe em incentivos

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Automotive Business - SP   05/02/2021

A Anfavea lançou mão de um arsenal de estatísticas tributárias públicas para rebater acusações, inclusive de setores do governo, de que os fabricantes de veículos instalados no Brasil recebem incentivos demais em relação ao que arrecadam e devolvem em resultados econômicos – uma discussão que voltou ao noticiário após a decisão da Ford de fechar todas as suas fábricas brasileiras, que recebiam benefícios tributários e ainda assim foram consideradas ineficientes pela empresa. Números levantados pela entidade mostram que o setor automotivo é isoladamente o mais tributado do País e paga, em média, seis vezes mais em impostos do que recebe em desonerações fiscais de estímulo à indústria ou ao desenvolvimento de certas regiões.

Também voltou à cena a discussão sobre se vale a pena o Brasil continuar a desenvolver sua indústria de transformação – visão recentemente externada em entrevista ao jornal Valor pelo economista Carlos von Doellinger, presidente do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, vinculado ao Ministério da Economia), que defendeu a desindustrialização em favor de maior foco em segmentos nos quais o País é mais competitivo, como agricultura e mineração, citando exemplos de Austrália e Chile, países que simplesmente desistiram de abrigar fabricantes de veículos e outros bens em seus territórios.

A Anfavea e outras entidades representativas de setores industriais rebateram com indignação as declarações de Doellinger, publicaram no fim de janeiro uma declaração conjunta em jornais destacando a importância estratégica de ter uma indústria forte – como é o caso de todas as maiores economias do mundo onde o Brasil está inserido –, que além de gerar empregos de qualidade também é fonte de desenvolvimento tecnológico. O presidente da Anfavea, Luiz Carlos de Moraes, destacou que a única semelhança que o Brasil tem com o Chile é que o tamanho da população do país sul-americano (20 milhões) é igual ao número de desempregados e desalentados no mercado brasileiro atualmente.

“É um crime se cogitar a desindustrialização do País, nos relegando à condição de colônia fornecedora de matérias-primas e de produtos primários. Isso é prova de profundo desconhecimento. Precisamos crescer rápido, gerar riquezas e empregos. Sorte do país que detém um setor automotivo robusto como o Brasil”, rebateu Luiz Carlos Moraes.

A visão de que a indústria de transformação deveria ser menos prestigiada não é nova e há muito tempo é compartilhada por diversos economistas liberais abrigados no governo. Em 2017, por exemplo, quando estava em discussão o Rota 2030, funcionários do então Ministério da Fazenda chegaram a barrar e desqualificar o programa setorial que estava sendo desenhado para o desenvolvimento da indústria automotiva nacional (leia aqui).

Moraes aponta que os números não sustentam essa visão. Se o Brasil parasse de produzir veículos, passando a importar todo o volume consumido pelo mercado nacional (2 milhões de unidades em um ano ruim como foi 2020), ele calcula que isso abriria um déficit na balança comercial do País de US$ 60 bilhões a US$ 70 bilhões por ano, que não poderia ser coberto por todas as exportações do agronegócio ou de minérios.

SETOR AUTOMOTIVO INVESTE MAIS DO QUE RECEBE EM INCENTIVOS

Para Moraes, sobra muita teoria aos pesquisadores e economistas do governo e falta em igual proporção conhecimento prático sobre o tamanho, abrangência e potencial econômico e tecnológico da indústria automotiva. Ele cita o Inovar-Auto, programa que antecedeu o Rota 2030 entre 2012 e 2017, com estímulos tributários à produção nacional, ganhos de eficiência energética (economia de combustível) e investimentos em pesquisa e desenvolvimento. No período os fabricantes investiram R$ 5,1 bilhões em P&D e receberam desonerações fiscais que somaram R$ 1,4 bilhão, o que representa R$ 3,60 investidos para cada R$ 1,00 incentivado.

“A indústria automotiva puxa os investimentos em pesquisa e desenvolvimento no mundo todo. No Brasil é o setor privado que mais investe em P&D Em um estudo preparado pela Anfavea e divulgado à imprensa na quinta-feira, 4, a entidade desconstrói a ideia amplamente divulgada que o setor automotivo recebe muitos incentivos em relação ao impostos que paga. O levantamento mostra que na última década a indústria automotiva recebeu menos de 2% de todas as desonerações tributárias concedida pelo governo. Em 2019, por exemplo, a Receita Federal projeta que concedeu R$ 308 bilhões em descontos fiscais a vários setores e regiões, enquanto a porção dos fabricantes de veículos e autopeças nesse total teria somado R$ 6,7 bilhões, ou 2,2% do montante, na maior proporção dos últimos dez anos.

Ainda de acordo com o estudo, o setor automotivo é o que mais arrecada impostos em relação ao que recebe em desonerações tributárias. Conforme dados consolidados da Receita Federal, de 2011 a 2017 o conjunto de fabricantes pagou R$ 268 bilhões em tributos e recebeu R$ 24 bilhões em descontos fiscais, o que equivale a R$ 11,10 arrecadados ao Fisco para cada R$ 1,00 desonerado. É a maior relação entre arrecadação e concessão de benefícios apurada entre todos os setores da economia – está acima inclusive da média da indústria de transformação como um todo, que é de 9,6 para 1. “Isso comprova que nosso setor é que carrega a maior parte da carga tributária do País”, aponta o presidente da Anfavea.

“É preciso lembrar que esse não é um dinheiro que recebemos do governo, mas uma desoneração tributária, um desconto nos impostos – e só precisamos disso porque somos tributados excessivamente”, pondera Moraes. “Mesmo assim, não recebemos todos esses valores de volta, os governos federal e estaduais devem ao setor R$ 25 bilhões em créditos tributários (tributos pagos com direito à restituição) que nunca são reembolsados”, assinala.

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FERROVIÁRIO

Investimentos federais em ferrovias e aeroportos também caíram, mostra CNT

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InfraRoi - SP   05/02/2021

Além da redução nos investimentos rodoviários ao pior nível da década, como noticiou o InfraROI ontem, os modais ferroviário e aeroportuário também estão recebendo menos aportes, mostra o levantamento Conjuntura do Transporte, da CNT. O modelo de operação das ferrovias brasileiras tem como base as concessões e, atualmente, praticamente todas as ferrovias de carga são concessionadas, sendo a malha pública residual. No setor privado, foram investidos R$ 3,51 bilhões em 2019. Esse é o menor valor anual desde 2016 e representa queda de 26,4% em relação a 2018.]

Já os investimentos públicos em ferrovias caíram quase 40%, totalizando R$ 364 milhões em 2019. Grande parte desse aporte (R$ 300 mi) foi destinado à Fiol.

Para a CNT, o cenário ferroviário pode se modificar em breve, já que o governo federal reconhece o potencial das ferrovias na logística de escoamento da produção brasileira de grãos. O plano para a ampliação da malha ferroviária prevê maior participação da iniciativa privada. Dois exemplos dessa visão para o modal são a construção da Ferrogrão e da Fiol (Ferrovia de Integração Oeste-Leste).

Infraestrutura aeroviária

A infraestrutura aeroviária brasileira é ampla e possui boa conectividade. A administração dos aeroportos começou a ser oferecida à iniciativa privada em 2011 e, hoje, essas instalações respondem pela maior parte dos embarques e desembarques realizados nos principais aeroportos do país. Os investimentos das concessionárias de aeroportos em 2019 cresceram 3,3% em relação a 2018, chegando a R$ 1,87 bilhão.

Enquanto isso, a parte que ainda cabe à Infraero registra contingenciamento de recursos. Em 2020, foram investidos R$ 318 milhões pela estatal, o que significa retração de 32,9% em relação a 2019.

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